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Questões de Concurso Sobre tipos de gramática – normativa, funcional, descritiva e gerativa em linguística

Questões Discursivas

Foram encontradas 178 questões

Q3817794 Linguística
Assinale a alternativa que apresenta uma abordagem que está de acordo com os modernos estudos da linguagem em relação ao ensino gramatical nas escolas.
Alternativas
Q4110268 Linguística
Según la gramática, la función semántica discursiva de la lengua española leche es
Alternativas
Q4109190 Linguística

"Onhembopara aguã nhande kuery arandu kuaxia re,...jaiko aguã "xondaro mbaraete Teko ymã gua reraa jepea"(p.26)

Kuaxia para " xondaro mbaraete Teko ymã gua reraa jepea" mava’e pe tu he'i:

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Q4109174 Linguística

Kova’e letra “o” de “oikyty...ogueru ha’e oikyty...”

Mava’e re ijayvu: 

Alternativas
Q3983248 Linguística

De acordo com a BNCC para o Ensino Fundamental, o estudo da estrutura linguística deve contribuir para que os alunos:


Alternativas
Q3850990 Linguística
De acordo com estudos na área da Linguística, especialmente segundo as perspectivas de Chomsky, Possenti e Perini, a gramática pode ser compreendida de diferentes maneiras. Uma delas diz respeito ao conjunto de regras que o falante domina intuitivamente, permitindo-lhe produzir e interpretar enunciados na sua língua materna, ainda que não saiba explicitá-las ou descrevê-las formalmente. Essa concepção não se baseia em normas sociais de prestígio, mas no funcionamento mental da língua.
A concepção descrita corresponde à:
Alternativas
Q3806856 Linguística
A Gramática Descritiva, fundamentada em abordagens empíricas da Linguística moderna, investiga sistematicamente os usos efetivos da língua em sua heterogeneidade sociocomunicativa. No contexto educacional contemporâneo, tal perspectiva dialoga com pressupostos de letramento, variação e mudança linguística. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma contribuição teoricamente consistente da Gramática Descritiva para o ensino de língua portuguesa na escola básica.
Alternativas
Q3773968 Linguística

ESCOLA, ENSINO DE LÍNGUA, LETRAMENTO E CONHECIMENTO


    A língua não é um hábito que se exercita, nem um jogo em que se entra e sai, nem tampouco uma roupa que se veste conforme a ocasião, apropriada ou inapropriada. É uma totalidade que, constituída na história humana, constitui os sujeitos, é marca de identidade, condição de pensamento, forma fundamental de relacionamento e de intervenção no mundo. Independentemente de qual seja a base biológica em que se sustenta a linguagem humana, seja admitindo-se um fundamento genético específico, seja reconhecendo a capacidade simbólica humana consequente do desenvolvimento cerebral, o fato é que a língua é um fenômeno de ordem histórica e, como tal, realiza-se e produz-se em função da ação humana, do trabalho humano.

    Devemos sempre considerar, ao refletir sobre as formas de ser e os usos da língua, que ela é, acima de tudo, expressão de identidades: identidades de grupos, de nações, países ou regiões (de onde surge o conceito de língua ou línguas nacionais), de países, de comunidades de países, de localidades e, também e de forma muito significativa, de indivíduos. Evidentemente, não se postula nenhum processo “natural”, mas sim um movimento histórico, que se submete a múltiplas funções e é objeto de constante disputa. As identidades são produções histórico-sociais e pertencem ao humano genérico.

    Daí as limitações das percepções dicotômicas da língua que se constituíram na tradição dos estudos linguísticos e dos modelos pedagógicos de ensino de língua materna. Assim é que se estabeleceram, sempre em pares excludentes, paradigmas avaliativos ou descritivos dos usos e definições linguísticas, tais como próprio e impróprio, adequado e inadequado, forma culta e popular, registro formal e informal, língua padrão e não padrão, falar (ou escrever) certo e errado, modalidade escrita e oral, entre tantas outras oposições simplificadoras. Não se trata de afirmar que tais formas de apreensão do fenômeno linguístico são ilegítimas ou mero equívoco teórico. Pelo contrário, é preciso considerá-las como resultado dos focos de interesse que se manifestam nas formas como se realiza a luta pelo poder.

    Por isso faz todo sentido afirmar que língua é poder. O domínio sobre a linguagem, mais exatamente sobre seus usos, produzindo e legitimando determinadas formas como ela se realiza, pelo estabelecimento de uma legislação linguística (gramáticas, normas, gêneros, regras) e de valores arbitrários por meio da publicidade deste ou daquele registro é uma forma de poder. E um poder particularmente relevante na medida em que tanto o conhecimento formal como as formas de normatização da vida e de produção se concretizam na linguagem, em particular nas formas de escrita. Bourdieu (1998) captou com precisão essa ideia quando formulou o conceito de língua legítima, isto é, aquela que, para um determinado Estado, aparece como a única língua que expressa o poder e que é (e assim deve ser) muito mais reconhecida do que conhecida.

    O preconceito linguístico sustenta-se no reconhecimento desta língua legítima e na reprodução contínua de estereótipos de cultura e de incultura e na divulgação sistemática de um modelo regulador e corretivo, de caráter basicamente estilístico, cuja finalidade, mesmo que não afirmada e até negada, está em fazer crer que o suposto domínio deste modo de usar a língua (o que é praticamente impossível, não estando o sujeito inserido no lugar social em que este falar se realiza) traz sucesso social. Mais que isso, se naturaliza um estilo como original e se marcam os demais como desvios ou atrasos e, neste sentido, ameaça à integridade social. Deste fato (porque tal imagem se constitui como fato social, mesmo que se fundamente numa crença) se aproveitam pretensos especialistas que mantêm espaços didáticos regulares em jornais, revistas e programas de tevê; mas também, infelizmente, tendo interiorizado esta lógica e reconhecendo-a como verdade insuspeita, atuam nesta direção educadores sérios e dedicados. Esta forma de compreender a questão da linguagem é motivo de intenso debate pedagógico em que se indaga não apenas como a escola deve ensinar a língua materna, mas também o que tem a ensinar. Infelizmente, este debate raramente abandona o referencial normativo e, preso às concepções dicotômicas, desconsidera a questão central, a saber, aquela que diz respeito ao conhecimento [...]

    A posição que cabe sustentar não é a de que o ensino da língua legítima é democrático (visão monolítica de cunho autoritário) nem a de que cada um sabe do seu jeito e que não há o que aprender no que tange à linguagem (conceito que só se sustenta por um culturalismo idealista). Assumiremos por enquanto que “o papel da escola deve ser o de garantir ao aluno o acesso à escrita e aos discursos que se organizam a partir dela” (Britto, 1997). Isto porque a aprendizagem da escrita e dos conteúdos que se veiculam por ela é central na formação dos sujeitos e não se realiza senão através do exercício sistemático e reflexivo.

    De fato, a escrita é um instrumento poderoso, cuja principal característica – mas certamente não a única – é a de permitir a expansão da memória, que passa a situar-se fora dos indivíduos, o que, por sua vez, permite a produção de formas de pensamento descontextualizado e a monitoração continuada de ações e atividades intelectuais. Durante muito tempo, ela foi o único recurso desta natureza (hoje existem vários, como a gravação em áudio e vídeo, a fotografia, os arquivos eletrônicos). A expansão da memória oferece aos indivíduos e aos grupos sociais maior capacidade de pensamento, porque permite esquecer sem esquecer, uma vez que não é preciso guardar na mente todas as informações, mensagens, ideias, raciocínios. Armazenando e registrando a informação fora do corpo físico, mas ao alcance dos interessados, a escrita teve papel fundamental no desenvolvimento da ciência, da filosofia, das leis, das artes etc.

    Contrariamente ao que costuma repercutir o senso comum, a escrita não tem, nem teve em sua origem, como função primordial a comunicação. De fato, ela foi produzida principalmente em função da necessidade do registro da propriedade e do controle do fluxo de mercadorias e se desenvolveu na medida em que a sociedade de classes, centrada na apropriação da riqueza por uma das classes e pelo poder que esta classe exercia sobre o conjunto da sociedade, se expandiu. Há, portanto, um vínculo estrito entre a escrita e as formas de poder e de apropriação dos bens simbólicos produzidos na própria cultura escrita. E isto não é de se estranhar quando se considera uma ordem social em que a apropriação desigual da produção é essencial. Como ocorre com qualquer outra técnica, a posse da escrita, na sociedade de classes, está desigualmente distribuída.

    Até este momento da exposição, considerei a língua e a escrita como objetos em si, descolados de outras dimensões do conhecimento e das práticas humanas, conforme se costuma fazer nas reflexões oriundas na área da linguagem. Contudo, e esta é a tese fundamental que sustenta meu posicionamento atual, tal separação tem trazido significativos malentendidos e prejuízos, senão para os estudos da linguagem, pelos menos para a educação em sentido amplo.

    Para dar segmento a este raciocínio, tomo em consideração o conceito de letramento, que se vulgarizou dos anos noventa cara cá nos estudos de escrita, educação linguística e propostas de educação escolar. Para tanto, retomo aqui a defesa de Kato (1986), a primeira autora a usar o termo no Brasil, sobre a função da escola: “A função da escola é introduzir a criança no mundo da escrita, tornando um cidadão funcionalmente letrado, isto é, um sujeito capaz de fazer uso da linguagem escrita para sua necessidade individual de crescer cognitivamente e para atender às várias demandas de uma sociedade que prestigia esse tipo de linguagem como um dos instrumentos de comunicação. A chamada norma-padrão, ou língua falada culta, é consequência do letramento, motivo por que, indiretamente, é função da escola desenvolver no aluno o domínio da linguagem falada institucionalmente aceita.”

    A ideia de um mundo da escrita apareceu em função das análises dos gêneros da escrita e da relação que se estabelece entre eles e o conhecimento. Nos textos escritos, as frases podem ser mais longas e complexas e apresentar maior diversidade de palavras. As formas de organizar o enunciado se definem com outros critérios, diferentes das formas próprias da fala. Na fala são elementos essenciais o tempo e o ritmo, a repetição e a ênfase sonora como recursos para organizar o que dizemos. O ouvinte serve de orientação para que a falante se explique, se corrija, tome um novo ritmo, fale com maior ou menor intensidade. Ao escrever, organiza-se o texto em períodos, parágrafos, capítulos, partes.

    Além disso, a escrita favorece maior percepção da língua e a fixação de suas formas. Por permanecer presente diante daquele que a vê, permite que um texto possa ser revisto tantas vezes quantas o autor quiser e que o leitor possa retomar qualquer ponto do texto. Graças a essa possibilidade se estabeleceram conceitos, como o de palavra e de fonema, desenvolveram-se teorias para explicar a língua, seu funcionamento e sua relação com o pensamento, produziram-se dicionários e gramáticas. Outro aspecto relevante da escrita é a bidimensionalidade, em oposição ao caráter linear da fala, o que permite a construção de quadros, tabelas, esquemas e mapas, que, por sua vez, permitem outras formas de apreensão e representação do real. Também se associam à escrita diversas atividades intelectuais e sociais (literatura, filosofia, ciência, direito), além de produtos culturais materiais. A tais atividades e produtos se vinculam muitas profissões (a de escrever, a de ensinar, o jornalismo, o trabalho de edição e revisão de textos, a indústria gráfica e, mais recentemente, a eletrônica).

    Como vemos, a ideia de um mundo da escrita diz respeito às formas de organização da sociedade e do desenvolvimento do conhecimento. É certo que a língua ganhou novas conformações e estruturas neste processo, mas não há como imaginar que seja possível aprender esta escrita sem conhecer os conteúdos que a ela se associam e, portanto, entrar neste mundo da escrita é, de fato, entrar no mundo do conhecimento.

    Equivoca-se a autora quando estabelece a equivalência entre “introduzir a criança no mundo da escrita” e “torná-la um cidadão funcionalmente letrado”, porque a ideia de alfabetismo funcional implica não o domínio das formas superiores de conhecimento, mas a possibilidade de usar a escrita para as tarefas de cotidiano, as quais se relacionam com situações próprias do contexto imediato [...]

    Kato também deriva norma-padrão do conceito de letramento. Se é fato que a atividade normativa no âmbito da linguagem se desenvolveu enormemente com a escrita, isto não significa que haja correspondência estrita entre o conhecimento dos conteúdos veiculados pela escrita e o domínio de regras de uso e de um determinado estilo. Menos ainda se pode dizer que a norma-padrão (que seria uma espécie de cânone estabelecido pelos mecanismos de controle linguísticos) se equivalha à língua falada culta, que é a manifestação de oralidade de um segmento social. Tais confusões decorrem de uma percepção acrítica das questões políticosociais no plano da linguagem e fortalecem o preconceito e o normativismo. Esta postura fica evidente quando a autora sustenta que tal forma de linguagem é “a institucionalmente aceita”, como se isso fosse da natureza humana e não da história. A defesa do que se chama norma culta, como expressão de uma linguagem elaborada e “correta”, está diretamente relacionada com a reprodução da língua legítima e das relações de poderes em que ela se encerra, pouco se relacionando com o desenvolvimento intelectual e com o conhecimento formal (ver, a respeito, BRITTO, 1977; 2003).


Referências

BOURDIEU, P. A economia das trocas linguísticas. São Paulo: Edusp., 1998.

BRITTO, L. P. L. Contra o consenso: cultura escrita, educação e participação. Campinas: Mercado de Letras, 2003

BRITTO, L. P. L. A sombra do caos: ensino de língua x tradição gramatical. Campinas: Mercado de Letras / ALB, 1997.

KATO, M. A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. São Paulo, Ática, 1986.

LUIZ PERCIVAL LEME BRITTO

Adaptado de Calidoscópio, Porto Alegre, vol. 5, nº 1, jan./abr, 2007 [excerto adaptado].

Ainda no 1º parágrafo, é possível reconhecer a referência a estudos gerativistas de compreensão da linguagem humana, com o uso da seguinte expressão na última frase: 
Alternativas
Q3765427 Linguística
Analise as afirmações a seguir à luz dos estudos linguísticos contemporâneos e da gramática descritiva.
I. "A linguagem não é apenas a veste do pensamento, mas sua própria matéria."
II."Falar é agir sobre o outro: ao dizer, o falante altera a situação do interlocutor."
Assinale a análise que está de acordo com às concepções de linguagem envolvidas nessas afirmações e sua relação com a atuação da linguagem na constituição da realidade. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - LETRAS - INGLÊS - Licenciatura |
Q3711746 Linguística
During a 9th-grade English class, the teacher designs a lesson around the theme Local Heroes. The students begin by watching a short subtitled documentary about Mestre João, a capoeira master who offers free classes to children in the school’s neighborhood. Working in groups, they then create posters and voice recordings in English to present other individuals they know who make a difference in their community. Some students choose sports figures, others highlight musicians or teachers. In order to support the lesson, the teacher prepares a didactic sequence that incorporates elements of digital literacy. Throughout the activities, she encourages students to express themselves meaningfully in English, prioritizing authentic communication and social relevance over grammatical perfection and form-focused drills.
Which linguistic theory supports the teaching approach demonstrated in the text?
Alternativas
Q3711041 Linguística

TEXTO 1


A concepção de linguagem e de gramática que agora consideramos tem bases fortemente humanistas: todo homem, sejam quais forem suas condições, nasce dotado de uma faculdade da linguagem como parte de sua própria capacidade e dignidade humanas. Mesmo que restem muitos pontos obscuros quanto à natureza e à extensão dessa faculdade, isso significa que, sem distinção, todas as crianças desenvolvem uma gramática interna.


Fica excluída, assim, toda valoração de uma língua ou modalidade de língua em relação a outra e qualquer forma de discriminação preconceituosa da modalidade popular.


Não faz sentido contrapor uma linguagem erudita a uma linguagem vulgar, nem tentar substituir uma pela outra. Trata- -se de levar a criança a dominar uma outra linguagem, por razões culturais, sociais e políticas bastante justificáveis.


FRANCHI, C. Mas o que é mesmo gramática?.  

São Paulo: Parábola, 2006 (adaptado).



TEXTO 2


Franchi (2006) apresenta a seguinte reflexão de uma professora acerca de uma redação contendo desvios normativos: “esse aluno escreve como fala. E isso a gente pode ver na grafia e nos erros de concordância. Eu não aceito essa onda de que não tem mais certo e errado. A redação fica horrível nessa linguagem vulgar. Há regras e normas para tudo e as crianças têm que aprender a escrever de acordo com o que foi estabelecido pelos bons escritores e pelos que conhecem a língua. O aluno tem direito de conhecer as belezas da sua própria língua.”

Considerando o conceito de gramática apresentado no texto 1, qual prática docente está alinhada a uma abordagem investigativa e científica do ensino de gramática?
Alternativas
Q3709379 Linguística

Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Médio elaborou um plano de aula cujo fragmento pode ser lido a seguir.



 Plano de Aula



Tema: Explorando a ordem das palavras no português


Série: 2ª série do Ensino Médio


Componente Curricular: Língua Portuguesa


Conteúdo: Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Objetivo: Reconhecer a ordem preferencial dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Metodologia:


  • Exploração dos conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto.


  • Leitura de exemplos: “carta eu uma escrevi.”; “comprou minha pão mãe o.”; “bola chutou a Pedro.”; e “aposta ela uma fez.”


  • Debate sobre a posição dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro com base nos exemplos citados.


  • Reflexão sobre a ordem das palavras a partir dos exemplos apresentados pelo professor.


 Reconhecimento da ordem preferencial da estrutura oracional do português brasileiro, reorganizando os exemplos no quadro.



Durante a execução do plano, o professor explicou: “No português brasileiro, a ordem mais comum dos constituintes é Sujeito – Verbo – Objeto (SVO). Vocês se lembram desses termos estudados nas aulas anteriores? Geralmente, colocamos o sujeito primeiro, depois o verbo e, por fim, o objeto. Essa organização é tão comum que remete a estruturas linguísticas fundamentais internalizadas na cognição do falante do português brasileiro. Quando alteramos essa ordem, a frase pode parecer confusa ou estranha. Isso mostra que o conhecimento da estrutura SVO faz parte do modo como usamos o português brasileiro, sem precisar pensar nela conscientemente”.


Considerando esse fragmento do plano de aula, qual alternativa identifica a teoria linguística que fundamenta a proposta pedagógica desenvolvida?
Alternativas
Q3660759 Linguística

À luz da linguística funcionalista e da gramática tradicional normativa, analise as proposições a seguir, considerando a articulação entre estrutura gramatical e função textual dos elementos linguísticos.



I. O uso do pronome "se" como índice de indeterminação do sujeito reflete, sob o ponto de vista funcional, uma estratégia de apagamento do agente da ação, alinhando-se a efeitos discursivos de impessoalidade.


II. A elipse de termos sintáticos em estruturas coordenadas pode ser compreendida, funcionalmente, como um mecanismo de economia textual e de progressão temática, sem que haja comprometimento da coesão sequencial.


III. A ordem direta dos constituintes frasais é um traço distintivo do português brasileiro contemporâneo, sendo preferida não apenas por convenção normativa, mas principalmente por sua funcionalidade na organização informacional da sentença.


IV. A preposição, por sua natureza relacional, possui papel essencialmente estrutural, e não pode ser interpretada sob nenhuma hipótese como elemento funcional dentro da progressão argumentativa de um texto.



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3655170 Linguística
A abordagem linguístico-discursiva da gramática propõe uma leitura da linguagem como prática social e histórica, deslocando o foco das estruturas isoladas para os modos como essas estruturas ganham sentido em situações comunicativas reais. Essa perspectiva integra o funcionamento gramatical ao uso, concebendo a gramática como recurso textual-discursivo e não como sistema autônomo. Considerando tal abordagem, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3649613 Linguística
Assinale a alternativa que corretamente completa a frase a seguir:
Para a teoria chomskyana, a competência linguística deriva de princípios inatos comuns a todas as línguas, denominados __________, que fornecem a base estrutural sobre a qual as variações linguísticas particulares se manifestam.
Alternativas
Q3609991 Linguística
Tendo como base os estudos que criticam a prevalência de atividades de análise linguística fundamentadas em abordagens tradicionalistas (Rohling, Remenche, Pinton e Silva), analise as alternativas abaixo e assinale aquela que expressa, com o maior grau de sofisticação teórico-pedagógica, os desafios centrais inerentes à implementação da PAL/S:
Alternativas
Q3525744 Linguística
Este estudo foi caracterizado como uma pesquisa baseada em design, conforme concepção assumida por Anderson e Shattuck (2012), ao caracterizar o percurso investigativo marcado pelo planejamento interventivo e colaborativo e informado por pressupostos teóricos, em função da transformação do ensino e do fortalecimento da teoria. Sob a influência do próprio programa de fomento à pesquisa e de formação de pessoal, a principal abordagem teórica utilizada foi a da educação científica, em desenvolvimento na LA (Linguística Aplicada) (Freitas, 2022; Magalhães, 2023; Silva, 2020b; Silva; Mendes, 2023). Essa abordagem informou o planejamento interventivo, marcado pela elaboração e testagem de materiais de ensino, a exemplo de jogos didáticos focalizados mais diretamente neste artigo. Auxiliou a construção colaborativa de procedimentos pedagógicos diferenciados.
(Wagner Rodrigues Silva, Andreia Cristina Fidelis e Kiahra Antonella. Laboratório virtual de pesquisa escolar com gramática: educação científica em aulas de língua materna. 2024)

Para o desenvolvimento do jogo didático, fruto da pesquisa, os autores fundamentaram-se na perspectiva
Alternativas
Q3524977 Linguística
... linguistas que se dedicam a estudar a língua não como sistema autônomo, mas por meio de seu funcionamento em situações concretas de uso. Sob essa perspectiva, o texto passa a ser visto como lugar de interação entre sujeitos sociais.
(Ingedore Villaça Koch; Vanda Maria Elias. Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011)

As informações do texto referem-se aos
Alternativas
Q3524907 Linguística
Según Noam Chomsky (Scutti, apud Bruno, 2005), el concepto de competencia puede definirse como
Alternativas
Q3456820 Linguística
Ao analisar o português brasileiro, Berlinck, Augusto e Scher (“Sintaxe”, em Mussalim e Bentes [orgs.], Introdução à linguística: domínios e fronteiras, 2005), observam que
Alternativas
Respostas
21: D
22: E
23: B
24: E
25: A
26: A
27: D
28: D
29: A
30: C
31: C
32: C
33: B
34: D
35: E
36: B
37: D
38: C
39: A
40: E