Questões de Concurso Sobre análise do discurso em linguística

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Q3655170 Linguística
A abordagem linguístico-discursiva da gramática propõe uma leitura da linguagem como prática social e histórica, deslocando o foco das estruturas isoladas para os modos como essas estruturas ganham sentido em situações comunicativas reais. Essa perspectiva integra o funcionamento gramatical ao uso, concebendo a gramática como recurso textual-discursivo e não como sistema autônomo. Considerando tal abordagem, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3609996 Linguística
Considerando a recente formulação da Prática de Análise Linguística/Semiótica (PAL/S), conforme a interpretação dialógica de Costa?Hübes e Pereira, bem como a renovação de enfoques pedagógicos presentes nas literaturas pesquisadas, assinale a alternativa que expressa com maior rigor técnico a função didático-teórica da PAL/S em sala de aula:
Alternativas
Q3609988 Linguística
Considere as afirmativas a seguir, com base nos conceitos de enunciado, enunciação e gênero discursivo conforme a teoria bakhtiniana.

I.O enunciado é uma unidade concreta da comunicação verbal, marcada pela situação enunciativa, pela alteridade e pela responsabilidade do sujeito falante diante do outro.

II.A enunciação, no pensamento de Bakhtin, ocorre como um ato individual regido por regras linguísticas sistemáticas e pré-estabelecidas, cuja função é preservar a neutralidade dos gêneros discursivos.

III.O gênero do discurso constitui uma forma relativamente estável de enunciado, determinada por fatores sociais e históricos, refletindo as condições de produção e circulação da linguagem.

IV.A singularidade de um enunciado reside na total previsibilidade de sua forma composicional e de seu conteúdo temático, que reproduzem modelos discursivos fixos e invariáveis.


Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3609987 Linguística
A análise do discurso, em suas diversas vertentes, destaca que não há discurso isento das condições sócio-históricas que o produzem. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa, de maneira mais precisa, a relação entre texto, discurso e suas condições de produção. 
Alternativas
Q3567668 Linguística

Inf: /.../ porque eu acho... eu não estou de acordo com isto – ... eu não andei pixando muito Lévi-Strauss para vocês porque senão... vocês não conhecem mas eu há anos que eu... me bato contra o estruturalismo – ... em todo o caso... neste nível de análise... eu creio que nós podemos utilizarmos desta reflexão...


(Ingedore Grunfeld Villaça Koch,. Desvendando os segredos do texto. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2018)


O texto apresentado é uma transcrição de uma fala. Com base em Koch e Elias (2008), uma característica da fala flagrante nele é:

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Q3566309 Linguística
Com base nos estudos de Bakhtin e de autores brasileiros sobre interdiscursividade e polifonia, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. Em um texto polifônico, o enunciador assume uma posição de neutralidade, mantendo-se ausente da construção do discurso.
PORQUE
II. A interdiscursividade pressupõe que os sentidos de um enunciado se constroem a partir da relação com outros discursos e vozes sociais.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3541330 Linguística
Texto 1


ARGUMENTAR NA REDE

Monica Graciela Zoppi Fontana


   A argumentação é um fato de linguagem tão presente no nosso dia a dia que nem sempre percebemos sua força. Ela está presente nas mais diversas relações cotidianas: em conversas entre amigos, familiares e desconhecidos, nas reclamações de quem se encontra em uma fila de espera e demanda atendimento, nas estratégias para conseguir agendar uma consulta médica, na discussão sobre uma nota com um professor ou sobre um preço com um vendedor e até mesmo em situações mais enquadradas por procedimentos institucionais, como um julgamento no tribunal do Júri.

   Argumentar é uma prática de linguagem que envolve uma relação entre os interlocutores e com a situação do dizer. Argumentamos a partir do já-dito, ou seja, dos sentidos já produzidos socialmente na história e presentes como memória discursiva. E ao argumentar estabelecemos uma relação particular com o não-dito e com o silêncio, pois a língua fornece a base material para essa prática.

   Argumentamos por meio de palavras (casebre, mansão, pouco, um pouco, muito e muitas outras presentes no léxico da língua). Sufixos e prefixos também participam na argumentação (contradiscurso, antibelicista, pseudointelectual), assim como diminutivos e aumentativos (carrão, favorzinho, mulherzinha, garotão). Temos ainda locuções adverbiais (mesmo que, só que, apesar de, tanto quanto, por exemplo) e frases idiomáticas (descascar um abacaxi, enfiar o pé na jaca). E ainda há interjeições com valor argumentativo (vixe!, credo!). Argumentamos também por meio da forma de construção dos enunciados (a ordem das palavras na frase, construções passivas ou ativas, elipses etc.). As diversas formas de encadeamento dos enunciados no texto têm valor argumentativo. Algumas palavras, como as conjunções (portanto, porém, entre outras), explicitam o tipo de relação argumentativa presente no encadeamento.

   Assim, a forma específica como os enunciados estão formulados afeta a interpretação, orientando o sentido produzido em uma determinada direção. Mas toda prática de linguagem é produzida por falantes constituídos enquanto tais em um tempo e um espaço específicos. Todo dizer é assim determinado pelos processos históricos e pelos espaços de enunciação nos quais é produzido. E isso afeta constitutivamente a argumentação.

   Nas novas tecnologias de linguagem, a argumentação ganha contornos diferenciados, por meio de funcionamentos próprios do digital, como hashtags, memes, gifs e vídeos. Algumas expressões que surgiram na internet atravessam as fronteiras das redes sociais e são incorporadas na oralidade pelos falantes em suas trocas linguageiras.

   A Linguística estuda essas questões e reflete sobre os diversos modos de argumentar ao longo do tempo e em diversos espaços de enunciação. Questões semânticas e discursivas devem ser abordadas para compreender melhor o funcionamento da argumentação nos dias atuais e para ponderar seus efeitos nas práticas de linguagem na sociedade.


Adaptado de: https://www.blogs.unicamp.br/linguistica/2017/08/16/argumentarna-rede/. Acesso em: 04 de abr. de 2025.
A partir das informações presentes no Texto 1, é correto afirmar que
Alternativas
Q3541321 Linguística
Texto 1


ARGUMENTAR NA REDE

Monica Graciela Zoppi Fontana


   A argumentação é um fato de linguagem tão presente no nosso dia a dia que nem sempre percebemos sua força. Ela está presente nas mais diversas relações cotidianas: em conversas entre amigos, familiares e desconhecidos, nas reclamações de quem se encontra em uma fila de espera e demanda atendimento, nas estratégias para conseguir agendar uma consulta médica, na discussão sobre uma nota com um professor ou sobre um preço com um vendedor e até mesmo em situações mais enquadradas por procedimentos institucionais, como um julgamento no tribunal do Júri.

   Argumentar é uma prática de linguagem que envolve uma relação entre os interlocutores e com a situação do dizer. Argumentamos a partir do já-dito, ou seja, dos sentidos já produzidos socialmente na história e presentes como memória discursiva. E ao argumentar estabelecemos uma relação particular com o não-dito e com o silêncio, pois a língua fornece a base material para essa prática.

   Argumentamos por meio de palavras (casebre, mansão, pouco, um pouco, muito e muitas outras presentes no léxico da língua). Sufixos e prefixos também participam na argumentação (contradiscurso, antibelicista, pseudointelectual), assim como diminutivos e aumentativos (carrão, favorzinho, mulherzinha, garotão). Temos ainda locuções adverbiais (mesmo que, só que, apesar de, tanto quanto, por exemplo) e frases idiomáticas (descascar um abacaxi, enfiar o pé na jaca). E ainda há interjeições com valor argumentativo (vixe!, credo!). Argumentamos também por meio da forma de construção dos enunciados (a ordem das palavras na frase, construções passivas ou ativas, elipses etc.). As diversas formas de encadeamento dos enunciados no texto têm valor argumentativo. Algumas palavras, como as conjunções (portanto, porém, entre outras), explicitam o tipo de relação argumentativa presente no encadeamento.

   Assim, a forma específica como os enunciados estão formulados afeta a interpretação, orientando o sentido produzido em uma determinada direção. Mas toda prática de linguagem é produzida por falantes constituídos enquanto tais em um tempo e um espaço específicos. Todo dizer é assim determinado pelos processos históricos e pelos espaços de enunciação nos quais é produzido. E isso afeta constitutivamente a argumentação.

   Nas novas tecnologias de linguagem, a argumentação ganha contornos diferenciados, por meio de funcionamentos próprios do digital, como hashtags, memes, gifs e vídeos. Algumas expressões que surgiram na internet atravessam as fronteiras das redes sociais e são incorporadas na oralidade pelos falantes em suas trocas linguageiras.

   A Linguística estuda essas questões e reflete sobre os diversos modos de argumentar ao longo do tempo e em diversos espaços de enunciação. Questões semânticas e discursivas devem ser abordadas para compreender melhor o funcionamento da argumentação nos dias atuais e para ponderar seus efeitos nas práticas de linguagem na sociedade.


Adaptado de: https://www.blogs.unicamp.br/linguistica/2017/08/16/argumentarna-rede/. Acesso em: 04 de abr. de 2025.
Considerando a situação de uma aula de língua portuguesa, em que o conteúdo é a argumentação da linguagem no eixo da análise linguística, assinale a alternativa na qual se verifica que as afirmações estão corretas e que as ações, a serem executadas pelo professor, estão em conformidade com o objetivo de desenvolver a compreensão sobre a argumentação da linguagem, por meio da prática de análise linguística. 
Alternativas
Q3528447 Linguística
Ingedore Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018) explica que a concepção de sujeito da linguagem como lugar de interação corresponde à noção de
Alternativas
Q3526753 Linguística
Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão, 2008) adota a concepção de sujeito como
Alternativas
Q3524005 Linguística
A sala de aula é um universo de linguagem no qual a língua é considerada do ponto de vista da estrutura e, em certa medida, deslocada da interação real. Diante dessa afirmação, Cicurel (2011) aponta que as motivações ou razões escolares relativas ao uso da língua são diferentes daquelas externas à sala de aula de língua estrangeira.

A partir dessa afirmação, as diferenças relativas ao uso da língua na sala de aula e fora dela podem ser atribuídas:
Alternativas
Q3418094 Linguística
De acordo com a concepção de linguagem defendida por Bakhtin, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3418090 Linguística
Com base nos estudos da Linguística Textual desenvolvidos por Ingedore Villaça Koch e Luiz Carlos Travaglia, analise as afirmativas a seguir sobre a concepção de texto e discurso:

I. Na perspectiva desses autores, texto e discurso são conceitos distintos: o primeiro se refere à linguagem escrita e o segundo à linguagem falada.
II. O conceito de texto passou por uma transformação teórica: de uma abordagem formal e estrutural para uma abordagem pragmática e sociocognitiva, considerando os aspectos interacionais da linguagem.
III. A partir da virada pragmática, o texto é entendido como unidade básica da comunicação humana, vinculado ao contexto situacional e às intenções do falante.
IV. Na visão sociocognitivo-interacionista defendida por Koch e Travaglia, o texto é o espaço da construção conjunta de sentidos entre interlocutores inseridos em práticas sociais.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3409572 Linguística
    Ao receber um texto para avaliar, o profissional da revisão, em uma primeira leitura, pode ter sua atenção despertada para aspectos mais superficiais do texto, mas é necessário lembrar que, se fossem ordenar as tarefas de uma revisão textual, a última etapa seria a verificação desses aspectos. Antes de verificá-los, o revisor precisa ater-se a dois aspectos fundamentais de um texto: seu gênero e sua textualidade. São esses aspectos que irão garantir a legibilidade e adequação globais do texto. Além do mais, para se avaliar tais aspectos, geralmente mais de uma leitura do texto deve ser feita, assim o revisor passará a ter um conhecimento mais aprofundado do texto com o qual lida.

    Como vários autores, ao definirem gênero textual ou gênero discursivo, revisam Bakhtin (Cf. BRONCKART, 1999; MARCUSCHI, 2002, 2006, 2008), entende-se que é importante retomar as ideias, sobre esse tema, do precursor da noção de gênero na linguística, a fim de discutir como elas podem contribuir para a revisão textual. Bakhtin (1992) constrói sua reflexão sobre a interação verbal baseando-se na estreita relação entre língua e sociedade. Os múltiplos usos linguísticos, para ele, são relacionados a diferentes esferas sociais, condicionando, pois, o aparecimento de enunciados distintos, ligados às mais diversas ações humanas. De acordo com o autor, em cada situação produz-se um único enunciado, mas as produções semelhantes levam a enunciados semelhantes, gerando a ocorrência de “tipos ‘relativamente estáveis’ de enunciados”, denominados pelo autor de “gêneros do discurso”.

   Ao trabalhar com a definição bakhtiniana é possível, ainda, ressaltar duas características fundamentais do gênero: seu caráter estável (modelar) e seu caráter flexível (relativamente estável). Em relação ao aspecto modelar dos gêneros, pode-se dizer, como Marcuschi (2002, p. 19), que “os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia a dia”, em atividades de interação verbal que tenham as mesmas finalidades. Por outro lado, os gêneros, ao mesmo tempo em que modelam ou fixam, são também flexíveis, maleáveis, dinâmicos. Apesar de textos que se materializam em um mesmo gênero apresentarem características semelhantes, os gêneros não funcionam como formas, engessando os textos para que se mostrem iguais.

    Disso decorre que, ao receber um texto para revisão, o revisor precisa ter consciência de quais características do gênero são fundamentais, devendo, portanto, estar presentes, e das características opcionais, flexíveis. Por exemplo, ao revisar um artigo de opinião, cuja finalidade é opinar, argumentar sobre um fato, o revisor deve, em primeiro lugar, verificar se o texto com que trabalha cumpre a finalidade de opinar sobre um fato. Para cumprir essa finalidade, algumas características referentes ao estilo e à estrutura composicional serão idênticas nos diversos textos desse gênero, outras serão variáveis. Faz-se importante, também, lembrar que a determinação do gênero e de sua finalidade servirá de base para pensar também os aspectos pragmáticos da textualidade. Segundo Costa Val (2004), a textualização está ligada a propriedades que fazem com que um texto seja algo mais que uma sequência de frases isoladas (fatores de textualidade) e a relações entre essas propriedades com o contexto de enunciação em que o texto aparece. Antes de proceder à revisão de um texto, o revisor deve estar atento também a fatores mais globais, tais como aqueles que se voltam para aspectos gráficos, normalizadores e temáticos do material submetido à sua apreciação. Para tanto, é imprescindível identificar o gênero do texto a ser revisado, bem como o suporte e a esfera em que será veiculado, pois a posse desses dados lhe permitirá julgar a (in)adequação: i) de questões relacionadas à composição visual e material do texto (revisão gráfica); ii) de aspectos relacionados à metodologia e à editoração; iii) de fatores ligados à propriedade e à consistência das informações apresentadas em função do interlocutor e da situação, além, é claro; iv) de questões relacionadas aos aspectos gramaticais e ortográficos do texto (revisão linguística).


(COELHO, Sueli Maria; ANTUNES, Leandra Batista. Revisão textual: para além da revisão linguística. Scripta, Belo Horizonte, v. 14, n. 26, 2010, p. 205-224. Adaptado.)
Na redação e na revisão de textos legislativos e normativos, é essencial compreender conceitos fundamentais da linguística, como a distinção entre língua e fala, a relação entre significante e significado e a construção do sentido textual. Considerando esses aspectos, analise as afirmativas a seguir.

I. A língua é um sistema de signos estruturado e relativamente estável, enquanto a fala corresponde ao uso individual e momentâneo desse sistema pelos falantes.

II. O significante e o significado são elementos indissociáveis do signo linguístico, sendo que o primeiro corresponde à imagem acústica e o segundo, ao conceito associado a essa imagem.

III. A referência de um texto jurídico é sempre objetiva e inequívoca, pois os significados das palavras são fixos e não dependem do contexto de enunciação.

IV. No processo de redação e revisão, compreender a relação entre referente, referência e representação é essencial para garantir que o sentido do texto corresponda à intenção comunicativa do enunciador.


Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3206165 Linguística
Leia o trecho abaixo.

Segundo Bakhtin (2004), o __________constitui a unidade fundamental da comunicação, estando sempre inserido em um contexto social e histórico. O ______________concebe a linguagem como fundamentalmente interativa, isto é, cada enunciado dialoga com outros, nunca existindo de forma isolada. Na sua concepção, a ___________permeia todos os discursos, uma vez que as palavras refletem as marcas das relações de poder e dos valores sociais de uma comunidade. Os _________________representam estruturas relativamente estáveis de enunciados, que se alteram de acordo com a esfera de utilização da linguagem, seja ela científica, jornalística ou literária.

Os termos que preenchem, corretamente e respectivamente, as lacunas desse trecho são: 
Alternativas
Q3206162 Linguística

Leia o texto a seguir, para responder à questão 17.



Figura 2 


Q17.png (673×442)


Disponível em: <https://grandesnomesdapropaganda.com.br/anunciantes/coca-cola-lanca-na-americalatina-novo-filme-em-comemoracao-ao-orgulho-lgbtqia/ > Acesso em: 20 set.2024.



A respeito do discurso presente na campanha publicitária da Coca-Cola, é INCORRETO afirmar que o(a)

Alternativas
Q3206156 Linguística
A ideologia e o discurso são elementos abordados por diferentes perspectivas teóricas, destacando-se especialmente os estudos da análise de discurso crítica.
Considerando essa corrente dos estudos discursivos, é INCORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3206154 Linguística
Van Dijk (2012) argumenta que há uma relação muito estreita entre o discurso e as relações de poder na sociedade, envolvendo várias questões que devem ser analisadas criticamente no contexto educacional.

A partir de uma reflexão sobre o discurso e a manutenção do poder, na perspectiva vandijkiana, afirma-se que
Alternativas
Q3206150 Linguística

Leia atentamente o cartaz apresentado abaixo e, logo após, responda à questão.



Figura: 1



Q3_5.png (386×544)

Disponível em: :<https://www.cfess.org.br/visualizar/noticia/cod/1514>Acesso em:20 set.2024


Segundo Koch e Elias (2017), a argumentação é um processo discursivo no qual um enunciador busca convencer o seu interlocutor a adotar uma postura, concordar com uma ideia ou realizar uma ação específica, empregando recursos linguísticos e estratégias discursivas.

Considerando o contexto do cartaz "Minha fé não é motivo para a sua violência”, é correto afirmar que o cartaz
Alternativas
Q3206149 Linguística

Leia atentamente o cartaz apresentado abaixo e, logo após, responda à questão.



Figura: 1



Q3_5.png (386×544)

Disponível em: :<https://www.cfess.org.br/visualizar/noticia/cod/1514>Acesso em:20 set.2024


De acordo com Marcuschi (2008), os textos multimodais, que são caracterizados pelo emprego de imagens e textos, são fundamentais na formação de sentidos. Isso porque eles estabelecem uma interação dialógica entre os elementos que os compõem.

Com base na imagem presente no cartaz "Minha fé não é motivo para a sua violência", pode-se dizer que a imagem
Alternativas
Respostas
41: D
42: B
43: A
44: D
45: E
46: D
47: A
48: C
49: A
50: D
51: C
52: D
53: B
54: C
55: C
56: C
57: C
58: C
59: A
60: B