Questões de Concurso
Sobre coesão e coerência em português
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1. Tive um dia exaustivo no trabalho, estou morto de cansaço.
2. Eu estou literalmente morto de cansaço.
Assinale a alternativa correta.
A estratégia argumentativa utilizada contribui para a coerência do texto porque:
“O sonho de caminhar em outros mundos é legítimo e inspirador, mas ele não deve atropelar a responsabilidade presente. A Lua pode esperar; a fome, a crise climática e as guerras que assolam este pálido ponto azul, não. A verdadeira fronteira a ser conquistada não está a 384 mil quilômetros de distância, mas aqui mesmo, na resolução das mazelas que ainda nos prendem ao chão. Antes de olharmos para o céu com cobiça imobiliária, precisamos resolver a Terra com urgência humanitária.”
“A Lua pode esperar; a fome, a crise climática e as guerras que assolam este pálido ponto azul, não.”
Nesse trecho, preservando-se a relação semântica, o ‘ponto e vírgula’ poderia ser substituído por
"O secretário de obras vistoriou o viaduto recéminaugurado. Ele constatou fissuras superficiais na pista e convocou o engenheiro responsável, solicitando-lhe os laudos de segurança estrutural."
Os termos em destaque garantem a unidade textual desempenhando, respectivamente, o papel de:

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida pública. 266 crônicas datadas. Porto Alegre: L&PM, 1995.
Leia o texto e responda as questões:
Como é a bola mais antiga do mundo — que viajou até Miami para Brasil x Escócia
A bola, que se acredita ter sido produzida entre 1540 e 1570, foi encontrada em castelo Stirling, na Escócia, na década de 1970
A bola de futebol mais antiga de que se tem notícia no mundo viajou de Stirling, na Escócia, para a Flórida, nos Estados Unidos, para participar das atividades em torno da partida decisiva da Escócia contra o Brasil pela Copa do Mundo.
A bola, que se acredita ter sido produzida entre 1540 e 1570, foi descoberta na década de 1970, presa entre vigas no Castelo de Stirling.
Ela ficará em exposição no Museu Coral Gables até sábado (27/06) e também será exibida durante a partida entre Brasil e Escócia nesta quarta-feira (24/06), a partir das 19h (horário de Brasília).
A peça foi emprestada ao museu pela Stirling Smith Art Gallery and Museum, onde é a principal atração de uma coleção com mais de 40 mil itens.
A bola, reconhecida pelo Guinness World Records, o livro dos recordes, como a mais antiga do mundo, tem aproximadamente o tamanho de um melão pequeno.
Ela é feita de gomos de couro espesso que envolvem uma bexiga de porco.
A peça foi datada do período de James 5º da Escócia e da jovem Mary Stuart, rainha da Escócia no século 16, que viveu nos aposentos do castelo durante a infância. "Alguém na década de 1540 deve ter chutado a bola tão alto que ela ficou presa no teto. A cronologia coincide com o período em que Mary, rainha dos escoceses, vivia no castelo e, claro, a bola foi encontrada nos aposentos da rainha", explica Aiofe McKenna, curadora do Stirling Smith.
"Não podemos afirmar isso com certeza, mas gostamos de imaginar que Mary brincou com esta bola", acrescenta McKenna.
Registros históricos mostram que uma versão antiga do futebol já era popular na Escócia desde o século 15.
"As pessoas gostavam de jogar futebol tanto quanto hoje, mas o esporte era bem diferente e muito mais violento", conta McKenna.
(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/24/como-ea-bola-mais-antiga-do-mundo-que-viajou-ate-miami-para-brasil-xescocia.ghtml)
Considerando a relação estabelecida entre essas informações, assinale a alternativa que expressa adequadamente o sentido presente no texto.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil
A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental em humanos neste mês no Brasil acendeu alerta para uma doença ainda pouco conhecida pela população do país.
Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Há ainda um caso em investigação no Piauí.
Em Santa Catarina, uma paciente morreu, e a investigação ainda busca determinar se a infecção pelo vírus foi a causa do óbito.
O vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados. Na maioria dos casos, a infecção não provoca sintomas ou causa apenas um quadro leve. Mas, em uma pequena parcela dos infectados, a doença pode evoluir para formas neurológicas graves.
Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus — grupo que também inclui os vírus responsáveis por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
O vírus foi identificado pela primeira vez em 1937 em um distrito chamado West Nile, em Uganda, e por isso recebeu esse nome.
Hoje, porém, ele circula em várias regiões de praticamente todos os continentes, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).
O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos", explica.
A infecção viral é transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os da espécie Culex, conhecidos como pernilongos ou muriçocas, que adquirem o vírus ao se alimentar do sangue de aves infectadas.
"O Culex é aquele pernilongo que a gente conhece, não é o Aedes; é aquele que faz barulho, que faz o zumbido forte", explica o médico.
Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.
"A via usual mais comum é a picada de um mosquito, principalmente do gênero Culex, que acabou de picar uma ave infectada, essas aves migratórias", explica o infectologista.
"Então, o ciclo básico é ave, mosquito e pessoa, como acontece em outras arboviroses", afirma. "Na verdade, o ser humano acaba entrando como um hospedeiro acidental porque o vírus no ser humano não tem alta circulação. Então é bem diferente, por exemplo, da dengue ou da Zika."
O vírus não é transmitido de pessoa para pessoa por abraço, beijo, tosse ou espirro.
"Existem algumas formas de transmissão entre humanos, mas são muito incomuns, por exemplo, por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa.
"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."
PINA, Rute. Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil [adaptado]. BBC News Brasil, São Paulo, 25 ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyely5exwro. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais."
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no texto, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
Com base no texto que questiona a ideia de que proibir redes sociais ou smartphones seja uma solução suficiente para os problemas de saúde mental dos jovens, analise as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que a posição de Candice Odgers diverge de correntes que atribuem a smartphones e redes sociais um papel central no aumento de quadros de ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes, sem que isso implique a desconsideração dos possíveis efeitos negativos dessas tecnologias.
II. Infere-se do texto que o estudo conduzido por um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA corrobora a tese de que restrições legais ao acesso de menores a redes sociais são a medida mais eficaz para reduzir associações entre uso dessas plataformas e problemas de saúde mental.
III. Infere-se do texto que a crítica de Odgers à proibição pura e simples se sustenta, entre outros motivos, na possibilidade de que tal medida desloque os jovens para ambientes digitais com menor grau de regulação e segurança.
IV. Infere-se do texto que, para Odgers, a interpretação dos problemas de saúde mental dos jovens deve considerar a interação entre diferentes fatores, uma vez que a associação identificada nas pesquisas pode desaparecer quando outras variáveis são levadas em conta.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
I. O conectivo 'No entanto', em 'No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação...', estabelece uma relação de contraste entre a defesa de maior regulamentação e a constatação de que as associações encontradas nas pesquisas são estatisticamente frágeis.
II. O conectivo 'Além disso', no trecho 'Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação', introduz, por adição, um argumento que reforça a tese de que a relação entre redes sociais e saúde mental é mais complexa do que sugere o senso comum.
III. A expressão 'mesmo quando', no trecho citado no item II, possui valor concessivo, admitindo que, ainda que os estudos apontem correlações, a direção da causalidade permanece indefinida.
IV. No trecho 'Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio', o conectivo 'mas' estabelece uma relação de contraste em relação ao período anterior, enquanto o termo 'propostas' retoma, por coesão referencial, as medidas de regulamentação defendidas por Odgers.
É CORRETO o que se afirma em:
"O bairro não tem área de lazer. As crianças brincam na rua. Isso é perigoso. A prefeitura prometeu uma praça. Ela não foi construída. Os moradores fizeram um abaixo-assinado."
Assinale a alternativa que analisa CORRETAMENTE o fragmento quanto à coesão e à coerência.
Texto:

BRASIL. Controladoria-Geral da União. Um por Todos e Todos por Um! Pela Ética e Cidadania: Cidadania (tirinha). Brasília: Controladoria Geral da União; Ministério da Educação 2013. Material educativo produzido em parceria com o Instituto Maurício de Sousa. Disponível no programa Um por Todos e Todos por Um! (UPT).
Texto:

BRASIL. Controladoria-Geral da União. Um por Todos e Todos por Um! Pela Ética e Cidadania: Cidadania (tirinha). Brasília: Controladoria Geral da União; Ministério da Educação 2013. Material educativo produzido em parceria com o Instituto Maurício de Sousa. Disponível no programa Um por Todos e Todos por Um! (UPT).
Texto:
Linguagem clara aproxima o poder público do cidadão

BRASIL. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Linguagem simples. Brasília, DF: Portal do Servidor, [s.d.]. Disponível em:
Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem
Embora tenha potencial para transformar a forma como os estudantes aprendem, a inteligência artificial ainda tem sido usada nas escolas de maneira muito limitada. Muitos alunos recorrem à tecnologia apenas para concluir tarefas, sem necessariamente desenvolver novas habilidades ou aprofundar o próprio raciocínio.
Na prática, os alunos fazem perguntas ao chatbot, veem o resultado e vão ajustando por tentativa e erro, sem saber como formular bons comandos. Diante da falta de diretrizes claras, os professores têm reações variadas em relação à IA: alguns proíbem, outros incentivam, outros deixam o uso livre.
Quanto às instituições de ensino, parece que ainda não foram capazes de responder a algumas questões básicas como: quando a IA deve ser usada? Para quê? Como evitar que ela substitua o esforço intelectual? Como avaliar trabalhos feitos com auxílio de IA?
Segundo Andrew J. Martin, professor de psicologia educacional na Universidade de New South Wales, na Austrália, parte do problema está no fato de que muitos estudantes usam a IA como um atalho, terceirizando etapas do raciocínio que seriam importantes para desenvolver autonomia e compreensão
MARIN, Jorge. Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem [fragmento]. CNN Brasil, [S. l.], 13 ago. 2026. Educação. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/como-a-psicologia-educacionalmelhora-o-uso-da-ia-no-ensino-aprendizagem/. Acesso em: 18 ago. 2026.
"Segundo Andrew J. Martin, professor de psicologia educacional na Universidade de New South Wales, na Austrália, parte do problema está no fato de que muitos estudantes usam a IA como um atalho...",
No trecho, a expressão 'parte do problema' exerce função coesiva porque:
Leia o texto a seguir.
Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia
País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres
O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.
A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.
Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.
O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto.
Leia o texto a seguir.
Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia
País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres
O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.
A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.
Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.
O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.
Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto.