Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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TEXTO BASE PARA RESPONDER AS QUESTÕES DE LÍNGUA PORTUGUESA
TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA: INCLUSÃO, ATENDIMENTO E EVIDÊNCIAS
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que apresenta manifestações variadas relacionadas, entre outros aspectos, à comunicação e à interação social, além de padrões restritos ou repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. A própria denominação “espectro” evidencia que não existe uma apresentação única do autismo: as características, necessidades de suporte e formas de participação social podem variar significativamente entre indivíduos e também se modificar ao longo da vida. Por essa razão, o diagnóstico não deve ser entendido como uma descrição completa da pessoa, mas como parte do processo de identificação de necessidades e possibilidades de apoio.
A identificação do TEA é realizada a partir da avaliação do desenvolvimento, do comportamento e da história da pessoa, não existindo um exame laboratorial isolado capaz de estabelecer o diagnóstico. A identificação em diferentes momentos da vida também demonstra que o acesso aos serviços pode ocorrer de maneira desigual. Dados recentes do sistema de monitoramento do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), referentes a crianças de oito anos acompanhadas em comunidades dos Estados Unidos em 2022, apontaram uma prevalência identificada de aproximadamente uma em cada 31 crianças, com diferenças expressivas entre as localidades analisadas. Esses dados não constituem uma estimativa universal da prevalência do autismo, mas ilustram a importância de sistemas de vigilância, identificação e acesso a serviços.
O atendimento às pessoas autistas deve considerar as características individuais, as necessidades de suporte e os objetivos definidos para cada pessoa. Intervenções baseadas em evidências podem contribuir para o desenvolvimento da comunicação, das habilidades sociais, da autonomia e de outras competências relevantes para a vida cotidiana. A participação de familiares, cuidadores, educadores e diferentes profissionais pode ser necessária, sobretudo quando o atendimento envolve demandas que ultrapassam uma única área de conhecimento. Nesse contexto, a qualidade da assistência não depende apenas da existência de determinada intervenção, mas também de sua adequação às necessidades da pessoa e da articulação entre os diferentes ambientes em que ela vive.
A inclusão, por sua vez, não se limita à presença física da pessoa autista em espaços educacionais, profissionais ou comunitários. Participar de um ambiente pressupõe condições que favoreçam comunicação, aprendizagem, autonomia, convivência e acesso às atividades disponíveis. Isso significa que medidas de acessibilidade e apoios individualizados podem ser necessários para que a igualdade de participação não seja apenas formal. A perspectiva inclusiva desloca, assim, parte da atenção das características individuais para a relação entre a pessoa e as barreiras existentes no ambiente, sem desconsiderar as necessidades específicas de suporte.
No campo farmacológico, é necessário distinguir o tratamento dos sintomas centrais do autismo do manejo de manifestações associadas ou de condições que podem ocorrer simultaneamente. Atualmente, não há medicamento que elimine ou trate diretamente os aspectos nucleares do TEA. Entretanto, determinados medicamentos podem ser utilizados, sob avaliação profissional, para sintomas ou condições associadas que comprometam o funcionamento cotidiano, como alterações importantes do comportamento, transtornos concomitantes, dificuldades relacionadas ao sono ou outras condições clínicas. Assim, a utilização de medicamentos deve ser compreendida dentro de um plano de cuidado individualizado, e não como substituição automática de intervenções psicossociais ou educacionais.
A ampliação do acesso ao diagnóstico e ao atendimento, portanto, constitui apenas uma parte do desafio relacionado ao TEA. É necessário que os serviços sejam capazes de acompanhar diferentes necessidades ao longo da vida e que saúde, educação, assistência social e outros setores possam atuar de maneira articulada. A abordagem baseada em evidências não significa aplicar uma mesma estratégia a todas as pessoas, mas utilizar conhecimentos científicos disponíveis para orientar decisões individualizadas, avaliando benefícios, limitações e necessidades de adaptação. Nesse sentido, inclusão e cuidado não são conceitos separados: ambos dependem da capacidade de reconhecer a diversidade existente no espectro e de construir condições concretas para participação e qualidade de vida.
Referências utilizadas na elaboração do texto: Organização Mundial da Saúde (OMS); Centers for Disease Control and Prevention (CDC); National Institute for Health and Care Excellence (NICE).
No último parágrafo, encontra-se o seguinte trecho:
“A abordagem baseada em evidências não significa aplicar uma mesma estratégia a todas as pessoas, mas utilizar conhecimentos científicos disponíveis para orientar decisões individualizadas, avaliando benefícios, limitações e necessidades de adaptação.”
A respeito da organização sintática e semântica do período, assinale a alternativa correta.
Depois de vários dias de chuva, o sol apareceu entre as nuvens. Pouco a pouco, as ruas do bairro recuperaram o movimento habitual.
Considerando a organização das orações destacadas em sujeito e predicado, assinale a alternativa correta.
I. Que surpresa agradável!
II. Os moradores organizaram a festa do bairro.
III. Silêncio no corredor!
IV. Você encontrou as chaves?
Considerando a diferença entre frase e oração e a classificação das frases de acordo com a intenção comunicativa, assinale a alternativa correta.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
Texto CG1A1
A corrida pela exploração dos chamados minerais críticos à transição energética acentua os conflitos socioambientais existentes no setor mineral brasileiro. Esses elementos naturais são necessários para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono e a produção de componentes utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, turbinas eólicas, entre outros itens. Além disso, eles também são aplicados majoritariamente em atividades não relacionadas com a transição energética.
No total, 101 mil pessoas em 15 estados foram impactadas pela extração de minerais da transição, que desencadeou 380 confrontos no país entre 2020 e 2023. A Amazônia Legal, composta por nove estados brasileiros, foi a região com mais disputas, concentrando 46,3% das ocorrências.
Um dos autores das pesquisas, o geógrafo Luiz Jardim Wanderley, da Universidade Federal Fluminense (UFF), esclarece que são consideradas conflitos as reações dos atingidos pelos impactos socioambientais e pelas situações de violência, que incluem trabalho em condições análogas à escravidão, estupros, acidentes, ameaças, tentativas de assassinato e mortes.
Os conflitos identificados nesse levantamento podem se sobrepor. O tipo mais prevalente abarca disputas pelo uso da terra, que abrangeram 59,2% das ocorrências, seguidas de embates relativos a acesso à água (39,4%), problemas de saúde (16,4%) e questões trabalhistas (12,4%), explica Wanderley. Entre os minerais utilizados na produção de componentes necessários à transição energética, o cobre e a bauxita foram os que provocaram mais danos, com 25,3% das ocorrências cada um deles. Ao mesmo tempo, esses elementos apresentaram valorização no mercado entre 2020 e 2023. “Os dados sugerem que há uma correlação entre a intensidade da extração do mineral, seu valor de venda e a incidência de conflitos”, diz.
i. “[...] Cresceu em meio aos solavancos, ao empurra -empurra, aos gritos dos camelôs, às rezas dos crentes, às vozes dos bêbados, [...].”
ii. “[...] A cada viagem, Ardoca mais estranhava e desacostumava à vida do trem [...]”
iii. “[...] Olhou o trem, a composição pareceu -lhe mais longa ainda. Subiu com dificuldades, encostou -se à parede do vagão e depois lentamente foi escorregando o corpo até chegar ao chão.”
I- O uso da locução prepositiva “em meio a”, em (i), favoreceu o fenômeno da crase em “às rezas” e às vozes...” na primeira frase. Uma estrutura alternativa seria: “Cresceu no meio dos solavancos, das rezas, e das vozes dos bêbados, [...].
II- O verbo “desacostumar”, como empregado em (ii), é transitivo indireto. Esse verbo também tem uso como transitivo indireto pronominal, de modo que a frase resultante seria: “[...] Ardoca mais estranhava e se desacostumava da vida do trem.”
III- O verbo “encostar-se”, transitivo direto e indireto pronominal, se constrói com complemento locativo. Assim, em (iii), há um desvio gramatical, pois, segundo a norma padrão, a única estrutura aceita seria: “[...] encostou-se na parede do vagão e ... foi escorregando o corpo até chegar ao chão.”
É CORRETO o que se afirma apenas em:
“[...] (Ardoca) queria viajar com o mesmo descuido de alguns que jogavam porrinha ou dormiam durante o percurso, mas permanecia sempre desesperadamente acordado.[...]”
Observe o emprego dos verbos em destaque nas frases indicadas em cada uma das alternativas. Depois, assinale a alternativa que traz CORRETAMENTE um verbo que faz o mesmo tipo de exigência feita pelo verbo “PERMANECER”.
Leia o Texto III para responder à questão.
Texto III - Dona Anésia

Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-324/ .Acesso em: 21 abr. 2026.
Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
Especialistas alertam sobre os impactos dos distúrbios do sono na saúde mental
O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado nesta sexta-feira, 13 de março
Problemas relacionados ao sono podem ter impactos diretos na saúde mental. Por essa razão, ter uma boa noite de sono é fundamental para o equilíbrio emocional e para o funcionamento adequado do organismo. Dormir mal pode provocar dificuldades de memória, falta de concentração, irritabilidade, desânimo e até tristeza, além de aumentar o risco de ansiedade e depressão. É o que explica o neurologista do Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), complexo hospitalar vinculado ao Governo do Estado e administrado pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Renato Leal. O alerta é reforçado no Dia Mundial do Sono, celebrado em 13 de março, data que chama atenção para a importância de uma boa noite de descanso.
De acordo com o especialista, diversos distúrbios podem comprometer a qualidade do sono. Entre os principais estão a insônia, caracterizada pela dificuldade para iniciar ou manter o sono; a hipersonia, marcada pelo excesso de sono durante o dia; e as parassonias, que incluem comportamentos anormais durante o sono, como sonambulismo, pesadelos e terror noturno. Também fazem parte desse grupo os distúrbios do ritmo circadiano, quando o relógio biológico fica desregulado, a síndrome das pernas inquietas e os distúrbios respiratórios do sono, como a apneia. “Muitas pessoas acreditam que dormir mal é normal ou que basta dormir mais no fim de semana para compensar noites ruins. No entanto, distúrbios do sono são condições médicas que podem e devem ser tratados”, explica o neurologista.
Segundo o psiquiatra do HRJ, Ricardo Nogueira, a saúde mental está diretamente ligada aos distúrbios do sono. O profissional esclarece que ter boas noites de sono, com tempo e qualidade preservados, é considerado um fator de neuroproteção para o cérebro, reduzindo a incidência de transtornos mentais e sintomas psíquicos de uma forma geral. “Os distúrbios do sono podem precipitar sintomas psiquiátricos e favorecer o desenvolvimento de transtornos mentais, mas o inverso também é verdadeiro: os transtornos mentais frequentemente produzem alterações importantes no sono. Trata-se, portanto, de uma relação bidirecional, ou seja, é uma via de mão dupla,” explica o especialista.
Ainda de acordo com o psiquiatra, diversos mecanismos ajudam a explicar como a má qualidade do sono prejudica a saúde mental. “A privação de sono pode causar desregulação emocional, alterações em neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, e aumento do cortisol, intensificando a resposta ao estresse. Como consequência, há maior irritabilidade, ansiedade, prejuízos de memória e atenção, elevando a vulnerabilidade à depressão e outros transtornos mentais,” conclui.
Os profissionais de saúde orientam que, em caso de problemas relacionados ao sono, é importante buscar ajuda médica e evitar automedicação.
Fonte: https://www.saude.ba.gov.br/2026/03/16/especialistas-alertam-sobre-os-impactos-dos-disturbios-do-sono-na-saude-mental/. Acesso em: 21 de abr. 2026.
I- Em “Dormir mal pode provocar dificuldades de memória”, o sujeito é uma oração subordinada substantiva.
II- Em “os distúrbios do sono são condições médicas”, há concordância nominal e verbal adequada.
III- O trecho em destaque em “Também fazem parte desse grupo os distúrbios do ritmo circadiano, quando o relógio biológico fica desregulado, a síndrome das pernas inquietas e os distúrbios respiratórios do sono, como a apneia.” expressa uma oração subordinada adverbial temporal.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II

Fonte: @devaneiosaq. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUUN99hjt3-/. Acesso em: 25 abr. 2026.
Analise as afirmações que seguem, com base no fragmento: “Diante do comportamento das gerações atuais, temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento, têm sido muito debatidos entre diversos especialistas” (1º parágrafo).
I- O excerto “temas como ansiedade, depressão, e até mesmo o isolamento” exerce função sintática de sujeito.
II- O excerto “Diante do comportamento das gerações atuais” exerce função sintática de predicativo do sujeito.
III- A forma verbal “têm” foi acentuada para indicar o singular do verbo ter na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo.
IV- Do ponto de vista morfológico, os termos “especialistas” e “até” são classificados, respectivamente, como substantivo e preposição.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Em relação à expressão destacada no período acima, é correto afirmar que:
Leia o texto para responder à questão.
Os Cavalinhos de Platiplanto
O meu avô Rubem havia me prometido um cavalinho de sua fazenda do Chove-Chuva se eu deixasse lancetarem* o meu pé, arruinado com uma estrepada no brinquedo de pique. Por duas vezes o farmacêutico Osmúsio estivera lá em casa com a sua caixa de ferrinhos para o serviço, mas eu fiz tamanho escarcéu que ele não chegou a passar a porta do quarto. Da segunda vez meu pai pediu a seu Osmúsio que esperasse na varanda enquanto ele ia ter uma conversa comigo. Eu sabia bem que espécie de conversa seria; e aproveitando a vantagem da doença, mal ele caminhou para a cama, eu comecei novamente a chorar e gritar, esperando atrair a simpatia da minha mãe e, se possível, também a de algum vizinho para reforçar. Por sorte vovô Rubem ia chegando justamente naquela hora. Quando vi a barba dele apontar na porta, compreendi que estava salvo pelo menos por aquela vez; era uma regra assentada lá em casa que ninguém devia contrariar vovô Rubem. Em todo caso, chorei um pouco mais para consolidar minha vitória, e só sosseguei quando ele intimou meu pai a sair do quarto.
Vovô sentou-se na beira da cama, pôs o chapéu e a bengala ao meu lado e perguntou porque era que meu pai estava judiando comigo. Para impressioná-lo melhor eu disse que era porque eu não queria deixar seu Osmúsio cortar o meu pé.
– Cortar fora?
Não era exatamente isso que eu tinha querido dizer, mas achei eficaz confirmar; e por prudência não falei, apenas bati a cabeça.
– Mas que malvados! Então isso se faz? Deixe eu ver.
E depois de examinar:
– É exagero deles. Não é preciso cortar nada. Basta lancetar.
Ele deve ter notado o meu desapontamento, porque explicou depressa, fazendo cócega na sola do meu pé:
– Mas nessas coisas, mesmo sendo preciso, quem resolve é o dono da doença. Se você não disser que pode, eu não deixo ninguém mexer, nem o rei. Você não é mais desses menininhos de cueiro, que não têm querer. Na festa do Divino você já vai vestir um parelhinho de calça comprida que eu vou comprar, e vou lhe dar também um cavalinho pra você acompanhar a folia.
– Com arreio mexicano?
– Com arreio mexicano. Já encomendei ao Felipe. Mas tem uma coisa. Se você não ficar bom desse pé, não vai poder montar. Eu acho que o jeito é você mandar lancetar logo.
José J. Veiga, “Os Cavalinhos de Platiplanto”. Em: Antologia Escolar de Contos Brasileiros, org. Herberto Sales)
* lancetar: abrir um abscesso, furúnculo ou vesícula para drenar líquidos.
Considerando os princípios de reescrita e correção gramatical de frases e textos, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.A reescrita de um texto exige avaliar as relações sintáticas e semânticas estabelecidas entre seus segmentos, pois alterações gramaticalmente adequadas modificam relações de sentido quando interferem na articulação das informações.
PORQUE
II.A reorganização de constituintes, a substituição de conectores e a alteração de relações de subordinação ou coordenação interferem na maneira como as informações se vinculam no enunciado.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.