Questões de Concurso Sobre interpretação e tradução de línguas de sinais em libras

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Q3944825 Libras
No âmbito da prática de interpretação em contextos diversos como sessões e reuniões distinguem-se dois modos principais de atuação profissional: a interpretação consecutiva e a interpretação simultânea. A distinção entre essas modalidades relaciona-se principalmente aos procedimentos adotados pelo intérprete durante a produção do discurso na língua de chegada, de modo que a interpretação
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Q3944824 Libras

Leia o Texto 4 para responder à questão.


Texto 4


[...] tanto a tradução quanto a interpretação têm como objetivo fazer que uma mensagem expressa em determinado idioma seja transposta para outro, para que seja compreendida por uma comunidade linguística que não fale o idioma em que essa mensagem foi originalmente concebida. Pode-se dizer que o tradutor e o intérprete são profissionais que permitem que uma mensagem cruze a chamada “barreira linguística” entre duas comunidades, sendo comum usar a metáfora “ponte” para designar esses profissionais. Outra semelhança é que tanto o tradutor quanto o intérprete têm de dominar muito bem as duas línguas envolvidas no processo, com os diversos componentes culturais pertinentes a ambas – do texto de partida e do texto de chegada – as comunidades linguísticas, embora ao tradutor baste o domínio da língua em sua variante escrita. Há excelentes tradutores que não são capazes de compreender a variedade oral da língua da qual traduzem. Em outras palavras: compreendem perfeitamente um texto lido na língua estrangeira de trabalho, mas não são capazes de entender um texto semelhante se apresentado oralmente por seu autor, em forma de conferência ou palestra, por exemplo. Esse tipo de profissional possivelmente também teria dificuldades para manter uma conversa no mesmo idioma do qual traduz muito bem um texto escrito.


PAGURA, Reynaldo José. Tradução & interpretação. In: AMORIM, Lauro Maia;

RODRIGUES, Cristina Carneiro; STUPIELLO, Érika Nogueira de Andrade

(Org.). Tradução &: perspectivas teóricas e práticas. São Paulo: Editora

UNESP; Cultura Acadêmica, 2015. p. 183-207. Disponível em:

https://books.scielo.org/id/6vkk8/pdf/amorim-9788568334614-09.pd>.

Acesso em: 28 dez. 2025

Observe a imagem a seguir. 



                                                       Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.cartoonstock.com/cartoon?searchID=RC600053. Acesso em:

28 dez. 2025. 



A situação representada na imagem assemelha-se a contextos de sessões e reuniões na Câmara Municipal. Considerando as noções de tradução e interpretação discutidas por Pagura (2015), essa situação caracteriza-se como

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Q3944823 Libras

Leia o Texto 4 para responder à questão.


Texto 4


[...] tanto a tradução quanto a interpretação têm como objetivo fazer que uma mensagem expressa em determinado idioma seja transposta para outro, para que seja compreendida por uma comunidade linguística que não fale o idioma em que essa mensagem foi originalmente concebida. Pode-se dizer que o tradutor e o intérprete são profissionais que permitem que uma mensagem cruze a chamada “barreira linguística” entre duas comunidades, sendo comum usar a metáfora “ponte” para designar esses profissionais. Outra semelhança é que tanto o tradutor quanto o intérprete têm de dominar muito bem as duas línguas envolvidas no processo, com os diversos componentes culturais pertinentes a ambas – do texto de partida e do texto de chegada – as comunidades linguísticas, embora ao tradutor baste o domínio da língua em sua variante escrita. Há excelentes tradutores que não são capazes de compreender a variedade oral da língua da qual traduzem. Em outras palavras: compreendem perfeitamente um texto lido na língua estrangeira de trabalho, mas não são capazes de entender um texto semelhante se apresentado oralmente por seu autor, em forma de conferência ou palestra, por exemplo. Esse tipo de profissional possivelmente também teria dificuldades para manter uma conversa no mesmo idioma do qual traduz muito bem um texto escrito.


PAGURA, Reynaldo José. Tradução & interpretação. In: AMORIM, Lauro Maia;

RODRIGUES, Cristina Carneiro; STUPIELLO, Érika Nogueira de Andrade

(Org.). Tradução &: perspectivas teóricas e práticas. São Paulo: Editora

UNESP; Cultura Acadêmica, 2015. p. 183-207. Disponível em:

https://books.scielo.org/id/6vkk8/pdf/amorim-9788568334614-09.pd>.

Acesso em: 28 dez. 2025

Com base em Pagura (2015), uma diferença relevante entre o tradutor e o intérprete está relacionada ao domínio das modalidades linguísticas, uma vez que
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Q3944822 Libras

Leia o Texto 4 para responder à questão.


Texto 4


[...] tanto a tradução quanto a interpretação têm como objetivo fazer que uma mensagem expressa em determinado idioma seja transposta para outro, para que seja compreendida por uma comunidade linguística que não fale o idioma em que essa mensagem foi originalmente concebida. Pode-se dizer que o tradutor e o intérprete são profissionais que permitem que uma mensagem cruze a chamada “barreira linguística” entre duas comunidades, sendo comum usar a metáfora “ponte” para designar esses profissionais. Outra semelhança é que tanto o tradutor quanto o intérprete têm de dominar muito bem as duas línguas envolvidas no processo, com os diversos componentes culturais pertinentes a ambas – do texto de partida e do texto de chegada – as comunidades linguísticas, embora ao tradutor baste o domínio da língua em sua variante escrita. Há excelentes tradutores que não são capazes de compreender a variedade oral da língua da qual traduzem. Em outras palavras: compreendem perfeitamente um texto lido na língua estrangeira de trabalho, mas não são capazes de entender um texto semelhante se apresentado oralmente por seu autor, em forma de conferência ou palestra, por exemplo. Esse tipo de profissional possivelmente também teria dificuldades para manter uma conversa no mesmo idioma do qual traduz muito bem um texto escrito.


PAGURA, Reynaldo José. Tradução & interpretação. In: AMORIM, Lauro Maia;

RODRIGUES, Cristina Carneiro; STUPIELLO, Érika Nogueira de Andrade

(Org.). Tradução &: perspectivas teóricas e práticas. São Paulo: Editora

UNESP; Cultura Acadêmica, 2015. p. 183-207. Disponível em:

https://books.scielo.org/id/6vkk8/pdf/amorim-9788568334614-09.pd>.

Acesso em: 28 dez. 2025

Nos diversos contextos de atuação profissional, sendo a Câmara Municipal um deles, a tradução e a interpretação compartilham um objetivo central no processo comunicativo. De acordo com o texto, esse objetivo consiste em:
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Q3944821 Libras

Leia o texto a seguir.


[...] defendemos que a prática profissional do/a TILSP, justamente por envolver uma atuação que exige atenção, conhecimento linguístico de ambas as línguas em circulação – quanto aos aspectos léxicos, semânticos e pragmáticos – e conhecimento sociocultural dos contextos em que as línguas circulam e produzem sentidos e significados, precisa ser exercida em equipe – minimamente por uma dupla de profissionais - já que “as interpretações são realizadas em períodos longos e demasiadamente desgastantes para os intérpretes (física e mentalmente), uma vez que o processo de interpretação envolve duas línguas de estruturas linguísticas distintas” (AGILS, 2017, s/p.). Nesse ínterim, portanto, compreendemos como Nogueira e Gesser (2018, p. 123), que o trabalho em equipe “acontece quando dois ou mais intérpretes trabalham em conjunto durante todo o evento interpretativo”.


CABELLO, Janaina; PEDROSA, Luiza. A atuação de intérpretes de Libras na

esfera comunitária: uma experiência de formação para o trabalho em

equipe. Revista Transmutare, Curitiba, v. 7, e15728, p. 1-17, 2022, p. 3.

Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/15728. Acesso em:

30 dez. 2025.



A atuação profissional do Tradutor e Intérprete de Libras (TILSP) envolve demandas cognitivas, linguísticas e socioculturais complexas. Considerando o texto apresentado, o conhecimento em Linguística mostra-se fundamental porque:

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Q3925074 Libras
Na adaptação de materiais para Libras, considera-se:
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Q3925072 Libras
Na área da saúde, a interpretação exige:  
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Q3925068 Libras
A neutralidade do intérprete NÃO implica: 
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Q3925067 Libras
Em contextos formais, o intérprete deve:
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Q3925066 Libras
O desenvolvimento continuado do intérprete implica
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Q3925064 Libras
O uso de recursos tecnológicos no apoio à interpretação em Libras caracteriza-se por:  
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Q3925063 Libras
A adaptação de conteúdo do português para a Libras deve considerar prioritariamente:
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Q3925061 Libras

Utilize a tirinha abaixo para responder a questão.


Ao entregar à professora uma apresentação transcrita após ter apresentado em Libras, o estudante surdo evidencia, no plano discursivo e cultural, que:
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Q3923150 Libras
A formação do tradutor/intérprete de Língua Brasileira de Sinais/Língua Portuguesa no Brasil passou por importantes transformações nos últimos anos, sobretudo no que se refere à profissionalização e ao reconhecimento da necessidade de formação em nível superior. Gontijo (2025), em sua pesquisa intitulada “Políticas de Tradução e Interpretação: os intérpretes de Libras no ensino superior”, discute os desafios e os contextos sociopolíticos que moldam essa formação profissional, destacando a importância de currículos que articulem linguística, prática tradutória e reflexões críticas sobre inclusão e direitos linguísticos. A partir disso, pode-se defender que o(a): 
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Q3923147 Libras
Nos Estudos da Tradução e da Interpretação, diferentes tipos de tradução são descritos a partir da relação estabelecida entre línguas, sistemas semióticos e modalidades de expressão. No campo da Libras, essas classificações auxiliam na compreensão das práticas tradutórias e interpretativas em contextos como conferências, ambientes educacionais e situações que envolvem públicos específicos, como pessoas surdocegas. Baseando-se nos tipos de tradução e sua aplicação na interpretação Libras– Língua Portuguesa, afirma-se que a: 
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Q3923146 Libras
No contexto do ensino superior, a presença do intérprete de Libras é um dos elementos que asseguram o acesso linguístico do estudante Surdo às atividades acadêmicas. Essa atuação ocorre em articulação com o professor e os demais alunos, respeitando as atribuições institucionais e os limites profissionais de cada agente envolvido no processo educacional. Tendo em conta a relação entre professor, intérprete de Libras e aluno Surdo no ensino superior, defende-se que é papel do intérprete de Libras a: 
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Q3923140 Libras
Os Estudos da Tradução e Interpretação constituem campos teóricos que investigam os processos tradutórios e interpretativos, considerando aspectos linguísticos, cognitivos, culturais e contextuais. No âmbito da Libras, essas áreas contribuem para a compreensão da atuação do tradutor/intérprete em situações que envolvem línguas de modalidades distintas, como a Língua Brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa. Fundamentado nas Teorias dos Estudos da Tradução e da Interpretação, compreende-se que: 
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Q3923139 Libras
No campo da tradução e da interpretação envolvendo a Língua Brasileira de Sinais, diferentes conceitos e modalidades são utilizados conforme o público atendido, o contexto comunicativo e as necessidades específicas de acessibilidade. Entre esses conceitos, destacam-se a tradução, a transliteração e os diferentes modos de interpretação. Assim sendo, a tradução, no âmbito da Libras, caracteriza-se por: 
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Q3923138 Libras
A formação do tradutor/intérprete de Libras/Língua Portuguesa no Brasil está inserida em contextos sócio-políticos marcados pela luta por direitos linguísticos da comunidade surda e pela institucionalização de políticas públicas de acessibilidade. Esse processo envolve tanto a profissionalização da área quanto a definição de competências necessárias à atuação em diferentes contextos sociais. Nesse cenário, a formação do tradutor/ intérprete de Libras/Língua Portuguesa compreende o(a): 
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Q3923137 Libras
O Código de Conduta e Ética da Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores, Intérpretes e GuiaIntérpretes de Língua de Sinais (FEBRAPILS) estabelece princípios que orientam a atuação profissional do tradutor/intérprete de Libras/Língua Portuguesa. Esses princípios envolvem aspectos como confidencialidade, imparcialidade, competência profissional e respeito às partes envolvidas no processo comunicativo, sendo aplicáveis a todos os contextos de atuação. De acordo com tal código, a atuação ética do tradutor/intérprete de Libras/Língua Portuguesa implica: 
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Respostas
61: D
62: C
63: B
64: D
65: C
66: B
67: C
68: C
69: B
70: D
71: C
72: B
73: D
74: A
75: E
76: D
77: B
78: A
79: B
80: A