Questões de Concurso Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Q4080744 História
A história da capoeira no nosso país remota ao tempo em que o Brasil era colônia de Portugal. Nos engenhos de açúcar, a mão de obra escrava era fartamente utilizada, em especial no nordeste brasileiro e muitos desses escravos vinham da região de Angola. A história da capoeira no Brasil começou no século:
Alternativas
Q4079979 História
Considerando a Guerra dos Emboabas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4074665 História

“O mineiro é mais vigiado que os demais, o aparelho estatal é amplo e severo, de modo a desenvolver no povo a consciência de sua realidade”. (IGLESIAS, Francisco. Trajetória Politica do Brasil. 1500-1964. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p.64)


Sobre a Região de Minas Gerais no período colonial, é incorreta a assertiva: 

Alternativas
Q4069003 História
Sobre as invasões holandesas no Brasil, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS:


1.(__)Maurício de Nassau, responsável por administrar os domínios holandeses, incentivou a vinda de diversos cientistas e artistas para o Brasil.
2.(__)Uma das causas da invasão holandesa está relacionada à necessidade de exploração da borracha no Brasil.
3.(__)A primeira invasão holandesa no Brasil ocorreu em Pernambuco no século XVII.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4068927 História
Estudos historiográficos têm demonstrado que a descoberta de ouro no território colonial português aconteceu no final do século XVII. O primeiro registro de descoberta significativa de ouro na região das minas data da década de 1690, decorrente da expedição organizada por Antônio Rodrigues Arzão. Assinale a alternativa que melhor descreve as principais mudanças que ocorreram na colônia portuguesa após a descoberta das minas de ouro.
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Q4068923 História
O escravo negro tornado mercadoria do século XVI ao XIX, mercadoria absolutamente indispensável ao Brasil, não vem de um continente desorganizado, sem cultura, sem tradições, sem passado [...]. O escravo já existe nas sociedades muito hierarquizadas [...]
(MATOSO, K. Q., 1982, p. 24-25.)
Sobre o quadro que permitiu o sucesso do tráfico negreiro e sua dinâmica de funcionamento, podemos afirmar que:
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Q4068922 História
“Diante da violência do sistema escravista, muitas vezes, os cativos tentavam fugir e se embrenhavam no mato para formar um sistema de resistência. Em algumas situações, essa resistência gerava um povoamento de escravos fugidos, formando sistemas autossustentáveis.” A descrição anterior se refere a:
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Q4068921 História
Os do Conselho Geral do Santo Ofício, contra a herética gravidade e apostasia nestes reinos e senhorios de Portugal etc. Fazemos saber a quantos a presente virem, que pela boa informação que temos da geração, vida, e costumes de Antônio Martins de Araújo, escultor, solteiro, filho de João Martins de Ramilde, natural da Freguesia de São Miguel, couto de Santo [Gireo], Comarca da Maia, Bispado do Porto, e morador na cidade (de) Mariana. E confiando dele que fará com toda a diligência, consideração, verdade e segredo tudo o que por nós lhe for mandado e pelos inquisidores cometido. Havemos por bem de (o) criar e fazer Familiar do Santo Ofício da Inquisição desta cidade de Lisboa, para que daqui em diante sirva o tal cargo, assim como o servem os mais Familiares da dita Inquisição (...).
(Registro de uma carta de Familiar do Santo Ofício, passada a Antônio Martins de Araújo. (Em) 1770 se registrou. AHCMM. Códice 660, f. 300, 300v.)
Tendo em vista o documento anterior, o qual se refere a indicação de um morador da cidade de Mariana, Antônio Martins, para integrar o quadro de Familiares do Santo Ofício em Minas Gerais, NÃO relaciona a atuação dos Familiares do Tribunal do Santo Ofício à prática do “pecado nefando” – sodomia – na colônia:
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Q4068920 História
Dentro do período colonial brasileiro, muito se estuda sobre a atuação dos padres jesuítas e sua importância na implementação dos poderes metropolitanos. Sobre a atuação dos padres jesuítas no Brasil Colonial, analise as afirmativas a seguir.
I. Os jesuítas concordavam com a escravização dos indígenas, assim como concordaram com a escravização dos africanos, posteriormente.
II. Os padres jesuítas procuraram descredibilizar os pajés ou xamãs da tribo, intencionando substituí-los.
III. A conversão dos principais mostrou-se como forma de tentarem influenciar todo o restante da tribo.
IV. A conversão dos mais jovens foi muito eficaz e estes não voltavam às suas práticas quando se tornavam adultos.
Está INCORRETO o que se afirma apenas em 
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Q4068919 História
John Manoel Monteiro, em sua obra Negros da Terra, discorre sobre o processo de educação e catequese imprimido pelos jesuítas aos índios do Brasil quinhentista. Sobre a catequização dos índios promovida pelos jesuítas, analise as afirmativas a seguir.
I. A catequização dos índios tinha como um de seus objetivos tornar os índios mais dóceis, facilitando o processo de exploração promovido pelos portugueses.
II. Uma das estratégias usadas pelos jesuítas era a destribalização dos índios, misturando índios de diferentes etnias e grupos linguísticos.
III. Até mesmo a geografia das aldeias foi modificada pelos jesuítas, inserindo-se um modelo de disposição das aldeias conforme os padrões europeus.
Está correto o que se afirma em
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Q4068438 História
Julgue as afirmações abaixo:

I.O Diretório dos Índios buscou ordenar a vida social dos povos indígenas no período colonial.
II.O Diretório dos Índios foi publicado em 1758 e proibia o casamento entre indígenas e portugueses, sob pena de desterro.
III.O Diretório tratava, entre outros assuntos, acerca do trabalho indígena na colônia.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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Q4068431 História
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma característica da sociedade colonial.
Alternativas
Q4045016 História

"Nos idos de 1720 em Vila Rica rebelde enunciou-se a proposta de uma 'república' de homens virtuosos, semelhante ao modelo veneziano, '[...] a República que os cabeças queriam formar de vinte e quatro pessoas'. Vale lembrar a análise arguta de Carla Anastasia que, depois de observar a polissemia que o termo 'república' guardava no pensamento moderno, destaca que, nas Minas setecentistas, quando empregado nos textos de seus governadores, 'república significava autonomia, liberdade, sempre presente nas manifestações coloniais contrárias aos interesses metropolitanos'."


Fonte (adaptada): FIGUEIREDO, L. Narrativas das rebeliões: Linguagem política e ideias radicais na América Portuguesa moderna. REVISTA USP, São Paulo, n.57, p. 6-27, março/maio 2003, p. 22.



Considerando o contexto histórico, o movimento social descrito acima é denominado:

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Q4043796 História
O principal objetivo das famílias colonizadoras ao virem para a região onde hoje se localiza o município de Descanso/SC era: 
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Q4008956 História
Analise o fragmento a seguir:

No final do século XVIII e na primeira metade do século XIX, Rio de Janeiro e Salvador viram surgir, talvez, a primeira expressão de uma genuína música popular produzida no Brasil, apresentada por escravos de ganho ou negros forros.

O fragmento acima faz referência
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Q4007060 História
Ao conhecer a existência de produtos valiosos no Brasil, a Coroa portuguesa:
Alternativas
Q3997092 História
Em 23 de janeiro de 1732 o Conselho Ultramarino elaborou uma espécie de relatório a ser enviado ao Governador do Maranhão e Grão-Pará. No documento eram expostos cinco pontos para que as recém descobertas minas de ouro do Estado não fossem noticiadas aos colonos. Assim, entre outras coisas, os Conselheiros alegavam que: perigosamente o Maranhão e Grão-Pará tinha como fronteira conquistas de outras coroas; que a atividade mineradora iria fazer concorrência com a atividade das drogas do sertão, que já era explorada por Portugal, e da qual resultava grandes lucros; e a possibilidade do aumento dos cativeiros ilegais de indígenas a partir da atividade mineradora. “Sobre o que escreve o Governador e Capitão General do Estado do Maranhão a respeito do descobrimento das novas minas de ouro das terras dos Tocantins daquele Estado.” Lisboa, 23 de janeiro de 1732. AHU, códice 209 (consultas do Maranhão), f.56v.
Considerando a Consulta de 1732 e a historiografia sobre a colonização da região amazônica, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3997084 História
[…] O movimento de pessoas, como salientou Anthony Russel-Wood foi uma característica frequente, não só na América portuguesa como em todo o império. Entretanto, para RusselWood, o “papel do Estado no incentivo à imigração foi mínimo”. Dados referentes ao Estado do Maranhão, contudo, revelam outra perspectiva. Em relação à Amazônia, o limitado número de europeus que se dirigia para a região ensejou uma ação clara da própria Coroa, que pode ser percebida em diversas esferas e em relação a vários grupos, não só de europeus […]. (CHAMBOULEYRON, Rafael. Uma “conquista tão dilatada”. A coroa portuguesa e a migração voluntária para a Amazônia (século XVII). In. SARGES, Maria de Nazaré...[et. al.]. Entre mares: o Brasil dos portugueses. Belém: Paka-Tatu, 2010, p. 85. Com adaptações).
Considerando o cenário amazônico em relação aos povos indígenas assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3997069 História
“Na historiografia, as interpretações do passado estão em disputa. Trata-se, pois, de um campo da história intelectual permeado por contendas políticas, ideológicas e epistemológicas que reverberam no seio das representações sobre o passado ou do uso que se faz do passado. Deve-se ressaltar, dessa forma, que a condição de disputa no campo historiográfico é um ingrediente fundamental” (PALERMO, Luís Claudio. Disputas no campo da historiografia da escravidão brasileira: perspectivas clássicas e debates atuais. Dimensões, v. 39, jul.-dez. 2017, p. 326).
Considerando a nota acima, sobre a historiografia da escravidão no Brasil, escolha a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3990028 História
    Em 1691, aconteceu uma revolta escrava na vila de Camamu. A rebelião teve início em um mocambo de onde, liderados por cinco mulatos, os quilombolas partiram, aliciando os demais escravos do lugar, e atacaram a vila. No assalto, furtaram armas de aço, destruíram roças, mataram alguns homens brancos, sequestraram mulheres e crianças. Depois da investida, fugiram e se estabeleceram a três léguas de distância, em um monte, formando ali nova vila, a qual chamaram de Santo Antônio, onde tinham seu Governador e os cabos, e saíram em seguida promovendo novos delitos. Informado do ocorrido por carta de Bento Ribeiro de Lemos, capitão-mor de Ilhéus, o governador-geral António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho considerou que não cabia enviar soldados de Salvador, porque a movimentação seria pressentida pelos negros, que se meteriam pelos matos. Enviou pólvora, bala e ordens para que o capitão reunisse as tropas, recrutando os homens pardos e alguns índios das aldeias vizinhas e nomeando por cabo o homem que lhe parecesse de mais valor, e que fizesse partir a entrada. Através de outros documentos, conhecemos mais detalhes sobre a campanha: no confronto, do qual participaram escravos e escravas, morreu também, do lado do governo, um índio, e saiu ferido o capitão Gonçalo da Afonseca, com uma seta e uma bala. Do lado dos rebeldes, entre os quatro mortos estavam dois líderes, e ficaram feridos 25 indivíduos.
Lara de Melo dos Santos. “Morte aos brancos, viva a liberdade!”: rebelião escrava em Camamu, Bahia (século XVII). In: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (Orgs.). Revoltas escravas no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2021, p. 85-86.
Com base no relato anterior, presente em um documento do arquivo público do estado da Bahia, datado de 9 de agosto de 1691, referente à escravidão e à resistência negra no Brasil colonial, assinale a opção correta. 
Alternativas
Respostas
701: D
702: B
703: C
704: A
705: C
706: D
707: A
708: C
709: C
710: A
711: A
712: D
713: B
714: B
715: B
716: B
717: D
718: A
719: C
720: D