Questões de Concurso
Sobre história geral em história
Foram encontradas 10.961 questões
No Diário de Classe de uma turma do 7º ano, encontram-se as seguintes anotações feitas pelo professor, relativas à primeira quinzena do quarto bimestre:
02/10 – América Espanhola: a conquista e as experiências colonizadoras; o trabalho compulsório. Aula expositiva com utilização de recurso multimídia (PPS).
04/10 – América Espanhola Colonial: sociedade e poder – pesquisa, elaboração e dramatização, em grupo, de pequenas cenas acerca do tema abordado na aula.
09/10 – América Inglesa: apresentação de vídeo e discussão em torno das diferentes formas e características da colonização inglesa na América do Norte.
11/10 – América Inglesa Colonial: sociedade e poder – aula expositiva comparando as colonizações: espanhola e inglesa. Correção de exercícios do livro adotado e revisão da matéria para prova.
16/10 – Prova de História: as Américas: espanhola e inglesa no período colonial.
No Diário de Classe de uma turma do 7º ano, encontram-se as seguintes anotações feitas pelo professor, relativas à primeira quinzena do quarto bimestre:
02/10 – América Espanhola: a conquista e as experiências colonizadoras; o trabalho compulsório. Aula expositiva com utilização de recurso multimídia (PPS).
04/10 – América Espanhola Colonial: sociedade e poder – pesquisa, elaboração e dramatização, em grupo, de pequenas cenas acerca do tema abordado na aula.
09/10 – América Inglesa: apresentação de vídeo e discussão em torno das diferentes formas e características da colonização inglesa na América do Norte.
11/10 – América Inglesa Colonial: sociedade e poder – aula expositiva comparando as colonizações: espanhola e inglesa. Correção de exercícios do livro adotado e revisão da matéria para prova.
16/10 – Prova de História: as Américas: espanhola e inglesa no período colonial.
“A divisão da sociedade feudal em três ordens, cada qual com suas funções específicas, era justificada por um modelo ideológico criado pelos pensadores da Igreja. De acordo com esse modelo, desde que o mundo foi criado por Deus, foram distribuídas tarefas diferentes para cada grupo humano. [...] os oratores (...), os bellatores (...) e os laboratores [...]. Esse modelo ideológico procurava legitimar a desigualdade social que havia entre as ordens, já que as diferentes condições sociais eram encaradas como desígnios divinos”.
[PELLEGRINI, MARCO, et alii. Coleção Novo Olhar História, vol. 1, São Paulo: FTD, 2010, p. 194]
Ao solicitar aos alunos do 7º ano que eles apontem, no contexto histórico descrito, a função que cabia à ordem dos bellatores, o professor obterá como resposta correta:
“Os romanos distinguiam o direito público (publicum jus) do direito privado (privatum jus).[...] O segundo, por sua vez, era usado para regular as relações entre as pessoas e seus interesses individuais. No âmbito do direito privado, havia subdivisões”.
[PELLEGRINI, MARCO, et alii. Coleção Novo Olhar História, vol. 1, São Paulo: FTD, 2010, p. 158]
Ao pesquisar essas subdivisões no contexto citado, o aluno do 6º ano registrará que o direito privado que orientava a vida jurídica dos cidadãos romanos era o:
“No âmbito dos historiadores profissionais julgamos que o movimento de ideias mais influentes no sentido da construção da História como ciência foi chamado grupo dos Annales, principalmente entre 1929 e 1969. Durante estas quatro décadas, mesmo sendo os membros de tal grupo bastante heterogêneos, é possível perceber entre eles certas concepções fundamentais comuns, desenvolvidas em debate com os historiadores mais tradicionais”.
[CARDOSO, Ciro F. Uma Introdução à História. 9ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1992, p.42]
Entre essas concepções comuns, destaca-se a:
“A história do garfo, da lavagem da roupa, das formas de fazer amor (que podem dar origem a belos estudos) pode ser tão comezinha e tão pouco história – embora enfeite com ouropéis que dão uma certa cor local – como a história das batalhas, dos congressos diplomáticos e dos debates parlamentares, tal como a descreveu uma certa historiografia, que desejaríamos completamente ultrapassada”.
[Le GOFF, J. A História do Cotidiano. In: DUBY, G, et alii. História e Nova História. Porto: Teorema, s/d., 92]
Reconhecendo a existência de diferentes formas
de se produzir e escrever o conhecimento histórico,
é possível afirmar que o autor faz crítica e gostaria
de ver ultrapassada a concepção:
(Alcir Lenharo. Nazismo: o triunfo da vontade. São Paulo: Ática, 1986. p. 47-48)
Considerando o contexto da Segunda Guerra Mundial e o avanço dos exércitos alemães na Europa, é correto afirmar que a situação apresentada no filme A Volta
A Volta, filme de 1941, expõe a situação de opressão em que vivia a minoria alemã na Polônia. As escolas alemãs não podiam funcionar, nem podiam os alemães ouvir os discursos de Hitler pelo rádio; também eram obrigados a cantar o hino nacional da Polônia. Como não bastasse, uma jovem alemã é violada e apedrejada até a morte porque levava no peito um cordão com a suástica nazista (...).
(Alcir Lenharo. Nazismo: o triunfo da vontade. São Paulo: Ática, 1986. p. 47-48)
Com base no texto, está correto afirmar que na Alemanha de Hitler o cinema
(História do século XX. Abril Cultural. v.3 p. 1349)
As repercussões políticas da crise a que o texto se refere foram negativas, sobretudo nos países de fraca tradição democrática, pois, neles, essa crise
(História do século XX. Abril Cultural. v.3 p. 1349)
O texto trata de uma crise que, direta ou indiretamente, atingiu todo o mundo capitalista. No Brasil, ela repercutiu de forma significativa, pois, com a recessão,
(História do século XX. Abril Cultural. v.3 p. 1349)
O texto refere-se a uma problemática relacionada à Crise de 1929, nos Estados Unidos. Sobre essa crise é correto afirmar que a
Os sovietes eram uma organização política democrática e aberta aos partidos socialistas e populares, excluindo os patrões e os partidos burgueses. Os mandatos dos deputados eleitos poderiam ser revogados a qualquer momento por suas bases eleitorais e os congressos reuniam-se trimestralmente.
De Petrogrado, esses organismos espalharam-se pelas principais cidades e passaram a fiscalizar o Governo Provisório da República, pressionando-o para que atendesse às reivindicações populares: paz, pão e terra.
Com a Revolução de Outubro, os sovietes - cada vez mais identificados com as ideias dos bolcheviques - assumem o poder, forjando a estrutura da nova sociedade
(Adaptado: de Daniel A. Reis Filho. Rússia (1917-1921): anos vermelhos. São Paulo: Brasiliense, 1987. p. 94-95)
O texto e o conhecimento histórico permitem afirmar que o movimento operário no Brasil não chegou a disputar o poder com a classe dominante, como aconteceu na Rússia antes e durante as revoluções de 1917, porque
I. na Rússia, havia um grupo de militantes revolucionários, dedicados exclusivamente à revolução proletária, denominado Partido Bolchevique, que, a partir de 1917, obteve a liderança de um número cada vez maior de sovietes que se mobilizaram na luta pela conquista do poder.
II. no Brasil havia uma concentração maior de operários, sobretudo em São Paulo, onde as fábricas reuniam em seu interior milhares de trabalhadores, impedindo a propaganda socialista, ao passo que na Rússia o proletariado estava disperso nas áreas rurais, o que favorecia a divulgação da ideologia socialista no campo.
III. no Brasil, o peso da classe operária era menor e não existia um partido revolucionário que pudesse se comparar ao Partido Bolchevique, uma vez que a liderança do movimento operário era majoritariamente anarquista e este não possuía força política suficiente para se propor como alternativa de poder.
É correto o que se afirma APENAS em