Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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A construção de edifícios de muitos andares, é óbvio, faz a cidade crescer para cima, haja vista o pequeno espaço para o grande número de habitantes nas cidades de médio e grande porte.

A expressão “loteamentos ulteriores” (L.28) refere-se aos últimos loteamentos a serem feitos para delimitar o perímetro urbano.

Na linha 15, a expressão “pelo menos” indica que há, no mínimo, as três modalidades de crescimento mencionadas.
II. A pessoa tem a sensação de ter rompido com o mundo.
III. A pessoa conhece a solidão propriamente dita.
Assinale a alternativa em que as frases acima estão em correta relação lógica e sintática.
Do fato de que o homem é sempre bom, e que a sociedade o corrompe, não se seguia logicamente, no pensamento de Rousseau, a conclusão de que as deliberações do povo fossem sempre boas. "Cada um procura o seu bem, mas nem sempre o enxerga. O povo nunca é corrompido, mas é freqüentemente enganado, e é então que ele parece querer o mal" - advertia o filósofo.
É aí que se insere a sua famosa distinção entre vontade geral e vontade de todos. Aquela "só diz respeito ao interesse comum; a outra, ao interesse privado, sendo apenas a soma de vontades particulares". Para Rousseau, nada garantiria que a vontade geral predominasse sempre sobre as vontades particulares. Ao contrário, ele tinha mesmo da vida em sociedade uma visão essencialmente pessimista. Sustentava que os povos são virtuosos apenas na sua infância e juventude. Depois, corrompem-se irremediavelmente.
Não há, pois, maior contra-senso interpretativo do que afirmar que o princípio da soberania absoluta do povo tem origem em Rousseau. Na verdade, ele, que sempre foi um moralista, preocupado antes de tudo com a reforma dos costumes, descria completamente de qualquer remédio jurídico para os males da humanidade.
(Fábio Konder Comparato)
Do fato de que o homem é sempre bom, e que a sociedade o corrompe, não se seguia logicamente, no pensamento de Rousseau, a conclusão de que as deliberações do povo fossem sempre boas. "Cada um procura o seu bem, mas nem sempre o enxerga. O povo nunca é corrompido, mas é freqüentemente enganado, e é então que ele parece querer o mal" - advertia o filósofo.
É aí que se insere a sua famosa distinção entre vontade geral e vontade de todos. Aquela "só diz respeito ao interesse comum; a outra, ao interesse privado, sendo apenas a soma de vontades particulares". Para Rousseau, nada garantiria que a vontade geral predominasse sempre sobre as vontades particulares. Ao contrário, ele tinha mesmo da vida em sociedade uma visão essencialmente pessimista. Sustentava que os povos são virtuosos apenas na sua infância e juventude. Depois, corrompem-se irremediavelmente.
Não há, pois, maior contra-senso interpretativo do que afirmar que o princípio da soberania absoluta do povo tem origem em Rousseau. Na verdade, ele, que sempre foi um moralista, preocupado antes de tudo com a reforma dos costumes, descria completamente de qualquer remédio jurídico para os males da humanidade.
(Fábio Konder Comparato)
Do fato de que o homem é sempre bom, e que a sociedade o corrompe, não se seguia logicamente, no pensamento de Rousseau, a conclusão de que as deliberações do povo fossem sempre boas. "Cada um procura o seu bem, mas nem sempre o enxerga. O povo nunca é corrompido, mas é freqüentemente enganado, e é então que ele parece querer o mal" - advertia o filósofo.
É aí que se insere a sua famosa distinção entre vontade geral e vontade de todos. Aquela "só diz respeito ao interesse comum; a outra, ao interesse privado, sendo apenas a soma de vontades particulares". Para Rousseau, nada garantiria que a vontade geral predominasse sempre sobre as vontades particulares. Ao contrário, ele tinha mesmo da vida em sociedade uma visão essencialmente pessimista. Sustentava que os povos são virtuosos apenas na sua infância e juventude. Depois, corrompem-se irremediavelmente.
Não há, pois, maior contra-senso interpretativo do que afirmar que o princípio da soberania absoluta do povo tem origem em Rousseau. Na verdade, ele, que sempre foi um moralista, preocupado antes de tudo com a reforma dos costumes, descria completamente de qualquer remédio jurídico para os males da humanidade.
(Fábio Konder Comparato)
Do fato de que o homem é sempre bom, e que a sociedade o corrompe, não se seguia logicamente, no pensamento de Rousseau, a conclusão de que as deliberações do povo fossem sempre boas. "Cada um procura o seu bem, mas nem sempre o enxerga. O povo nunca é corrompido, mas é freqüentemente enganado, e é então que ele parece querer o mal" - advertia o filósofo.
É aí que se insere a sua famosa distinção entre vontade geral e vontade de todos. Aquela "só diz respeito ao interesse comum; a outra, ao interesse privado, sendo apenas a soma de vontades particulares". Para Rousseau, nada garantiria que a vontade geral predominasse sempre sobre as vontades particulares. Ao contrário, ele tinha mesmo da vida em sociedade uma visão essencialmente pessimista. Sustentava que os povos são virtuosos apenas na sua infância e juventude. Depois, corrompem-se irremediavelmente.
Não há, pois, maior contra-senso interpretativo do que afirmar que o princípio da soberania absoluta do povo tem origem em Rousseau. Na verdade, ele, que sempre foi um moralista, preocupado antes de tudo com a reforma dos costumes, descria completamente de qualquer remédio jurídico para os males da humanidade.
(Fábio Konder Comparato)
tratássemos com um ente volitivo, dotado de desejos, paixões e esperanças. Como uma criança mimada, se a sua vontade é contrariada, o seu mau humor imediatamente se manifesta, expressando-se na queda das bolsas, no aumento
da cotação do dólar e do dito risco Brasil.
Não se trata, evidentemente, de negar que o mercado tenha regras que devem ser obedecidas, sob pena de uma disfunção total do corpo social e econômico. Seguir
regras faz parte de qualquer comportamento, sem que daí se infira necessariamente que obedecer a um conjunto de regras torna esse conjunto um ser dotado de vontade. Se sigo regras de trânsito, daí não se segue que essas regras "queiram" tal ou qual coisa, senão no sentido derivado de que seres volitivos impuseram a si mesmos esse conjunto de regras. (...)
No domínio econômico observamos dois tipos de processos, de essência diferente, que tendem a ser identificados, sobretudo na vida política e, mais
especificamente, eleitoral. Se um determinado governo, seguindo certas políticas, não segue regras econômicas básicas, ele certamente produzirá um descalabro completo das contas públicas e uma desorganização total das relações
socioeconômicas. As experiências socialistas e comunistas do século XX são plenas de ensinamento nesse sentido, pois, ao serem conduzidas contra o mercado, produziram regimes totalitários com milhões de mortos. A supressão das liberdades democráticas foi a sua primeira manifestação mais visível.
Não se pode, contudo, dizer que o mercado não comporte um leque muito variado de políticas, algumas muito distantes entre si. (...)
Quem quer determinadas políticas, e não outras, são os agentes econômicos, sociais e políticos que, dependendo das orientações seguidas, não "querem" a sua implementação. Como não se assumem diretamente, apresentam os seus interesses sob uma forma impessoal, como se uma entidade coletiva e mirabolante não quisesse certas ações. Toda política favorece determinados interesses e contraria outros, sem que se possa dizer que exista uma política de custo zero que beneficiaria todos os agentes envolvidos. Uma política que favoreça as exportações e a substituição de importações, por exemplo, irá contrariar outros interesses que são hoje satisfeitos. Uma política de redistribuição de renda necessariamente tirará de alguns para favorecer os mais carentes.
A especulação que temos observado no mercado financeiro obedece precisamente a esse jogo de interesses contrariados ou favorecidos, em que simples rumores de subida ou de descida de determinados candidatos nas
pesquisas de opinião produzem lucros para alguns e prejuízos para outros. Em alguns casos, os rumores relativos a essas pesquisas nem se confirmam, porém lucros e perdas não cessam de ser produzidos. E o que é pior: os prejuízos dizem respeito a todo o País.
(Denis Lerrer Rosenfeld, O Estado de S. Paulo, agosto
de 2002)
A forma verbal correta, de sentido idêntico ao da grifada acima, é
Assinale, na folha de respostas, a alternativa que
preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.
Assinale, na folha de respostas, a alternativa que
preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.
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19 R$ 40,00, cobrada na data da liberação do crédito.
< taxa de juros de 3,70% ao mês, equivalente a 54,65% ao ano.
Internet: <http://www.bb.com.br>. Acesso em 28/4/2002 (com adaptações).
A partir do texto IV, julgue os itens subseqüentes.
4 Para abrir uma conta
› Leia com atenção o contrato (ou carta-proposta). Não assine nada sem antes esclarecer todas as dúvidas.
7 › Leve uma cópia e o original da carteira de identidade, do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e de um comprovante de residência.
10 › Peça uma cópia de todos os documentos assinados.
< Deposite pelo menos o valor mínimo pedido pelo banco. A quantia varia de acordo com cada banco.
13 › Comunique ao banco, por escrito, qualquer mudança de endereço ou número de telefone.
Para encerrar uma conta
16 › Entregue ao banco uma correspondência em que solicite o encerramento da conta (exija recibo na cópia), ou mande-a pelo correio, por meio de carta registrada.
19 › Verifique se todos os cheques emitidos foram compensados para evitar que seu nome vá parar no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo.
22 › Devolva ao banco os cheques que ainda estão com você. Eles serão incinerados.
› Peça um nada-consta depois do encerramento da conta.
Fonte: IDC/PROCON-DF e Banco Central do Brasil.
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
4 Para abrir uma conta
› Leia com atenção o contrato (ou carta-proposta). Não assine nada sem antes esclarecer todas as dúvidas.
7 › Leve uma cópia e o original da carteira de identidade, do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e de um comprovante de residência.
10 › Peça uma cópia de todos os documentos assinados.
< Deposite pelo menos o valor mínimo pedido pelo banco. A quantia varia de acordo com cada banco.
13 › Comunique ao banco, por escrito, qualquer mudança de endereço ou número de telefone.
Para encerrar uma conta
16 › Entregue ao banco uma correspondência em que solicite o encerramento da conta (exija recibo na cópia), ou mande-a pelo correio, por meio de carta registrada.
19 › Verifique se todos os cheques emitidos foram compensados para evitar que seu nome vá parar no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundo.
22 › Devolva ao banco os cheques que ainda estão com você. Eles serão incinerados.
› Peça um nada-consta depois do encerramento da conta.
Fonte: IDC/PROCON-DF e Banco Central do Brasil.
Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.
"O desperdício da indústria da guerra". In: Família Cristã, ano 68, n./ 795, mar./2002, p. 12 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens subseqüentes.