Questões de Concurso
Sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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I. Quase um bilhão de pessoas vivia com um transtorno mental.
II. Os 14% de adolescentes do mundo vivia com um transtorno mental.
III. Em 2019, um bom número de pessoas vivia com um transtorno mental.
IV. Sabe-se que 14% dos adolescentes do mundo viviam com um transtorno mental.
Observando-se a correção gramatical e a coerência de acordo com o período destacado no enunciado, estão corretas apenas
I – A concordância nominal se realizou corretamente no período “Embora hajam termos e expressões de uso comum entre os países lusófonos, alguns tratam grupos minoritários de forma pejorativa”.
II – A concordância e a regência verbal estão adequadas em “Certos indivíduos frequentam eventos à procura de opiniões que corrobore com a sua, ao afirmarem que o termo ‘arroz de festa’ caiu em desuso”.
III – A presença de partícula atrativa indica próclise de rigor na frase “‘Custar os olhos da cara’ também perdeu o sentido, pois, diante da crise atual, qualquer cidadão reclama porque nos agride todo aumento de preços”.
Está correto apenas o que se afirma em
TExTO I
“Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso”.
TExTO II

Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/382806037074799131/>.
Avalie o que se afirma sobre os dois textos.
I – No Texto II, as palavras “Você” e “isto” pertencem à mesma classe gramatical; já “irônica” e “sozinha” qualificam o termo ao qual respectivamente se referem.
II – Em “Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho.” (Texto I), o diminutivo confere um tom irônico e bem-humorado à frase.
III – Nas orações “abundam os pontos de exclamação” (Texto I) e “Descobriu isto sozinha?” (Texto II), com base na transitividade verbal, é correto afirmar que os verbos destacados são intransitivos.
IV – No Texto I, alterando-se a expressão “o ponto final” para o plural, o último período assumirá, em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa, a seguinte redação: “Adicionese ao estrondo exclamativo os pontos finais por extenso”.
Está correto apenas o que se afirma em
Foram _________ propostas de 33 municípios, totalizando um investimento de R$ 35 milhões. A redução média no valor da conta de luz é _________ em 75%, permitindo a reserva de recursos para investir em serviços _________ para a população.
(Disponível em https://www.copel.com/site/. Adaptado.)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.
Considerando as regras de concordância verbal, marque a alternativa com os termos que preenchem corretamente a oração abaixo.
Já ____ décadas que eles não se encontram, mas sempre _________ o amor em segredo.
Assinale a opção cuja frase encontra-se no futuro do pretérito do indicativo.
Cerveja e destilados são mais prejudiciais à saúde do que vinho
(LARSEN, Brittany. Cerveja e destilados são mais prejudiciais à saúde do que vinho. Planeta, 29 de abril de 2022.)
Mas será esse consumo desenfreado a única alternativa evolucionária do ser humano? Será que o nosso caminho natural, da aurora dos tempos ao fim da espécie, passa, necessariamente, pelas Casas Bahia? Há menos intenção crítica de minha parte do que curiosidade antropológica na questão. Criticar o consumismo é chover no molhado, e é, de certa maneira, rejeitar a própria condição humana, já que parte ponderável do nosso tempo e da nossa energia são gastos com o consumo. Isso não impede que eu considere uma das grandes tragédias da nossa época, a apresentação do consumismo como cura para todos os males; mas essa é outra história.
O que me intriga é: o que faria o ser humano se não consumisse; e, onde ficam as fronteiras do consumo estritamente necessário para saber o que seria um hipotético humano não-consumista. E não, não adianta olhar para qualquer ponto de miséria extrema do planeta para obter a resposta, porque ela nunca está nos extremos. O que faria hoje um bípede médio em circunstâncias médias se, em algum momento ao longo dos últimos dois milhões de anos, nós não tivéssemos nos afastado dos demais animais inventando formas radicalmente novas de buscar comida, cobrir o corpo, fabricar utensílios e parcelar o pagamento?
Ouço analistas econômicos discorrendo sobre a necessidade de se “aquecer as vendas”; observo o governo empurrando taxas de juros para aumentar ou conter o consumo. De tudo, fica a impressão de que o mundo só está de pé, se é que está, porque as pessoas vão às compras. Será que essa é mesmo a nossa maior finalidade existencial, aquela que garante a sobrevivência da espécie?
Não estou descobrindo nenhuma novidade. Não falta quem estude o assunto, que já preocupava pensadores do século retrasado. Num nível mais simples, me basta uma única página do Aurélio, que traz tanto a definição de consumo, a “utilização de mercadorias e serviços para satisfação das necessidades humanas”, quanto a de consumismo, “sistema que favorece o consumo exagerado”. E o que é exagerado? Ah, aí preciso ir a outra página, onde, entre um verbete e outro, chego à conclusão de que não há definição possível para a essência da coisa, pelo simples motivo de que, embora qualquer um de nós saiba reconhecer um exagero quando o vê, o que é exagero para um pode ser necessidade básica para outro. E aí recomeçamos tudo do zero.
Para responder a questão, considere o período a seguir.
A vitória virá quando o cidadão médio estiver certo sobre a ciência do clima.
Desde que termos estrangeiros são introduzidos em um país pela necessidade e tornam-se indispensáveis nas relações civis, a língua, que os recebe em seu vocabulário, reage, por uma lei natural sobre a composição etimológica, para imprimir-lhe o seu próprio caráter morfológico.
Uma nova redação para esse período, com alterações na flexão de número de alguns termos, está sintaticamente adequada em:
Texto para o item.

Na nova sociedade digital, você nunca está só. In: Revista Superinteressante. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
O termo “cercado” (linha 15) está flexionado no masculino e no singular porque concorda com a palavra “escritor” (linha 13).
Há erro de concordância verbal na seguinte alternativa:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
O que a pandemia ensinou aos nossos profissionais da saúde?
1.............Apesar de ainda estarmos vivenciando um estado pandêmico, depois de tantos meses
2... de enfrentamento, já podemos perceber que a COVID-19 também trouxe muitos ensinamentos
3... especiais a todos nós, em especial, aos médicos, enfermeiros e outros profissionais da área.
4.............Talvez a primeira e principal lição que um profissional da saúde pode e deve tirar dessa
5... situação, é que a saúde mental importa tanto quanto a física. Por mais que as profissões ligadas
6... à saúde, desde médicos a auxiliares de enfermagem, sejam caracterizadas pela resiliência,
7... sabemos que todos estamos propen...os a desmoronar em um cenário difícil como o que
8... vivemos em 2020.
9..............Outra lição que se pode tirar desse período é que, além dos cuidados usuais prestados
10... aos pacientes, também se deve demonstrar empatia e solidariedade ao próximo. Uma palavra
11... que pode resumir essa lição é a humanização. Cada vez mais, faz-se necessário que os
12... cuidados prestados, não só na área da saúde, sejam humanizados.
13.............A pandemia também veio a reforçar o que muito de nós já sabíamos: a importância do
14... uso das tecnologias a favor da medicina e dos cuidados com os enfermos. Os avanços
15... tecnológicos e as novas práticas foram percebidos em quase todas as áreas de atuação,
16... impactando na rotina de todo mundo.
17 2020 foi o ano do home office, no qual, sem outra opção, os profissionais precisaram
18... se adaptar à uma nova forma de trabalho que, por muitos, era encarada com uma série de
19... pontos negativos.
20.............Até mesmo na área da saúde, os impactos tecnológicos têm sido sentidos. Com o
21... aumento da demanda nos hospitais, UTIs e clínicas, todas com leitos lotados de pacientes com
22... COVID-19, a nova realidade da telemedicina foi ganhando cada vez mais força para a realização
23... de consultas mais simples, entre outros atendimentos.
24.............E não é só na telemedicina, mas, com o apoio de grandes empresas de comunicação,
25... os smartphones se tornaram aliados até mesmo no combate ao novo coronavírus por meio da
26... divulgação de informações referentes ___ formas de preven...ão e sobre os locais de maior
27... contágio.
28.............Esses avanços demonstram que a tecnologia pode e deve ser usada para o bem, para
29... a preservação da vida. Mesmo que, muitas vezes, o uso e...essivo de celulares e computadores
30... possa ser um mal, em outros casos, com a moderação necessária, eles podem ser cruciais para
31... salvar vidas.
32.............A pandemia ensinou aos profissionais da saúde e a todas as pessoas uma preciosa lição
33... sobre a efemeridade da vida. Mesmo os profissionais da saúde, que têm por profissão o cuidado
34... ___ vida e que lutam até o fim para salvar pessoas, devem se render ___ realidade de que a
35... vida é apenas um sopro. Isso não quer dizer que não devamos ser cuidadosos. Pelo contrário,
36... essa consciência deve ser um incentivo ao zelo e ao cuidado ainda maior de cada vida, de cada
37... pessoa.
(Disponível em: https://blog.camilianos.org.br/o-que-a-pandemia-ensinou-aos-profissionais-da-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica quantas OUTRAS alterações seriam obrigatoriamente necessárias caso substituíssemos a palavra “impactos” por sua forma no singular no período a seguir: “Até mesmo na área da saúde, os impactos tecnológicos têm sido sentidos”.
Considerando a concordância verbal das orações, qual alternativa está correta?