Questões de Concurso
Sobre código de conduta e ética dos tradutores e intérpretes de libras em libras
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Em relação ao Código de Conduta Ética da Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-Intérpretes de Línguas de Sinais (FEBRAPILS), publicado em 13 de abril de 2014, considere as afirmações abaixo.
I - É permitido ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete usar de qualquer propaganda pessoal no exercício de sua função.
II - É vedado ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete executar qualquer ato que caracterize concorrência desleal ou exploração do trabalho de colegas.
III- É vedado ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete usar informações confidenciais traduzidas ou interpretadas para benefício próprio ou para ganho profissional.
Quais estão corretas?
A profissão do Tradutor Intérprete de Libras/Português é regida por um Código de Ética Profissional, que norteia os papéis e as responsabilidades para atuação, segundo Quadros (2004). O capítulo I, do Código de Ética, retrata os deveres e os “Princípios Fundamentais” do intérprete.
Baseando-se nessas informações, assinale a alternativa correta.
Estão corretas:
Quadros (2004) apresenta cinco preceitos fundamentais na atuação do tradutor intérprete, denominados de preceitos éticos.
Quais são esses cinco preceitos?
A presença do profissional intérprete de LIBRAS é obrigatória nas escolas com matrícula de alunos surdos. Exige-se do intérprete educacional, além de competência para realizar a tradução e/ou interpretação das duas línguas em questão, respeitar preceitos éticos.
Para o desempenho de um bom trabalho, este profissional deverá possuir, ao menos,
Orientação
Nessa prova, o termo Língua Brasileira de Sinais será representado pela sigla Libras.
Orientação
Nessa prova, o termo Língua Brasileira de Sinais será representado pela sigla Libras.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
respeitar a condição social e econômica dos que recebem
seus serviços, agindo com solidariedade e com a consciência
de que a liberdade de expressão é um direito social.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com parcialidade para garantir a fidelidade dos conteúdos
que lhe couber traduzir.