Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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Flores
Titãs, Os Paralamas do Sucesso
Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo
A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
As flores têm cheiro de morte
A dor vai fechar esses cortes
Flores, Flores
As flores de plástico não morrem
(...)
“Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo”
O verbo destacado, mesmo estando no final do verso, é CORRETO o que se afirma em:
Leia a tirinha a seguir e responda a questão.

(Armandinho)
Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª:
1. Afirmativa
2. Negativa
3. Interrogativa
4. Exclamativa
( ) Que horas são?
( ) Que linda flor!
( ) Não gosto de refrigerante.
( ) Joaquim saiu do trabalho.
A ordem CORRETA, de cima para baixo, é:
Leia a frase a seguir para responder a questão:
A televisão e o rádio transmitiram o jogo.
Leia a frase a seguir para responder a questão:
A televisão e o rádio transmitiram o jogo.
Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo
Um muro feito de ideias
Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações
Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo
14 de Fevereiro de 2021
Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.
Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.
Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.
As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.
Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...]
Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham.
Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.
Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.
[...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?
Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.
(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)
Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo
Um muro feito de ideias
Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações
Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo
14 de Fevereiro de 2021
Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.
Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.
Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.
As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.
Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...]
Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham.
Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.
Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.
[...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?
Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.
(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)
Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo
Um muro feito de ideias
Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações
Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo
14 de Fevereiro de 2021
Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.
Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.
Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.
As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.
Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...]
Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham.
Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.
Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.
[...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?
Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.
(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)
Analise a oração abaixo:
Eu não tenho mais dinheiro, porém posso sair hoje.
A oração é definida como:
I.A frase: "Encontrar-nos-emos na Biblioteca para estudar "coerência" e "coesão" na comunicação escrita". - está construída com mesóclise porque o verbo inicial está conjugado no futuro do modo indicativo, sem atrativo para a próclise.
II.O período: "Comunique-se com os cuidados devidos, busque seu crescimento pessoal e social". - é composto por coordenação assindética, e os dois verbos enunciam ações do modo imperativo.
III.Os vícios de linguagem são desvios não intencionais da norma-padrão da língua, gerando problemas de entendimento do enunciado ou ruídos na comunicação, podendo-se exemplificar dentre eles, um erro de regência verbal comprovado na: "Chegamos na Faculdade adiantados em 40 minutos".
IV.Ao escrever um comunicado para os alunos de uma faculdade, comprovamos um pleonasmo vicioso na frase: "Todos os alunos devem entrar para dentro do auditório antes da chegada do palestrante".
V.A frase: "Eu peguei o livro da minha estante". - exemplifica uso de termo ambíguo.
VI.Na frase: "Pedro arriou as compras de mercado e arreou o cavalo de corrida". - temos exemplos de homônimos perfeitos.
Estão CORRETAS, somente:
(__)A oração: "Ela é uma das principais competências necessárias a todo ser humano" - está escrita com os termos essenciais explícitos e dispostos na ordem direta.
(__)O sujeito da oração: "Para tanto, ressaltamos" é elíptico, identificado pela desinência verbal.
(__)A expressão verbal: "podem mostrar" exemplifica um tempo composto, formada por verbos regulares da mesma conjugação, enunciando ideia da forma nominal do infinitivo flexionado.
(__)O período: "Algumas dicas podem mostrar que a pessoa está bem preparada, pois ela vende bem, fala com propriedade, fala com naturalidade, fala para um grande público com bastante desenvoltura e total segurança". - é composto por subordinação e todas as orações são subordinativas substantivas e adjetivas.
(__)Dentre o rol dos sinônimos de: "competência", podemos citar: "habilidade", "aptidão" e "capacidade".
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Analise o trecho a seguir retirado do Texto para responder à questão:
“[...] – admitiram, durante o confinamento imposto pela covid-19, que lamentavam sua ausência.” (linhas 15 a 17)
O trecho “que lamentavam sua ausência” exerce função sintática de: