Questões de Concurso Sobre período colonial: produção de riqueza e escravismo em história

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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: PC-AM Prova: FGV - 2022 - PC-AM - Investigador de Polícia |
Q1899355 História

“Em meados do Século XVIII, com a inversão de posições das principais capitanias, o Pará passou a ser a "cabeça" do Estado do Grão-Pará e Maranhão. Esse processo foi acompanhado pela transferência de sede da nova unidade administrativa, dependente de Lisboa, da cidade de São Luís para a de Belém, e pela posse de Francisco Xavier de Mendonça Furtado como governador e capitão-general. Iniciava-se, assim, uma fase de retomada da colonização amazônica.”

(Adaptado de SANTOS, F. Vilaça dos, O "paraíso na terra" ou o Estado do Grão-Pará na segunda metade do século XVIII, in historiacolonial.arquivonacional.gov.br.)


Entre as características dessa “retomada da colonização amazônica” consta

Alternativas
Q1884387 História

Analise as afirmativas a seguir:


I. São elementos típicos de um engenho do Brasil colonial as plantações de cana de açúcar, o equipamento para processála, as construções, os escravos, o gado, as pastagens, os carros de transporte e a casa-grande.

II. Após o início da colonização, os portugueses introduziram a cana-de-açúcar no Brasil e, ainda no século XVI, a produção se estabeleceu em bases sólidas no nosso território. Com o tempo, a base da vida social e da economia na Colônia passaram a girar em torno da principal atividade econômica: a produção açucareira.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1883670 História
Texto para a questão a seguir:

O ENIGMA DE PALMARES

Por Rafael Marquese, 2006. Trecho adaptado.

A Guerra dos Palmares foi um dos episódios de resistência escrava mais notáveis na história da escravidão do Novo Mundo. As estimativas sobre o número total de habitantes divergem bastante – de um mínimo de 6 mil a um máximo de 30 mil pessoas.

Não há como negar que as comunidades palmarinas, dada a extensão territorial e a quantidade de escravos fugitivos que acolheram, tornaram-se o maior quilombo na história da América portuguesa. Suas origens datam do início do século XVII, mas sua formação como grande núcleo quilombola se deu apenas no contexto da invasão holandesa de Pernambuco, quando diversos escravos se aproveitaram das desordens militares e fugiram para o sul da capitania.

As comunidades rebeldes que então se organizaram resistiram a diversas incursões da Companhia das Índias Ocidentais e, após a expulsão dos holandeses, a ataques das tropas luso-brasileiras.

Nas décadas de 1670 e 1680, os africanos, os crioulos e os descendentes alojados em Palmares eram vistos pelas autoridades metropolitanas como “holandeses de outra cor”, por conta da ameaça que representavam à ordem colonial portuguesa na América. Sua derrota pela força das armas só ocorreu em meados da década seguinte, após um conflito secular com dois dos maiores poderes coloniais europeus do mundo moderno.

Antes da revolução escrava de São Domingos (1791-1804) e das grandes revoltas abolicionistas do Caribe inglês no primeiro terço do século XIX, o episódio de Palmares só teve equivalente na I Guerra Maroon da Jamaica (1655-1739) e na Guerra dos Saramaca, no Suriname (1685-1762). Nesses dois casos, entretanto, os quilombolas conseguiram vencer as tropas repressoras, forçando autoridades e senhores a reconhecerem a liberdade dos grupos revoltosos.

A história da derrota do grande quilombo palmarino deu origem a um enigma que há certo tempo chama a atenção dos especialistas em escravidão brasileira: por que não houve outros Palmares na história do Brasil? O ponto é importante, pois a atividade quilombola se ampliou no século XVIII, com o aumento do volume do tráfico negreiro transatlântico e a formação dos núcleos mineratórios no interior do território, assumindo diferentes modalidades de norte a sul da América portuguesa. 
Leia o texto 'O ENIGMA DE PALMARES' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No texto, Marquese afirma que os africanos, os crioulos e os descendentes alojados em Palmares chegaram a ser vistos pelas autoridades metropolitanas como “holandeses de outra cor”, por conta da ameaça que representavam à ordem colonial portuguesa na América.

II. O texto afirma que as comunidades palmarinas possuíam uma ampla extensão territorial e uma grande quantidade de escravos fugitivos, o que as transformou em um valioso mercado consumidor de especiarias e, assim, estimulou o comércio da Colônia com essas comunidades. 

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1883669 História
Texto para a questão a seguir:

O ENIGMA DE PALMARES

Por Rafael Marquese, 2006. Trecho adaptado.

A Guerra dos Palmares foi um dos episódios de resistência escrava mais notáveis na história da escravidão do Novo Mundo. As estimativas sobre o número total de habitantes divergem bastante – de um mínimo de 6 mil a um máximo de 30 mil pessoas.

Não há como negar que as comunidades palmarinas, dada a extensão territorial e a quantidade de escravos fugitivos que acolheram, tornaram-se o maior quilombo na história da América portuguesa. Suas origens datam do início do século XVII, mas sua formação como grande núcleo quilombola se deu apenas no contexto da invasão holandesa de Pernambuco, quando diversos escravos se aproveitaram das desordens militares e fugiram para o sul da capitania.

As comunidades rebeldes que então se organizaram resistiram a diversas incursões da Companhia das Índias Ocidentais e, após a expulsão dos holandeses, a ataques das tropas luso-brasileiras.

Nas décadas de 1670 e 1680, os africanos, os crioulos e os descendentes alojados em Palmares eram vistos pelas autoridades metropolitanas como “holandeses de outra cor”, por conta da ameaça que representavam à ordem colonial portuguesa na América. Sua derrota pela força das armas só ocorreu em meados da década seguinte, após um conflito secular com dois dos maiores poderes coloniais europeus do mundo moderno.

Antes da revolução escrava de São Domingos (1791-1804) e das grandes revoltas abolicionistas do Caribe inglês no primeiro terço do século XIX, o episódio de Palmares só teve equivalente na I Guerra Maroon da Jamaica (1655-1739) e na Guerra dos Saramaca, no Suriname (1685-1762). Nesses dois casos, entretanto, os quilombolas conseguiram vencer as tropas repressoras, forçando autoridades e senhores a reconhecerem a liberdade dos grupos revoltosos.

A história da derrota do grande quilombo palmarino deu origem a um enigma que há certo tempo chama a atenção dos especialistas em escravidão brasileira: por que não houve outros Palmares na história do Brasil? O ponto é importante, pois a atividade quilombola se ampliou no século XVIII, com o aumento do volume do tráfico negreiro transatlântico e a formação dos núcleos mineratórios no interior do território, assumindo diferentes modalidades de norte a sul da América portuguesa. 
Leia o texto 'O ENIGMA DE PALMARES' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto deixa evidente que as comunidades palmarinas rebeldes resistiram a diversas incursões da Companhia das Índias Ocidentais e, após a expulsão dos holandeses, a ataques das tropas luso-brasileiras.

II. As origens das comunidades palmarinas datam do início do século XVII e sua formação como grande núcleo quilombola se deu apenas no contexto da invasão holandesa de Pernambuco, de acordo com as informações presentes no texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1882347 História

TEXTO 1

Para Schwarcz; Starling (2015, p. 289), “exemplar é o projeto elaborado por Jean-Baptiste Debret, artista francês que havia chegado ao Brasil em 1816 junto com outros colegas, mas que, a essas alturas, tornara-se uma espécie de artista da corte. Não por acaso, esse pintor, que fora responsabilizado por criar boa parte das imagens oficiais do período de d. João VI, agora, em 1822, era indicado para realizar uma alegoria para o pano de boca cortinado disposto no teatro de corte, o São João, onde d. Pedro faria seu discurso de posse e em seguida assistiria a uma apresentação que celebrava a sua coroação como primeiro imperador do Brasil”.


TEXTO 2

Imagem associada para resolução da questão

DEBRET, Jean-Baptiste. Cortina do palco do Teatro Tribunal por ocasião da coroação de D. Pedro I, ca.1822. In: SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M., 2015, p. 713.


A esse respeito, avalie as afirmações que os estudantes produziram durante uma observação dirigida do documento histórico.


I - A tapeçaria remetia à arte europeia e as palmeiras funcionavam como símbolos de um império nos trópicos.

II - A barca amarrada está carregada de sacos de café e maços de cana-de-açúcar, ilustrando os principais produtos da economia brasileira.

III - A família negra composta por um menino e sua mãe, ambos portando instrumentos agrícolas, foi uma forma de denunciar a escravidão nos trópicos.

IV - O grupo de indígenas armados, ao fundo da tela, busca representar o apoio dos nativos ao novo Estado.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q1882340 História

Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.


I - No sistema escravista brasileiro os escravos eram considerados bens semoventes.


PORTANTO



II - A eles era negado agenciar seu lugar e condição: sem horas de lazer e sem constituição de família.


Sobre essas asserções, é correto afirmar que

Alternativas
Q1862181 História
Leia as afirmações abaixo sobre a história africana e suas relações com o Brasil e, a seguir, assinale a alternativa correta:

I. muitos dos escravizados trazidos para o Brasil e que foram trabalhar em Minas ou Goiás vieram de regiões do interior do continente africano, das savanas e das bordas dos desertos.
II. poucos dos escravos trazidos para o Brasil vieram de regiões do litoral do continente africano.
III. No território brasileiro, reis e nobres africanos, vendidos por seus desafetos como escravos, buscaram, algumas vezes, reconstruir as estruturas políticas e religiosas das terras de onde haviam partido. 
Alternativas
Q4181971 História
Leia o trecho abaixo relacionado ao contexto do sistema escravista da história brasileira:

“No Brasil, a sociedade como um todo, (...), deixava em testamentos as disposições religiosas, como o tipo de mortalha, o modo de acompanhamento do corpo por religiosos, o número de missas a se realizar, entre outras. Por isso, era tão importante pertencer a uma irmandade, pois ela seria responsável por garantir um fim digno ao indivíduo (...)”. (MATTOS, Regiane Augusto. História e cultura afro-brasileira. São Paulo: Editora Contexto, 2009, p. 159-160).

Segundo os estudos da autora, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4180441 História
O Brasil colonial tem sido estudado da mesma maneira que a Lua era observada antes dos vôos espaciais: do lado que reflete o Sol, do lado de Portugal, da Espanha, da Europa. Incorporar os eventos transcorridos em Angola à narrativa dos eventos brasileiros é como descobrir o lado escondido da Lua, a metade oculta da história do Brasil. (Felipe de Alencastro, Tratado dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul). De acordo com o fragmento do texto de Felipe Alencastro, analise as assertivas abaixo:
I. Observar a história como quem observa a Lua antes dos vôos espaciais, isto é, percebê-la apenas pelo lado iluminado pelo Sol, significa dizer que há um pressuposto eurocêntrico presidindo a forma como estudamos a História do Brasil.
II. Criticar a postura eurocêntrica que articula o modo como temos estudado a História do Brasil significa negar a importância e o legado da Europa para a história nacional, reconhecendo outras histórias de nossas heranças americanas e africanas.
III. Descobrir “a metade oculta da história do Brasil” significa perceber que o conhecimento da história da África ou das populações ameríndias, além de expandir a ideia de história mundial, pode contribuir para a criação de outros conhecimentos históricos sobre outros espaços e populações negligenciados ou ideologicamente omitidos.
IV. O estudo da história do Brasil não precisa estar necessariamente integrado à história mundial para que ela seja compreendida em suas articulações com a história em escala mais ampla.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4180437 História
A máscara, portanto, suscita muitas questões: por que a boca do sujeito negro deve ser presa? Por que ela ou ele deve ser silenciado? O que poderia dizer o sujeito negro se sua boca não fosse selada? O que o sujeito branco deveria ouvir? Há um medo apreensivo de que, se o sujeito colonial falar, o colonizador terá que escutar. Ele/ela seria forçado a um confronto desconfortável com as verdades dos “Outros”. Verdades que foram negadas, reprimidas e mantidas em silêncio, como segredos. Eu gosto dessa frase “quieto na medida em que é forçado a”. Essa é uma expressão das pessoas da Diáspora africana que anuncia como alguém está prestes a revelar o que se supõe ser um segredo. Segredos como a escravidão. Segredos como o colonialismo. Segredos como o racismo.
No fragmento citado acima, Grada Kilomba analisa a imagem da escrava Anastácia, obrigada a viver com uma máscara cobrindo sua boca, no sentido de estender aos dias atuais práticas de violência contra a população negra características do período colonial brasileiro. Com base na análise de Grada Kilomba, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4129031 História
A história das bandas de música remonta ao período do Brasil Colônia, com as bandas organizadas pelas irmandades religiosas e pelos senhores de engenho. Compreender a história da formação das bandas e fanfarras é de suma importância. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir sobre a história a formação e manutenção das bandas e fanfarras.
I - Nas bandas das irmandades, os músicos tocavam em troca do aprendizado de leitura e escrita, e especificamente em busca do aprendizado musical.
II - As bandas organizadas pelos senhores de engenho, conhecidas como bandas de fazenda, eram compostas pelos donos dos engenhos que tocavam em troca de sustento.
III - As bandas nos grandes centros urbanos representavam uma contribuição dos senhores de engenho que, posteriormente, passam a cobrar pelas apresentações, transformando a banda em fonte de renda.
IV - No século XIX as bandas já se apresentavam nos coretos das cidades, arrebanhando muitas pessoas.
Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q4115502 História
A propósito do Brasil colonial, no período de maior desenvolvimento da atividade de mineração, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4114765 História
A formação do território brasileiro começou antes da chegada dos portugueses. Para evitar conflitos entre Espanha e Portugal, os dois países assinaram o Tratado de Tordesilhas (1494). Este estabelecia os limites das terras a serem ocupadas e exploradas na América. A primeira região a ser povoada pelos portugueses foi o litoral, especialmente o nordestino. Ali se estabeleceram as plantações de cana de açúcar, os engenhos, e os portos. Paralelo a isso, os colonos organizavam expedições em busca de mão de obra, metais e pedras preciosas. No período em que o Brasil ainda era colônia de Portugal, a criação de gado ou a pecuária teve um papel muito importante. Das respostas abaixo qual pode relacionar a esse papel importante para o Brasil no período colonial:
Alternativas
Q3984595 História
Com base nos conhecimentos a respeito da história econômica do Paraná, considere as afirmativas a seguir.

I. A crise de 1929, que levou à queda dos preços dos principais produtos de exportação em nível mundial, foi a responsável pela erradicação dos cafezais paranaenses e sua substituição pela lavoura da soja.

II. Embora tenha havido o desenvolvimento da lavoura de erva-mate no século XIX, sua produção foi inexpressiva, considerando a consolidação da agricultura cafeeira durante o período.

III. Nos séculos XIX e XX ,as variadas regiões do Paraná desenvolveram produções econômicas baseadas em diferentes gêneros, envolvendo, também, regimes de trabalho distintos.

IV. Em consonância com outras regiões do Brasil, como São Paulo e Rio de Janeiro, a produção econômica paranaense do século XIX utilizou mão de obra escravocrata.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2423664 História

O Brasil colônia foi um período extenso (1530/1822) da nossa história. Dentro do contexto colonial brasileiro é possível considerar qual alternativa correta:

Alternativas
Q2423552 História

“A brava gente portuguesa, a mais temida entre todas as nações, era nesta colônia vilipendiada pelo índio, sofria e sujeitava-se ‘ao mais vil e triste gentio do mundo’”. (IN: Souza, Laura de Melo e. O diabo e a Terra de Santa Cruz: feitiçaria religiosidade popular no Brasil Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1986, p. 65)


Na citação acima a historiadora deixa evidente alguns conceitos europeus sobre os povos nativos do continente americano.


Sobre este assunto considere as afirmativas abaixo:


I. Essa visão ajudava a justificar a tentativa de escravizar os povos nativos;

II. Durante algum tempo, a colonização portuguesa foi encarada como necessária no sentido de levar os “gentios” ao conhecimento do cristianismo;

III. Os costumes dos nativos, antagônicos as práticas culturais da Europa por ocasião da colonização, eram associadas ao “demônio”;


Em relação as afirmações acima, com base nos estudos historiográficos do período colonial no Brasil, é correto afirmar:

Alternativas
Q2420052 História

As primeiras tentativas de exploração do litoral brasileiro pelos portugueses se basearam no sistema de ______________, adotado na costa africana. Nos anos iniciais, entre 1500 e 1535, a principal atividade econômica foi a exploração do pau-brasil, obtida mediante ___________ com os indígenas. As árvores não cresciam juntas, encontravam-se ________________. À medida que a madeira foi se esgotando no litoral, os europeus passaram a recorrer aos índios para obtê-la. O trabalho de derrubada das árvores era uma tarefa comum na sociedade _________________.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q2420048 História

Durante o século XV, Portugal, sob o comando de dom Henrique, foi o pioneiro em grandes avanços na navegação e na construção naval. As caravelas se revelaram ser muito adequadas para missões de reconhecimento em litorais desconhecidos. A exploração da costa oeste africana foi rápida, e, se inicialmente o volume de comércio que os portugueses conseguiram conquistar foi escasso, o comércio de escravos logo se revelou a parte mais rentável dos negócios. A respeito do contexto mencionado, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2410302 História

Dom João VI retorna à Portugal em 1821, cedendo ao contexto de pressões internas e externas, deixando Dom Pedro na condição de príncipe regente do Brasil. O principal motivo do retorno do rei foi a elaboração de uma nova Constituição para Portugal, que limitaria seu poder, que foi consequência direta da chamada:

Alternativas
Q2410301 História

As primeiras expedições portuguesas nas terras brasileiras não tiveram intensão de fixar povoamentos, mas sim cumpriam ordens da Coroa com outros objetivos. Por exemplo, a Armada de Martin Afonso de 1531 foi promovida para:

Alternativas
Respostas
781: B
782: A
783: B
784: A
785: A
786: B
787: E
788: D
789: B
790: D
791: C
792: D
793: D
794: C
795: B
796: B
797: E
798: E
799: C
800: E