Questões de Concurso Sobre tipos de gramática – normativa, funcional, descritiva e gerativa em linguística

Foram encontradas 185 questões

Q4348931 Linguística
De acordo com Bechara (2024), certos usos da língua são tradicionalmente avaliados segundo a natureza do desvio produzido, que pode envolver aspectos sintáticos, vocabulares, sonoros ou relacionados à construção do sentido.
Relacione os vícios de linguagem apresentados na Coluna 1 às respectivas caracterizações apresentadas na Coluna 2.

Coluna 1
1.Ambiguidade. 2.Cacofonia. 3.Solecismo. 4.Pleonasmo. 5.Barbarismo.
Coluna 2
(__)Resulta de construção cuja organização admite interpretações distintas para um mesmo enunciado, sem que o contexto forneça elementos suficientes para determinar uma única leitura.

(__)Caracteriza-se pela repetição desnecessária de uma ideia já contida em outro elemento do enunciado, sem que a retomada desempenhe função expressiva ou enfática.

(__)Manifesta-se pela inadequação na estrutura sintática do enunciado, envolvendo relações de concordância, regência ou colocação em desacordo com o padrão normativo.

(__)Decorre do encontro ou da sucessão de elementos sonoros que produz combinação fônica inadequada, capaz de gerar efeito estranho ou associação de sentido não pretendida.

(__)Caracteriza-se por desvio relacionado à forma vocabular, podendo atingir aspectos como grafia, pronúncia ou configuração morfológica da palavra em relação ao padrão normativo.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4345864 Linguística
De acordo com Bechara (2024), certos usos da língua são tradicionalmente avaliados segundo a natureza do desvio produzido, que pode envolver aspectos sintáticos, vocabulares, sonoros ou relacionados à construção do sentido.

Relacione os vícios de linguagem apresentados na Coluna 1 às respectivas caracterizações apresentadas na Coluna 2.

Coluna 1
1.Ambiguidade.
2.Cacofonia.
3.Solecismo.
4.Pleonasmo.
5.Barbarismo.

Coluna 2
(__)Resulta de construção cuja organização admite interpretações distintas para um mesmo enunciado, sem que o contexto forneça elementos suficientes para determinar uma única leitura.
(__)Caracteriza-se pela repetição desnecessária de uma ideia já contida em outro elemento do enunciado, sem que a retomada desempenhe função expressiva ou enfática.
(__)Manifesta-se pela inadequação na estrutura sintática do enunciado, envolvendo relações de concordância, regência ou colocação em desacordo com o padrão normativo.
(__)Decorre do encontro ou da sucessão de elementos sonoros que produz combinação fônica inadequada, capaz de gerar efeito estranho ou associação de sentido não pretendida.
(__)Caracteriza-se por desvio relacionado à forma vocabular, podendo atingir aspectos como grafia, pronúncia ou configuração morfológica da palavra em relação ao padrão normativo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4339113 Linguística
O texto III a seguir servirá de base para a resolução da questão.

TEXTO III
Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs

    Na perspectiva de uma didática voltada para a produção e interpretação de textos, a atividade metalinguística deve ser instrumento de apoio para a discussão dos aspectos da língua que o professor seleciona e ordena no curso do ensino-aprendizagem.
    Assim, não se justifica tratar o ensino gramatical desarticulado das práticas de linguagem. É o caso, por exemplo, da gramática que, ensinada de forma descontextualizada, tornou-se emblemática de um conteúdo estritamente escolar, do tipo que só serve para ir bem na prova e passar de ano - uma prática pedagógica que vai da metalíngua para a língua por meio de exemplificação, exercícios de reconhecimento e memorização de terminologia. Em função disso, discute-se se há ou não necessidade de ensinar gramática. Mas essa é uma falsa questão: a questão verdadeira é o que, para que e como ensiná-la.
     Deve-se ter claro, na seleção dos conteúdos de análise linguística, que a referência não pode ser a gramática tradicional. A preocupação não é reconstruir com os alunos o quadro descritivo constante dos manuais de gramática escolar (por exemplo, o estudo ordenado das classes de palavras com suas múltiplas subdivisões, a construção de paradigmas morfológicos, como as conjugações verbais estudadas de um fôlego em todas as suas formas temporais e modais, ou de pontos de gramática, como todas as regras de concordância, com suas exceções reconhecidas).
    O que deve ser ensinado não responde às imposições de organização clássica de conteúdos na gramática escolar, mas aos aspectos que precisam ser tematizados em função das necessidades apresentadas pelos alunos nas atividades de produção, leitura e escuta de textos.
     O modo de ensinar, por sua vez, não reproduz a clássica metodologia de definição, classificação e exercitação, mas corresponde a uma prática que parte da reflexão produzida pelos alunos mediante a utilização de uma terminologia simples e se aproxima, progressivamente, pela mediação do professor, do conhecimento gramatical produzido. Isso implica, muitas vezes, chegar a resultados diferentes daqueles obtidos pela gramática tradicional, cuja descrição, em muitos aspectos, não corresponde aos usos atuais da linguagem, o que coloca a necessidade de busca de apoio em outros materiais e fontes.
    [...] não se pode mais insistir na ideia de que o modelo de correção estabelecido pela gramática tradicional seja o nível padrão de língua ou que corresponda à variedade linguística de prestígio. Há, isso sim, muito preconceito decorrente do valor atribuído às variedades padrão e ao estigma associado às variedades não-padrão, consideradas inferiores ou erradas pela gramática. Essas diferenças não são imediatamente reconhecidas e, quando são, não são objeto de avaliação negativa.
     Para cumprir bem a função de ensinar a escrita e a língua padrão, a escola precisa livrar-se de vários mitos: o de que existe uma forma "correta" de falar, o de que a fala de uma região é melhor do que a de outras, o de que a fala "correta" é a que se aproxima da língua escrita, o de que o brasileiro fala mal o português, o de que o português é uma língua difícil, o de que é preciso "consertar" a fala do aluno para evitar que ele escreva errado.
    Essas crenças insustentáveis produziram uma prática de mutilação cultural que, além de desvalorizar a fala que identifica o aluno a sua comunidade, como se esta fosse formada de incapazes, denota desconhecimento de que a escrita de uma língua não corresponde a nenhuma de suas variedades, por mais prestígio que uma delas possa ter. Ainda se ignora um princípio elementar relativo ao desenvolvimento da linguagem: o domínio de outras modalidades de fala e dos padrões de escrita (e mesmo de outras línguas) não se faz por substituição, mas por extensão da competência linguística e pela construção ativa de subsistemas gramaticais sobre o sistema já adquirido.
    No ensino-aprendizagem de diferentes padrões de fala e escrita, o que se almeja não é levar os alunos a falar certo, mas permitir-lhes a escolha da forma de fala a utilizar, considerando as características e condições do contexto de produção, ou seja, é saber adequar os recursos expressivos, a variedade de língua e o estilo às diferentes situações comunicativas: saber coordenar satisfatoriamente o que fala ou escreve e como fazêlo; saber que modo de expressão é pertinente em função de sua intenção enunciativa - dado o contexto e os interlocutores a quem o texto se dirige. A questão não é de erro, mas de adequação às circunstâncias de uso, de utilização adequada da linguagem.

(BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998. Fragmentos, p. 28, 29 e 31.)
De acordo com as afirmações do texto III, é válido apontar que a Gramática Tradicional pode servir de referência para vários aspectos do estudo de Língua Portuguesa, exceto para:
Alternativas
Q4327786 Linguística
TEXTO I

Venezuelanos cobram ação por crimes contra a humanidade

Representantes de vários setores da sociedade local enviaram documento à Corte Penal Internacional em que exigem aplicação do Estatuto de Roma


Eugênio Goussinsky


  Mais de 150 venezuelanos, entre civis, militares da reserva e profissionais de diferentes áreas, enviaram uma carta à juíza Tomoko Akane, presidente da Corte Penal Internacional (CPI), situada em Haia, Países Baixos, em que pede medidas urgentes diante do que classificam como violações sistemáticas de direitos humanos na Venezuela.

    No documento, os signatários cobram a aplicação imediata do Estatuto de Roma e afirmam que o país vive um quadro persistente de detenções arbitrárias e perseguição política, principalmente durante o regime do ditador Nicolás Maduro (2013-2026). Eles pedem que tal situação não prossiga no atual governo, depois da captura de Maduro pelos Estados Unidos, no dia 3 de janeiro último.

   Segundo a denúncia, o sistema judicial venezuelano não atua com independência nem imparcialidade, o que impediria investigações efetivas e justificaria a atuação da Corte com base no princípio da complementaridade.

  A comunicação também acusa órgãos de segurança do Estado da Venezuela, como o Sebin e a Direção-Geral de Contrainteligência militar, de envolvimento em tortura, desaparecimentos forçados e outros tratamentos considerados cruéis. Os autores pedem que a Corte avance na investigação formal aberta em 2021 (“Situação na Venezuela I”), apure responsabilidades individuais de autoridades, independentemente do cargo, e assegure reparação às vítimas

    Falhas do sistema venezuelano

   O texto reúne representantes de diferentes setores da sociedade venezuelana. São 35 lideranças civis e políticas, entre acadêmicos, juristas, ex-ministros, ex-parlamentares, diplomatas, empresários, dirigentes políticos e exgovernadores. Também assinam 36 militares da reserva, incluindo ex-ministros da Defesa, generais, vice-almirantes, coronéis e outros oficiais das Forças Armadas.

  O grupo conta ainda com 13 representantes do meio cultural e da comunicação, como jornalistas, escritores, atores, artistas e editores, além de mais de 30 integrantes da sociedade civil e profissionais de diferentes áreas, entre economistas, historiadores, professores universitários, juristas, médicos, engenheiros e defensores de direitos humanos.

  Os signatários declaram que as falhas estruturais do sistema institucional venezuelano impedem a existência de uma Justiça independente e eficaz. Por esta razão, defendem a intervenção da Corte como instância internacional de último recurso.


Fonte: GOUSSINSKY, Eugênio. Venezuelanos cobram ação por crimes contra a humanidade. https://revistaoeste.com/revista/mundo/venezuelanos-cobram-acao-por-crimes-contra-ahumanidade/ (adaptado).
De acordo com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, no Sintagma Nominal, o Substantivo é o vocábulo modificado por outras classes de palavras como o Adjetivo, as quais são consideradas como elementos modificadores do nome, exercendo função adjetiva na frase. A partir disso, analise abaixo cada fragmento retirado do texto I e assinale a alternativa cuja sequência destacada, concernente à posição do Substantivo mais o Adjetivo, esteja em ordem diferente das outras.
Alternativas
Q4302811 Linguística
Leia o texto a seguir e responda às questões

TEXTO II

Alunos têm melhor desempenho escolar quando professor está de bom humor, revela estudo 

Pesquisa com 17,5 mil estudantes revela que o bem-estar emocional do docente é fundamental para a qualidade do ensino e o sucesso escolar em diferentes culturas. 


Por Emily Santos, Redação G1

Uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Psicologia revelou que o sucesso acadêmico dos alunos está diretamente ligado ao estado emocional de seus professores. O estudo comprovou que docentes que sentem prazer em ensinar entregam aulas de melhor qualidade, o que aumenta o desempenho, o interesse e a confiança dos estudantes.

Por outro lado, emoções negativas do professor, como a raiva, estão associadas a métodos de ensino menos eficazes e a piores resultados dos alunos.

Os pesquisadores analisaram dados de 679 professores de matemática e mais de 17,5 mil alunos em países como Chile, China, Alemanha, México e Reino Unido. Durante o estudo, os estudantes passaram por lições semelhantes sobre equações, o que permitiu comparar como as emoções influenciavam turmas de diferentes culturas. A análise focou em como o humor do docente afeta a gestão da sala e a capacidade de desafiar o pensamento crítico dos jovens.

“Decidimos realizar esta pesquisa porque o ensino não é apenas uma atividade intelectual, mas também emocional. Queríamos entender toda essa cadeia de eventos que conecta como um professor se sente ao desempenho de um aluno”, aponta Marina Elena Pfeifer, líder do estudo e doutora pela Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

O achado central é que as emoções funcionam como um efeito dominó no ambiente escolar. Os sentimentos do professor não atingem o aluno de forma isolada, mas transformam a maneira como ele trabalha e interage com a turma.

Quando o docente está alegre, ele consegue organizar melhor o tempo e propor tarefas que estimulam o raciocínio profundo dos estudantes. Já a raiva prejudica essas práticas, criando um ambiente onde o aprendizado é dificultado.

De acordo com os autores, o bem-estar emocional dos educadores não deve ser tratado apenas como uma questão pessoal, mas como um fator crítico para o sucesso do sistema de ensino. O estudo sugere que o ato de ensinar é tanto uma atividade intelectual quanto emocional. Por isso, o suporte à saúde mental de quem ensina reflete diretamente na qualidade do que é aprendido por quem estuda.

O mecanismo de transmissão das emoções

A pesquisa identificou que as emoções do professor agem como gatilhos para comportamentos específicos em sala de aula. Sentimentos positivos, como a alegria, ajudam o docente a ampliar sua atenção e a buscar soluções criativas para os desafios pedagógicos. Isso permite que o professor seja mais flexível e consiga manter os alunos engajados por mais tempo.

Em contrapartida, a raiva tende a estreitar o foco mental do educador e dificultar o processamento de informações. Esse estado negativo pode levar o professor a adotar posturas mais autoritárias ou a culpar os alunos por falhas no processo de ensino. Como resultado, a qualidade da instrução cai e os estudantes perdem o estímulo para participar das atividades. 

O estudo resume o impacto das emoções em três pilares da qualidade do ensino:

  • Gestão da sala de aula: professores alegres resolvem interrupções com mais agilidade.

  • Relacionamento: o entusiasmo do docente favorece a criação de vínculos de apoio com os jovens.

  • Desafio intelectual: o prazer em ensinar está ligado ao uso de estratégias que fazem o aluno pensar criticamente.


Essas mudanças na forma de ensinar impactam diretamente a percepção do aluno sobre sua própria capacidade. Quando percebem um professor entusiasmado, os estudantes sentemse mais seguros para explorar conceitos complexos. Assim, o humor do professor molda a experiência de aprendizado muito antes da entrega das notas finais. “Nosso estudo mostra que as emoções de um professor não são meramente um subproduto do processo educacional, mas um contribuinte ativo para ele”, diz Marina Elena Pfeifer.


Semelhanças observadas em diferentes culturas 


Um dos pontos mais relevantes do levantamento foi a constância dos resultados em nações com realidades muito distintas. Apesar das diferenças econômicas e linguísticas entre países como China e Colômbia, a forma como a emoção do professor afeta o aluno seguiu o mesmo padrão. Isso indica que a dinâmica emocional no ensino é uma característica humana fundamental, e não um traço cultural isolado.


Os pesquisadores afirmam que, mesmo com métodos pedagógicos variados, o efeito dominó da alegria ou da raiva foi uma constante em todas as escolas analisadas. Esse padrão sugere que as interações sociais básicas em sala de aula respondem aos mesmos princípios psicológicos em qualquer lugar do mundo. A descoberta reforça a ideia de que o bem-estar do docente é uma necessidade universal para a educação.


Essa similaridade entre os países permite que as conclusões do estudo sejam aplicadas de forma ampla em políticas educacionais globais. Os autores chamam essa característica de universalidade relativa das dinâmicas emocionais. Isso significa que, embora a forma de expressar sentimentos varie, o impacto deles sobre a qualidade da aula é previsível.


Dessa forma, o estudo oferece uma base sólida para que sistemas de ensino de diferentes regiões adotem estratégias comuns de suporte ao docente. Entender que o mecanismo é o mesmo ajuda a planejar treinamentos que foquem na regulação emocional como parte da competência profissional. A pesquisa mostra que, independente do idioma, a linguagem das emoções é decisiva para o aprendizado.


Ciclos emocionais na rotina escolar


Os pesquisadores identificaram que a sala de aula é propensa à criação de ciclos emocionais que se alimentam sozinhos. Esses ciclos podem levar a turma a uma trajetória de sucesso ou de dificuldades persistentes ao longo do ano letivo.


No chamado ciclo virtuoso, a alegria do professor resulta em um ensino mais eficaz e no progresso dos alunos. Esse sucesso escolar, por sua vez, aumenta a satisfação e o orgulho do docente, reforçando sua felicidade.


Já o ciclo vicioso pode prender professores frustrados em uma espiral negativa de desempenho. A raiva compromete a gestão da classe, o que gera maus resultados nos testes e aumenta a irritação do educador. Sem uma intervenção, o professor pode se sentir cada vez mais incapaz de atingir seus objetivos pedagógicos.


O estudo mostra que essas emoções não são apenas subprodutos, mas participantes ativos da rotina. 


Como quebrar os ciclos


Para quebrar esses padrões negativos, é necessário ir além de novos materiais didáticos ou mudanças no currículo. O apoio à saúde mental e ao equilíbrio emocional do professor é apontado como a ferramenta principal para reverter esses ciclos.


Intervenções baseadas em atenção plena, conhecidas como mindfulness, são citadas como exemplos de práticas que ajudam o docente a regular seu humor.


Essas ações permitem que o professor recupere o controle sobre o ambiente da sala de aula antes que o desgaste emocional se torne permanente. O sucesso de um sistema de ensino depende, portanto, da capacidade de manter o educador motivado e saudável.


Quando o ciclo virtuoso é estabelecido, tanto o professor quanto os alunos saem beneficiados em sua trajetória escolar. 


Implicações para a gestão escolar 


O estudo conclui que apoiar o bem-estar dos professores deve ser uma prioridade estratégica para escolas e governos. Reduzir o estresse docente não é apenas uma questão de gentileza, mas uma medida essencial para garantir a eficácia do aprendizado. Escolas que investem em ambientes saudáveis para os educadores estão, na prática, investindo no rendimento acadêmico de seus estudantes. 


A gestão escolar pode atuar em várias frentes para proteger os recursos emocionais de sua equipe:


  • Redução de tarefas administrativas excessivas que geram esgotamento.


  • Oferecimento de treinamentos focados em competências de regulação emocional.


  • Criação de espaços de acolhimento para que professores lidem com situações desafiadoras.


  • Implementação de programas de prevenção ao estresse ocupacional e burnout.


Compreender que o ensino é uma atividade emocional ajuda a reformular os desafios da educação moderna. O professor deixa de ser visto apenas como um transmissor de conteúdo e passa a ser reconhecido como o gestor do clima da sala de aula. Essa mudança de visão é fundamental para que a comunidade escolar colabore na construção de um ambiente mais produtivo.


“A principal implicação no mundo real é que apoiar o bemestar emocional de um professor não é apenas 'algo bom de se ter' — é crítico para o sucesso do aluno”, avalia Marina Elena Pfeifer, líder do estudo.


Por fim, a pesquisa destaca que as emoções são contribuintes ativos e não meros resultados do processo educativo. O humor de quem ensina define se o aluno terá curiosidade ou resistência diante de uma nova matéria. Investir no equilíbrio de quem está à frente da turma é, segundo o estudo, o caminho mais curto para formar alunos mais confiantes e interessados.


(Fonte: Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/01/humor-doprofessor-impacta-desempenho-escolar-dos-alunos-estudo.ghtml (adaptado). 

Releia o trecho:
“A pesquisa mostra que, independente do idioma, a linguagem das emoções é decisiva para o aprendizado e para a relação entre professores e alunos.”
Considerando diferentes concepções de gramática, assinale a alternativa que apresenta uma análise adequada do emprego da palavra destacada.
Alternativas
Q4302616 Linguística

Para a questão, analise o quadro a seguir:


Considerando as concepções de gramática implícitas nas propostas didáticas apresentadas no quadro acima, assinale a alternativa que caracteriza os princípios teórico-metodológicos de cada uma. 
Alternativas
Q4292556 Linguística
Irandé Antunes (Aula de português: prática e interação) explica que “A gramática existe em função da compreensão e da produção de textos orais e escritos”. Para a autora, a abordagem da gramática em sala de aula para tratar de fatos linguísticos da oralidade deve considerar que esta deve ser abordada em função
Alternativas
Q4292550 Linguística
Segundo Travaglia, é possível afirmar que “tudo o que é gramatical é textual e, vice-versa, que tudo o que é textual é gramatical”. (Travaglia, Luiz Carlos. Gramática: ensino plural). Nesse sentido, para o autor, estudar os aspectos gramaticais de uma língua
Alternativas
Q4247248 Linguística
Certain English words have the same spelling but may function as different parts of speech according to their stress pattern. Based on the stressed syllable shown in bold, choose the alternative in which both words are correctly classified.
Alternativas
Q4232956 Linguística
“Seu argumento coloca a língua não como uma habilidade que se desenvolve por meio de estímulo e resposta, punição e recompensa, mas como um módulo da mente humana, geneticamente constituído. Contra o empirismo, que define o cérebro como uma tábula rasa, vazia e desestruturada no que diz respeito aos fatos mentais, o aspecto essencial da crítica deste teórico é que a estrutura do cérebro é determinada a priori pelo código genético. Defendeu o que ele chamou de Gramática Universal”. Assinale a alternativa que aponta a corrente de estudo linguístico acima e seu principal autor.
Alternativas
Q4207302 Linguística

“Saber gramática” não depende, pois, em princípio, da escolarização, ou de quaisquer processos de aprendizado sistemático, mas da ativação e amadurecimento progressivo na própria atividade linguística, de hipóteses sobre o que seja a linguagem e de seus princípios e regras” (Franchi, 2006, p. 25).



Fonte: FRANCHI, Carlos. Mas o que é mesmo gramática? São Paulo: Parábola Editorial, 2006.



A concepção de gramática apresentada na citação corresponde à: 

Alternativas
Q4187803 Linguística
Ao discutir o conceito de gramática em uma disciplina de formação docente, o professor propõe a análise de diferentes práticas de ensino: uma centrada na correção normativa, outra voltada à descrição dos usos efetivos da língua e uma terceira que considera o conhecimento linguístico que o falante mobiliza intuitivamente em sua produção verbal.

Com base nas concepções de gramática discutidas por Travaglia, Franchi e Possenti (2006), essa distinção corresponde, respectivamente, às noções de:
Alternativas
Q4148778 Linguística
O domínio das diferentes perspectivas gramaticais é essencial para que o professor de Língua Portuguesa medeie a relação entre o aluno e o idioma. Em uma situação de análise de um roteiro de cinema que utiliza gírias e variações regionais, o docente deve mobilizar conhecimentos de diferentes tipos de gramática. Sobre essa dinâmica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4148777 Linguística
A tradição gramatical ocidental, com raízes na Grécia Clássica, estabeleceu um modelo normativo e dogmático que, por séculos, orientou o ensino de línguas pautado na preservação literária. No entanto, a historiografia linguística e a pedagogia contemporânea propõem uma releitura dessa herança. Considerando a evolução dos métodos de ensino e as tipologias gramaticais, assinale a alternativa que descreve corretamente a transição para uma abordagem reflexiva no ambiente escolar.
Alternativas
Q4137367 Linguística
No âmbito da linguística brasileira, o movimento de crítica à gramática normativa impôs a necessidade de reconfigurar o ensino de Língua Portuguesa. João Wanderley Geraldi, um dos principais pesquisadores que orientou a nova forma de ensino do idioma materno, propôs que o estudo da língua fosse retirado de seu isolamento e articulado com o uso efetivo da linguagem, sob uma prática de ensino de natureza funcional e reflexiva. Essa perspectiva de ensino se materializa na articulação de três práticas pedagógicas que devem compor o ensino de Língua Portuguesa, que são:
Alternativas
Q4100932 Linguística
A partir dos estudos de Linguística Textual, Antunes (2003, p. 93, grifo da autora), afirma: “A questão que se coloca para o professor de português não é, portanto, ensinar ou não ensinar regras de gramática’. A questão maior é: ‘ que regras ensinar e em que perspectiva ensinar”.
Fonte: ANTUNES, Irandé. 0Aula de português: encontro & interação. 4. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2003 (Série Aula; v, 1). 

Considerando esse contexto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas:
I- No contexto da sala de aula, pode-se estabelecer uma perspectiva de ensino gramatical em que os falantes compreendam as nuances e as particularidades do seu uso em contextos diversos.
PORQUE
II- Há regras e descrições gramaticais que especificam tanto o uso da norma-padrão da língua quanto o uso linguístico de grupos distintos.

A respeito dessas asserções, CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4090565 Linguística
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma distinção entre estruturalismo, gerativismo e funcionalismo em linguística.
Alternativas
Q4087794 Linguística
Assinale a alternativa correta sobre a pragmática da Libras considerando a perspectiva funcionalista.
Alternativas
Q4053170 Linguística
 A reflexão sociolinguística evidencia que diferentes formas de uso coexistem em uma mesma comunidade, sendo condicionadas por fatores sociais, históricos e situacionais. A norma-padrão corresponde a variedade institucionalizada, associada a contextos formais e práticas escolares específicas (BORTONI-RICARDO, 2004).
Considerando a relação entre variação linguística e norma-padrão, assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Q3957953 Linguística
Captura_de tela 2026-03-30 175118.png (401×356)

Disponível em: https://www.unifal-mg.edu.br/letrasparatodos/wpcontent/uploads/sites/259/2024/01/Introducao-ao-Gerativismo.pdf. Acesso em: 6 fev.2026.

Baseando-se na corrente teórica linguística gerativista, que se dedica ao estudo da ciência da linguagem, assinale a alternativa que explica a informação contida no cartaz, o qual apresenta o que o gerativismo “batizou” de Forma Lógica.
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: B
4: D
5: B
6: D
7: A
8: B
9: D
10: C
11: C
12: E
13: B
14: C
15: B
16: B
17: B
18: E
19: D
20: E