Questões de Concurso Sobre história geral em história

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Q1759420 História
Em se tratando da evolução do Ser Humano, assinale a alternativa que contém a sequência correta:
Alternativas
Q1759418 História
Sobre as principais questões europeias da atualidade, indique a alternativa correta:
Alternativas
Q1759417 História
Várias foram as formas de resistência de países africanos e asiáticos ao Imperialismo Europeu nos séculos XIX e XX. Dentre eles, destaca-se a Conferência de Bandungue. Qual alternativa contém uma afirmação incorreta sobre os princípios da conferência:
Alternativas
Q1759415 História
Inúmeras foram as guerras realizadas na história da humanidade. Umas curtas, outras longas, umas com poucos mortos, outras com milhões. Com certeza, a maior no quesito mortes foi a segunda Guerra Mundial. Indique a alternativa que não é considerada uma de suas causas:
Alternativas
Q1759414 História
Em 2010 a humanidade assistiu perplexa a explosão de levantes populares que se iniciaram na África e se espalharam pelos países vizinhos e pelo Oriente Médio. Como a imprensa denominou esses levantes?
Alternativas
Q1754765 História

Conforme o cientista político Joseph S. Nye Jr., há três linhas de pensamento que buscam compreender a Guerra Fria. Sobre esse assunto, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q1754764 História

A Idade Média foi um período na História do atual continente europeu que compreende entre o século V ao XV. Acerca dessa temática, julgue as sentenças abaixo.


I. A Idade Média foi marcada por uma organização político e social denominada “feudalismo”.

II.A expansão do islamismo e o advento da Reforma Protestante são marcas do período medieval.

III.A Idade Média se inicia com o fim do Império Romano do Oriente.


Estão corretas as seguintes sentenças:

Alternativas
Q1754763 História

Sobre a produção econômica e militar durante a Segunda Guerra Mundial, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q1748172 História
Em março de 1983, o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, anunciou a criação de um sistema de defesa antimíssil com elementos baseados no espaço. O projeto foi acompanhado por uma poderosa campanha de propaganda. Os principais canais de TV do mundo mostravam fantásticos vídeos animados em que os satélites de combate dos EUA derrubavam mísseis balísticos soviéticos com raios laser e outras armas incríveis. Disponível em: https://br.sputniknews.com/opiniao/2018032510820939- batalha-espaco-guerra-estrelas-eua-urss/
O termo “guerra nas estrelas” surgiu no contexto da corrida espacial que consistiu:
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Q1748168 História

Excerto 1

Congratulamo-nos com a mudança e abertura, pois acreditamos que a liberdade e a segurança caminham juntas, que o progresso da liberdade humana só pode reforçar a causa da paz no mundo. Há um gesto que os soviéticos podem fazer para que isso seja inconfundível, que iria avançar dramaticamente a causa da liberdade e da paz. Secretário Geral Gorbachev, se você procurar paz, se você procurar a prosperidade para a União Soviética e Europa Oriental, se você procurar liberalização, venha aqui a este portão. Sr. Gorbachev, abra o portão. Sr. Gorbachev, derrube este muro!

Discurso do presidente estadunidense, Ronald Reagan.

Disponível em:

<https://pt.wikipedia.org/wiki/Tear_down_this_wall>.


Excerto 2

Em visitas aos Estados Unidos, muitas vezes me perguntaram como encarei o pedido do presidente Reagan. A verdade é que então não o levei a sério. Sabia que era um ator e achei que se tratava apenas de uma boa encenação.

Entrevista com o ex-líder soviético, Mikhail

Gorbachev. Disponível em: <https://goo.gl/f7uuvB>.


O século XX foi marcado por uma era de intenso desenvolvimento científico e tecnológico, implantação de sistemas democráticos em muitos países do globo, reformas sociais e intensos conflitos e disputas. A alternativa que condiz ao período da história do século XX exposto pelos excertos acima é


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Q1735450 História
TESE VIII  

A tradição dos oprimidos ensina-nos que o “estado de exceção” em que vivemos é a regra. Temos de chegar a um conceito de história que corresponda a essa ideia. Só então se perfilará diante dos nossos olhos, como nossa tarefa, a necessidade de provocar o verdadeiro estado de exceção; e assim a nossa posição na luta contra o fascismo melhorará. A hipótese de ele se afirmar reside em grande parte no fato de seus opositores o verem com uma norma histórica, em nome do progresso. O espanto por as coisas a que assistimos “ainda” poderem ser assim no século vinte não é espanto filosófico. Ele não está no início de um processo de conhecimento, a não ser o de que a ideia de história de onde provém não é sustentável. (BENJAMIN, Walter. O anjo da história. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2016, p.13.)
Segundo Michael Lowy (2005), estamos acostumados a classificar as diferentes teorias da história conforme seu caráter progressista e conservador, revolucionário ou nostálgico em relação ao passado. Esse tipo de etiqueta não se aplicaria ao pensamento de Walter Benjamim, para o qual
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Q1735445 História
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://raquelcardeiravarela.files.wordpress.com/2014/09/mafalda-charge-1.jpg. Acesso em 10/12/19.
A tirinha da Mafalda alude a um contexto histórico conturbado da política internacional, o qual expressa
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Q1735444 História
Década de sessenta. Auge da Guerra Fria. Tempo de viva disputa entre as grandes potências, Estados Unidos e União Soviética. O planeta dividido em dois blocos geopolíticos, espelhados pelos três mundos da Guerra Fria. O Primeiro mundo do capitalismo ocidental, o Segundo Mundo dos países socialistas e o Terceiro Mundo da América Latina, Ásia e África. Capitalismo versus socialismo. O mundo todo é palco da competição. Amplo cenário, ameaçado por temerária corrida armamentista. A situação só vai mudar após a queda do Muro de Berlim, em 1989, marco simbólico do fim do socialismo real. (COUTO, Ronaldo Costa. História indiscreta da ditadura e da abertura: Brasil – 1964-1985. Rio de Janeiro; Record, 2003, p.23).
Tony Judt, ao comentar o legado da Segunda Guerra em sua obra “Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945” (2008), pondera que, na sequência desse evento, a perspectiva da Europa era de miséria e de desolamento total. Tudo e todos parecem exauridos. Fizeram parte desse cenário político e social caótico
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Q1735442 História
Em vez de enfrentar os japoneses, o Mao aumentou suas forças no norte da China. No fim da guerra, em 1945, Stalin, sempre rígido e pragmático, assinou um tratado de aliança com o Kuomintang, diminuindo as perspectivas de apoio ao comunismo na eventualidade de uma guerra civil. Logo após a rendição do Japão, reiniciou-se a guerra total entre comunistas e nacionalistas, Stalin ficou de lado novamente, chegando até a avisar Mao para tomar cuidado com os Estados Unidos, que apoiaram Chiang Kai-Shek, agora reconhecido como líder mundial na vitória dos aliados contra o Japão. Mao ignorou o aviso. Os comunistas finalmente conseguiam vantagem. Quando chegaram à capital, Nanquim, a União Soviética foi um dos poucos países a permitir que seu embaixador fugisse junto com o Kuomintang. (DIKÖTTER, Frank. A grande fome de Mao: a história da catástrofe mais devastadora da China (1958-1962). Rio de Janeiro: Record, 2017, p.30).
As relações entre a China pós-revolucionária e a União Soviética foram marcadas por
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Q1735441 História
A tentação de negar é constante. Não quero saber que minha mulher (ou meu marido) me trai, que meu filho se droga, que estou com câncer, que a tortura é cotidiana. Quanto ao holocausto, os franceses sabiam? Toda a maquinaria de morte se fundava sobre este único princípio: que as pessoas não sabem para onde vão nem o que as espera” (Richard Glazer, citado em Shoah). Quando a França foi derrotada, moravam no país 300 mil judeus, metade deles estrangeiros. Em 3 de outubro de 1940, é publicado o “Estatuto dos judeus de nacionalidade francesa”. (VINCENT, Gérard. Guerras ditas, guerras silenciadas e o enigma identitário. IN: ARIÉS, Phillipe e DUBY, Georges. História da vida privada: da Primeira Guerra aos nossos dias. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 215).
A publicação do documento mencionado no texto teve como desdobramento
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Q1735440 História
Provavelmente, a figura mais eminente no estudo do totalitarismo foi Hannah Arendt, que o definiu em seu livro Origens do Totalitarismo, de 1949, como uma “nova forma de governo” propiciada pelo advento da modernidade. Segundo ela, a destruição das sociedades e dos modos de vida tradicionais criou as condições para o desenvolvimento da “personalidade autoritária”, homens e mulheres cujas identidades são inteiramente dependentes do Estado. (APPLEBAUM, Anne. Cortina de ferro: o esfacelamento do leste europeu (1944-1956). São Paulo: Três Estrelas, 2016, p.18).
Entre os anos 40 e os anos 80 do século XX, o “totalitarismo” foi mais que um conceito teórico. Ele adquiriu associações políticas concretas, produzindo diferentes debates e práticas sobre sua natureza e capacidade, estando alguns fundamentados na ideia
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Q1735438 História
[...]. A partir da primeira Revolução, os mencheviques deduziam a necessidade de uma aliança com os liberais, segundo o caráter burguês da Revolução, e colocavam esta aliança acima de uma colaboração com a classe camponesa, considerada como aliada pouco segura. Os bolcheviques, contrariamente, baseavam toda a perspectiva da Revolução numa aliança do proletariado com os camponeses contra a burguesia liberal. Como os socialistas revolucionários julgavam-se, antes de mais nada, partido camponês, era de esperar que na Revolução se efetuasse a aliança entre bolcheviques e populistas, em contraposição à aliança dos mencheviques com a burguesia liberal. [...]. (TROTSKY, Leon. A História da Revolução Russa – A queda do Tzarismo. Brasília: Editora do Senado. v.1. p.245. Coleção Edições do Senado Federal, v. 240-A).
O texto acima, escrito por um contemporâneo da Revolução e membro ativo do processo revolucionário, faz referência
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Q1735437 História
Novos países emergiram da luta contra o colonialismo [...]. Tratava-se de um processo de mudança que teve inicio logo após o término da guerra na Europa, e se intensificou na década de 1950 [...]. Os impérios coloniais construídos, em grande parte, no século XIX, pareciam iniciar, de fato, um processo de liquidação. Na África, na Índia, Indonésia, era como se ingleses, franceses, belgas, portugueses e holandeses começassem a sentir que a dominação do homem branco sobre o planeta terra entrava em fase de extinção. (LINHARES, Maria Yedda. Descolonização e lutas de libertação nacional . IN: REIS, Daniel Aarão; FERREIRA, Jorge e ZENHA, Celeste. O século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p.40-41).
Os processos de descolonização da Ásia e da África referidos no texto ocorreram no pós-guerra, num contexto em que
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Q1735436 História
A primeira era da globalização e da liberalização terminou no banho de sangue da Primeira Guerra Mundial, quando a disputa geopolítica imperial interrompeu precocemente a marcha global para o progresso. Nos dias seguintes ao assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, constatou-se que as grandes potências acreditavam muito mais no imperialismo que no liberalismo, em vez de unir o mundo mediante um comércio livre e pacífico elas se concentraram em conquistar uma fatia maior do mundo pela força bruta. (HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras. 2018, p. 28)
Nos primeiros dias de agosto de 1914, o mundo presenciou o início de um conflito, “a grande guerra mundial”, do tipo que a Europa e o restante do mundo não viam há mais de um século, quando os exércitos napoleônicos foram derrotados. A crise que resultou na Primeira Guerra Mundial deu-se em um contexto internacional, cujas raízes estão relacionadas
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Q1735431 História
Iluminismo. Termo que expressa um conceito de extrema complexidade utilizado para, de modo geral, indicar um movimento de ideias desenvolvido essencialmente no século XVIII. Outros termos têm sido empregados para definir ou caracterizar o Iluminismo, dependendo do ambiente cultural em que o fenômeno venha a ser considerado. Assim o alemão aufklärung (“esclarecimento”, “descobrimento”, “reconhecimento”), o espanhol ilustracion (“ilustração”) ou o inglês enlightenment assumiram sentidos diferenciados, ainda que convergentes para um denominador comum. [...]. (AZEVEDO, Antonio Carlos do Amaral. Dicionário de nomes, termos e conceitos históricos. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1990.p.216-217).
Azevedo destaca, no verbete acima, a natureza histórica do conceito Iluminismo, evidenciando a dificuldade de elaborar uma compreensão única para o termo, ao longo da história contemporânea. Na atualidade essa expressão vincula-se a debates
Alternativas
Respostas
6921: D
6922: E
6923: D
6924: C
6925: C
6926: D
6927: E
6928: E
6929: A
6930: E
6931: B
6932: C
6933: B
6934: B
6935: E
6936: B
6937: A
6938: D
6939: A
6940: C