Questões de Concurso Sobre fundamentos da linguística em linguística

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Q3751701 Linguística
A partir dos pressupostos teóricos sobre linguagem, discurso e enunciado, identifique a alternativa que apresenta um posicionamento compatível com os estudos da linguagem sob uma perspectiva enunciativa e discursiva:
Alternativas
Q3744208 Linguística

Texto 1: Conceitos de Gramática



    A palavra gramática sempre nos leva a pensar nos manuais utilizados na escola, cheios de regras e exceções. Este é realmente um tipo de gramática entre outros. Antes, porém, de pensarmos em gramática como um compêndio que traz algum tipo de informação sobre determinada língua, é preciso lembrar um conceito de gramática que se sobrepõe a todos os outros. É aquilo que se costuma chamar de gramática internalizada, cuja aquisição se dá de forma natural, durante a infância, à medida que a criança é exposta aos dados de sua língua materna no meio em que é criada.

    Ao final do processo de aquisição, por volta dos cinco anos, a criança tem todos os valores de sua gramática fixados. Embora seu desempenho revele aspectos da fala que lhe serviu de fonte (de seus pais, parentes, cuidadores, etc., tais como supressões ou inserções de segmentos, como em “made[y]ra”, “do[w]ze”, “na[y]scimento”, “os menino[s]”, “eles me contou[contaram]”), todos adquirem as mesmas propriedades abstratas, no que se refere, por exemplo, à ordem dos constituintes dentro do sintagma nominal, dentro da oração, dentro do período; à constituição silábica; ao conjunto de melodias de sua língua; entre outros aspectos. Ninguém diz “menino o”; “você no viu cinema o João”; “o filme foi bom eu vi ontem que”. Todo falante do português rejeita essas estruturas, sabe que elas não são estruturas gramaticais, e esse conhecimento se constrói naturalmente.

    O contato com a escola e a leitura, caso o indivíduo tenha essa oportunidade, pode viabilizar o contato com outras estruturas e levá-lo, através da “aprendizagem”, a utilizar formas que não fazem parte da sua língua interna, mas que podem aparecer quando ele escreve ou quando monitora/controla sua fala em situações mais formais.

    Já os compêndios gramaticais apresentam um modelo de gramática que continua uma tradição gramatical europeia, pautada no modelo iniciado por gregos e continuado pelos romanos, que buscavam descrever a língua de sincronias mais antigas, que surgia em textos indecifráveis. Essas descrições eram feitas com base nos autores considerados “clássicos” e procuravam tomar como modelo de “bom uso” a gramática de sincronias anteriores. Essa tradição continuou durante a Idade Média, ainda que se renovando no Renascimento, quando as línguas vernáculas da România se impuseram naturalmente sobre o latim, mas a origem do modelo, a inspiração nos “clássicos”, nas sincronias mais antigas, perdurou.

    Em geral, nos referimos a essas gramáticas chamadas “tradicionais” (justamente porque remontam a uma tradição milenar) como normativas, esquecendo que elas são igualmente descritivas. É fácil perceber quando o gramático deixa de “descrever” e passa a elencar as “normas”. Costuma-se cobrar das gramáticas mais antigas uma consistência teórica de que não se dispunha quando da sua preparação. Muitas delas, entretanto, têm sido reeditadas sem incorporar os avanços dos estudos linguísticos e sem atualizar os dados relativos ao uso normal da escrita.

    Deixando de lado a descrição presente em nossas gramáticas tradicionais (sem esquecer que elas continuam a ser o ponto de partida das descrições linguísticas atuais) e voltando às normas que elas recomendam como reveladoras do bom uso da língua, é evidente que há uma imensa defasagem entre o que ali aparece e o que se pratica efetivamente na escrita contemporânea – seja porque algumas delas nunca fizeram parte da gramática do português do Brasil escrito, seja porque outras caíram em desuso, sendo substituídas por novos usos, novas normas. É preciso esclarecer um ponto: por escrita-padrão, entendem-se aqui as variedades de escrita veiculada em jornais e revistas de ampla circulação, em trabalhos acadêmicos, enfim a escrita produzida por indivíduos escolarizados e com contato frequente com a escrita. É preciso ainda lembrar que essa língua escrita não é uniforme. Embora em menor escala do que a fala, ela também apresenta significativa variação. E, a depender do gênero textual, muitos aspectos gramaticais da fala já ganham espaço na escrita.

    Ao longo de todo o século XX, as diferenças entre fala e escrita eram atribuídas a uma oposição formal versus informal. Lembre-se de que os gramáticos que chegaram a ver o florescimento da linguística não estavam ainda convencidos da precedência da fala sobre a escrita. Isso criou uma grande distância entre fala e escrita, e só os indivíduos que passam pela escola podem aprender formas ausentes da “primeira gramática” e “mudar de gramática” em situações mais formais.

    Isso tem sido confundido com adequação de linguagem, geralmente ilustrada com exemplos que mais se referem à polidez no tratamento, ao maior ou menor nível de educação do falante, do que propriamente à adequação. Um dos exemplos mais frequentes para os que desejam argumentar em favor da adequação linguística são as conversas depois de um jogo de futebol em oposição a uma comunicação num congresso. Colocam um indivíduo numa mesa de bar usando xingamentos para se referir ao juiz, naturalmente injusto com seu time por ter expulsado um jogador de campo. Ora, é óbvio que em qualquer lugar do mundo o torcedor faria o mesmo. Acontece que o exemplo dado no Brasil acompanha o xingamento ao juiz com um “mandou ele pra fora do campo” e atribui o uso de “ele” ao contexto informal. Na mesma situação, um indivíduo português, independentemente do seu nível de escolaridade, xingaria igualmente o juiz e acrescentaria, sem maiores problemas, “mandou-o para fora do campo”. Há aqui duas gramáticas diferentes: a do português do Brasil e a do português de Portugal.

    Outra forma equivocada de explicar “adequação linguística” é afirmar que, “assim como ninguém vai a um casamento de biquíni”, não se pode aprovar certos usos gramaticais em determinadas circunstâncias. Uma pessoa minimamente educada não vai a um casamento de biquíni, mas fala “eu vi ele ontem”, “teve baile ontem”, entre outras formas da gramática brasileira. Só um falante escolarizado ou com um longo contato com a leitura, portanto muito treinado, é capaz de monitorar sua fala a tal ponto de conseguir fazer essa “mudança de gramática”, que não se confunde com o uso de gírias, palavrões ou expressões inadequadas a determinados contextos.

    Portanto, é preciso ter muito cuidado com os exemplos que confundem adequação de linguagem (no sentido de cortesia, boa educação, se o momento pede, ou desembaraço, desabafo, irreverência, se o momento é descontraído) com mudança de gramática. Melhor seria, pois, abandonar o termo adequação, substituindo-o por mudança de gramática. E qualquer falante, com ou sem escolaridade, sabe se comportar de acordo com o contexto embora não possa mudar de gramática, o que não o torna “inadequado”.



Adaptado de DUARTE, M. E. L.; SERRA, C. R. S. Gramática(s), ensino de português e “adequação linguística”. Matraga, Rio de Janeiro, v. 22, nº 36, jan./jun. 2015.

A noção de gramática internalizada, referida pelas autoras, pode ser associada, originalmente, a um campo teórico dos estudos de linguagem de caráter: 
Alternativas
Q3739633 Linguística

Leia o Texto 6 para responder à questão.


Texto 6


El término gramática es utilizado hoy en varios sentidos, de los cuales interesan aquí especialmente dos. En el más estricto, la gramática es la parte de la lingüística que estudia la estructura de las palabras, las formas en que estas se enlazan y los significados a los que tales combinaciones dan lugar. En el más amplio, la gramática comprende, además de todo lo anterior, el análisis de los sonidos del habla, que corresponde a la fonética, y el de su organización lingüística, que compete a la fonología. En el primero de los dos sentidos que se han introducido, la gramática se divide en dos subdisciplinas: la morfología se ocupa de la estructura de las palabras, su constitución interna y sus variaciones; a la sintaxis corresponde el análisis de la forma en que se combinan y se disponen linealmente, así como el de los grupos que forman. Como se ha señalado, también es objeto de la gramática el estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas. La duplicidad de sentidos a la que se alude al comienzo de este apartado se refleja en el hecho de que unas veces se usa el término gramática para hacer referencia a todas las disciplinas mencionadas, mientras que en otras ocasiones este término designa solo el conjunto formado por la morfología y la sintaxis.


REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española. Disponível em: https://www.rae.es/gramática/cuestiones-generales/introducción. Acesso em: 9 out. 2025.


No trecho “estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas”, o texto faz referência à
Alternativas
Q3728583 Linguística
No célebre texto “O aparelho formal da enunciação”, Émile Benveniste afirma que:

“A língua não é senão possibilidade de língua. Depois da enunciação, a língua é efetuada em uma instância do discurso, que emana de um locutor, forma sonora que atinge um ouvinte e que suscita uma outra enunciação de retorno. [...] A referência é parte integrante da enunciação.” (Benveniste, E. Problemas de Linguística Geral II. 2 ed. Campinas: Pontes Editores, 2006, p. 83-84).

Em conformidade com essa concepção, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3712131 Linguística
According to Bakhtin and Voloshinov, language should primarily be understood as:
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Q3712086 Linguística
A análise linguística é abordagem prevista no ensino de Língua Portuguesa e vários são seus objetivos, entre eles:

I.Usar a linguagem, refletindo sobre os recursos expressivos da língua nas diferentes situações de comunicação.
II.Reconhecer e utilizar as marcas características de gêneros discursivos escolares, aprimorando os conhecimentos na produção desses gêneros e ampliando o repertório acadêmico, que refletirá nas outras disciplinas.
III.Refletir sobre os recursos linguísticos utilizados na construção do próprio discurso em diferentes situações  interação, encontrando a melhor forma de dizer algo a outrem para ser compreendido.
IV.Analisar a linguagem com a finalidade de construir noções e/ou conceitos linguísticos (metalinguagem).

É objetivo da análise linguística no ensino de Língua Portuguesa o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - LETRAS - INGLÊS - Licenciatura |
Q3711746 Linguística
During a 9th-grade English class, the teacher designs a lesson around the theme Local Heroes. The students begin by watching a short subtitled documentary about Mestre João, a capoeira master who offers free classes to children in the school’s neighborhood. Working in groups, they then create posters and voice recordings in English to present other individuals they know who make a difference in their community. Some students choose sports figures, others highlight musicians or teachers. In order to support the lesson, the teacher prepares a didactic sequence that incorporates elements of digital literacy. Throughout the activities, she encourages students to express themselves meaningfully in English, prioritizing authentic communication and social relevance over grammatical perfection and form-focused drills.
Which linguistic theory supports the teaching approach demonstrated in the text?
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Q3711041 Linguística

TEXTO 1


A concepção de linguagem e de gramática que agora consideramos tem bases fortemente humanistas: todo homem, sejam quais forem suas condições, nasce dotado de uma faculdade da linguagem como parte de sua própria capacidade e dignidade humanas. Mesmo que restem muitos pontos obscuros quanto à natureza e à extensão dessa faculdade, isso significa que, sem distinção, todas as crianças desenvolvem uma gramática interna.


Fica excluída, assim, toda valoração de uma língua ou modalidade de língua em relação a outra e qualquer forma de discriminação preconceituosa da modalidade popular.


Não faz sentido contrapor uma linguagem erudita a uma linguagem vulgar, nem tentar substituir uma pela outra. Trata- -se de levar a criança a dominar uma outra linguagem, por razões culturais, sociais e políticas bastante justificáveis.


FRANCHI, C. Mas o que é mesmo gramática?.  

São Paulo: Parábola, 2006 (adaptado).



TEXTO 2


Franchi (2006) apresenta a seguinte reflexão de uma professora acerca de uma redação contendo desvios normativos: “esse aluno escreve como fala. E isso a gente pode ver na grafia e nos erros de concordância. Eu não aceito essa onda de que não tem mais certo e errado. A redação fica horrível nessa linguagem vulgar. Há regras e normas para tudo e as crianças têm que aprender a escrever de acordo com o que foi estabelecido pelos bons escritores e pelos que conhecem a língua. O aluno tem direito de conhecer as belezas da sua própria língua.”

Considerando o conceito de gramática apresentado no texto 1, qual prática docente está alinhada a uma abordagem investigativa e científica do ensino de gramática?
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Q3709379 Linguística

Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Médio elaborou um plano de aula cujo fragmento pode ser lido a seguir.



 Plano de Aula



Tema: Explorando a ordem das palavras no português


Série: 2ª série do Ensino Médio


Componente Curricular: Língua Portuguesa


Conteúdo: Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Objetivo: Reconhecer a ordem preferencial dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Metodologia:


  • Exploração dos conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto.


  • Leitura de exemplos: “carta eu uma escrevi.”; “comprou minha pão mãe o.”; “bola chutou a Pedro.”; e “aposta ela uma fez.”


  • Debate sobre a posição dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro com base nos exemplos citados.


  • Reflexão sobre a ordem das palavras a partir dos exemplos apresentados pelo professor.


 Reconhecimento da ordem preferencial da estrutura oracional do português brasileiro, reorganizando os exemplos no quadro.



Durante a execução do plano, o professor explicou: “No português brasileiro, a ordem mais comum dos constituintes é Sujeito – Verbo – Objeto (SVO). Vocês se lembram desses termos estudados nas aulas anteriores? Geralmente, colocamos o sujeito primeiro, depois o verbo e, por fim, o objeto. Essa organização é tão comum que remete a estruturas linguísticas fundamentais internalizadas na cognição do falante do português brasileiro. Quando alteramos essa ordem, a frase pode parecer confusa ou estranha. Isso mostra que o conhecimento da estrutura SVO faz parte do modo como usamos o português brasileiro, sem precisar pensar nela conscientemente”.


Considerando esse fragmento do plano de aula, qual alternativa identifica a teoria linguística que fundamenta a proposta pedagógica desenvolvida?
Alternativas
Q3709041 Linguística
A história da Língua Portuguesa é marcada por várias etapas. A partir da romanização da Península Ibérica, o idioma sofreu influências sucessivas até sua consolidação no período moderno.

Considerando os principais marcos, assinale a alternativa que apresenta a sequência cronológica correta desses processos.
Alternativas
Q3691570 Linguística
Considere o seguinte excerto: “A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita”. A concepção de língua descrita no excerto é comum à corrente teórica da(o):
Alternativas
Q3686415 Linguística

Leia o fragmento: “A língua é um sistema, mas o sistema não vive sem os falantes; o sujeito não é apenas usuário, é também produtor de sentidos e de história.” (GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula, 2015).


À luz das concepções de linguagem (estruturalista, sociolinguística e enunciativa), qual alternativa corresponde à perspectiva predominante nas diretrizes curriculares contemporâneas? 

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Q3681561 Linguística
“O signo linguístico é arbitrário, estabelecendo relação imotivada entre significante e significado” (Saussure, Curso de Linguística Geral, 1916). No campo publicitário, essa arbitrariedade é mobilizada para associar produtos a valores simbólicos diversos.

Considerando a teoria saussuriana, assinale a alternativa que melhor exemplifica o funcionamento do signo na publicidade. 
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Q3672296 Linguística
Sobre Análise Linguística e Semiótica, analise as afirmações abaixo:

I – O Eixo da Análise Linguística/Semiótica envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos (orais, escritos e multissemióticos), das materialidades dos textos, responsáveis por seus efeitos de sentido, seja no que se refere às formas de composição dos textos, determinadas pelos gêneros (orais, escritos e multissemióticos) e pela situação de produção, seja no que se refere aos estilos adotados nos textos, com forte impacto nos efeitos de sentido.
II –As formas de composição dos textos dizem respeito à coesão, coerência e organização da progressão temática dos textos, influenciadas pela organização típica (forma de composição) do gênero em questão.
Alternativas
Q3662840 Linguística
Identifique as características das línguas naturais verificadas nas línguas de sinais:
I. A produtividade/criatividade é a propriedade que permite a construção e interpretação de novos enunciados. A libras permite que seus usuários construam e compreendam um número indefinido de enunciados.
II. A flexibilidade/versatilidade é a propriedade que permite utilizar a língua para executar comandos, fazer perguntas, demonstrar emoções, fazer referências temporais. As línguas de sinais são sistemas de comunicação flexíveis.
III. As variações linguísticas são atributos das línguas orais. De modo geral, nas línguas de sinais, as variações linguísticas são raras.
IV. A criatividade é uma propriedade que possibilita aos falantes se referirem a elementos temporais ou permitem se reportar a situações do passado ou do futuro para produzirem variações linguísticas no momento da interação.
Assinale a alternativa em que constam a sequência de respostas CORRETAS.
Alternativas
Q3660759 Linguística

À luz da linguística funcionalista e da gramática tradicional normativa, analise as proposições a seguir, considerando a articulação entre estrutura gramatical e função textual dos elementos linguísticos.



I. O uso do pronome "se" como índice de indeterminação do sujeito reflete, sob o ponto de vista funcional, uma estratégia de apagamento do agente da ação, alinhando-se a efeitos discursivos de impessoalidade.


II. A elipse de termos sintáticos em estruturas coordenadas pode ser compreendida, funcionalmente, como um mecanismo de economia textual e de progressão temática, sem que haja comprometimento da coesão sequencial.


III. A ordem direta dos constituintes frasais é um traço distintivo do português brasileiro contemporâneo, sendo preferida não apenas por convenção normativa, mas principalmente por sua funcionalidade na organização informacional da sentença.


IV. A preposição, por sua natureza relacional, possui papel essencialmente estrutural, e não pode ser interpretada sob nenhuma hipótese como elemento funcional dentro da progressão argumentativa de um texto.



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3656274 Linguística
Subjacente ao ensino de língua conduzido pelos gêneros textuais se encontram teorias que privilegiam uma concepção * de língua.
Assinale o termo que, corretamente, substitui o asterisco. 
Alternativas
Q3649613 Linguística
Assinale a alternativa que corretamente completa a frase a seguir:
Para a teoria chomskyana, a competência linguística deriva de princípios inatos comuns a todas as línguas, denominados __________, que fornecem a base estrutural sobre a qual as variações linguísticas particulares se manifestam.
Alternativas
Q3609996 Linguística
Considerando a recente formulação da Prática de Análise Linguística/Semiótica (PAL/S), conforme a interpretação dialógica de Costa?Hübes e Pereira, bem como a renovação de enfoques pedagógicos presentes nas literaturas pesquisadas, assinale a alternativa que expressa com maior rigor técnico a função didático-teórica da PAL/S em sala de aula:
Alternativas
Q3609991 Linguística
Tendo como base os estudos que criticam a prevalência de atividades de análise linguística fundamentadas em abordagens tradicionalistas (Rohling, Remenche, Pinton e Silva), analise as alternativas abaixo e assinale aquela que expressa, com o maior grau de sofisticação teórico-pedagógica, os desafios centrais inerentes à implementação da PAL/S:
Alternativas
Respostas
141: D
142: A
143: B
144: B
145: B
146: E
147: C
148: C
149: C
150: E
151: A
152: A
153: D
154: B
155: C
156: B
157: E
158: E
159: B
160: B