Questões de Concurso
Sobre análise sintática em português
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I. O verbo ficar em “o mar ficou mais quente” é intransitivo.
II. Em “Ela nasceu tímida”, temos um predicado verbo-nominal.
III. A oração “que veio voando e voando até beijar o mar” tem valor sintático de adjunto adnominal.
IV. Em “voou ao infinito”, temos um objeto indireto e não um adjunto adverbial de lugar/destino.
V. Na oração “que ninguém jamais conheceu”, o sujeito é um pronome relativo.
A opção que melhor julga/interpreta os itens é:
I. O verbo ficar em “o mar ficou mais quente” é intransitivo.
II. Em “Ela nasceu tímida”, temos um predicado verbo-nominal.
III. A oração “que veio voando e voando até beijar o mar” tem valor sintático de adjunto adnominal.
IV. Em “voou ao infinito”, temos um objeto indireto e não um adjunto adverbial de lugar/destino.
V. Na oração “que ninguém jamais conheceu”, o sujeito é um pronome relativo.
A opção que melhor julga/interpreta os itens é:
TEXTO BASE
A transparência na gestão pública não é apenas uma exigência legal; é, antes de tudo, um compromisso ético com a sociedade. Quando os gestores divulgam informações claras sobre o uso dos recursos públicos, fortalecem a confiança dos cidadãos nas instituições e contribuem para a consolidação da democracia. Entretanto, ainda há muitos desafios a superar: a burocracia excessiva, a resistência cultural de alguns servidores e a falta de capacitação técnica dificultam, em grande medida, a plena efetivação desse princípio. É necessário, portanto, que o Estado invista continuamente em formação, em tecnologia e em mecanismos de controle social, para que a transparência deixe de ser uma promessa e se torne uma prática cotidiana e irreversível.
Leia o trecho abaixo:
“Os alunos da escola participaram da feira literária.”
No período, o sintagma nominal que exerce a função de sujeito é
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os mistérios de uma antiga civilização avançada ainda pouco conhecida
Casas de tijolos com vários andares, ruas organizadas e um sistema de drenagem eficiente, com estruturas semelhantes a vasos sanitários com descarga, poderiam lembrar cidades atuais. No entanto, essa descrição refere-se aos centros urbanos da antiga civilização do Vale do Indo, que existiu há milhares de anos e já apresentava elevado nível de desenvolvimento.
Essa civilização, contemporânea do antigo Egito e da Mesopotâmia, é considerada altamente sofisticada, embora ainda seja pouco compreendida. Parte desse desconhecimento decorre do fato de sua escrita não ter sido decifrada, além da possibilidade de sua organização social ter sido mais igualitária do que a de outras sociedades da época.
Seu período mais desenvolvido ocorreu entre 2600 a.C. e 1900 a.C., embora suas origens remontem a cerca de 4000 a.C. Estendia-se ao longo do rio Indo, em regiões que hoje correspondem ao Paquistão e à Índia, sendo formada por comunidades agrícolas e mais de mil e quatrocentas cidades e povoados.
Um de seus aspectos mais notáveis era o planejamento urbano. As cidades possuíam construções de tijolos padronizados, ruas retas e organizadas em ângulos, além de sistemas de esgoto avançados e espaços destinados a banhos. Esses elementos indicam preocupação com higiene e saúde. A organização urbana também favorecia o comércio, incluindo trocas com outras regiões, como a Mesopotâmia, envolvendo matérias-primas e tecidos.
Outro ponto relevante é a forma de governança. As evidências sugerem uma administração coletiva e estruturada, responsável pela manutenção das cidades, sem sinais claros de poder concentrado, como palácios ou grandes monumentos. Isso diferencia essa civilização de outras da mesma época, nas quais o poder era centralizado e visível.
Apesar dos avanços, muitos aspectos permanecem desconhecidos. Isso se deve, em parte, ao fato de vários sítios ainda não terem sido escavados e ao uso predominante de materiais menos duráveis, como tijolos de barro. Além disso, a escrita encontrada em selos ainda não foi compreendida, o que dificulta o acesso a informações sobre a cultura, as crenças e a organização dessa sociedade.
Essa escrita é composta por poucos símbolos e não possui equivalentes conhecidos que auxiliem sua interpretação. Estudos indicam que há uma estrutura organizada, o que sugere a existência de regras, mas ainda não há consenso sobre seu significado. Caso seja decifrada, poderá revelar informações importantes sobre essa civilização.
Quanto ao seu declínio, uma das principais explicações está relacionada a mudanças ambientais, especialmente alterações no regime de chuvas. Evidências indicam que as populações abandonaram as cidades por volta de 1900 a.C. devido a inundações e dificuldades de adaptação ao novo ambiente.
O estudo dessa civilização oferece reflexões importantes para o presente. Sua organização social e urbana demonstra alto nível de planejamento, mas também revela que fatores ambientais influenciam profundamente o destino das sociedades. Com os recursos tecnológicos atuais, há maior capacidade de compreender esses processos e buscar formas de garantir a sustentabilidade das civilizações contemporâneas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c248qzqvzqpo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à concordância nominal no trecho apresentado.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que é o lado oculto da Lua e por que é importante estudá-lo
Vimos coisas que nenhum ser humano jamais havia observado, nem mesmo os participantes das missões lunares anteriores. Com essa afirmação, o comandante da missão Artemis 2 descreveu a experiência de observar o lado oculto da Lua, um dos principais objetivos da primeira missão tripulada a orbitar o satélite natural da Terra desde 1972.
Ao alcançar essa meta, os
astronautas também estabeleceram um novo recorde de distância percorrida por
seres humanos no espaço, superando a marca registrada há mais de meio século.
O interesse renovado pela
Lua, especialmente por sua face não visível da Terra, levanta diversas
questões. Trata-se de uma região que, embora não possa ser observada
diretamente de nosso planeta, não permanece em escuridão constante. Na
realidade, recebe luz solar em proporção semelhante à face visível.
Essa área só pôde ser
visualizada pela primeira vez em 1959, quando uma sonda captou imagens
inéditas. A impossibilidade de observação direta se explica por um fenômeno
conhecido como rotação sincronizada: a Lua leva o mesmo tempo para girar em
torno de si mesma e para completar uma volta ao redor da Terra, o que faz com
que sempre apresente a mesma face ao nosso planeta.
Essa característica também
dificulta a comunicação com equipamentos posicionados no lado oculto, pois
sinais de rádio não chegam diretamente até lá. Por isso, missões nessa região
exigem o uso de naves intermediárias para retransmitir comandos e dados, o que
aumenta significativamente os riscos operacionais.
Do ponto de vista físico,
o lado oculto da Lua apresenta diferenças marcantes em relação à face visível.
Sua crosta é mais antiga e espessa, e o relevo é mais acidentado, com grande
quantidade de crateras e cadeias montanhosas. Uma das hipóteses para essa
diferença está relacionada à influência térmica da Terra durante a formação
lunar: enquanto a face voltada para o nosso planeta permaneceu aquecida por
mais tempo, a face oposta esfriou mais rapidamente, formando uma crosta mais
robusta.
Esse contraste torna o
lado oculto um registro mais preservado da história geológica lunar, sendo
fundamental para a compreensão da evolução de planetas rochosos. A análise
dessa região pode oferecer informações valiosas sobre processos que também
ocorreram na Terra.
Entre os pontos de
interesse está uma extensa formação de quilômetros de largura, considerada uma
das maiores e mais recentes crateras resultantes de um intenso período de
impactos de asteroides ocorrido há aproximadamente quatro bilhões de anos. A
observação direta desse tipo de estrutura por seres humanos representa um
avanço significativo na pesquisa científica.
Estudos recentes também
indicam que a temperatura no lado oculto pode ser até 100 °C mais baixa do que
na face visível, além de apresentar menor quantidade de água congelada. A
origem dessa água está associada, em grande parte, ao impacto de meteoritos ao
longo da história lunar.
O lado oculto da Lua
também desperta interesse estratégico para o futuro da exploração espacial. A
análise de seu terreno pode contribuir para o planejamento de bases
permanentes, fornecendo dados sobre o comportamento do pó lunar e a dinâmica
das sombras, aspectos essenciais para missões de longa duração.
Além disso, o isolamento
dessa região em relação às interferências de rádio da Terra a torna ideal para
a instalação de radiotelescópios, possibilitando observações mais precisas do
Universo. Há ainda interesse na exploração de recursos naturais, como o hélio-3,
um isótopo com potencial para suprir demandas energéticas por longos períodos,
além da possível presença de minerais valiosos no subsolo.
Esses fatores ajudam a explicar por que diversas nações têm intensificado seus programas espaciais voltados à Lua, planejando novas missões e ampliando os estudos sobre essa região ainda pouco explorada do nosso satélite natural.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crr1exrnde1o.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto ao núcleo do sujeito da oração apresentada.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Bullying no ambiente escolar: dados da pesquisa nacional de 2024
Recentemente, foi lançada a Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro (2024), com objetivo de compreender as experiências de estudantes nas instituições de ensino do Brasil. Os resultados revelam que o bullying e diversas formas de violência aparecem como realidade frequente: 90% dos entrevistados sofreram agressão verbal, 34% relataram violência física e 34% já passaram por assédio sexual na escola. Além disso, 31% sofreram cyberbullying. A maioria das agressões parte de outros estudantes, mas educadores também aparecem como agressores em parte dos relatos. As respostas institucionais são consideradas ineficazes: apenas 31% das vítimas buscaram apoio na escola e, desses, 69% relataram que nenhuma providência foi tomada. Como consequência, os impactos são graves na saúde mental e no percurso escolar dos jovens, com risco elevado de abandono escolar, especialmente entre estudantes em situação de maior vulnerabilidade. Os dados demonstram a urgência de políticas públicas de proteção e promoção de ambientes escolares seguros e acolhedores para todos os estudantes.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro (2024). Disponível em: https://site.mppr.mp.br/direito/Noticia/Pesquisa-Nacional-sobre-o-Bullying-no-Ambiente-Educacional-Brasileiro-2024. Acesso em: 13 abr. 2026. (Fragmento).
Considerando o trecho "As respostas institucionais são consideradas ineficazes: apenas 31% das vítimas buscaram apoio na escola e, desses, 69% relataram que nenhuma providência foi tomada.", analise os aspectos relacionados à pontuação (vírgula e dois pontos) e à classificação da oração subordinada destacada:
I.Os dois pontos introduzem uma explicitação do conteúdo anterior, estabelecendo relação de esclarecimento entre a oração inicial e os dados apresentados na sequência.
II.As vírgulas em "e, desses, 69% relataram" isolam um termo intercalado que retoma anaforicamente o grupo anterior, contribuindo para a coesão textual.
III.A oração "que nenhuma providência foi tomada" classifica-se como subordinada substantiva objetiva direta, funcionando como complemento do verbo "relataram".
É correto o que se afirma em:
A RAÇA SUPERIOR



Walcyr Carrasco
Disponível em: https://comissaodecultura.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/walcyr-carrasco-pequenos-d
elitos-e-outras-crc3b4nicas.pdf (Adaptado).
No trecho:
“A vacina foi aprovada pela agência reguladora em abril de 2025, porém os locais de produção registrados eram as fábricas da farmacêutica franco-austríaca Valneva.”
assinale a alternativa correta acerca da análise linguística e textual do período.
Para responder à questão, leia a charge abaixo

Leia o texto abaixo e responda à questão.
As universidades e o desafio da desigualdade social
Cesar Martins
Vice-reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista)
Desde o surgimento dos primeiros agrupamentos humanos, a desigualdade tem sido uma marca das sociedades. Embora hoje esteja entre as prioridades de ação de muitos governos, ela persiste como um paradoxo que alimenta a concentração de riquezas. Poucas nações encontraram caminhos capazes de construir sociedades mais igualitárias e com baixa vulnerabilidade socioeconômica.
Atualmente, a desigualdade é tema de debate em universidades de várias partes do mundo. No entanto, durante boa parte de sua história, essas instituições atenderam a um segmento específico da população, a elite econômica, contribuindo para a estratificação social. No Brasil, não foi diferente. As universidades chegaram tardiamente ao país. A primeira faculdade criada, a Escola de Cirurgia da Bahia, surgiu em 1808, e o acesso ao ensino superior permaneceu, por muito tempo, restrito às elites.
Embora tardio, o Brasil adotou relativamente cedo o modelo de universidades públicas, em princípio abertas a todos. Na prática, porém, essas instituições continuaram acessíveis a uma parcela reduzida da sociedade, formada por jovens com boa escolarização básica, o que não correspondia à realidade da maior parte da população. Até meados do século 21, as universidades públicas eram poucas, e os cursos noturnos, quase inexistentes, dificultavam o acesso de pessoas de baixa renda que precisavam trabalhar.
Embora o sistema público de ensino superior tenha crescido na segunda metade do século 20, o padrão elitizado permaneceu. Foi apenas a partir da primeira década do século 21, com políticas como Sisu, Prouni, Fies e a Lei de Cotas, que houve ampliação do acesso de estudantes de baixa renda, pretos, pardos, indígenas e egressos de escolas públicas, especialmente nas universidades públicas.
Essas políticas alteraram o perfil do estudante universitário brasileiro. Hoje, a maioria das universidades públicas conta com programas de inclusão, apoio estudantil e permanência, tornando esse espaço historicamente elitista mais diverso e representativo da sociedade brasileira.
Apesar dos avanços, persistem barreiras importantes: a menor presença de estudantes socialmente vulneráveis nos cursos mais concorridos, como medicina, direito e engenharias; a limitação de recursos para políticas de permanência, como moradia, alimentação, transporte e materiais acadêmicos; e as dificuldades adicionais de acesso e permanência em universidades de maior prestígio.
Embora ainda haja muito a avançar, as universidades públicas brasileiras têm sido referência, em escala global, na democratização do ensino superior e do conhecimento científico. Ainda assim, é momento de olhar com mais atenção para a estrutura acadêmica. Cursos e disciplinas precisam ser revistos e reinventados em diálogo com as políticas públicas, as novas tecnologias, a sustentabilidade e, sobretudo, a equidade social.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/as-
universidades-e-o-desafio-da-desigualdade-social.shtml.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
As universidades e o desafio da desigualdade social
Cesar Martins
Vice-reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista)
Desde o surgimento dos primeiros agrupamentos humanos, a desigualdade tem sido uma marca das sociedades. Embora hoje esteja entre as prioridades de ação de muitos governos, ela persiste como um paradoxo que alimenta a concentração de riquezas. Poucas nações encontraram caminhos capazes de construir sociedades mais igualitárias e com baixa vulnerabilidade socioeconômica.
Atualmente, a desigualdade é tema de debate em universidades de várias partes do mundo. No entanto, durante boa parte de sua história, essas instituições atenderam a um segmento específico da população, a elite econômica, contribuindo para a estratificação social. No Brasil, não foi diferente. As universidades chegaram tardiamente ao país. A primeira faculdade criada, a Escola de Cirurgia da Bahia, surgiu em 1808, e o acesso ao ensino superior permaneceu, por muito tempo, restrito às elites.
Embora tardio, o Brasil adotou relativamente cedo o modelo de universidades públicas, em princípio abertas a todos. Na prática, porém, essas instituições continuaram acessíveis a uma parcela reduzida da sociedade, formada por jovens com boa escolarização básica, o que não correspondia à realidade da maior parte da população. Até meados do século 21, as universidades públicas eram poucas, e os cursos noturnos, quase inexistentes, dificultavam o acesso de pessoas de baixa renda que precisavam trabalhar.
Embora o sistema público de ensino superior tenha crescido na segunda metade do século 20, o padrão elitizado permaneceu. Foi apenas a partir da primeira década do século 21, com políticas como Sisu, Prouni, Fies e a Lei de Cotas, que houve ampliação do acesso de estudantes de baixa renda, pretos, pardos, indígenas e egressos de escolas públicas, especialmente nas universidades públicas.
Essas políticas alteraram o perfil do estudante universitário brasileiro. Hoje, a maioria das universidades públicas conta com programas de inclusão, apoio estudantil e permanência, tornando esse espaço historicamente elitista mais diverso e representativo da sociedade brasileira.
Apesar dos avanços, persistem barreiras importantes: a menor presença de estudantes socialmente vulneráveis nos cursos mais concorridos, como medicina, direito e engenharias; a limitação de recursos para políticas de permanência, como moradia, alimentação, transporte e materiais acadêmicos; e as dificuldades adicionais de acesso e permanência em universidades de maior prestígio.
Embora ainda haja muito a avançar, as universidades públicas brasileiras têm sido referência, em escala global, na democratização do ensino superior e do conhecimento científico. Ainda assim, é momento de olhar com mais atenção para a estrutura acadêmica. Cursos e disciplinas precisam ser revistos e reinventados em diálogo com as políticas públicas, as novas tecnologias, a sustentabilidade e, sobretudo, a equidade social.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/as-
universidades-e-o-desafio-da-desigualdade-social.shtml.
Com base nas classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'muito' funciona como advérbio de intensidade, modificando o adjetivo 'difícil', diferentemente do que ocorre na frase 'A questão enganou muito candidato', em que o termo pertence a outra classe gramatical.
II. A palavra 'de', nessa expressão, é uma preposição que introduz o complemento 'replicar', verbo no infinitivo que completa o sentido do adjetivo 'difícil'.
III. A forma verbal 'depende' encontra-se conjugada no mesmo tempo e modo que o verbo 'vir' na frase: 'Nós viemos para acertar todas as questões da prova de Língua Portuguesa'.
IV. O vocábulo 'própria' é adjetivo, devendo sempre concordar com o substantivo ou pronome a que se refere, assim como o vocábulo 'quite', como na frase 'Devolvi-lhe o presente, portanto estamos quites'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Analise a transitividade dos verbos 'colher' e 'ampliar' no trecho e nos diferentes contextos que serão apresentados. Assinale V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__) O verbo 'colher' atua como transitivo direto, podendo variar sua transitividade conforme o contexto, como na frase "Quando começou a chover, minha mãe colheu a roupa do varal para não molhar", em que assume função bitransitiva.
(__) O verbo 'colher', no contexto, atua com a mesma transitividade observada na frase "Quando era criança, o menino colhia passarinhos escondido dos pais".
(__) O verbo ampliar atua como transitivo direto, assim como na frase "A indústria faz campanha para ampliar o uso de seus produtos".
(__) O verbo 'ampliar', no contexto, apresenta transitividade distinta da apresentada na frase " Ampliara a fazenda com as terras que adquirira dos vizinhos".
Após análise das afirmativas, identifique a sequência CORRETA.