Questões de Concurso Sobre coesão e coerência em português

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Q4342869 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

No trecho “as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana” (3º parágrafo), o emprego do termo em destaque contribui para: 
Alternativas
Q4342868 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

A ideia central desenvolvida no primeiro parágrafo permite concluir que a reivindicação do ministro nepalês se fundamenta na relação entre:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Quadrix Órgão: FMJ Prova: Quadrix - 2026 - FMJ - Enfermeiro |
Q4342020 Português
Texto para a questão.


   A história da enfermagem está sendo pesquisada continuamente e tem se concentrado, sobretudo, em eventos e processos importantes relacionados à profissionalização e pouco à práxis de enfermagem. No entanto, a teorização que sustenta a práxis e teve início com a divulgação do Livro de Florence Nightingale, “Notes on Nursing”, como marco histórico, foi desenvolvida em torno de conceitos complexos, transversais e tangenciais como o cuidado e o cuidar, que foram expressos, experienciados e comunicados de diferentes maneiras ao longo do tempo.

  Por muitas décadas, o cuidado de enfermagem foi associado às práticas religiosas de caridade, amor ao próximo e doação. Porém, com a evolução da Enfermagem enquanto ciência, novas concepções sobre o cuidar em enfermagem foram desvendadas e trabalhadas sob múltiplos olhares e interfaces com as dimensões física, social, cultural, técnica, espiritual, econômica e emocional. Esses avanços têm resultado no aperfeiçoamento dos saberes e práxis em enfermagem. Desde Nightingale, o cuidar em enfermagem pediátrica vem sendo flexibilizado e individualizado em função das necessidades de cada criança e família. Assim, o ato de cuidar deve ser compreendido como um processo relacional que gera grande envolvimento emocional.

 Muitas vezes, na prática de enfermagem, é preciso garantir suporte emocional, tranquilidade, delicadeza, amabilidade, simpatia, bom humor e paciência. Nesse contexto, cabe ao enfermeiro atuar na perspectiva das emoções, pois a emocionalidade intensa e o sofrimento são inerentes ao processo saúde‑doença, assim como tal perspectiva é requerida na experiência de cuidar. Desse modo, o cuidado emocional em pediatria ocorre quando há intencionalidade terapêutica na dádiva de afeto no cuidar e na gestão das emoções dos clientes, promovendo um ambiente seguro e afetuoso, bem como estabilidade na relação terapêutica. Esta só é possível quando se está emocionalmente disponível para cuidar.

  Diante dessas ponderações, uma reflexão sobre a evolução do cuidar em enfermagem pediátrica sob a perspectiva das emoções, desde as concepções pioneiras de Florence Nightingale até a atualidade, se faz necessária para melhor compreensão da ligação entre o cuidar e a dimensão emocional em enfermagem, visando às melhores práticas na atenção à saúde das crianças e de suas famílias.


Internet: <scielo.br> (com adaptações).
No seguinte parágrafo “Por muitas décadas, o cuidado de enfermagem foi associado às práticas religiosas de caridade, amor ao próximo e doação. Porém, com a evolução da Enfermagem enquanto ciência, novas concepções sobre o cuidar em enfermagem foram desvendadas e trabalhadas sob múltiplos olhares e interfaces com as dimensões física, social, cultural, técnica, espiritual, econômica e emocional. Esses avanços têm resultado no aperfeiçoamento dos saberes e práxis em enfermagem. Desde Nightingale, o cuidar em enfermagem pediátrica vem sendo flexibilizado e individualizado em função das necessidades de cada criança e família. Assim, o ato de cuidar deve ser compreendido como um processo relacional que gera grande envolvimento emocional.”, os conectivos, “porém” e “assim” participam da construção da progressão argumentativa. Considerando, assim, as relações semânticas estabelecidas por esses elementos no contexto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4341933 Português
Leia o texto e responda a questão:

 Mulheres leem mais, mas homens ainda dominam as listas de mais vendidos

Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres ainda são minoria nas listas de mais vendidos As mulheres representam a maioria dos consumidores de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total, enquanto os homens respondem por apenas 39%. Apesar disso, quando se observam as listas de livros mais vendidos, são os escritores homens que dominam — uma contradição que revela desigualdades enraizadas no mercado editorial e na própria formação cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são direcionados para atividades físicas e de ação, que acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura. Esse condicionamento precoce contribui para que, na vida adulta, muitos homens demonstrem resistência em ingressar no universo da literatura, especialmente no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também associada a questões de masculinidade. Para Pedro Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco estimulados a lidar com seus sentimentos e com histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso gerou uma visão equivocada de que a leitura de romances e ficção seria uma atividade associada ao universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro, sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o diferente", e isso, como se destaca, não tem relação com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar esse cenário. Como as mulheres são o público consumidor predominante, as estratégias de marketing são majoritariamente voltadas para elas, deixando de lado iniciativas que poderiam atrair o público masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros mais utilitários, com temáticas como empreendedorismo, liderança e biografias de grandes empresários. A literatura e a ficção ficam frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e com homens superando o preconceito em relação aos romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a análise, dificilmente se encontra em obras de caráter puramente utilitarista.

(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto:
Alternativas
Q4341836 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bom dia, solidão

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Que eu sou fã da Tamara Klink não é nenhuma novidade. Como não ser? Corajosa, inteligente, determinada — mas um modelo a não ser seguido: essa coisa de passar oito meses sozinha em um barco, com temperaturas abaixo de zero, isolada no fim do mundo, não é para o nosso bico. Melhor continuar sonhando em ser um BBB, porque Tamara é de outra natureza.

Acabei de ler Bom dia, inverno, o diário de bordo da expedição de Tamara pelo Ártico, durante o período mais hostil da região. Já havia lido Nós, também de sua autoria, e mais uma vez fiquei encantada e apavorada: como é que os pais dela não prendem essa garota ao pé da cama? Tamara é uma profissional da navegação, se prepara obstinadamente e tem a aventura no DNA, mas são muitos os inimigos: as nevascas, as tempestades, os icebergs, os animais selvagens, os enguiços mecânicos, sem falar no próprio corpo, que pode dar defeito de uma hora para outra. Ela ainda não fez 30 anos e enfrenta tudo isso com um prazer desavergonhado e um autocontrole de Buda. Alguém aí deve estar pensando: faltou falar na solidão, pior inimigo de todos.

Essa é a parte em que Tamara brilha ainda mais. A despeito de toda a palpitação que seus relatos provocam, vê-la falar sobre solidão nos acalma. Ela desestigmatiza esse estado que é natural e intrínseco a todos. Sempre defendi a importância de ter amigos íntimos e amores que façam bem à saúde, mas a relação que precisa, mesmo, dar certo, a gente sabe qual é. Se não tolerarmos nossa própria companhia, se não formos capazes de nos entretermos a sós por longos períodos, o resto desanda.

A necessidade de estar com os outros a qualquer custo, para fugir de si, é uma síndrome ainda pouco debatida e que se alimenta da desonestidade social. Casados gastam mais que solteiros, e ter filhos duplica a conta. Apoiados pela religião, nações enchem os cofres tentando nos convencer de que viver sozinho é triste e perigoso. Ora, perigoso é conviver com pessoas falsas, perigoso é se deixar guiar por convenções que nos desviam de nós mesmos. "Estar sozinha diminui as dificuldades, não aumenta". Não sou eu, é a moça do barco que diz, aquela que passava semanas sem ouvir a própria voz, mas que não parava de conversar com seus pensamentos. Em tempos de conexão frenética com desconhecidos pelas redes sociais, em que todos têm um pitaco para dar e uma verdade para vender, você confia que seus pensamentos têm sido, de fato, seus?

Adoro namorar, ser mãe, ser filha e fazer parte de turmas reais (em vez de grupos de WhatsApp), mas eu sei, ninguém me contou: a solidão escolhida é a conexão mais profunda e fértil que se pode ter na vida. Não impede outras, mas as outras serão simulacros se ela não vier primeiro.
No quarto parágrafo, após mencionar que "a necessidade de estar com os outros a qualquer custo" se alimenta da "desonestidade social", a autora afirma: "Ora, perigoso é conviver com pessoas falsas, perigoso é se deixar guiar por convenções que nos desviam de nós mesmos." O conectivo "Ora", nesse contexto, contribui para:
Alternativas
Q4341767 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

A referência aos estados menos populosos, após a apresentação de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, produz no texto o efeito de: 
Alternativas
Q4341766 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

No trecho “Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes” (3º parágrafo), a expressão em destaque contribui para indicar a:
Alternativas
Q4341765 Português

Leia o texto a seguir:



Brasil chega a 214,2 milhões de habitantes, diz IBGE


Estimativa mostra crescimento mais lento e revela onde a população está mais concentrada no país



    A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho deste ano, segundo o estudo Estimativas da População, divulgado pelo IBGE. O levantamento mostra que o crescimento populacional continua em ritmo mais lento, com expansão de 0,37% em relação ao ano anterior.

    Na comparação com o período 2024/2025, quando a alta havia sido de 0,39%, houve nova desaceleração. O dado reforça a tendência de avanço mais moderado da população brasileira, observada pelo instituto nos últimos anos.

    O Sudeste concentra a maior parcela da população, com 89 milhões de pessoas, o equivalente a 41,6% do total. Em seguida aparecem o Nordeste, com 57,4 milhões, o Sul, com 31,5 milhões, o Norte, com 18,9 milhões, e o Centro-Oeste, com 17,4 milhões de habitantes.

    Entre os estados, São Paulo lidera com 46,1 milhões de moradores, seguido por Minas Gerais, com 21,5 milhões, e Rio de Janeiro, com 17,2 milhões. No outro extremo, Acre, Amapá e Roraima seguem como as menores unidades da federação em população, todas com menos de 1 milhão de habitantes.

    As capitais brasileiras somam 49,4 milhões de habitantes, o que representa 23,1% da população do país. As mais populosas são São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Salvador, que juntas reúnem 26,8 milhões de pessoas.

    Na lista dos municípios com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, não são capitais. Já entre as cidades menores, Serra da Saudade, em Minas Gerais, aparece na última posição, com 857 moradores.

    Boa Vista, em Roraima, registrou a maior taxa de crescimento entre as capitais no período 2025-2026, com alta de 3,2%. Entre os estados, Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso foram os únicos com crescimento acima de 1%.

    Por outro lado, Salvador, Natal, Belém e Belo Horizonte apresentaram recuo nas estimativas, ainda que em percentuais pequenos. O IBGE também apontou que 44,3% dos municípios brasileiros têm até 10 mil habitantes, mas essas cidades concentram apenas 6% da população total do país. (com informações da Agência Brasil)



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2026/08/1060732-populacao-do-brasil-chega-a2142-milhoes-aponta-ibge.html. Acesso em 29/08/2026. Texto adaptado 

A sequência das informações apresentadas nos dois primeiros parágrafos permite concluir que o texto:
Alternativas
Q4341500 Português

Leia o trecho:



"Em contextos institucionais, a clareza da comunicação não decorre apenas da escolha de palavras compreensíveis. Um texto pode empregar vocabulário simples e, ainda assim, produzir interpretações distintas quando as informações são apresentadas sem hierarquia, as relações entre os argumentos permanecem implícitas ou a forma de exposição não corresponde ao objetivo pretendido. Por isso, comunicar com clareza pressupõe considerar simultaneamente o que se diz, como as informações são articuladas e para que finalidade o texto é produzido."



A partir da leitura e considerando a construção argumentativa do trecho, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4341376 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

NACIONALIDADE - RACHEL DE QUEIROZ

O menino nisei sentou no banco do jardim. Teria uns 11 anos, comia sossegado o seu sanduíche de queijo. Duas menininhas, uma morena outra ruiva, que pulavam amarelinha, chegaram junto dele e gritaram:
— Japonês! Japonês! Você quer dizer as horas pra nós?
O menino olhou o pulso, disse que eram nove e meia e acrescentou:
— Eu não sou japonês. Sou paulistano, nasci aqui, no Jardim América.
A ruivinha, mais velha, coçou um borrachudo na canela fina:
— Se você não é japonês, teu pai é.
— Não, meu pai nasceu em Batatais.
— Então tua mãe.
— Ela também nasceu em Batatais. A menor, moreninha, fez o comentário óbvio:
— Nós te chamou japonês porque tu tem cara de japonês.
— Meu avô é que era japonês. E a minha avó. E acho que os meus tios.
— Só eles?
— Só.
A pequenininha estava maravilhada com aquele milagre biológico: 
— Nunca vi pessoa ser brasileiro e ter cara de japonês. Eu pensava que brasileiro era tudo igual.
A maior ensinou:
— Nem todo brasileiro é igual. Negro é brasileiro e é diferente.
— Negro é africano, observou, com certa malícia, o que chamavam de japonês.
— Como é que você sabe?
— Aprendi na aula.
— Na minha rua tem muito judeu. Nós tudos somos judeu, contribuiu a ruiva.
— E onde é a terra de judeu, quis saber a outra.
— Meu pai veio da Rússia. E o meu avô. A minha mãe veio da Polônia.
— Então esse negócio de judeu é besteira. Quem vem da Rússia é russo. E na Polônia dá é polaco.
— O menino falava com grande autoridade.
— A minha mãe disse que a gente fala polonês. Polaco é feio.
— Pode ser. Polonês. Mas judeu? A moreninha interveio:
— Judeu vem da Judia. Não tem país chamado Judia, doutrinou o nisei.
— Como é que você sabe? Você conhece todos os países do mundo?
— Todos. Estou no curso de admissão. Já dei na geografia.
— Meu pai diz que a terra dos judeus se chama Israel, lembrou então a ruiva.
— Então como é que ele é da Rússia? Mistério. Os três se entreolharam. Afinal o rapaz sugeriu:
— Só se é mentira do teu pai.
— Mentira do teu! Teu pai é que é um japonês mentiroso!
— Já falei que o meu pai é brasileiro.
A outra menina pacificou:
Não xingue. Eu também sou brasileira. Eu nasci em Campos. E minha mãe nasceu em Campos, e o meu irmão, e o meu pai, todo o mundo na minha casa nasceu em Campos.
A ruiva riu:
— Tudo é campeiro?
— Não, a gente diz é campista. Campos fica no estado do Rio de Janeiro. 
— Agora lá se chama Guanabara, sentenciou o menino.
— Não, não é Guanabara. Estado do Rio é outra coisa.
— Então tem dois Rio? 
— Não, agora só tem um. Não falei que o Rio de Janeiro virou Guanabara? Também diz Velhacap. A menina ruiva ficou a olhar um momento os dois outros:
— Acho que campista também parece com japonês. Só não tem o olho arrebitado.
— Minha mãe diz que nós temos sangue de índio, contribuiu a campista. E o paulistano contou:
— Meu pai uma vez viu um índio e pensou que fosse japonês fantasiado. Falou para ele em língua de japonês, mas o índio não entendeu nada.
— Mas você não disse que seu pai é de Batatais?
— É. Mas filho de japonês sabe falar a língua do pai.
— E você sabe? Fala um pouquinho pra gente ver.
— Não sei. Puxa, já disse tanta vez que sou paulistano! A moreninha deu um salto:
— Pois eu sou é Corinthians!
— Ninguém está conversando futebol, boba. Houve um silêncio. A menina menor indagou então:
— E onde é o lugar onde só tem brasileiro?
Os outros dois ficaram um tempo pensando, olhando uns pombos que bicavam na areia. Afinal a menina maior falou
: — Gente grande é muito misturado. Acho que deve ser no lugar onde só tem criança.

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19087/nacionalidade
Em determinado momento, o menino assume uma postura de grande segurança ao discutir a origem dos judeus e a localização de diferentes países. Considerando esse trecho, assinale a alternativa que caracteriza o comportamento do menino.
Alternativas
Q4340341 Português
Com barreira do mercado chinês, exportação de carne bovina cai 22% em agosto
Depois de atingir o limite estipulado pela China, Brasil registra queda nas exportações de carne bovina

    O Brasil começa a sentir os efeitos da barreira comercial imposta pela China. Em agosto, as exportações totais de carne bovina brasileira somaram 233 toneladas. O volume é 22% menor do que o registrado no mesmo mês de 2025. Em reais, houve queda de 15% na mesma comparação. Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
    Para proteger os seus produtores locais que se sentem pressionados pelos preços do Brasil, a China criou no ano passado um limite de exportação da carne bovina brasileira. Até 1,1 milhão de tonelada, a alíquota é de 12%. Depois, há uma sobretaxa de 55%.
    O Brasil já atingiu a cota e para os pecuaristas brasileiros não vale a pena enviar com taxa extra. Em agosto, a China recebeu 19 mil toneladas de carne bovina brasileira, uma queda de 88,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em receita, foram US$ 100 milhões – recuo de 88,6%.
     “Esse movimento já era esperado pelo setor. Houve uma antecipação importante dos embarques para a China no primeiro semestre e, com o esgotamento da cota, o fluxo naturalmente diminuiu. O desafio agora é continuar ampliando a presença brasileira em outros mercados”, afirma o presidente da ABIEC, Roberto Perosa.
    A China é o maior comprador de carne bovina do Brasil. Para amenizar a redução, pecuaristas buscam novos destinos ou reforço nos que já existem. É o caso dos Estados Unidos, cuja exportação registrou alta de 276% em relação a agosto de 2025.

Fonte: RIBAS, Raphaela. Revista Oeste. Com barreira do mercado chinês, exportação de carne bovina cai 22% em agosto. https://revistaoeste.com/economia/brasil-registra-quedanas-exportacoes-de-carne-bovina/ (adaptado). 
“Houve uma antecipação importante dos embarques para a China no primeiro semestre e, com o esgotamento da cota, o fluxo naturalmente diminuiu.”. A partir do fragmento exposto acima, assinale a alternativa cuja reescrita tenha mantido o valor semântico, bem como o respeito à norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4340295 Português

Leia o texto a seguir.



Energia solar: cobrança de ICMS na conta de luz pode ser contestada?



    "Instalei painéis solares em minha residência e percebi que a conta de luz continua cobrando ICMS sobre parte da energia que eu mesmo produzo, envio para a rede elétrica e depois utilizo como crédito. Essa cobrança é permitida? Posso pedir que ela seja suspensa e recuperar os valores já pagos?"

    Segundo o advogado Rodrigo Martins, a cobrança deve ser analisada com cuidado. “A energia excedente produzida pelo consumidor e injetada na rede para posterior compensação não é vendida à distribuidora: a lei trata a operação como uma espécie de empréstimo gratuito”, explica.

    Por isso, Rodrigo destaca que há decisões judiciais, em especial do Tribunal de Justiça do Rio, reconhecendo que não incide ICMS sobre a Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição vinculada à energia gerada para consumo próprio e compensada, pois não existe venda nem transferência de propriedade. A situação é diferente do ICMS sobre a energia efetivamente fornecida pela concessionária, hipótese em que a tarifa de uso integra a base de cálculo da cobrança.

    Na esfera administrativa, o Estado mantém entendimento favorável à cobrança sobre o uso da rede, razão pela qual pode ser necessário recorrer à Justiça. Antes, é indispensável conferir a fatura e separar a energia compensada do custo de disponibilidade, energia reativa, demanda e encargos de conexão. Confirmada a tributação sobre energia própria compensada, o consumidor pode pedir a interrupção das cobranças e a devolução do que pagou indevidamente nos últimos cinco anos, apresentando as contas e os comprovantes.



Fonte: https://odia.ig.com.br/colunas/reclamar-adianta/2026/09/7297040-energia-solarcobranca-de-icms-na-conta-de-luz-pode-ser-contestada.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. Adaptado. 

No 3º parágrafo, a expressão “A situação é diferente” introduz uma relação argumentativa que:
Alternativas
Q4340131 Português

Leia o texto a seguir:


Cidade de SC conclui maior alargamento de praias do Brasil



    Foi concluída a obra de expansão da orla de Itapoá, no litoral norte de Santa Catarina, o maior alargamento de praias feito no Brasil até o momento.

    A faixa de areia foi ampliada entre 50 e 200 metros ao longo de 8,8 km da orla. Segundo a Administração do Porto de São Francisco do Sul, um dos financiadores da obra, foram utilizados cerca de 6 milhões de m³ de areia retirada da dragagem na baía da Babitonga.

    A dragagem é parte de um investimento amplo dos portos para poder receber navios de até 366 metros de comprimento.

    O empreendimento custou R$ 333 milhões, com aportes de R$ 300 milhões do Porto de Itapoá e de R$ 33 milhões do Porto de São Francisco do Sul.

    O alargamento supera em 2,5 km o maior já realizado no país até então, feito no litoral de Matinhos (PR), onde 3,2 milhões de metros cúbicos de areia foram usados para ampliar um trecho de 6,3 km.

    A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

    "Durante 36 meses, continuará ainda o monitoramento do perfil da praia para acompanhamento da linha de costa, e o plantio de restinga nas dunas que foram implantadas para fixá-las", disse em comunicado o secretário municipal de Meio Ambiente de Itapoá, Rafael Brito Silveira.

    Está prevista a edificação de um sistema de dunas de 1 a 1,5 metro de altura e 26 metros de largura ao longo do trecho expandido. Segundo informações da prefeitura, mais de 180 mil mudas de seis espécies foram plantadas em 31 áreas diferentes até esta semana.

    Outra etapa futura é o acompanhamento da pesca artesanal no município para verificar possíveis impactos do alargamento na subsistência.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/cidade-de-santa-catarinaamplia-88-km-de-praias-e-conclui-maior-obra-de-alargamento-de-orla-no-brasil. shtml. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

No período “A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama” (6º parágrafo), o emprego do pronome em destaque contribui para a coesão textual ao retomar:
Alternativas
Q4340096 Português

Leia o texto a seguir:



A chave do sótão



    Naquela manhã de sábado, Miguel acordou antes do amanhecer e percebeu um ruído estranho vindo do sótão. A casa ainda estava silenciosa, e até o velho relógio da sala parecia marcar as horas mais devagar. Curioso, ele calçou os chinelos e subiu a escada com uma lanterna na mão.

    Ao chegar lá em cima, encontrou sua irmã Helena ajoelhada diante de um baú antigo. Ela segurava uma pequena chave enferrujada e tentava, sem sucesso, abrir a fechadura. Miguel aproximou-se em silêncio, enquanto a chuva começava a bater nas telhas. Depois de alguns instantes, perguntou-lhe o que fazia ali tão cedo.

    Helena explicou que, na noite anterior, havia encontrado a chave escondida entre as páginas de um livro pertencente ao avô. Os dois imaginaram que ela pudesse abrir o baú, guardado no sótão desde que se mudaram para aquela casa. Quando finalmente conseguiram girar a chave, ouviram um estalo seco e trocaram um olhar de surpresa.

    Dentro do baú, porém, não havia joias nem objetos valiosos. Havia apenas fotografias antigas, cartas amareladas e um pequeno caderno. Miguel abriu o caderno e reconheceu a letra do avô, que havia morrido muitos anos antes. Na primeira página, encontrou uma frase curta: “Para que vocês nunca esqueçam de onde vieram”.



Fonte: Texto criado para fins didáticos, em 30/08/2026. 

No trecho “Miguel aproximou-se em silêncio, enquanto a chuva começava a bater nas telhas. Depois de alguns instantes, perguntou-lhe o que fazia ali tão cedo” (2º parágrafo), o pronome destacado refere-se a:
Alternativas
Q4340093 Português

Leia o texto a seguir:



A chave do sótão



    Naquela manhã de sábado, Miguel acordou antes do amanhecer e percebeu um ruído estranho vindo do sótão. A casa ainda estava silenciosa, e até o velho relógio da sala parecia marcar as horas mais devagar. Curioso, ele calçou os chinelos e subiu a escada com uma lanterna na mão.

    Ao chegar lá em cima, encontrou sua irmã Helena ajoelhada diante de um baú antigo. Ela segurava uma pequena chave enferrujada e tentava, sem sucesso, abrir a fechadura. Miguel aproximou-se em silêncio, enquanto a chuva começava a bater nas telhas. Depois de alguns instantes, perguntou-lhe o que fazia ali tão cedo.

    Helena explicou que, na noite anterior, havia encontrado a chave escondida entre as páginas de um livro pertencente ao avô. Os dois imaginaram que ela pudesse abrir o baú, guardado no sótão desde que se mudaram para aquela casa. Quando finalmente conseguiram girar a chave, ouviram um estalo seco e trocaram um olhar de surpresa.

    Dentro do baú, porém, não havia joias nem objetos valiosos. Havia apenas fotografias antigas, cartas amareladas e um pequeno caderno. Miguel abriu o caderno e reconheceu a letra do avô, que havia morrido muitos anos antes. Na primeira página, encontrou uma frase curta: “Para que vocês nunca esqueçam de onde vieram”.



Fonte: Texto criado para fins didáticos, em 30/08/2026. 

De acordo com a organização cronológica dos acontecimentos, antes de Miguel subir ao sótão:
Alternativas
Q4340089 Português

Leia o texto a seguir:



A chave do sótão



    Naquela manhã de sábado, Miguel acordou antes do amanhecer e percebeu um ruído estranho vindo do sótão. A casa ainda estava silenciosa, e até o velho relógio da sala parecia marcar as horas mais devagar. Curioso, ele calçou os chinelos e subiu a escada com uma lanterna na mão.

    Ao chegar lá em cima, encontrou sua irmã Helena ajoelhada diante de um baú antigo. Ela segurava uma pequena chave enferrujada e tentava, sem sucesso, abrir a fechadura. Miguel aproximou-se em silêncio, enquanto a chuva começava a bater nas telhas. Depois de alguns instantes, perguntou-lhe o que fazia ali tão cedo.

    Helena explicou que, na noite anterior, havia encontrado a chave escondida entre as páginas de um livro pertencente ao avô. Os dois imaginaram que ela pudesse abrir o baú, guardado no sótão desde que se mudaram para aquela casa. Quando finalmente conseguiram girar a chave, ouviram um estalo seco e trocaram um olhar de surpresa.

    Dentro do baú, porém, não havia joias nem objetos valiosos. Havia apenas fotografias antigas, cartas amareladas e um pequeno caderno. Miguel abriu o caderno e reconheceu a letra do avô, que havia morrido muitos anos antes. Na primeira página, encontrou uma frase curta: “Para que vocês nunca esqueçam de onde vieram”.



Fonte: Texto criado para fins didáticos, em 30/08/2026. 

“Dentro do baú, porém, não havia joias nem objetos valiosos” (4º parágrafo). Nesse trecho, a palavra em destaque introduz uma ideia de:
Alternativas
Q4339769 Português
Leia o texto e responda à questão.


Medicamentos vencidos no solo


   Entre jardineiros e e agricultores experientes, existem certos truques que são ouro puro inestimáveis, e acontece que uma das dicas mais valiosas é adicionar medicamentos vencidos ao substrato para que elas cresçam saudáveis e floresçam como nunca antes.

  Embora não haja evidências conclusivas dos benefícios que os medicamentos oferecem aos substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados.

   A verdade é que nem todos os medicamentos podem ser usados em plantas, principalmente porque algumas instituições alertam para a contaminação do solo e da água próximos. Portanto, se for um antibiótico, é melhor descartá-lo com segurança e aplicar somente esses medicamentos: Ácido fólico, Cálcio, Vitamina B1, Vitamina B2, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D3, Zinco, Aspirina, Viagra, Vitamina E.

  Complexos vitamínicos e multivitamínicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades.

  Não se pode simplesmente aplicar um punhado de medicamentos diretamente no substrato das plantas. Para usar medicamentos vencidos, é recomendável diluir um comprimido do medicamento e as quantidades podem variar dependendo da quantidade de plantas que será regada.

   Deve-se regar o substrato das plantas até que ele esteja completamente úmido. Apenas tomar cuidado para não deixar o produto penetrar diretamente nas raizes para evitar excesso de ingredientes, queimaduras ou apodrecimento das raízes devido ao escesso de água. Tudo com moderação!


Ellie Sasi - adaptação
Para o correto uso de medicamentos no solo recomenda-se:
Alternativas
Q4339768 Português
Leia o texto e responda à questão.


Medicamentos vencidos no solo


   Entre jardineiros e e agricultores experientes, existem certos truques que são ouro puro inestimáveis, e acontece que uma das dicas mais valiosas é adicionar medicamentos vencidos ao substrato para que elas cresçam saudáveis e floresçam como nunca antes.

  Embora não haja evidências conclusivas dos benefícios que os medicamentos oferecem aos substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados.

   A verdade é que nem todos os medicamentos podem ser usados em plantas, principalmente porque algumas instituições alertam para a contaminação do solo e da água próximos. Portanto, se for um antibiótico, é melhor descartá-lo com segurança e aplicar somente esses medicamentos: Ácido fólico, Cálcio, Vitamina B1, Vitamina B2, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D3, Zinco, Aspirina, Viagra, Vitamina E.

  Complexos vitamínicos e multivitamínicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades.

  Não se pode simplesmente aplicar um punhado de medicamentos diretamente no substrato das plantas. Para usar medicamentos vencidos, é recomendável diluir um comprimido do medicamento e as quantidades podem variar dependendo da quantidade de plantas que será regada.

   Deve-se regar o substrato das plantas até que ele esteja completamente úmido. Apenas tomar cuidado para não deixar o produto penetrar diretamente nas raizes para evitar excesso de ingredientes, queimaduras ou apodrecimento das raízes devido ao escesso de água. Tudo com moderação!


Ellie Sasi - adaptação
"Complexos vitamínicos e multivitaminicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades." O termo em destaque na frase traz a ideia de:
Alternativas
Q4339766 Português
Leia o texto e responda à questão.


Medicamentos vencidos no solo


   Entre jardineiros e e agricultores experientes, existem certos truques que são ouro puro inestimáveis, e acontece que uma das dicas mais valiosas é adicionar medicamentos vencidos ao substrato para que elas cresçam saudáveis e floresçam como nunca antes.

  Embora não haja evidências conclusivas dos benefícios que os medicamentos oferecem aos substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados.

   A verdade é que nem todos os medicamentos podem ser usados em plantas, principalmente porque algumas instituições alertam para a contaminação do solo e da água próximos. Portanto, se for um antibiótico, é melhor descartá-lo com segurança e aplicar somente esses medicamentos: Ácido fólico, Cálcio, Vitamina B1, Vitamina B2, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D3, Zinco, Aspirina, Viagra, Vitamina E.

  Complexos vitamínicos e multivitamínicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades.

  Não se pode simplesmente aplicar um punhado de medicamentos diretamente no substrato das plantas. Para usar medicamentos vencidos, é recomendável diluir um comprimido do medicamento e as quantidades podem variar dependendo da quantidade de plantas que será regada.

   Deve-se regar o substrato das plantas até que ele esteja completamente úmido. Apenas tomar cuidado para não deixar o produto penetrar diretamente nas raizes para evitar excesso de ingredientes, queimaduras ou apodrecimento das raízes devido ao escesso de água. Tudo com moderação!


Ellie Sasi - adaptação
Embora não haja evidências conclusivas dos beneficios que os medicamentos oferecem aos 03 substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados. Isto quer dizer que:
Alternativas
Q4339765 Português
Leia o texto e responda à questão.


Medicamentos vencidos no solo


   Entre jardineiros e e agricultores experientes, existem certos truques que são ouro puro inestimáveis, e acontece que uma das dicas mais valiosas é adicionar medicamentos vencidos ao substrato para que elas cresçam saudáveis e floresçam como nunca antes.

  Embora não haja evidências conclusivas dos benefícios que os medicamentos oferecem aos substratos vegetais, a experiência e a prática têm produzido resultados.

   A verdade é que nem todos os medicamentos podem ser usados em plantas, principalmente porque algumas instituições alertam para a contaminação do solo e da água próximos. Portanto, se for um antibiótico, é melhor descartá-lo com segurança e aplicar somente esses medicamentos: Ácido fólico, Cálcio, Vitamina B1, Vitamina B2, Vitamina B12, Vitamina C, Vitamina D3, Zinco, Aspirina, Viagra, Vitamina E.

  Complexos vitamínicos e multivitamínicos leves podem conter nutrientes que beneficiam algumas plantas; no entanto, deve ser aplicado esporadicamente e não em grandes quantidades.

  Não se pode simplesmente aplicar um punhado de medicamentos diretamente no substrato das plantas. Para usar medicamentos vencidos, é recomendável diluir um comprimido do medicamento e as quantidades podem variar dependendo da quantidade de plantas que será regada.

   Deve-se regar o substrato das plantas até que ele esteja completamente úmido. Apenas tomar cuidado para não deixar o produto penetrar diretamente nas raizes para evitar excesso de ingredientes, queimaduras ou apodrecimento das raízes devido ao escesso de água. Tudo com moderação!


Ellie Sasi - adaptação
Segundo o texto, medicamentos vencidos:

I - não devem ser utilizados na agricultura.
II - têm no seu uso um truque inestimável para a jardinagem e a agricultura.
III- favorecem o crescimento saudáveis de plantas. Pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
201: A
202: A
203: B
204: D
205: B
206: D
207: A
208: A
209: C
210: A
211: E
212: B
213: A
214: D
215: B
216: A
217: C
218: A
219: B
220: B