Questões de Concurso
Sobre análise sintática | análisis sintáctico em espanhol
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II. Dímelo ahora, por favor.
III. Te lo estoy diciendo, es verdad.
Observe la posición del pronombre clítico lo en cada frase y seleccione la alternativa correcta.
En la frase “Lo importante no es ganar, sino comprender el proceso”, el empleo del artículo neutro lo cumple una función específica dentro del sistema gramatical del español.
Señale la alternativa que explica correctamente el valor semántico y sintáctico de dicho uso.
I.A nominalização lexical consiste na transformação de um verbo ou adjetivo em um substantivo (ex: "el aumento de los precios" em vez de "los precios aumentan"), o que aumenta a densidade lexical do texto e permite que processos funcionem como temas ou sujeitos de novas orações.
II.Na estrutura da frase nominal em espanhol, os adjetivos classificadores ou relacionais (ex: "coche eléctrico") possuem grande mobilidade, podendo ser antepostos ao substantivo para ênfase estilística sem alteração de sentido ou gramaticalidade.
III.As aposições explicativas na frase nominal servem para reformular ou identificar o núcleo nominal, sendo obrigatoriamente delimitadas por vírgulas na escrita, diferentemente das aposições especificativas que se unem diretamente ao nome.
Está correto o que se afirma em:
A sintaxe do espanhol apresenta particularidades no uso do subjuntivo em orações subordinadas adjetivas (de relativo). Assinale a alternativa que descreve corretamente a regra para o uso do subjuntivo quando o antecedente é inespecífico ou inexistente.
I La palabra «real» (primer período del último párrafo) es un sustantivo.
II Las palabras «y» (segundo período del primer párrafo) y «los» (segundo período del segundo párrafo) se clasifican, respectivamente, como conjunción y artículo definido.
III La palabra «escenario» (segundo período del segundo párrafo) es un adjetivo.
IV La palabra «del» (primer período del segundo párrafo) es resultado de la contracción de la preposición «de» con el artículo «el».
Están correctos solamente los ítems
Considere o texto a seguir para responder à questão.
Texto 1
Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo
[...]
Por Sérgio Rodrigues
Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?
Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?
O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?
Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?
O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?
Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.
• classifica sintaticamente o termo “se” de acordo com sua função no texto;
• justifica essa classificação com base em evidências linguísticas do trecho;
• relaciona essa análise a uma prática pedagógica alinhada com a perspectiva descritiva, promovendo a reflexão sobre os efeitos da sintaxe na construção de sentidos e nas escolhas linguísticas em diferentes situações comunicativas.


Analice el uso de las conjunciones destacadas en el texto y evalúe su función gramatical en el contexto. A continuación, señale la alternativa INCORRECTA en relación con el análisis de estos conectores.
As conjunções coordenativas adversativas estabelecem oposição entre orações. Em espanhol, a distinção entre "pero" e "sino" causa dúvidas frequentes, pois ambas podem ser traduzidas como "mas" ou opositores em português, mas possuem usos sintáticos distintos. Analise as afirmativas a seguir sobre o uso dessas conjunções.
I. A conjunção "pero" é utilizada para unir duas orações onde a segunda limita ou restringe a primeira, mas não a exclui, como em "Es guapo, pero antipático".
II. A conjunção "sino" é utilizada quando a primeira oração é negativa e a segunda introduz uma correção ou substituição direta do que foi negado, como em "No quiero té, sino café".
III. Pode-se usar "sino que" quando a correção introduz um verbo conjugado, como em "No estudió, sino que durmió todo el día".
Está correto o que se afirma em:






I.La morfología léxica estudia la estructura de las palabras y las pautas que permiten construirlas o derivarlas de otras, como dormitorio de dormir.
II.Los afijos son morfemas ligados; los sufijos se anteponen a la raíz (ej: im-posible), mientras que los prefijos se posponen (ej: habil-idad).
III.La morfología flexiva estudia variaciones gramaticales, como la concordancia (ej: Ellos trabajan), que tienen consecuencias en las relaciones sintácticas.
Está correto o que se afirma em: