Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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1. “Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”.
2. “Os autores citam pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar ganhos emocionais relevantes”.


as pessoas podem recorrer a
comportamentos que reduzem o desconforto ou proporcionam uma sensação de segurança
momentânea” (l. 34-35), analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. A vírgula hachurada tem a função de isolar uma oração adverbial.
II. O pronome demonstrativo “isso” remete a uma informação constante no parágrafo anterior.
III. A forma verbal “podem” agrega ao período a ideia de possibilidade.
IV. A palavra “momentânea” funciona como determinante do substantivo “segurança”.




Leia-o atentamente antes de respondê-la.

O espetáculo do hermetismo* : a retórica oracular contra a generosidade intelectual
Por Marco Aurélio Werle


(Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=1024676 – texto adaptado especialmente para esta prova).
O espetáculo do hermetismo* : a retórica oracular contra a generosidade intelectual
Por Marco Aurélio Werle


(Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=1024676 – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Esse movimento teórico resvala em um determinismo absoluto e conspiratório que apaga as contradições internas das elites e as contingências imprevisíveis do cotidiano”.
No fragmento supracitado, o vocábulo “que” classifica-se como _____________ e exerce a função de _____________ da oração que introduz.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
O espetáculo do hermetismo* : a retórica oracular contra a generosidade intelectual
Por Marco Aurélio Werle


(Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=1024676 – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Esse movimento teórico resvala em um determinismo absoluto e conspiratório que apaga as contradições internas das elites e as contingências imprevisíveis do cotidiano”.
No fragmento supracitado, os termos “contradições” e “contingências” exercem a função de núcleos do
“(...) se achar que se esqueceu de mencionar algo importante.”
Sobre o fragmento, afirma-se:
I. O primeiro “se” é uma conjunção subordinativa que confere valor de condição à oração.
II. O segundo “se” é uma partícula apassivadora, ligada por meio de próclise ao verbo a que se refere.
III. A próclise do segundo “se” é justificada pela atratividade exercida pela conjunção integrante.
Está(ão) correta(s):
Texto CG1A1-II
A três dias de distância, caminhando em direção ao sul, encontra-se Anastácia, cidade banhada por canais concêntricos e sobrevoada por pipas. Eu deveria enumerar as mercadorias que aqui se compram a preços vantajosos: ágata ônix crisópraso e outras variedades de calcedônia; deveria louvar a carne do faisão dourado que aqui se cozinha na lenha seca da cerejeira e se salpica com muito orégano; falar das mulheres que vi tomar banho no tanque de um jardim e que às vezes convidam — diz-se — o viajante a despir-se com elas e persegui-las dentro da água.
Mas com essas notícias não falaria da verdadeira essência da cidade: porque, enquanto a descrição de Anastácia desperta uma série de desejos que deverão ser reprimidos, quem se encontra uma manhã no centro de Anastácia será circundado por desejos que se despertam simultaneamente. A cidade aparece como um todo no qual nenhum desejo é desperdiçado e do qual você faz parte, e, uma vez que aqui se goza tudo o que não se goza em outros lugares, não resta nada além de residir nesse desejo e se satisfazer. Anastácia, cidade enganosa, tem um poder, que às vezes se diz maligno e outras vezes benigno: se você trabalha oito horas por dia como minerador de ágatas ônix crisóprasos, a fadiga que dá forma aos seus desejos toma dos desejos a sua forma, e você acha que está se divertindo em Anastácia quando não passa de seu escravo.
Italo Calvino. As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 15-16 (com adaptações).
Texto CG1A1-II
A três dias de distância, caminhando em direção ao sul, encontra-se Anastácia, cidade banhada por canais concêntricos e sobrevoada por pipas. Eu deveria enumerar as mercadorias que aqui se compram a preços vantajosos: ágata ônix crisópraso e outras variedades de calcedônia; deveria louvar a carne do faisão dourado que aqui se cozinha na lenha seca da cerejeira e se salpica com muito orégano; falar das mulheres que vi tomar banho no tanque de um jardim e que às vezes convidam — diz-se — o viajante a despir-se com elas e persegui-las dentro da água.
Mas com essas notícias não falaria da verdadeira essência da cidade: porque, enquanto a descrição de Anastácia desperta uma série de desejos que deverão ser reprimidos, quem se encontra uma manhã no centro de Anastácia será circundado por desejos que se despertam simultaneamente. A cidade aparece como um todo no qual nenhum desejo é desperdiçado e do qual você faz parte, e, uma vez que aqui se goza tudo o que não se goza em outros lugares, não resta nada além de residir nesse desejo e se satisfazer. Anastácia, cidade enganosa, tem um poder, que às vezes se diz maligno e outras vezes benigno: se você trabalha oito horas por dia como minerador de ágatas ônix crisóprasos, a fadiga que dá forma aos seus desejos toma dos desejos a sua forma, e você acha que está se divertindo em Anastácia quando não passa de seu escravo.
Italo Calvino. As cidades invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 1990, p. 15-16 (com adaptações).
Em relação ao texto CG1A1-II e a seus aspectos linguísticos, assinale a opção correta.
Texto CG1A1-I
A inteligência artificial (IA) na educação é, sem dúvida, um dos campos emergentes mais promissores na tecnologia educacional. Essa tecnologia possibilita que máquinas simulem habilidades humanas, como aprendizagem e resolução de problemas. Apesar de a IA estar há mais de 30 anos em desenvolvimento, o debate sobre sua aplicação pedagógica em larga escala e seu impacto no ensino superior permanece em aberto.
Até recentemente, suas principais aplicações concentravam-se em serviços de apoio acadêmico e administrativo, como análise de perfis, previsões, avaliação de desempenho, monitoramento de metas, personalização e tutoria inteligente. Contudo, a partir de 2020, modelos de linguagem generativa, como o ChatGPT, começaram a ser amplamente utilizados, marcando um avanço significativo no ensino e na aprendizagem.
Esses modelos podem transformar buscas na Internet em relatórios abrangentes que simulam textos humanos. Entretanto, compreender seu funcionamento é essencial, pois seu uso levanta debates sobre ética, plágio e outras questões. Apesar do impacto ainda imprevisível, a IA tem o potencial de transformar a educação nos próximos anos, apoiando alunos, professores e administradores em todas as etapas do ensino.
Para isso, é fundamental compreender o valor e as limitações da IA. As instituições não podem deixar esse processo ao acaso: é indispensável uma abordagem sistemática que garanta formação adequada e uma estrutura clara, com o envolvimento de todas as partes interessadas, para que as decisões sobre o uso da IA sejam bem entendidas e amplamente aceitas por toda a comunidade acadêmica.
Como em qualquer tecnologia significativa, as decisões devem ser tomadas no nível certo e pelas pessoas adequadas. Cabe à gestão superior e ao corpo docente decidir como a IA será utilizada. Ignorar essa inovação e esperar que desapareça não é uma opção, pois ela continuará a evoluir e a se fortalecer. Instituições que não adotam essas inovações formarão profissionais despreparados para as demandas de um mercado cada vez mais tecnológico e dinâmico.

“Sinto-me bem ao terminar um dia em que consegui cumprir tudo o que havia planejado”.


“O psiquismo se desenvolve na relação ativa com a realidade”.
“Uma casa que não existe mais e até mesmo em sonhos ela começa a desaparecer”.