Questões de Concurso Sobre crase em português

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Q3414065 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 04



 Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/104097981414/tirinha-original. Acesso em: 22 fev. 2024. 

Analise as afirmativas, tendo a estrutura das falas presentes no texto 04.
I. O advérbio “sempre” constitui um operador argumentativo na fala do personagem no segundo quadro.
II. As expressões “Às vezes bem... Às vezes mal...” acrescentam conteúdo semântico ao verbo “comporto” usado na fala do segundo quadro.
III. Os termos “sempre” e “às vezes”, usados no terceiro quadro, expressam circunstâncias de tempo.
IV. Os termos “bem” e “mal” usados no terceiro quadro se relacionam ao verbo “comporto”, presente no segundo quadro.
V. O uso do sinal indicativo de crase no termo “Às vezes” é facultativo por se tratar de uma expressão adverbial feminina.
Estão CORRETAS as alternativas
Alternativas
Q3413505 Português
Sentou-se ___ mesa e pôs-se ___ falar termo ___ termo as regras do jogo.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase:
Alternativas
Q3413299 Português

TEXTO I

Pais e filhos: tão perto, tão longe


    A sociedade contemporânea se assenta, segundo vários pensadores das ciências humanas, por uma polaridade: de um lado o excesso, de outro a falta. No entanto, há muitos anos a psicanálise nos ensina: todo excesso esconde uma falta.

    Vivemos um momento sócio-histórico de excessos de trabalho, compromissos, desejos, expectativas e estímulos que atingem indistintamente crianças, adolescentes e adultos. Vivemos ocupados, com agendas cheias de cursos, reuniões, compromissos e atividades extracurriculares. Não há tempo a perder e nunca antes tivemos tanto a sensação de estarmos correndo em busca do tempo perdido. A excelência de desempenho acompanha a todos na escola, no trabalho, nos demais ambientes em que estamos inseridos. Estamos conectados permanentemente e devemos estar disponíveis todo o tempo.

    Esse ambiente de estimulação e exigências constantes, no qual às vezes damos conta das demandas que nos são impostas por nós mesmos ou pelo outro, e outras vezes não, tem uma única consequência a todos: a exaustão.

    Exaustos, ao chegarmos a casa, só queremos ficar mergulhados no nosso mundo, para de certa forma termos (ainda que na nossa fantasia) uma compensação pelas frustrações enfrentadas ao longo do dia. E é nesse ponto que começamos a nos distanciar do nosso parceiro e dos nossos filhos, porque passamos a nos tornar indisponíveis ao outro.

    Educar filhos, formá-los, é tarefa para a vida inteira e exige disposição, tempo, vitalidade e dedicação, e o fato é que, embora na teoria estejamos todos comprometidos com isso, na prática nem sempre estamos dispostos. Terceirizamos essas tarefas para professores, psicólogos, avós e babás. E, quando não temos essas pessoas à disposição, silenciamos as crianças dando-lhes a possibilidade de passar horas diante de alguma telinha: se antes era a televisão, hoje vemos crianças em idades cada vez mais precoces com um Ipad na mão. Não queremos ser perturbados no nosso mundo, no nosso silêncio e, sem percebermos, vamos criando abismos nas nossas relações.



(Valdeli Vieira Pais e filhos: tão perto, tão longe (adaptado) REVISTA E: https://www.sescsp.org.br/online/artigo/13291_PAISEFILHOS.)

Levando-se em consideração as regras gramaticais da Língua Portuguesa, percebe-se como correta a elaboração do seguinte fragmento retirado do Texto I: “Exaustos, ao chegarmos a casa, só queremos ficar mergulhados no nosso mundo...”. A partir disso, analise as reescritas abaixo e assinale aquela que, embora possa alterar o sentido inicial do texto, manteve a correção gramatical quanto ao uso ou não da Crase.
Alternativas
Q3412728 Português

A crase tem vinculações diretas com a regência dos nomes e dos verbos e, por isso, desempenha um importante papel na estruturação sintático-semântica dos enunciados.


Analise o uso da crase nos períodos indicados a seguir. 



I. À noite, todos devem ficar mais atentos.


II. Garantimos à Vossa Senhoria que cumpriremos as cláusulas contratuais.


III. Enviaremos à Vossa Excelência os comprovantes relativos à aquisição das referidas ações.


IV. O prazo para encaminharmos os documentos é até às 20 horas.


V. Não serão aceitos documentos após às 20 horas.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Q3412298 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão a que a ele se refere.  

Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/104097981414/tirinha-original. Acesso em: 22 fev. 2024. 

Analise as afirmativas, tendo a estrutura das falas presentes no texto 04.


I. O advérbio “sempre” constitui um operador argumentativo na fala do personagem no segundo quadro.


II. As expressões “Às vezes bem... Às vezes mal...” acrescentam conteúdo semântico ao verbo “comporto” usado na fala do segundo quadro.


III. Os termos “sempre” e “às vezes”, usados no terceiro quadro, expressam circunstâncias de tempo.


IV. Os termos “bem” e “mal” usados no terceiro quadro se relacionam ao verbo “comporto”, presente no segundo quadro.


V. O uso do sinal indicativo de crase no termo “Às vezes” é facultativo por se tratar de uma expressão adverbial feminina.


Estão CORRETAS as alternativas 

Alternativas
Q3412123 Português
A única alternativa em que o uso do acento grave, indicativo de crase, está correto é:
Alternativas
Q3411573 Português
Na frase “Somos contrários àqueles que exigem uma maior tarifa do transporte.”, o sinal indicativo de crase justifica-se:
Alternativas
Q3411552 Português

Sobre o emprego do acento indicativo da crase, considerar o fragmento abaixo e analisar os itens a seguir:



“Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente”.



I. Se substituíssemos “minha frente” por “seguir”, o acento indicativo da crase deveria ser mantido.


II. Caso “minha frente” fosse substituído por “direita”, deveria ser mantido o acento indicativo da crase.


III. Caso substituíssemos “minha” por “nossa”, o acento indicativo da crase deveria ser mantido, pois, em ambos os casos (à minha/à nossa), o emprego da crase é obrigatório.



Está(ão) CORRETO(S): 

Alternativas
Q3411523 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão a que ele se refere.


Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/104097981414/tirinha-original. Acesso em: 22 fev. 2024. 

Analise as afirmativas, tendo a estrutura das falas presentes no texto 04.


I. O advérbio “sempre” constitui um operador argumentativo na fala do personagem no segundo quadro.


II. As expressões “Às vezes bem... Às vezes mal...” acrescentam conteúdo semântico ao verbo “comporto” usado na fala do segundo quadro.


III. Os termos “sempre” e “às vezes”, usados no terceiro quadro, expressam circunstâncias de tempo.


IV. Os termos “bem” e “mal” usados no terceiro quadro se relacionam ao verbo “comporto”, presente no segundo quadro.


V. O uso do sinal indicativo de crase no termo “Às vezes” é facultativo por se tratar de uma expressão adverbial feminina.


Estão CORRETAS as alternativas 

Alternativas
Q3410228 Português
Analise as afirmativas, tendo a estrutura das falas presentes no texto 04.

I. O advérbio “sempre” constitui um operador argumentativo na fala do personagem no segundo quadro.

II. As expressões “Às vezes bem... Às vezes mal...” acrescentam conteúdo semântico ao verbo “comporto” usado na fala do segundo quadro.

III. Os termos “sempre” e “às vezes”, usados no terceiro quadro, expressam circunstâncias de tempo.

IV. Os termos “bem” e “mal” usados no terceiro quadro se relacionam ao verbo “comporto”, presente no segundo quadro.

V. O uso do sinal indicativo de crase no termo “Às vezes” é facultativo por se tratar de uma expressão adverbial feminina.

Estão CORRETAS as alternativas 
Alternativas
Q3409378 Português

Analise as afirmativas, tendo a estrutura das falas presentes no texto 04.


I. O advérbio “sempre” constitui um operador argumentativo na fala do personagem no segundo quadro.


II. As expressões “Às vezes bem... Às vezes mal...” acrescentam conteúdo semântico ao verbo “comporto” usado na fala do segundo quadro.


III. Os termos “sempre” e “às vezes”, usados no terceiro quadro, expressam circunstâncias de tempo.


IV. Os termos “bem” e “mal” usados no terceiro quadro se relacionam ao verbo “comporto”, presente no segundo quadro. 


V. O uso do sinal indicativo de crase no termo “Às vezes” é facultativo por se tratar de uma expressão adverbial feminina.


Estão CORRETAS as alternativas 

Alternativas
Q3408992 Português
Segundo o uso da crase, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) O médico explicou à paciente que a recuperação seria mais rápida à medida que ela seguisse rigorosamente as orientações médicas. O uso da primeira crase está correto porque se trata de um pronome relativo que exerce a função de complemento do termo, exigindo a preposição “a”.
( ) Em “Ana vai à igreja todos os dias pela manhã.”, o uso da crase é necessário por se tratar de uma locução conjuntiva.
( ) Em “Ela não revelou à equipe o porquê da urgência.”, o uso da crase é necessário porque traz uma locução feminina com substantivo no plural. 
Alternativas
Q3408953 Português
A prova do tempo

        Uma polêmica suposição, sustentada desde 1978 pelo arqueólogo francês Bernard Vandermeersch, acaba de ser confirmada por uma técnica de última geração. Ele vinha dizendo que o homem de Neandertal, hominídeo cujo primeiro fóssil foi encontrado há 132 anos no vale do rio Neander, na Alemanha, era contemporâneo do Homo sapiens sapiens, o homem moderno. Isso contraria a hipótese tradicionalmente aceita de que este teria surgido depois daquele. Segundo o cientista, o homem do vale de Neander teria se originado na Europa há cerca de 350 mil anos, desaparecendo por razões ainda desconhecidas há 42 mil anos. Já o homem moderno teria surgido no Oriente Próximo numa época em que os neandertais ainda viviam.
        A teoria foi comprovada recentemente graças ao método da termoluminescência, que permite saber quando um mineral foi manipulado para a confecção de instrumentos. Identificando-se, por exemplo, quando uma pedra foi lascada para fazer-se uma ponta de lança, pode-se saber a idade do fóssil encontrado no mesmo local. Ao fim dos estudos, os pesquisadores concluíram que o homem moderno é mais antigo do que se pensava, tendo surgido há 94 mil anos. As duas espécies, portanto, teriam coexistido no planeta por 500 séculos, pelo menos. Resta saber se foram apresentados uns aos outros alguma vez.

(Fonte: Superinteressante — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que NÃO se admite o uso de crase: 
Alternativas
Q3408731 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. 


Texto 01 


A solidão amiga 


Rubem Alves


A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão... O que mais você deseja é não estar em solidão... 



Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música... Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa... Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão... A noite estava perdida [...].



Disponível em: https://www.pensador.com/rubemalvestextos/. Acesso em: 14 abr. 2024. Adaptado.

Em “[...] festas reais não são iguais às festas imaginadas.”, há o emprego do sinal indicativo de crase pela ocorrência de
Alternativas
Q3406870 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As Viagens de Marco Polo: a verdadeira história do livro do século XIV

É possível confiar em um homem que afirma ter visto um unicórnio na ilha de Sumatra, na Indonésia?
Esta e outras questões igualmente válidas lançam dúvidas sobre a confiabilidade dos relatos de Marco Polo (1254-1324), desde que o livro As Viagens de Marco Polo se tornou um best-seller, no século XIV.
A obra foi traduzida para dezenas de idiomas, copiada à mão em incontáveis manuscritos e era disponível em qualquer local sofisticado da Europa.
O livro de Marco Polo é o primeiro relato europeu sobre a Rota da Seda. Suas histórias são repletas de maravilhas, especiarias, ouro e pedras preciosas.
Elas também descrevem hábitos extravagantes e fascinantes estratégias de guerra. Tudo isso faz com que a leitura do relato de viagem seja um verdadeiro prazer — mas também, em parte, algo "difícil de acreditar", como observou um copista particularmente escrupuloso ao lado da sua cópia.
Mas não é preciso ser tão cético. Atualmente, setecentos anos após a morte de Marco Polo, no dia 8 de janeiro de 1324, podemos dizer com bastante certeza de que o famoso comerciante, explorador, escritor e antropólogo autodidata veneziano, de fato, viu um unicórnio — ou, pelo menos, não teria mentido a respeito.
"Veneza era a Nova York do mundo da época", segundo o historiador italiano Pieralvise Zorzi. Sua família tem raízes que remontam aos tempos de Marco Polo e mais além.
A cidade era uma metrópole multicultural e receptiva — um centro comercial vibrante que conectava o Ocidente ao Oriente e onde a única religião verdadeira era o comércio. E a família Polo se destacou nesta atividade.
O pai de Marco Polo, Niccolò, e seu tio, Matteo, tinham um palácio muito próximo onde hoje fica o apartamento de Zorzi no Grande Canal de Veneza.
Eles também mantinham escritórios em Istambul, na Turquia, mas sua perspicácia os levou a fechá-los pouco antes que os gregos tomassem a cidade e expulsassem os venezianos.
Niccolò e Matteo Polo venderam tudo na hora certa e saíram para o Oriente, em busca de novos mercados. Eles comercializaram seda, especiarias, pedras preciosas e a cobiçada glândula de um pequeno animal, o veado-almiscareiro, usada no preparo de perfumes.
Eles voltaram a Veneza depois de alguns anos e, na sua segunda viagem à China, em 1271, levaram Marco Polo, então com dezessete anos de idade.
Segundo o relato de Marco Polo, eles viajaram por três anos ao longo da Rota da Seda, a partir de Israel. Eles cruzaram o Oriente Médio e boa parte da Ásia Central, até a corte do imperador mongol Kublai Khan, neto de Gengis Khan, em Pequim, na China.
Os viajantes passaram cerca de vinte anos na China, negociando e trabalhando como uma espécie de embaixadores do governo local.
A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico. Eles contornaram a Índia pelo mar até chegar ao Iêmen, Istambul e, finalmente, Veneza.
Quando os três comerciantes chegaram, Marco Polo estava na casa dos quarenta anos. A lenda conta que, quando eles bateram à porta do seu palácio, o servo perguntou quem era e eles responderam: os donos.
Mas, um ano depois, Marco Polo foi preso. Ele foi capturado pelos genoveses em uma das batalhas entre as cidades marítimas rivais de Veneza e Gênova.
Na prisão, ele teve a sorte de conhecer o escritor e editor Rustichello de Pisa, que percebeu o potencial literário do relato de Marco Polo sobre um mundo que, na época, era bastante desconhecido dos europeus. Eles, então, escreveram a história.
O livro foi um sucesso. O texto era tão envolvente que foi copiado inúmeras vezes e traduzido para diversos idiomas.
E quanto ao unicórnio?
Marco Polo explicou que seu chifre é grosso e preto. Sua cabeça parece a de um javali selvagem, ele está sempre olhando para baixo e adora a lama.
"Ele é muito feio e não se parece em nada com o que imaginamos, nem com uma criatura que pudesse ser embalada por uma mulher virgem, pelo contrário", escreveu ele.
Marco Polo realmente viu esse animal. Era o que hoje chamamos de rinoceronte.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8v2zrnqpe4o. Adaptado

A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que esta é:
Alternativas
Q3404966 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 04 




Fonte: ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/269512358931613483/. Acesso em: 1 abr. 2024.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição do texto 04.


I- Verifica-se a presença de marcas de coloquialidade, o uso da linguagem denotativa e do registro formal.
II- Observa-se que o verbo “sentir” passou pelo processo de derivação imprópria, já que foi substantivado.
III- Observa-se que, no primeiro período, no trecho “A gente carece de fingir às vezes que raiva tem [...]”, houve a inversão do objeto direto.
IV- Nota-se que a posição proclítica do pronome “se”, em todos os seus usos, deve-se à presença de palavra atrativa.
V- Ressalta-se que o uso do sinal grave indicativo de crase em às vezes” se justifica por essa expressão se tratar de uma locução adverbial feminina.


Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3403975 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

Sobre os aspectos gramaticais presentes no texto I, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.



(  ) Em “Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais [...].”, as convenções da norma-padrão da língua portuguesa exigem o emprego da crase em “às dinâmicas”.


(  ) No trecho “Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento.”, é indiferente, ou seja, facultativa a colocação do pronome antes ou depois do verbo.


(  ) Na frase “[...] perpetuação dessa farsa digital [...].”, a expressão destacada complementa o sentido do substantivo a que se refere, indicando uma relação de regência nominal.



Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q3403148 Português
“Como viver até os 100’’

Ana Adelaide Peixoto


E “Os Segredos das zonas azuis”. Esse é o título de um delicioso documentário, viajando pelo mundo com o escritor Dan Buettner e descobrindo cinco comunidades únicas, onde as pessoas têm vidas muito longas e felizes e tem saúde até o fim da vida. Nada de novo no front! Ou do que já sabemos. Mas, outra coisa é ver tudo registrado. Entrevistas; lugares lindos e as suas longevas pessoas.

Okinaya, no Japão; Sardenha, na Itália; Ikaria, na Grécia; Nicoya na Cosa Rica; e Loma Linda, na California-EUA, foram os lugares escolhidos, ou melhor observados que tinham algo em comum, para que se vivesse tanto e com tanta qualidade de vida. De quebra ainda teve matéria em Singapura e numa pesquisa aplicada especial na pequena comunidade de Albert Lea, nos EUA, e o resultado em um ano foi o aumento da expectativa de vida de seus habitantes, o que pode indicar que seus resultados puderam, de algum modo, ser comprovados.

Claro que a comida (vegetais, raízes, mel ao invés do açúcar), outros ingredientes são vitais. As pessoas trabalham muito e por menos tempo, para que sobre tempo para o lazer. Andam muito. Fazem coisas com as mãos, como jardinagem. Tem um plano de vida, um propósito que os alimentam ao acordar. Rituais sagrados diários para aliviar o stress, as inflamações, e evitar a diabetes e o câncer. Pensar em deixar algo para a posteridade, conversar com amigos, a religiosidade, a fé. Tudo no pacote. Bebem, mas fazem o seu próprio vinho. Em Costa Rica colhem o seu feijão, o milho e o jerimum. Em Loma Linda, tem muito voluntariado. Estar em paz, cochilar, preocupação de pertencimento à uma comunidade de fé; fazer happy hours. Tem até um vocabulário específico para denominar a razão que os fazem levantar pela manhã. Seus gostos não funcionam todos os dias. Alimentos integrais e naturais. E os carboidratos, contém substancias outras, e se juntam ao milho, batata doce, verdes, castanhas, chás. E comem pouco, até 80% da saciedade.

Atitude, outra coisa importante. Comer com a família, cuidar dos idosos, comem devagar, e comida plantada por eles; e com moderação, conversam. Como se conectar? Priorizam a família. Parceria, amor, cuidar e amar. Círculo de amigos – investem a vida toda. Ter os amigos certos! Para fazer as coisas certas![...]

Singapura é um país inteiro de longevidade saudável. Expectativa de vida mais alta do mundo. E até outro dia era uma Vila de pescadores. Trabalhar duro, ser honesto, ser humilde. Quem joga tênis, vive mais (viu Teca e Anthony?). Políticas públicas que melhora a vida das pessoas. Interações ocasionais com porteiros e pessoais em geral. Proporcionam pequenos povoados artificiais para idosos. Com centro médico, praça de alimentação, e promovem encontros. A solidão existe como função do nosso ambiente. Sair para interagir com pessoas, um remédio que se opõe ao sentar e assistir TV. Não se consegue viver sozinho. Criar moradias de proximidade, pais e filhos, o que se opõe veementemente às Casas de Repousos, impessoais e tristes. O investimento econômico de adesão gera mais saúde e se constitui num benefício humano.

Setembro foi o mês Amarelo/Saúde Mental, e vejo ao meu redor muita gente com depressão, ansiedade, e outras doenças da alma. Nesse filme, e a vida nesses lugares, todos os espaços do corpo e do espírito são preenchidos com sabedoria. Comida, descanso, pausa, tempo, diversão, comunhão, compartilhamento, olhar ao outro, sono, trabalho, propósito, destino, ritmo lento, e amor.

Eu que já estou quase dobrando outro cabo da esperança, vivo a pensar na vida. Nas realizações, nas faltas, nas conquistas, no tempo do dia, nos prazeres, nos amigos, no social que falta, no que sobra, nas recusas, nos filhos, e no bemestar deles, nas minhas responsabilidades, ou nas ausências, mas principalmente no amor, aquilo que nos define aqui e lá. Jovem ou velho. Nesta ou em qualquer outra vida [...]

Disponível em: <https://www.carlosromero.com.br/2023/10/>. Acesso em 04 de março de 2024.
Leia o trecho: “Estar em paz, cochilar, preocupação de pertencimento à uma comunidade de fé...
Considerando o sinal de crase no trecho destacado, qual é a afirmação correta?

I) A crase é utilizada quando há a fusão da preposição “a” com o artigo definido feminino “a”. No entanto, quando não há o artigo definido feminino antes do substantivo feminino, não ocorre a crase. Portanto, o correto seria apenas utilizar a preposição “a”, sem a crase, antes de “uma comunidade de fé”.
II) Nunca há crase antes de “uma” em qualquer contexto gramatical.
III) Em certos casos, como em “um a hora”, a crase é necessária, mas em “uma comunidade de fé”, não. 

Está(ão) CORRETO(S) apenas o(s) item(ns):
Alternativas
Q3402898 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão.


Texto 01 


A solidão amiga


Rubem Alves

A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão... O que mais você deseja é não estar em solidão...


Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música... Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa... Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão... A noite estava perdida [...]. 


Disponível em: https://www.pensador.com/rubemalvestextos/. Acesso em: 14 abr. 2024. Adaptado.

Em “[...] festas reais não são iguais às festas imaginadas.”, há o emprego do sinal indicativo de crase pela ocorrência de 
Alternativas
Q3402868 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
A solidão amiga
Rubem Alves
    A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão... O que mais você deseja é não estar em solidão...
    Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música... Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa... Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão... A noite estava perdida [...].
Disponível em: https://www.pensador.com/rubemalvestextos/. Acesso em: 14 abr. 2024. Adaptado. 
Em “[...] festas reais não são iguais às festas imaginadas.”, há o emprego do sinal indicativo de crase pela ocorrência de
Alternativas
Respostas
2221: A
2222: D
2223: A
2224: D
2225: A
2226: D
2227: A
2228: B
2229: A
2230: A
2231: A
2232: D
2233: B
2234: C
2235: C
2236: E
2237: D
2238: D
2239: C
2240: C