Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q3005898 Português
Menino que devolveu celular perdido para Polícia Militar ganha aparelho novo.

    Lucca Gabriel, de apenas 10 anos, encontrou um celular na rua em uma quintafeira, dia 7 de março, e na mesma hora procurou a Polícia Militar para devolver o aparelho. O caso aconteceu na cidade de Pato de Minas e a honestidade da criança comoveu a comunidade local.
    Segundo o 15º Batalhão da PM, que atende o município na região do Alto do Parnaíba, Lucca encontrou o objeto no chão, em frente a um ponto de ônibus no centro da cidade. Os agentes que receberam o menino no batalhão gravaram um vídeo ao lado dele, em que questionam o motivo da devolução. “Porque é provável de entregar”, respondeu Lucca explicando que assim o celular poderia voltar para o dono. “É o certo a se fazer”, finaliza sorrindo para a sargento Lorrane Neves, que fez as imagens.
    A agente falou sobre o momento e explicou o motivo da filmagem. “Quando o Lucca Gabriel se aproximou e disse querer entregar um celular que encontrou, naquele momento vi que era uma ação muito valorosa e que ela precisava ser difundida. A minha primeira intenção foi gravar essa ação para que atingisse o maior número de pessoas e servisse de exemplo, principalmente, para as crianças. Sou mãe há um ano e desejo que meu filho proceda da mesma forma que ele”, disse. 
    O caso repercutiu na internet e comoveu os moradores da cidade, que se voluntariaram para presenteá-lo pela ação. Uma escola estadual da cidade, onde o menino cursa o 5º ano do ensino fundamental, organizou uma cerimônia em sua homenagem, com participação dos policiais militares que presenciaram o momento. A mãe do menino também participou.
    Na ocasião, ele ganhou uma medalha simbólica de honra ao mérito, um celular novo doado pela paróquia do município e doces. “Mais positivo do que ele receber um aparelho celular, é ele entender que sua atitude é de um bom cidadão e que será referência para a comunidade escolar. Os demais colegas vão se espelhar no seu gesto”, afirmou o sargento Danilo Braga. 

Fonte: Menino que devolveu celular perdido para Polícia Militar ganha aparelho novo | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente o termo a que se refere no texto o pronome oblíquo em destaque no período: O caso repercutiu na internet e comoveu os moradores da cidade, que se voluntariaram para presenteá-lo pela ação.
Alternativas
Q3005898 Português
Menino que devolveu celular perdido para Polícia Militar ganha aparelho novo.

    Lucca Gabriel, de apenas 10 anos, encontrou um celular na rua em uma quintafeira, dia 7 de março, e na mesma hora procurou a Polícia Militar para devolver o aparelho. O caso aconteceu na cidade de Pato de Minas e a honestidade da criança comoveu a comunidade local.
    Segundo o 15º Batalhão da PM, que atende o município na região do Alto do Parnaíba, Lucca encontrou o objeto no chão, em frente a um ponto de ônibus no centro da cidade. Os agentes que receberam o menino no batalhão gravaram um vídeo ao lado dele, em que questionam o motivo da devolução. “Porque é provável de entregar”, respondeu Lucca explicando que assim o celular poderia voltar para o dono. “É o certo a se fazer”, finaliza sorrindo para a sargento Lorrane Neves, que fez as imagens.
    A agente falou sobre o momento e explicou o motivo da filmagem. “Quando o Lucca Gabriel se aproximou e disse querer entregar um celular que encontrou, naquele momento vi que era uma ação muito valorosa e que ela precisava ser difundida. A minha primeira intenção foi gravar essa ação para que atingisse o maior número de pessoas e servisse de exemplo, principalmente, para as crianças. Sou mãe há um ano e desejo que meu filho proceda da mesma forma que ele”, disse. 
    O caso repercutiu na internet e comoveu os moradores da cidade, que se voluntariaram para presenteá-lo pela ação. Uma escola estadual da cidade, onde o menino cursa o 5º ano do ensino fundamental, organizou uma cerimônia em sua homenagem, com participação dos policiais militares que presenciaram o momento. A mãe do menino também participou.
    Na ocasião, ele ganhou uma medalha simbólica de honra ao mérito, um celular novo doado pela paróquia do município e doces. “Mais positivo do que ele receber um aparelho celular, é ele entender que sua atitude é de um bom cidadão e que será referência para a comunidade escolar. Os demais colegas vão se espelhar no seu gesto”, afirmou o sargento Danilo Braga. 

Fonte: Menino que devolveu celular perdido para Polícia Militar ganha aparelho novo | CNN Brasil
Assinale a alternativa que apresente o termo a que se refere no texto o pronome oblíquo em destaque no período: O caso repercutiu na internet e comoveu os moradores da cidade, que se voluntariaram para presenteá-lo pela ação.
Alternativas
Q2847724 Português
Uma lembrança 

    Foi em sonho que revi a longamente amada; sentada numa velha canoa, na praia, ela me sorria com afeto. Com sincero afeto – pois foi assim que ela me deixou aquela fotografia com sua letra suave e ginasiana.
    Lembro-me do dia em que fui perto de sua casa apanhar o retrato que me prometera na véspera. Esperei-a junto a uma árvore; chovia uma chuva fina. Lembro-me de que tinha uma saia escura e uma blusa de cor viva, talvez amarela; que estava sem meias. Os leves pelos de suas pernas lindas queimados pelo sol de todo dia na praia estavam arrepiados de frio. Senti isso mais do que vi, e, entretanto, esta é a minha impressão mais forte de sua presença de catorze anos: as pernas nuas naquele dia de chuva, quando a grande amendoeira deixava cair na areia grossa pingos muito grandes. Falou muito perto de mim, e perguntei se tomara café; seu hálito cheirava a café. Riu, e disse que sim, com broas. Broas quentinhas, eu queria uma? Saiu correndo, deu a volta à casa, entrou pelos fundos, voltou depois (tinha dois ou três pingos de água na testa) com duas broas ainda quentes na mão. Tirou do seio a fotografia e me entregou.
    Dei uma volta pela praia e pelas pedras para ir para casa. Lembro-me do frio vento sul, e do mar muito limpo, da água transparente, em maré baixa. Duas ou três vezes tirei do bolso a fotografia, protegendo-a com as mãos para que não se molhasse, e olhei. Não estava, como neste sonho de agora, sentada em uma canoa, e não me lembro como estava, mas era na praia e havia uma canoa. “Com sincero afeto...” comi uma broa devagar, com uma espécie de unção.
    Foi isso. Ninguém pode imaginar por que sonha as coisas, mas essa broa quente que recebi de sua mão vinte anos atrás me lembra alguma coisa que comi ontem em casa de minha irmã. Almoçamos os dois, conversamos coisas banais da vida da cidade grande em que vivemos. Mas na hora da sobremesa a empregada trouxe melado. Melado da roça, numa garrafa tampada com um pedaço de sabugo de milho – e veio também um prato de aipim quente, de onde saía fumaça. O gosto desse melado com aipim era um gosto de infância. Lembra-me a mão longa de uma jovem empregada preta de minha casa: lembro-me quando era criança, ela me servia talvez aipim, então pela primeira vez eu reparei em sua mão, e como era muito mais clara na palma do que no dorso; tinha os dedos pálidos e finos, como se fosse uma princesa negra.
    Foi no tempo da descoberta da beleza das coisas: a paisagem vista de cima do morro, uma pequena caixa de madeira escura, o grande tacho de cobre areado, o canário belga, uma comprida canoa de rio de um só tronco, tão simples, escura, as areias do córrego sob a água clara, pequenas pedras polidas pela água, a noite cheia de estrelas... Uma descoberta múltipla que depois se ligou tudo a essa moça de um moreno suave, minha companheira de praia.
    Foi em sonho que revi a longamente amada; entretanto, não era a mesma; seu sorriso e sua beleza que me entontecia haviam vagamente incorporado, atravessando as camadas do tempo, outras doçuras, um nascimento dos cabelos acima da orelha onde passei meus dedos, a nuca suave, com o mistério e o sossego das moitas antigas, os braços belos e serenos. Gostaria de descansar minha cabeça em seus joelhos, ter nas mãos o músculo meigo das panturrilhas. E devia ser de tarde, e galinhas cacarejando lá fora, a voz muito longe de alguma mulher chamando alguma criança para o café...
    Tudo o que envolve a amada nela se mistura e vive, a amada é um tecido de sensações e fantasias e se tanto a tocamos, e prendemos e beijamos é como querendo sentir toda sua substância que, entretanto, ela absorveu e irradiou para outras coisas, o vestido ruivo, o azul e branco, aqueles sapatos leves e antigos de que temos saudade; e quando está junto a nós imóvel sentimos saudade de seu jeito de andar; quando anda, a queremos de pé, diante do espelho, os dois belos braços erguidos para a nuca, ajeitando os cabelos, cantarolando alguma coisa, antes de partir, de nos deixar sem desejo mas com tanta lembrança de ternura ecoando em todo o corpo.
    Foi em sonho que revi a longamente amada. Havia praia, uma lembrança de chuva na praia, outras lembranças: água em gotas redondas correndo sobre a folha da taioba ou inhame, pingos d’água na sua pele de um moreno suave, o gosto de sua pele beijada devagar... Ou não será gosto, talvez a sensação que dá em nossa boca tão diferente uma pele de outra, esta mais seca e mais quente, aquela unida e mansa. Mas de repente é apenas essa ginasiana de pernas ágeis que vem nos trazer o retrato com sua dedicatória de sincero afeto; essa que ficou para sempre impossível sem, entretanto, nos magoar, sombra suave entre morros e praia longe.

(BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Círculo do Livro S.A. São Paulo.) 
Para que a coesão textual seja estabelecida e mantida, alguns termos atuam como elementos de coesão textual, desempenhando um papel anafórico. Dentre os vocábulos assinalados, tal função só NÃO pode ser reconhecida em:
Alternativas
Q2847724 Português
Uma lembrança 

    Foi em sonho que revi a longamente amada; sentada numa velha canoa, na praia, ela me sorria com afeto. Com sincero afeto – pois foi assim que ela me deixou aquela fotografia com sua letra suave e ginasiana.
    Lembro-me do dia em que fui perto de sua casa apanhar o retrato que me prometera na véspera. Esperei-a junto a uma árvore; chovia uma chuva fina. Lembro-me de que tinha uma saia escura e uma blusa de cor viva, talvez amarela; que estava sem meias. Os leves pelos de suas pernas lindas queimados pelo sol de todo dia na praia estavam arrepiados de frio. Senti isso mais do que vi, e, entretanto, esta é a minha impressão mais forte de sua presença de catorze anos: as pernas nuas naquele dia de chuva, quando a grande amendoeira deixava cair na areia grossa pingos muito grandes. Falou muito perto de mim, e perguntei se tomara café; seu hálito cheirava a café. Riu, e disse que sim, com broas. Broas quentinhas, eu queria uma? Saiu correndo, deu a volta à casa, entrou pelos fundos, voltou depois (tinha dois ou três pingos de água na testa) com duas broas ainda quentes na mão. Tirou do seio a fotografia e me entregou.
    Dei uma volta pela praia e pelas pedras para ir para casa. Lembro-me do frio vento sul, e do mar muito limpo, da água transparente, em maré baixa. Duas ou três vezes tirei do bolso a fotografia, protegendo-a com as mãos para que não se molhasse, e olhei. Não estava, como neste sonho de agora, sentada em uma canoa, e não me lembro como estava, mas era na praia e havia uma canoa. “Com sincero afeto...” comi uma broa devagar, com uma espécie de unção.
    Foi isso. Ninguém pode imaginar por que sonha as coisas, mas essa broa quente que recebi de sua mão vinte anos atrás me lembra alguma coisa que comi ontem em casa de minha irmã. Almoçamos os dois, conversamos coisas banais da vida da cidade grande em que vivemos. Mas na hora da sobremesa a empregada trouxe melado. Melado da roça, numa garrafa tampada com um pedaço de sabugo de milho – e veio também um prato de aipim quente, de onde saía fumaça. O gosto desse melado com aipim era um gosto de infância. Lembra-me a mão longa de uma jovem empregada preta de minha casa: lembro-me quando era criança, ela me servia talvez aipim, então pela primeira vez eu reparei em sua mão, e como era muito mais clara na palma do que no dorso; tinha os dedos pálidos e finos, como se fosse uma princesa negra.
    Foi no tempo da descoberta da beleza das coisas: a paisagem vista de cima do morro, uma pequena caixa de madeira escura, o grande tacho de cobre areado, o canário belga, uma comprida canoa de rio de um só tronco, tão simples, escura, as areias do córrego sob a água clara, pequenas pedras polidas pela água, a noite cheia de estrelas... Uma descoberta múltipla que depois se ligou tudo a essa moça de um moreno suave, minha companheira de praia.
    Foi em sonho que revi a longamente amada; entretanto, não era a mesma; seu sorriso e sua beleza que me entontecia haviam vagamente incorporado, atravessando as camadas do tempo, outras doçuras, um nascimento dos cabelos acima da orelha onde passei meus dedos, a nuca suave, com o mistério e o sossego das moitas antigas, os braços belos e serenos. Gostaria de descansar minha cabeça em seus joelhos, ter nas mãos o músculo meigo das panturrilhas. E devia ser de tarde, e galinhas cacarejando lá fora, a voz muito longe de alguma mulher chamando alguma criança para o café...
    Tudo o que envolve a amada nela se mistura e vive, a amada é um tecido de sensações e fantasias e se tanto a tocamos, e prendemos e beijamos é como querendo sentir toda sua substância que, entretanto, ela absorveu e irradiou para outras coisas, o vestido ruivo, o azul e branco, aqueles sapatos leves e antigos de que temos saudade; e quando está junto a nós imóvel sentimos saudade de seu jeito de andar; quando anda, a queremos de pé, diante do espelho, os dois belos braços erguidos para a nuca, ajeitando os cabelos, cantarolando alguma coisa, antes de partir, de nos deixar sem desejo mas com tanta lembrança de ternura ecoando em todo o corpo.
    Foi em sonho que revi a longamente amada. Havia praia, uma lembrança de chuva na praia, outras lembranças: água em gotas redondas correndo sobre a folha da taioba ou inhame, pingos d’água na sua pele de um moreno suave, o gosto de sua pele beijada devagar... Ou não será gosto, talvez a sensação que dá em nossa boca tão diferente uma pele de outra, esta mais seca e mais quente, aquela unida e mansa. Mas de repente é apenas essa ginasiana de pernas ágeis que vem nos trazer o retrato com sua dedicatória de sincero afeto; essa que ficou para sempre impossível sem, entretanto, nos magoar, sombra suave entre morros e praia longe.

(BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Círculo do Livro S.A. São Paulo.) 
Para que a coesão textual seja estabelecida e mantida, alguns termos atuam como elementos de coesão textual, desempenhando um papel anafórico. Dentre os vocábulos assinalados, tal função só NÃO pode ser reconhecida em:
Alternativas
Q2847489 Português
Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade.


        Choveu forte no estado do Rio Grande do Sul na madrugada desta quinta-feira (21). Três alertas estão em vigor no estado: chuva e ventos intensos; alagamentos; chuva e vento pontualmente fortes com descargas elétricas e eventual queda de granizo.

        Dados do Instituto Nacional de Meteorologia, apontam que, na cidade de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, os ventos chegaram a 142 km/h, velocidade compatível com as rajadas de um furacão da categoria 1, segundo a escala de SaffirSimpson. 

        Outros municípios também registraram rajadas de ventos acima de 100km/h, é o caso de Cruz Alta (140 km/h), Jaguarão (125 km/h), Rio Grande (114 km/h), Pelotas (111 km/h) e São Borja (108 km/h). Já em relação aos acumulados de chuva registrados nas últimas 24 horas, Jaguarão, município no sul do Rio Grande do Sul, computou 131,2 milímetros de chuva.

        Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias. Um levantamento do órgão aponta que duas rodovias estaduais foram totalmente bloqueadas. Outras sete tiveram bloqueios parciais.



Fonte: Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra possa substituir a palavra em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: “Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias”.
Alternativas
Q2847489 Português
Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade.


        Choveu forte no estado do Rio Grande do Sul na madrugada desta quinta-feira (21). Três alertas estão em vigor no estado: chuva e ventos intensos; alagamentos; chuva e vento pontualmente fortes com descargas elétricas e eventual queda de granizo.

        Dados do Instituto Nacional de Meteorologia, apontam que, na cidade de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, os ventos chegaram a 142 km/h, velocidade compatível com as rajadas de um furacão da categoria 1, segundo a escala de SaffirSimpson. 

        Outros municípios também registraram rajadas de ventos acima de 100km/h, é o caso de Cruz Alta (140 km/h), Jaguarão (125 km/h), Rio Grande (114 km/h), Pelotas (111 km/h) e São Borja (108 km/h). Já em relação aos acumulados de chuva registrados nas últimas 24 horas, Jaguarão, município no sul do Rio Grande do Sul, computou 131,2 milímetros de chuva.

        Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias. Um levantamento do órgão aponta que duas rodovias estaduais foram totalmente bloqueadas. Outras sete tiveram bloqueios parciais.



Fonte: Ventos de furacão: cidade do RS registra rajadas de 142 km/h durante tempestade | CNN Brasil
Assinale a alternativa cuja palavra possa substituir a palavra em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: “Segundo a Defesa Civil estadual, as equipes receberam muitas informações de vendaval, chuvas intensas, casas destelhadas, árvores caídas e alguns bloqueios de rodovias”.
Alternativas
Q2764779 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o pronome sublinhado refere-se a um termo anterior.
Alternativas
Q2764779 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que o pronome sublinhado refere-se a um termo anterior.
Alternativas
Q2764776 Português
Assinale a opção que indica a frase em que o vocábulo mostra antecedente expresso.
Alternativas
Q2764776 Português
Assinale a opção que indica a frase em que o vocábulo mostra antecedente expresso.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: EPE Prova: FGV - 2024 - EPE - Advogado |
Q2758977 Português
As opções a seguir apresentam frases em que ocorre a presença de um pronome pessoal referindo-se a um termo anterior, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: EPE Prova: FGV - 2024 - EPE - Advogado |
Q2758977 Português
As opções a seguir apresentam frases em que ocorre a presença de um pronome pessoal referindo-se a um termo anterior, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q2705416 Português
Texto para a questão.




Internet: <vidasaudavel.einstein.br> (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a proposta de reescrita do primeiro período do texto é gramaticalmente correta e está de acordo com a ortografia oficial e em conformidade com os sentidos do texto.
Alternativas
Q2705416 Português
Texto para a questão.




Internet: <vidasaudavel.einstein.br> (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a proposta de reescrita do primeiro período do texto é gramaticalmente correta e está de acordo com a ortografia oficial e em conformidade com os sentidos do texto.
Alternativas
Q2681793 Português
Texto para o item.




Internet: <www.exame.com> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A substituição da forma verbal “encomendando” (linha 16) por que encomenda alteraria o sentido original do texto e prejudicaria sua coerência. 
Alternativas
Q2681793 Português
Texto para o item.




Internet: <www.exame.com> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A substituição da forma verbal “encomendando” (linha 16) por que encomenda alteraria o sentido original do texto e prejudicaria sua coerência. 
Alternativas
Q2681788 Português
Texto para o item.




Internet: <www.exame.com> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A substituição da expressão “em busca de” (linhas 5 e 6) por visando a manteria a correção gramatical e a coerência do texto. 
Alternativas
Q2681788 Português
Texto para o item.




Internet: <www.exame.com> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A substituição da expressão “em busca de” (linhas 5 e 6) por visando a manteria a correção gramatical e a coerência do texto. 
Alternativas
Q2681786 Português
Texto para o item.




Internet: <www.exame.com> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A omissão do trecho “da sigla em inglês IoT (Internet of Things),” (linhas 1 e 2) manteria a correção gramatical e a coesãotextual.
Alternativas
Q2681786 Português
Texto para o item.




Internet: <www.exame.com> (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A omissão do trecho “da sigla em inglês IoT (Internet of Things),” (linhas 1 e 2) manteria a correção gramatical e a coesãotextual.
Alternativas
Respostas
3041: E
3042: E
3043: D
3044: D
3045: C
3046: C
3047: A
3048: A
3049: A
3050: A
3051: E
3052: E
3053: E
3054: E
3055: C
3056: C
3057: C
3058: C
3059: E
3060: E