Questões de Concurso Sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q4291736 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a que apresenta concordância nominal correta: 
Alternativas
Q4291735 Português
Analise as sentenças quanto à concordância verbal:

I. Tudo eram papéis, escritos e memórias.
II. Era perto de duas horas da madrugada quando terminou de escrever as últimas linhas.
III. Dez reais foi tudo o que pagou por aquele livro raro e esquecido na prateleira do sebo.

A concordância do verbo "ser" está correta em:
Alternativas
Q4291562 Português
A norma-padrão de concordância verbal foi respeitada em:
Alternativas
Q4291356 Português
Leia o trecho.

"A implementação de políticas públicas eficazes exige planejamento, transparência, responsabilidade administrativa e participação social, pois decisões fundamentadas em evidências tendem a produzir resultados mais consistentes e duradouros."

Analise as afirmativas.

I. O conectivo "pois" introduz uma oração coordenada sindética explicativa.
II. A substituição de "pois" por "portanto" preserva integralmente o sentido e a relação lógica entre as orações.
III. O vocábulo "implementação" é formado por derivação sufixal.
IV. A palavra "eficazes" concorda nominalmente com "políticas públicas".

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4291117 Português
Analise as sentenças quanto à concordância verbal:

I. Tudo eram papéis, escritos e memórias.
II. Era perto de duas horas da madrugada quando terminou de escrever as últimas linhas.
III. Dez reais foi tudo o que pagou por aquele livro raro e esquecido na prateleira do sebo.

A concordância do verbo "ser" está correta em:
Alternativas
Q4291116 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a que apresenta concordância nominal correta:
Alternativas
Q4290944 Português
Leia o trecho.

Durante uma campanha de vacinação promovida pelo município, a equipe de saúde destacou que a participação da comunidade era fundamental para o sucesso da ação. Ao elaborar o relatório final, foi necessário revisar alguns trechos para garantir o emprego correto das regras de concordância verbal e nominal.

Assinale a alternativa em que a concordância está CORRETA.
Alternativas
Q4290247 Português
A alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância nominal é:
Alternativas
Q4290246 Português
A alternativa em que os verbos estão conjugados de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q4290245 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q4289939 Português
Leia o texto para responder à questão:


As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.

     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•     a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância. (1° parágrafo)
•     Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. (2° parágrafo)

De acordo com a norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Q4289932 Português
Leia o texto para responder à questão:


Memórias de um aprendiz de escritor


    Cresci ouvindo histórias. Porque tinham histórias a contar, eles: meus pais, meus tios, nossos vizinhos. Eram, na maioria, emigrantes. Da Rússia. Lá tinham vivido, como seus antepassados, em pequenas aldeias, em meio a uma lírica miséria, lendo a Bíblia, praticando a religião e trabalhando como artesãos e pequenos comerciantes. A ruína do império czarista, nos anos que precederam a Revolução de 1917, acarretou também a destruição desse pequeno mundo.

    Contar histórias. Eis uma coisa que meus pais sabiam fazer particularmente bem, com graça e humor; sabiam transformar pessoas em personagens, acontecimentos em situações ou cenas.

    De minha mãe adquiri o gosto pela leitura. Éramos pobres, não indigentes; não chegávamos a passar fome, mas tínhamos de economizar. Apesar disso nunca me faltou dinheiro para livros. Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo e eu podia escolher à vontade. Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances.

    Ler. Lembro-me: uma manhã, acordo cedo. Não são seis horas ainda. Vou para a salinha da frente, abro a janela, pego um livro (são as aventuras do Camundongo Mickey). Leio um pouco. Olho pela janela. No leito da rua, uma pomba debica entre as pedras. Levanta a cabecinha e fixa em mim um pequeno olho escuro, duro como um grão. Mickey e a pomba. Por onde andará a pomba porto-alegrense que à tênue luz da madrugada parou um instante de bicar para olhar o garoto com o livro na mão? Não sei, não sei de nada.

    Monteiro Lobato era meu autor preferido. Mas eu também lia o “Tesouro da Juventude”, uma enciclopédia infanto-juvenil em dezoito volumes. Curioso, eu queria saber tudo: por que chove? Quem depois de morta foi rainha? Lia, lia. Deitado num sofá, o livro servindo como barreira entre a criança e o mundo. Isto: o livro é uma barreira; mas é também a porta. A porta para um mundo imaginário, onde eu vivia grande parte de meu tempo.


(Moacyr Scliar. Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar. 1996. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q4289844 Não definido
A alternativa em que os verbos estão conjugados de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q4289843 Não definido
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q4289794 Português
A alternativa em que os verbos estão conjugados de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q4289793 Não definido
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q4288613 Português
A erupção vulcânica que produziu o som mais alto registrado na história


   No começo de julho de 2026, um vulcão na Indonésia entrou em erupção e lançou colunas de cinzas de até 250 metros de altura, segundo a imprensa local.

   O vulcão Anak Krakatau entrou em erupção duas vezes: uma em 2 de julho e outra em 3 de julho, segundo reportagens que citam a agência geológica da Indonésia. Um grupo responsável pelo monitoramento da atividade vulcânica na região informou que não havia ameaça imediata às comunidades próximas.

   O Anak Krakatau surgiu em 1927 a partir de uma grande cratera submarina, conhecida como caldeira, deixada pela erupção do vulcão Krakatoa, a segunda mais letal já registrada na história. Em indonésio, Anak Krakatau significa “Filho do Krakatoa”.

    A erupção de 1883 matou mais de 36 mil pessoas e destruiu 165 vilarejos em menos de 48 horas.

   Também produziu o que é considerado o som mais alto já registrado. A explosão pôde ser ouvida a milhares de quilômetros de distância e lançou tanta cinza na atmosfera que reduziu as temperaturas em todo o planeta por anos.

     Os primeiros sinais da tragédia foram observados em maio de 1883, segundo os Centros Nacionais de Informação Ambiental dos Estados Unidos (NCEI, na sigla em inglês). O comandante de um navio de guerra alemão passava pela região quando viu nuvens de cinzas e poeira saindo do Krakatoa. Até então, o vulcão permanecia inativo havia cerca de 200 anos.

    Então, em 26 de agosto daquele ano, começaram as erupções. A primeira grande explosão do Krakatoa lançou fluxos de lava, pedra-pomes e cinzas em direção ao mar. O material provocou uma onda gigante que avançou para o norte, matando milhares de pessoas.

    No auge da erupção, a coluna de cinzas atingiu 80 quilômetros de altura, cobriu uma área  de cerca de 777 mil quilômetros quadrados e mergulhou a região na escuridão por mais de dois dias, segundo o NCEI.

Fonte: BBC News Brasil. Disponível em: bbc.com/portuguese. Acesso em: 21 jul. 2026. [trecho adaptado]
Assinale a alternativa em que a concordância nominal atende à norma-padrão.
Alternativas
Q4288612 Português
A erupção vulcânica que produziu o som mais alto registrado na história


   No começo de julho de 2026, um vulcão na Indonésia entrou em erupção e lançou colunas de cinzas de até 250 metros de altura, segundo a imprensa local.

   O vulcão Anak Krakatau entrou em erupção duas vezes: uma em 2 de julho e outra em 3 de julho, segundo reportagens que citam a agência geológica da Indonésia. Um grupo responsável pelo monitoramento da atividade vulcânica na região informou que não havia ameaça imediata às comunidades próximas.

   O Anak Krakatau surgiu em 1927 a partir de uma grande cratera submarina, conhecida como caldeira, deixada pela erupção do vulcão Krakatoa, a segunda mais letal já registrada na história. Em indonésio, Anak Krakatau significa “Filho do Krakatoa”.

    A erupção de 1883 matou mais de 36 mil pessoas e destruiu 165 vilarejos em menos de 48 horas.

   Também produziu o que é considerado o som mais alto já registrado. A explosão pôde ser ouvida a milhares de quilômetros de distância e lançou tanta cinza na atmosfera que reduziu as temperaturas em todo o planeta por anos.

     Os primeiros sinais da tragédia foram observados em maio de 1883, segundo os Centros Nacionais de Informação Ambiental dos Estados Unidos (NCEI, na sigla em inglês). O comandante de um navio de guerra alemão passava pela região quando viu nuvens de cinzas e poeira saindo do Krakatoa. Até então, o vulcão permanecia inativo havia cerca de 200 anos.

    Então, em 26 de agosto daquele ano, começaram as erupções. A primeira grande explosão do Krakatoa lançou fluxos de lava, pedra-pomes e cinzas em direção ao mar. O material provocou uma onda gigante que avançou para o norte, matando milhares de pessoas.

    No auge da erupção, a coluna de cinzas atingiu 80 quilômetros de altura, cobriu uma área  de cerca de 777 mil quilômetros quadrados e mergulhou a região na escuridão por mais de dois dias, segundo o NCEI.

Fonte: BBC News Brasil. Disponível em: bbc.com/portuguese. Acesso em: 21 jul. 2026. [trecho adaptado]
Assinale a alternativa em que a forma verbal concorda com o sujeito de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4287673 Não definido
     A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar de êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas escolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante da esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então meu último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem crônica.

    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que preparam para algo mais que matar a fome.

    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se estivesse aguardando a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha o pedaço de bolo com a mão,  larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo escuro, apenas uma pequena fatia triangular.

     A negrinha contida na sua expectativa, olha a garrafa de coca-cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa a um discreto ritual. A mãe remexe em uma bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

     São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia de bolo. E enquanto ela serve a coca-cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menina repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...”. Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

     Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


SABINO, Fernando. A última crônica. In: Para gostar de ler - Crônicas. Volume 5. São Paulo. Ática. 2003.
 Leia o trecho a seguir.
"Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo."
Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a forma verbal ouve está empregada corretamente.
Alternativas
Q4287414 Português
Analise as frases a seguir e assinale a alternativa em que a concordância da palavra destacada está correta:
Alternativas
Respostas
1: B
2: B
3: C
4: A
5: A
6: E
7: B
8: C
9: D
10: E
11: E
12: A
13: D
14: E
15: D
16: E
17: C
18: B
19: A
20: C