Questões de Concurso Sobre libras
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É necessário pontuar que, na perspectiva conceitual da inclusão escolar, o termo integração consiste em algo com significado diferente da forma como foi utilizado por Paulo Freire em suas abordagens.
Alunos surdos e com deficiência auditiva, por apresentarem maiores dificuldades em realizar anotações, ou até mesmo durante o uso dos dispositivos adicionais, acabam se tornando dependentes do professor intérprete de LIBRAS, que faz essas atividades por eles.
A nomenclatura "Pessoa com Deficiência" não é algo novo, porém, para se compreender sua origem, é preciso revisar diretrizes históricas da legislação nacional e internacional, que acabam conceituando as pessoas com deficiência como "indivíduos de capacidade reduzida", "excepcionais" e tantos outros termos.
Na Língua Portuguesa, fazemos o uso de intensificadores como "muito", "pouco", e contamos com o acréscimos de sufixos nos adjetivos para designar quantidades e/ou intensidade. Já na LIBRAS, o "muito" também é usado, mas não conta com as configurações das mãos para que seu efeito seja notado na oração.
O Tadoma, um dos tipos de comunicação utilizados por pessoas surdocegas, acontece por meio de toques realizados nas costas da pessoa surdocega, por exemplo, podendo ser realizado em outras partes sensíveis do corpo também.
Tanto na LIBRAS quanto na Língua Portuguesa utilizamos os fonemas como unidade mínima para a formação das palavras, pois a comunicação ocorre mesma forma.
No Antendimento Educacional Especialidado, o professor intérprete de LIBRAS precisa ter seu trabalho sempre articulado ao do professor da sala de aula comum, visando também à disponibilidade de serviços, recursos pedagógicos e acessibilidades que promovam a participação do auno nas atividades escolares.
O professor intérprete de LIBRAS atua como mediador dentro da sala da aula, transmitindo os conteúdos diretamente ao aluno surdo. Dessa forma, o professor regular é isolado do processo educacional, não participando das relações de inclusão do aluno surdo no meio educacional.
O Corpus de Libras é o que inclui o inventário da LIBRAS, constituindo um instrumento de identificação, reconhecimento, valorização e promoção da Lingua Brasileira de Sinais no contexto da Linguística.
Cabe ao profissional intérprete de LIBRAS realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa, observando-se alguns aspectos: confiabilidade, parcialidade e discrição.
No eixo da linearidade, a LIBRAS apresenta uma combinação sequencial de vários elementos, além das sequências que compõem os sinais e as orações, porém sem uma sequência linear, com suspensões e movimentos.
As Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado são regulamentadas pelas normas estabelecidas em 2005. Esse tipo de atendimento tem como objetivo promover a formação, a autonomia e a independência do aluno, tanto dentro quanto fora da escola.
Foi somente no final do século XIX e início do século XX que os grupos formados por deficientes de diversas categorias, incluindo os surdos, passaram a participar de forma mais intensa nos movimentos em busca de seu espaço nas camadas sociais.
I. Um sinal traduzido por duas ou mais palavras em Língua Portuguesa será representado pelas palavras correspondentes separadas por hífen. Exemplos: CORTAR-COM-FACA = 'cortar', QUERER-NÃO = 'não querer', MEIO-DIA = 'meio-dia', AINDA-NÃO = 'ainda não'.
II. Na Libras, não há desinências para gênero (masculino e feminino) e número. O sinal representado por palavra da Língua Portuguesa que possui essas marcas será terminado com o símbolo @ para reforçar a ideia de ausência e não haver confusão. Exemplos: AMiG@ = 'amiga ou amigo', FRI@ = 'fria ou frio', EL@ = 'ela ou ele', ME@ = 'minha ou meu'.
III. Os sinais da Libras, para efeito de simplificação, serão representados por itens lexicais da Língua Portuguesa em letras maiúsculas. Exemplos: CASA, ESTUDAR, CRIANÇA.
Quais estão corretas?