Questões de Concurso Sobre literatura

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Q3613662 Literatura
Parnasianismo é um movimento contemporâneo ao Realismo/Naturalismo, só que apenas da poesia. No Parnasianismo brasileiro, temos a tríade formada por: Olavo Bilac (O Príncipe dos Poetas Brasileiros); Alberto de Oliveira e Raimundo Correia. Entre as características do Parnasianismo, temos: Lema: "Arte pela arte". Rigidez formal. Objetividade. Preferência pelos sonetos. Poesia mais preocupada com a técnica, com a forma. Impessoalidade. Purismo (preocupação com o apuro da linguagem e correção gramatical). Vocabulário erudito, envolvendo utilização de palavras incomuns, no linguajar cotidiano.
(GRIFFI, Beth. Literatura, gramática e redação. Vol.2. Unidade 4. Editora Moderna. S. Paulo. P.191.)
Leia os versos seguintes e texto seguinte:
"Estranho mimo aquele vaso! Vi-o, / Casualmente, uma vez, de um perfumado // Contador sobre o mármor luzidio, / Entre um leque e o começo de um bordado. // Fino artista chinês, enamorado, / Nele pusera o coração doentio / Em rubras flores de um sutil lavrado, / Na tinta ardente, de um calor sombrio. //
Marque a característica parnasiana que se identifica nos versos apresentados. 
Alternativas
Q3613661 Literatura
O Simbolismo no Brasil surge em 1893 com a publicação de "Missal" e "Broquéis", de Cruz e Souza. Esse é considerado o maior representante do movimento no país, ao lado de Alphonsus de Guimarães. Entre suas características, temos: Subjetivismo, individualismo e imaginação. Musicalidade e misticismo. Espiritualidade e transcendentalidade. Não há racionalidade. Subconsciente e inconsciente. Figuras de linguagem: sinestesia, aliteração, assonância.
(Simbolismo no Brasil - Toda Matéria (todamateria.com.br)
Sobre a estrofe do Simbolismo, marque a alternativa correta.
"Ah! Plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento".
Alternativas
Q3613659 Literatura
A Semana de Arte Moderna foi uma manifestação artístico-cultural que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo entre os dias 13 a 17 de fevereiro de 1922.O evento reuniu diversas apresentações de dança, música, recital de poesias, exposição de obras - pintura e escultura - e palestras. Os artistas envolvidos propunham uma nova visão de arte, a partir de uma estética inovadora inspirada nas vanguardas europeias. O evento chocou parte da população e trouxe à tona uma nova visão sobre os processos artísticos, bem como a apresentação de uma arte "mais brasileira". Houve um rompimento com a arte acadêmica, contribuindo para uma mudança estética e para o Movimento Modernista no Brasil. Mário de Andrade foi uma das figuras centrais da Semana de Arte Moderna de 22. Ele esteve ao lado de outros organizadores: o escritor Oswald de Andrade e o artista plástico Di Cavalcanti.
(todamateria.com.br))
Marque o nome do poeta e do poema apresentado na noite de 15 de fevereiro de 1922, segunda noite da Semana de Arte Moderna, causando revolta entre os participantes do evento.
Alternativas
Q3613658 Literatura
No Brasil, o Arcadismo encontrou expressão num grupo de poetes que viviam em Minas Gerais, mais precisamente em Vila Rica, principal centro econômico do país, no século XVIII, em razão da descoberta de ouro e diamante. (...) O Arcadismo brasileiro teve seu marco inicial com a publicação de "Obras" − 1768 - de Cláudio Manuel da Costa. Além dele, temos que citar os destaques do Arcadismo: Tomás Antônio Gonzaga, Basílio da Gama, Alvarenga Peixoto, Silva Alvarenga e Santa Rita Durão. No rol de suas características, temos: Imitação da natureza, buscando a harmonia e a simplicidade. Bucolismo e pastoralismo, idealizando a vida no campo e os costumes dos pastores. Retomada dos modelos clássicos, inspirados na\ cultura greco-romana. Oposição ao Barroco, rejeitando o exagero, o conflito e a religiosidade. Ausência da subjetividade, pois seus poetas privilegiavam a razão e a objetividade.
(TUFANO, Douglas. Estudos de Língua e Literatura. Editora Moderna. Vol.1. São Paulo. Cap.23.)
Marque o que não se comprova no texto de Claudio Manuel da Costa.
Quem deixa o trato pastoril, amado
Pela ingrata, civil correspondência,
Ou desconhece o rosto da violência,
Ou do retiro a paz não tem provado. 

Que bem é ver nos campos transladado
No gênio do pastor, o da inocência!
E que mal é no trato, e na aparência
Ver sempre o cortesão dissimulado!

Ali respira amor sinceridade;
Aqui sempre a traição seu rosto encobre;
Um só trata a mentira, outro a verdade.

Ali não há fortuna, que soçobre;
Aqui quanto se observa, é variedade:
Oh ventura do rico! Oh bem do pobre!
(Cláudio Manuel da Costa)
Alternativas
Q3613657 Literatura
O Brasil apresenta atividade literária significativa a partir do século XVII, com o Barroco (arte do jogo de palavras e de ideias, que visavam surpreender o leitor não só através da construção cuidadosa do texto, marcado várias vezes por uma linguagem excessivamente rebuscada, mas também através de um alto poder de raciocínio lógico). Somos herdeiros de Portugal e, em toda a nossa história literária, tivemos fortes influências da literatura europeia. (...) O Barroco foi o movimento estético literário do conflito, dos impulsos contraditórios, do contraste entre claro/escuro, alma/corpo, céu/inferno, bom/mau. Estas características podem ser comprovadas nos poemas de Gregório de Matos, expoente maior do Barroco.
(...) (MAIA, João Domingues. Literatura, textos e técnicas. Ática. São Paulo. Cap.16. P.270.)
Leia o poema "Pecador contrito aos pés de Cristo crucificado" de Gregório de Matos.
Ofendi-vos, meu Deus, é bem verdade,
Verdade é, meu Senhor, que hei delinquido,
delinquido vos tenho, e ofendido,
ofendido vos tem minha maldade.

Maldade, que encaminha a vaidade,
Vaidade, que todo me há vencido,
Vencido quero ver-me e arrependido,
Arrependido a tanta enormidade.

Arrependido estou de coração,
De coração vos busco, dai-me abraços,
Abraços, que me rendem vossa luz.

Luz, que claro me mostra a salvação,
A salvação pretendo em tais braços,
Misericórdia, amor, Jesus, Jesus! 

Sobre as características do poema, analise as assertivas: 
I.O poema é um soneto, escrito com dois quartetos e dois tercetos, com rimas ABBA nos quartetos e rimas CDE nos tercetos.
II.O eu lírico inicia a construção dos versos amarrando-os através da repetição da última palavra de cada verso, no início do verso seguinte.
III.No soneto, percebemos dois momentos: um quando ele declara a sua culpa e se reconhece como um grande pecador; o outro momento, quando ele declara o arrependimento e busca a salvação.
IV.O termo "contrito" no título do sonete tem o mesmo sentido de "arrependido"; "delinquido " corresponde a " Ter errado".
Marque a opção de assertivas que demonstram análise correta.
Alternativas
Q3613655 Literatura
Analise os versos: "Mas essa dor da vida que devora / A ânsia de glória, o dolorido afã.../
A dor no peito emudecera ao menos / Se eu morresse amanhã!"
Estes versos contêm características do período literário brasileiro, identificado como: 
Alternativas
Q3597040 Literatura

Relacione as colunas referentes obras / autores românticos e marque a alternativa correta.


Coluna I. 

A) Teixeira e Sousa.

B) Joaquim Manuel de Macedo.

C) Manuel Antônio de Almeida.

D) Bernardo Guimarães.

E) Visconde de Taunay.

F) Franklin Távora.

G) José de Alencar.


Coluna II.

1- A Escrava Isaura.

2- O Cabeleira.

3- Memórias de um Sargento de Milícias.

4- Iracema.

5- A Moreninha.

6- Inocência.

7- O Filho do Pescador.

Alternativas
Q3596969 Literatura
Pertence à terceira geração romântica, que apresenta as seguintes características: Poesia de cunho social: temática voltada para problemas sociais e políticos do país. O condor como símbolo da liberdade: o condor, ave da Cordilheira dos Andes, representava o poeta dessa geração; assim como essa ave, ele conseguiria ver a realidade “de cima”, isto é, a partir de um campo de visão mais amplo. Os condoreiros participavam dos debates sociais: esses poetas estavam atentos aos problemas sociais do país e usavam sua poesia para divulgar suas ideias e críticas. Sem fuga da realidade: o poeta condoreiro encarava a realidade de seu país e buscava combater os problemas sociais. Os poetas pretendiam atingir um grande número de pessoas: declamavam suas poesias em teatros e em praças públicas. Linguagem: uso de vocativos, exclamações e hipérboles, de modo a despertar a emoção do leitor/ ouvinte, que, dessa forma, seria motivado a tomar uma atitude.
Falamos de: 
Alternativas
Q3596358 Literatura
Segundo o jornalista, poeta e editor da Revista Bula, Carlos William Leite, este autor foi:

“Poeta, tradutor e crítico literário, considerado o mais lírico dos poetas brasileiros. A temática cotidiana e a melancolia, associada a um sentimento de angústia, permeou toda sua obra. Soube, como nenhum outro poeta, contrapor o provincianismo modernista com o universalismo da poesia. Divide com Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto o título de maior poeta brasileiro pós-1940.”

Pelas características, Carlos William Leite está se referindo a que escritor brasileiro?
Alternativas
Q3596357 Literatura
Considerando-se as características predominantes das escolas literárias brasileiras, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3596356 Literatura
Texto para a questão.

Minha história começa numa ilha com pouco mais de duzentos habitantes, na baía de Todos os Santos. Uma fração de Brasil praticamente secreta, ignorada pelas modernidades e pelos mapas: nem o (quase) infalível Google Maps consegue encontrá-la. É nessa terra minúscula, a Ilha do Paty, que estão minhas raízes. O lugar é um distrito de São Francisco do Conde _ município a 72 quilômetros de Salvador, próximo a Santo Amaro e conhecido por sua atual importância na indústria do petróleo. Na ilha, as principais fontes de renda ainda são a pesca, o roçado e ser funcionário da prefeitura.

No Paty, sapatos são muitas vezes acessórios dispensáveis. Para atravessar de um lado para o outro na maré de águas verdes, o transporte oficial é a canoa, apesar de já existirem um ou outro barco, cedidos pela prefeitura. Ponte? Nem pensar, dizem os moradores, em coro. Quando alguém está no “porto" e quer chegar até o Paty, só precisa gritar: “Tomaquê!".

Assim, algum voluntário pega sua canoa e cruza, a remo, um quilômetro nas águas verdes e calmas. Entre os dois pontos da travessia se gastam uns quarenta minutos. Essa carona carrega, na verdade, um misto de generosidade e curiosidade. Num lugar daquele tamanho, qualquer visita vira assunto, e é justamente o remador quem transporta a novidade.

(RAMOS, Lázaro. Na minha pele: Rio de Janeiro: Fontanar, 2018)
A partir do fragmento apresentado, pode-se afirmar que uma das características da literatura contemporânea presente na narrativa de Lázaro Ramos é: 
Alternativas
Q3591438 Literatura
Olhos d'água


Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe?
..........
...........................................................................................
E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos.
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...........................................................................................
E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?
Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos da minha mãe era cor de olhos d'água. De Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum.
Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.
Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que em que os olhos de uma se tornam o espelho para os olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente no meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como se estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

- Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?

(Conceição Evaristo)
EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Pallas Editora, 2016.
Sobre a obra da autora de Olhos D'água, não é adequado afirmar:
Alternativas
Q3591030 Literatura

Leia o texto e, a seguir, responda a questão.



LEMBRANÇA DE MORRER


Álvares de Azevedo


Quando em meu peito rebentar-se a fibra,


Que o espírito enlaça à dor vivente,


Não derramem por mim nenhuma lágrima


Em pálpebra demente.



E nem desfolhem na matéria impura


A flor do vale que adormece ao vento:


Não quero que uma nota de alegria


Se cale por meu triste passamento.



Eu deixo a vida como deixa o tédio


Do deserto, o poento caminheiro,


... Como as horas de um longo pesadelo


Que se desfaz ao dobre de um sineiro;



Como o desterro de minh’alma errante,


Onde fogo insensato a consumia:


Só levo uma saudade... é desses tempos


Que amorosa ilusão embelecia.



Só levo uma saudade... é dessas sombras


Que eu sentia velar nas noites minhas...


De ti, ó minha mãe, pobre coitada,


Que por minha tristeza te definhas!



De meu pai... de meus únicos amigos,


Pouco - bem poucos... e que não zombavam


Quando, em noites de febre endoudecido,


Minhas pálidas crenças duvidavam.


Se uma lágrima as pálpebras me inunda,


Se um suspiro nos seios treme ainda,


É pela virgem que sonhei... que nunca


Aos lábios me encostou a face linda!



Só tu à mocidade sonhadora


Do pálido poeta deste flores...


Se viveu, foi por ti! e de esperança


De na vida gozar de teus amores.



Beijarei a verdade santa e nua,


Verei cristalizar-se o sonho amigo...


Ó minha virgem dos errantes sonhos,


Filha do céu, eu vou amar contigo!



Descansem o meu leito solitário


Na floresta dos homens esquecida,


À sombra de uma cruz, e escrevam nela:


Foi poeta - sonhou - e amou na vida.



Sombras do vale, noites da montanha


Que minha alma cantou e amava tanto,


Protegei o meu corpo abandonado,


E no silêncio derramai-lhe canto!



Mas quando preludia ave d’aurora


E quando à meia-noite o céu repousa,


Arvoredos do bosque, abri os ramos...


Deixai a lua pratear-me a lousa!



Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/a-segundageracao-romantismo.htm1- Acesso em 10 ago. 2023. 













O tema deste poema é 
Alternativas
Q3591029 Literatura

Leia o texto e, a seguir, responda a questão.



LEMBRANÇA DE MORRER


Álvares de Azevedo


Quando em meu peito rebentar-se a fibra,


Que o espírito enlaça à dor vivente,


Não derramem por mim nenhuma lágrima


Em pálpebra demente.



E nem desfolhem na matéria impura


A flor do vale que adormece ao vento:


Não quero que uma nota de alegria


Se cale por meu triste passamento.



Eu deixo a vida como deixa o tédio


Do deserto, o poento caminheiro,


... Como as horas de um longo pesadelo


Que se desfaz ao dobre de um sineiro;



Como o desterro de minh’alma errante,


Onde fogo insensato a consumia:


Só levo uma saudade... é desses tempos


Que amorosa ilusão embelecia.



Só levo uma saudade... é dessas sombras


Que eu sentia velar nas noites minhas...


De ti, ó minha mãe, pobre coitada,


Que por minha tristeza te definhas!



De meu pai... de meus únicos amigos,


Pouco - bem poucos... e que não zombavam


Quando, em noites de febre endoudecido,


Minhas pálidas crenças duvidavam.


Se uma lágrima as pálpebras me inunda,


Se um suspiro nos seios treme ainda,


É pela virgem que sonhei... que nunca


Aos lábios me encostou a face linda!



Só tu à mocidade sonhadora


Do pálido poeta deste flores...


Se viveu, foi por ti! e de esperança


De na vida gozar de teus amores.



Beijarei a verdade santa e nua,


Verei cristalizar-se o sonho amigo...


Ó minha virgem dos errantes sonhos,


Filha do céu, eu vou amar contigo!



Descansem o meu leito solitário


Na floresta dos homens esquecida,


À sombra de uma cruz, e escrevam nela:


Foi poeta - sonhou - e amou na vida.



Sombras do vale, noites da montanha


Que minha alma cantou e amava tanto,


Protegei o meu corpo abandonado,


E no silêncio derramai-lhe canto!



Mas quando preludia ave d’aurora


E quando à meia-noite o céu repousa,


Arvoredos do bosque, abri os ramos...


Deixai a lua pratear-me a lousa!



Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/a-segundageracao-romantismo.htm1- Acesso em 10 ago. 2023. 













O poema “Lembrança de Morrer”, do livro Lira dos 20 anos, de Álvares de Azevedo, pertence ao romantismo da segunda geração porque
Alternativas
Q3581405 Literatura
No tocante ao Romance de 30, analise as assertivas a seguir:

I. Entre os princípios básicos do romance adotados por alguns escritores na década de 1930, encontram-se a verossimilhança, a tipificação social e a linearidade narrativa.
II. A obra “O quinze”, de Rachel de Queiroz, articula-se a partir de dois planos. O primeiro é o plano social, no qual são apresentados os efeitos da seca sobre os sertanejos. O segundo é o individual, no qual o leitor conhece as experiências de Conceição.
III. Entre os primeiros romances desse período, encontram-se “A bagaceira”, de José Américo de Almeida, publicado em 1928, e “Menino de engenho”, de Jorge Amado, publicado em 1930.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3581404 Literatura
À luz do que preconiza Gonzaga, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os gêneros romance e conto às suas características.

Coluna 1

1. Romance.
2. Conto.

Coluna 2

( ) Tem uma duração temporal mínima, já que normalmente se concentra em alguns instantes decisivos.
( ) Geralmente apresenta inúmeros eventos, bem como muitos personagens.
( ) Na maior parte das vezes, tem uma multiplicidade de ações e personagens e sua ênfase é nos personagens.
( ) Enfatiza os acontecimentos. Logo, normalmente não há uma análise exaustiva dos personagens.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581403 Literatura
No tocante aos conceitos básicos sobre períodos literários de acordo com Gonzaga, analise as assertivas a seguir:

I. Os períodos literários também são conhecidos como escolas, correntes ou movimentos.
II. Os períodos literários pressupõem um momento histórico delimitado, no qual vários escritores aderem a normas e princípios comuns.
III. Os períodos literários podem ser compreendidos como estilos de época, já que representam procedimentos artísticos individuais que se tornam repetitivos e constantes entre uma geração.

Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q3574239 Literatura
Com o tempo, houve a secularização do Teatro, que se tornou profano, desenvolvendo-se, então, o/a ____________________________________

(MAIA, João Domingues. Literatura, textos e técnicas. – Roteiro do Teatro. Editora Ática. Cap. 18.)

Marque a alternativa com a palavra que completa corretamente o enunciado.
Alternativas
Q3560884 Literatura
“Ele só aprendeu a ler e a escrever como tomou contato com uma realidade social que mais tarde povoaria sua ficção. Pouca gente sabe, mas formou-se em medicina e entrou para a carreira diplomática nos anos 30. O sucesso literário veio com a publicação do romance Grande Sertão: Veredas (1956), um dos maiores livros brasileiros de todos os tempos.

O Escritor Brasileiro que o texto faz referência é:
Alternativas
Q3559062 Literatura
Conhecer as concepções sobre a relação entre as categorias da literatura e a formação docente é importante para que o professor consiga discernir o melhor recurso pedagógico a ser trabalhado. Dentro dessa lógica, Bordini e Aguiar (1988) apresentam uma reflexão que traz à tona algumas constatações, sendo incorreto afirmar: 
Alternativas
Respostas
1021: A
1022: A
1023: A
1024: C
1025: C
1026: D
1027: D
1028: B
1029: D
1030: B
1031: C
1032: C
1033: D
1034: D
1035: D
1036: A
1037: C
1038: C
1039: B
1040: C