Questões de Concurso Sobre análise sintática em português

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Q4356445 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 



Analise o trecho a seguir retirado do Texto para responder à questão:



“[...] – admitiram, durante o confinamento imposto pela covid-19, que lamentavam sua ausência.” (linhas 15 a 17) 



Sobre a análise sintática do trecho, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4356422 Português
Com base nos vícios de linguagem, assinale a alternativa que representa corretamente um caso de solecismo: 
Alternativas
Q4356419 Português

A questão diz respeito ao Texto abaixo. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 



No contexto em que está inserido, o verbo “Há” (linha 1) assume a seguinte transitividade verbal:
Alternativas
Q4356416 Português

A questão diz respeito ao Texto abaixo. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 



Analise o período a seguir para responder à questão:



“Os pesquisadores agora estão confiantes de que enviaram o veículo para o local...” (linhas 6 e 7).



O trecho “de que enviaram o veículo para o local...” é classificado como sendo uma:
Alternativas
Q4356415 Português

A questão diz respeito ao Texto abaixo. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 



Sobre a análise sintática e morfológica do Texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4356221 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



Analise o trecho abaixo:



“A modalidade ganhou destaque...” (linhas 10 e 11).



O termo destacado exerce função sintática de: 

Alternativas
Q4356202 Português
Assinale abaixo a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4356139 Português

Considere o recorte de um texto da organização Greenpeace, a seguir, para responder à pergunta.



O que está acontecendo com a Amazônia?


A maior floresta tropical do mundo, dona da maior biodiversidade do planeta, está em risco. Sem a Amazônia, não conseguiremos vencer a luta para combater as mudanças climáticas. Somente nos últimos meses, mais de 1 bilhão de árvores tombaram na Amazônia. A atividade agropecuária avança a cada dia sobre a floresta. Os rios estão sendo ameaçados pela construção de hidrelétricas. Garimpo, invasões e roubo de madeira continuam assolando terras indígenas e unidades de conservação. Áreas da floresta estão sendo vendidas via leilão para empresas explorarem petróleo e gás natural. 


No período de agosto de 2018 a julho de 2019, o desmatamento da Amazônia cresceu 30%, o equivalente a 1,4 milhões de campos de futebol, segundo dados do PRODES, medido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As unidades de conservação e terras indígenas registraram um aumento de 55% e 62%, respectivamente, comparado com o período anterior. E esta é uma triste realidade que não podemos mais permitir.


[...]


A Amazônia tem importância fundamental no controle do clima do planeta e na disponibilidade de água doce. Ou seja, sem floresta, não temos água e produção de alimentos. [...] Sem a Floresta Amazônica, não conseguiremos ganhar a batalha pelo clima. Somente com a conservação da floresta, garantiremos o equilíbrio climático global, evitando que a temperatura do planeta aumente. Estamos vivendo uma emergência climática! Enchentes, secas, verões muito quentes e temperaturas extremas já estão impactando a vida de milhares de pessoas, principalmente as mais vulneráveis.


Ainda há tempo de parar essa destruição. Junte-se a nós nessa luta!


Fonte: https://doe.greenpeace.org.br/salve-a-amazonia/p?utm_source=adwords&utm_term =floresta-incendio&utm_campaign= [LM]%20Principal%203.0&utm_medium=ppc 

Assinale a alternativa correta com relação à explicação proposta, considerando a gramática normativa do português. 
Alternativas
Q4355211 Português
Assinale a alternativa que apresenta oração subordinada adjetiva:
Alternativas
Q4355200 Português
A frase “Os trabalhos foram iniciados em dezembro de 2012”, pode ser reescrita da seguinte forma: 
Alternativas
Q4355199 Português
“Caro Candidato”, desejamos que realize uma boa prova”. O trecho destacado corresponde a um: 
Alternativas
Q4355119 Português
"Como o pobre rapaz errou uma vez, perderam a confiança nele." (Rocha Lima - Gramática normativa da língua portuguesa).

Na citação acima há um período composto por subordinação adverbial, ocorrida quando a oração subordinada exerce função sintática de advérbio sobre a principal. Assinale abaixo a alternativa que refere-se a essa função sintática:
Alternativas
Q4355118 Português

Contratam-se profissionais com 6 meses ou mais de experiência.


É INCORRETO afirmar sobre a alternativa acima:

Alternativas
Q4355017 Português

Considere as frases abaixo:



I. Meu Deus, que absurdo essa situação aqui!


II. Ele veio distraído ao longo de todo o caminho.


III. Ela foi embora antes das 9h.


IV. Maria estava muito brava anteontem.



A partir dos seus conhecimentos de análise sintática sobre os tipos de frase e predicados existentes na língua portuguesa, assinale a alternativa abaixo que corresponde à classificação CORRETA das frases acima:

Alternativas
Q4355013 Português

O banco deu-lhe três avisos antes do despejo.


Na oração acima, o termo grifado corresponde        

Alternativas
Q4354953 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão:



https://www.skoob.com.br/procuram-se-ideias-inovadoras-320466ed358956.html


Acessado em 18/02/2021 

Sobre a frase presente na capa da revista Galileu, "Procuram-se ideias inovadoras", é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4353664 Português
A Cartomante


    Hamlet observa a Horácio que há mais coisas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo, numa sexta-feira de novembro de 1869, quando este ria dela, por ter ido na véspera consultar uma cartomante; a diferença é que o fazia por outras palavras.

     — Ria, ria. Os homens são assim; não acreditam em nada. Pois saiba que fui, e que ela adivinhou o motivo da consulta, antes mesmo que eu lhe dissesse o que era. Apenas começou a botar as cartas, disse-me: "A senhora gosta de uma pessoa..." Confessei que sim, e então ela continuou a botar as cartas, combinou-as, e no fim declarou-me que eu tinha medo de que você me esquecesse, mas que não era verdade... 

    — Errou! interrompeu Camilo, rindo.

    — Não diga isso, Camilo. Se você soubesse como eu tenho andado, por sua causa. Você sabe; já lhe disse. Não ria de mim, não ria...

    Camilo pegou-lhe nas mãos, e olhou para ela sério e fixo. Jurou que lhe queria muito, que os seus sustos pareciam de criança; em todo o caso, quando tivesse algum receio, a melhor cartomante era ele mesmo. Depois, repreendeua; disse-lhe que era imprudente andar por essas casas. Vilela podia sabê-lo, e depois...

    — Qual saber! tive muita cautela, ao entrar na casa.

    — Onde é a casa?

    — Aqui perto, na Rua da Guarda Velha; não passava ninguém nessa ocasião. Descansa; eu não sou maluca. Camilo riu outra vez:

    — Tu crês deveras nessas coisas? perguntou-lhe. Foi então que ela, sem saber que traduzia Hamlet em vulgar, disse-lhe que havia muita coisa misteriosa e verdadeira neste mundo. Se ele não acreditava, paciência; mas o certo é que a cartomante adivinhara tudo. Que mais? A prova é que ela agora estava tranquila e satisfeita. 

    Cuido que ele ia falar, mas reprimiu-se. Não queria arrancar-lhe as ilusões. Também ele, em criança, e ainda depois, foi supersticioso, teve um arsenal inteiro de crendices, que a mãe lhe incutiu e que aos vinte anos desapareceram. No dia em que deixou cair toda essa vegetação parasita, e ficou só o tronco da religião, ele, como tivesse recebido da mãe ambos os ensinos, envolveu-os na mesma dúvida, e logo depois em uma só negação total. Camilo não acreditava em nada. Por quê? Não poderia dizê-lo, não possuía um só argumento: limitava-se a negar tudo. E digo mal, porque negar é ainda afirmar, e ele não formulava a incredulidade; diante do mistério, contentou-se em levantar os ombros, e foi andando.

    Separaram-se contentes, ele ainda mais que ela. Rita estava certa de ser amada; Camilo, não só o estava, mas via-a estremecer e arriscar-se por ele, correr às cartomantes, e, por mais que a repreendesse, não podia deixar de sentir-se lisonjeado. A casa do encontro era na antiga Rua dos Barbonos, onde morava uma comprovinciana de Rita. Esta desceu pela Rua das Mangueiras, na direção de Botafogo, onde residia; Camilo desceu pela da Guarda Velha, olhando de passagem para a casa da cartomante. 

    Vilela, Camilo e Rita, três nomes, uma aventura e nenhuma explicação das origens. Vamos a ela. Os dois primeiros eram amigos de infância. Vilela seguiu a carreira de magistrado. Camilo entrou no funcionalismo, contra a vontade do pai, que queria vê-lo médico; mas o pai morreu, e Camilo preferiu não ser nada, até que a mãe lhe arranjou um emprego público. No princípio de 1869, voltou Vilela da província, onde casara com uma dama formosa e tonta; abandonou a magistratura e veio abrir banca de advogado. Camilo arranjou-lhe casa para os lados de Botafogo, e foi a bordo recebê-lo.

    — É o senhor? exclamou Rita, estendendo-lhe a mão. Não imagina como meu marido é seu amigo, falava sempre do senhor. Camilo e Vilela olharam-se com ternura. Eram amigos deveras. Depois, Camilo confessou de si para si que a mulher do Vilela não desmentia as cartas do marido. Realmente, era graciosa e viva nos gestos, olhos cálidos, boca fina e interrogativa. Era um pouco mais velha que ambos: contava trinta anos, Vilela vinte e nove e Camilo vinte e seis. Entretanto, o porte grave de Vilela fazia-o parecer mais velho que a mulher, enquanto Camilo era um ingênuo na vida moral e prática. Faltava-lhe tanto a ação do tempo, como os óculos de cristal, que a natureza põe no berço de alguns para adiantar os anos. Nem experiência, nem intuição. Uniram-se os três. Convivência trouxe intimidade. Pouco depois morreu a mãe de Camilo, e nesse desastre, que o foi, os dois mostraram-se grandes amigos dele. Vilela cuidou do enterro, dos sufrágios e do inventário; Rita tratou especialmente do coração, e ninguém o faria melhor. Como daí chegaram ao amor, não o soube ele nunca. A verdade é que gostava de passar as horas ao lado dela, era a sua enfermeira moral, quase uma irmã, mas principalmente era mulher e bonita. Odor di feminina: eis o que ele aspirava nela, e em volta dela, para incorporá-lo em si próprio. Liam os mesmos livros, iam juntos a teatros e passeios. Camilo ensinou-lhe as damas e o xadrez e jogavam às noites; — ela mal, — ele, para lhe ser agradável, pouco menos mal. Até aí as cousas. Agora a ação da pessoa, os olhos teimosos de Rita, que procuravam muita vez os dele, que os consultavam antes de o fazer ao marido, as mãos frias, as atitudes insólitas. Um dia, fazendo ele anos, recebeu de Vilela uma rica bengala de presente e de Rita apenas um cartão com um vulgar cumprimento a lápis, e foi então que ele pôde ler no próprio coração, não conseguia arrancar os olhos do bilhetinho. Palavras vulgares; mas há vulgaridades sublimes, ou, pelo menos, deleitosas. A velha caleça de praça, em que pela primeira vez passeaste com a mulher amada, fechadinhos ambos, vale o carro de Apolo. Assim é o homem, assim são as coisas que o cercam.


Machado de Assis.
Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pelos termos em destaque no período: Pois saiba que fui, e que ela adivinhou o motivo da consulta, antes mesmo que eu lhe dissesse o que era. 
Alternativas
Q4353621 Português
Com emprego e solidariedade, Paraná acolhe imigrantes da Venezuela 


    Mais de 4 milhões de venezuelanos deixaram o seu país desde 2015 por conta da crise política e social que vem assolando a região. Os dados são da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Organização Internacional para as Migrações (OIM). Os cidadãos da Venezuela já são um dos maiores grupos populacionais deslocados do mundo e os países latino-americanos recebem a vasta maioria – o Brasil é o quarto na América do Sul a abrigar os migrantes, atrás da Colômbia, Peru e Chile. Fora a dor de deixar para trás casa e família, em uma travessia que na maioria das vezes é feita a pé até Pacaraima (município no norte de Roraima), os cidadãos enfrentam períodos de vulnerabilidade até conseguirem se estabelecer nos novos países.

    O ritmo de fluxo de saída fez com que os países vizinhos tomassem medidas para acolher os venezuelanos. No Brasil, por exemplo, desde meados de 2018, ocorre a Operação Acolhida, uma ação das Forças Armadas em conjunto com outras agências governamentais e auxílio da ONU e de entidades da sociedade civil. Com abrigos em Pacaraima e também na capital Boa Vista, os imigrantes são recebidos nas acomodações com refeições, banheiros e atendimento médico. Além disso, a Operação tem feito parcerias com empresas de todo o país para que os venezuelanos consigam empregos em outras partes do país, em um banco de dados chamado de sistema acolhedor.

    Segundo a tenente Stéphane da Silva, uma das integrantes da Operação em Boa Vista, não existe incentivo fiscal para as empresas. “É mais a questão do serviço social por parte dos empresários que desejam apoiar”, diz. O empregador deixa claro qual perfil necessita e os profissionais são selecionados pelo sistema. Com o trabalho garantido, o imigrante é levado de ônibus ou em um voo da Força Aérea Brasileira para a cidade ou o aeroporto mais próximo para que seja feito o que o Exército chama de interiorização, ou seja, realocação em uma nova cidade. Além disso, segundo a tenente, há apoio das agências da ONU e acordo com companhias aéreas brasileiras, que cedem assentos gratuitamente. Na nova cidade, é realizado apoio social ao imigrante com subsídio para aluguel no primeiro mês, até o recebimento do salário. 

    Dados da Operação Acolhida de dezembro de 2019 mostram que mais de 27 mil venezuelanos foram assistidos desde abril de 2018 (mas estima-se que, desde o começo da crise imigratória, mais de 260 mil venezuelanos vieram ao Brasil). Atualmente, a cidade que mais recebe os imigrantes via Acolhida é Manaus (cerca de 4 mil pessoas); Curitiba é a quarta (1,2 mil), e o Paraná um dos estados que mais ofertou empregos – foram 174 vagas preenchidas de agosto a dezembro de 2019.

    “Temos recebido muitas vagas do Sul do país, principalmente no setor de agricultura”, fala a tenente, que destaca ainda a importância da redistribuição de pessoas possibilitada pela ação. “Boa Vista é uma cidade que está inchada, com poucas oportunidades de trabalho. Com a sensibilização que temos feito com as empresas em todo o país, há uma consciência maior sobre o problema”, acredita. Essa sensibilização à qual Stephanie se refere é a conversa dos integrantes da Acolhida em companhias por todo o país.

    De Maringá, a empresa de transporte Transpanorama é uma das parceiras da Operação Acolhida, que iniciou processo seletivo para contratação de imigrantes em junho de 2019; dos 1.954 colaboradores, 38 são venezuelanos. Uma equipe foi a Roraima para fazer a seleção no abrigo em Boa Vista. “A primeira política foi efetivar todos os imigrantes assim que chegaram em Maringá, com as mesmas condições dos motoristas brasileiros. Eles ficaram em alojamentos montados pela empresa, na estrutura da matriz, inspirada na utilizada pelo Exército em Roraima”, explica o gerente de RH da Transpanorama, Jean Salgals. Depois disso, os novos funcionários receberam um treinamento de 90 dias que incluiu não só a parte prática de direção mas também língua portuguesa, cultura brasileira, gestão financeira e legislação de trânsito. Outra medida tomada pela empresa para facilitar o processo de integração foi a de fornecer aulas de espanhol para colaboradores brasileiros que teriam maior interface com os venezuelanos. As famílias dos imigrantes chegaram à cidade após 90 dias, com orientação profissional e informações sobre o sistema educacional brasileiro, em uma parceria com o Instituto Sendas, de Maringá.

    Em Curitiba, uma das empresas que ofereceu vagas aos venezuelanos foi o Shopping Mueller – são sete funcionários estrangeiros em diferentes áreas do shopping, como atendimento e setor administrativo. No início, o shopping teve dúvidas sobre a barreira da língua. “Mas foi uma grata surpresa. São pessoas que vieram ao Brasil com uma disposição incrível de recomeçar, de fazer parte. Os lojistas aderiram e a diversidade foi bem interessante, ocorreu uma troca ótima com os funcionários brasileiros”, destaca a superintendente do Mueller, Daniela Baruch. O shopping também firmou uma parceria com o Sesi Paraná para que os estrangeiros possam aprender português e revalidar seus diplomas – muitas pessoas com ensino superior trabalham atualmente em vagas operacionais.

    Auxiliar de auditoria no Shopping Mueller, Carlos Ramos, 27 anos, chegou ao Brasil em maio de 2018. Morou em Boa Vista e Rorainópolis antes de chegar a Curitiba em junho do ano passado. Decidiu, por conta própria, tentar a sorte na capital paranaense após assistir a vídeos sobre a cidade no YouTube. “Via que era uma cidade legal para morar, juntei dinheiro e vim. As pessoas aqui ajudam muito e as oportunidades para crescer e viver são muito boas, mas é preciso trabalhar e estudar para tudo sair bem”, diz ele, que costuma passear pelo Jardim Botânico em suas folgas do trabalho. “É o melhor lugar aqui de Curitiba”. Com o trabalho fixo, conseguiu trazer da Venezuela a irmã, Yolicar, que trabalha em uma loja de brinquedos no centro da cidade. Os pais continuam na Venezuela. “Eles não querem vir para cá por causa da idade e por medo de perder a casa”. Carlos não tem planos de voltar ao país natal. “Se as coisas melhorarem por lá, vai demorar uns 10 anos. E nesse tempo eu posso fazer a minha vida aqui no Brasil, formar minha família, conseguir outras coisas. Voltar seria começar do zero”. Foi sua origem imigrante – de uma família de libaneses fugida da guerra civil – que impulsionou o empresário Rachid Cury, proprietário da rede de restaurantes Kharina, a abrir oportunidades de emprego para imigrantes e refugiados. Desde a vinda de haitianos ao Brasil, a partir de 2010, Cury iniciou as contratações. “Fizemos alguns testes e gostamos do resultado. É para eles terem uma primeira oportunidade de se estabelecer no Brasil”. Hoje, a rede conta com funcionários do Haiti, Venezuela, Chile e Paraguai.


FONTE: Jornal Gazeta do Povo. Disponível no endereço eletrônico: https://www.gazetadopovo.com.br/parana/operacao-acolhida-empregovenezuelanos-pr/?ref=mais-na-gazeta Acesso em 26 de fevereiro de 2020.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque no período: “O shopping também firmou uma parceria com o Sesi Paraná para que os estrangeiros possam aprender português e revalidar seus diplomas...”
Alternativas
Q4346113 Português
Jornalismo lança documentário sobre Covid-19 em Blumenau


Estudantes da 5ª fase do curso de Jornalismo da Universidade Regional de Blumenau (FURB) produziram um documentário focado em histórias de vulnerabilidade social em Blumenau durante a pandemia de Covid-19. Desenvolvido entre abril e junho deste ano, o documentário “Covid-19 em Blumenau: histórias de vulnerabilidade social” será lançado no próximo dia 1º de julho, a partir das 19h30, no canal do YouTube da disciplina de Telejorna lismo. [...]


Disponível em: https://www.furb.br/web/1704/noticias/jornalismo-lanca-documentario-sobre-covid-19-em-blumenau/8724 Acesso em 20/jun/2021. [adaptado] 
Assinale a alternativa que contém a correta classificação do sujeito da oração “Estudantes da 5ª fase do curso de Jornalismo da Universidade Regional de Blumenau (FURB) produziram um documentário focado em histórias de vulnerabilidade social em Blumenau durante a pandemia de Covid-19.”:
Alternativas
Q4334968 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A PROCURA DAS CHAVES


Experimente morar em casa grande. Muitas portas, janelas, cômodos. Se além da morada tem a sorte de ter outros imóveis, um na praia, outro na montanha, a casa da mãe, do irmão, está perdido! Todas essas casas, com suas portas, de entrada, de saída, do portão da rua, da garagem exigem chaves e mais chaves. Ou seja, exigem atenção, cuidado permanente para escolher o chaveiro certo e não o perder de vista jamais!

A esses molhos de chaves se somam ainda outras, do escritório, do consultório, da caixa de joias: uma profusão de chaves de tamanhos, formatos, modelos diversos. Chaves em lindos chaveiros, em chaveiros baratos. Chaves juntadas aleatoriamente por antigos barbantes. Pequenas, grandes, simples, trifásicas.

Antigas, modernas. A do malão de madeira maciça do meu avô tem duzentos anos e chegou no Brasil com a mudança de meus bisavós, vinda da Itália. É uma peça de museu, pesada, colonial, e ainda funciona. Essa é inconfundível, fácil de achar. O oposto daquelas pequenininhas, indistinguíveis, de cadeado.

Nunca acertamos a chave certa na hora de abrir o cadeado. Tem um no portão lateral, outro na porta de vidro da sala. Um terceiro na porta de entrada da praia. E nenhum deles parece funcionar. Permanecem imóveis diante das inúmeras tentativas frustradas. 

Muito chata essa história de ter que fechar as coisas. Quero viver num lugar em que tudo possa ficar aberto, inclusive o coração.



http://viveragora.com.br/cronicas-rapidas/

No período "Nunca acertamos a chave certa na hora de abrir o cadeado.", as orações relacionam-se sintaticamente por meio do processo de: 
Alternativas
Respostas
3641: B
3642: C
3643: A
3644: C
3645: A
3646: B
3647: C
3648: B
3649: B
3650: A
3651: B
3652: D
3653: D
3654: C
3655: B
3656: A
3657: D
3658: D
3659: C
3660: A