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Sobre história do brasil em história
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Açúcar motivou a ocupação holandesa
A ocupação holandesa de parte do Nordeste brasileiro teve como motivação a disputa pela hegemonia da produção e da comercialização do açúcar. [...] Em 1624, as invasões holandesas - feitas pela Companhia das Índias Ocidentais - se iniciaram no Brasil. Objetivo: a ocupação das zonas produtoras de açúcar na América portuguesa. O primeiro alvo foi a cidade de Salvador. Os holandeses ficaram apenas um ano e foram expulsos. Em Pernambuco o ataque teve início em 1630, quando Olinda foi conquistada e se consolidou o domínio da Holanda em um território que se estendia do Ceará ao rio São Francisco.
Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/fsp/turismo/fx27049816.htm. Adaptado.
Na perspectiva apresentada no Texto XIV podemos entender que a ação de ocupação do Brasil açucareiro foi uma decisão de iniciativa [1] e motivação eminentemente [2].
As expressões que completam corretamente os campos [1] e [2] da assertiva são, respectivamente,

Disponível em
https://acervo.mac.usp.br/acervo/index.php/Detail/objects/18192.
Tipo de documento: Pintura. Título: É proibido Dobrar à Esquerda.
Artista: Rubens Gerchman. Data:1965.
A pintura do Texto XIII remete, no contexto histórico em que foi
elaborada,
Quem foi Fernão Dias, que dará nome a nova estação no metrô de São Paulo
A estação que antes iria se chamar Paulo Freire será rebatizada em homenagem ao bandeirante, associado a exploração predatória no Sudeste e à escravização de indígenas [...] Nascido em 1608, Fernão Dias Pais Leme era descendente direto dos primeiros imigrantes europeus de São Vicente, o que lhe fez dono de fazendas gigantescas na região que, hoje, compõe o território da capital paulista. Um dos nomes de maior destaque nas missões de exploração do interior do país atrás de recursos minerais, ele chegou a ser considerado o homem mais rico da província.
Fernão Dias participou da famosa bandeira ao sul do Brasil, comandada por Antônio Raposo Tavares em 1638. Nela, passou pelos atuais estados de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e parte do Uruguai, onde acabou com as reduções jesuíticas e submeteu milhares de indígenas à escravidão.
Disponível em https://revistagalileu.globo.com/sociedade/historia/noticia/2023/03/quemfoi-fernao-dias-que-dara-nome-a-nova-estacao-no-metro-de-sao-paulo.ghtml. Adaptado.
A homenagem apontada na reportagem do Texto XII atesta
I.
Vai buscar quem mora longe… vai mostrar esta saudade Sonho meu Com a sua liberdade Sonho meu No meu céu a estrela guia se perdeu E a madrugada fria só me traz melancolia, Sonho meu”
Sonho meu - Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara.
II. Amigos presos, amigos sumindo assim Pra nunca mais Nas recordações retratos de um mal em si Melhor é deixar pra trás Não, não chore mais… observando hipócritas Disfarçados rondando ao redor”.
Não chores mais – Gilberto Gil.
As músicas expostas no Texto VIII foram lançadas em 1979, ano marcado pela reabertura política pós-ditadura militar e seus desdobramentos. Suas letras fazem referências a esse contexto histórico. Os trechos em que podem ser percebidas referências mais claras à ditadura e à anistia política são, respectivamente,
Personalidades Negras – Luísa Mahin
Nascida em Costa Mina, na África, no início do século XIX, Luísa Mahin foi trazida para o Brasil como escrava. Da nação africana Nagô, Luísa esteve envolvida na articulação de todas as revoltas e levantes de escravos que sacudiram a então Província da Bahia nas primeiras décadas do século XIX.
Quituteira de profissão, de seu tabuleiro eram distribuídas as mensagens em árabe, através dos meninos que pretensamente com ela adquiriam quitutes. Desse modo, esteve envolvida na Revolta dos Malês (1835) e na Sabinada (1837-1838). Caso o levante dos malês tivesse sido vitorioso, Luísa teria sido reconhecida como Rainha da Bahia.
Disponível em https://www.gov.br/palmares/ptbr/assuntos/noticias/personalidades-negras-2013-luisa-mahin. Adaptado.
A partir da descrição das experiências de Luiza Mahin na Bahia oitocentista e do estudo da realidade dos escravizados no Brasil imperial, por meio do exposto no Texto VII, podemos
Originária de Cametá, a dança expressa gratidão dos índios e escravos africanos por um milagre. Depois de um dia exaustivo de trabalho, os escravos eram liberados, sob fiscalização, para conseguir algo para comer. Certo dia foram à praia e encontraram grandes quantidades de siris que se deixavam apanhar facilmente. Em agradecimento, ensaiaram uma dança e deram o nome de Siriá, que narra o fato.
(Disponível: http://www. belem.pa.gov.br)
Em termos históricos, o texto indica a
A Amazônia ainda não encontrou sua vocação econômica. O café e o cacau, a madeira e a borracha, o boi a juta e a castanha têm sido momentos passageiros de riqueza; momentos que não trouxeram mais duradouras mudanças na infraestrutura socioeconômica. [...] Somente depois da Revolução é que vieram os tratores e o idealismo da engenharia militar, desvendando e aproximando a Amazônia. [...] O coração da Amazônia é O cenário para que se diga ao povo que a Revolução e este governo são essencialmente nacionalistas, entendido o nacionalismo como a afirmação do interesse nacional sobre quaisquer interesses e a prevalência das soluções brasileiras para os problemas do Brasil.
(APUD MIRANDA, Camila Barbosa Monção. Ditadura militar s Amazônia: as promessas desenvolvimentistas de um governo autoritário. Anais do XXTX Simpósio Nacional de História, Brasília (DF), 2017, p. 9. Disponível em: https:/!/snh2017 .anpuh.org)
A partir do trecho acima e considerando as ações do governo militar na Amazônia, o discurso
(Boris Fausto, História do Brasil, 2008. Adaptado)
É correto afirmar que a política acima apresentada tinha propósito de
(...)
Brasileiros! Já não devemos corar deste nome: A Independência da nossa Pátria, as suas leis vão ser desde este dia uma realidade. O maior obstáculo, que a isso se opunha, retira-se do meio de nós; sairá de um país onde deixava o flagelo da guerra civil, em troco de um Trono que lhe demos (...)
(John Armitage, História do Brasil, p. 383 In: Ivan Alves Filho, Brasil 500 anos em documentos)
Segundo o documento, a independência do Brasil tornou-se uma realidade em 1831, pois
(Ronaldo Vainfas (org.), Dicionário do Brasil Imperial)
No contexto apresentado, o regressismo se refere
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
As medidas apresentadas no excerto acima eram necessárias para os propósitos do sistema escravista devido
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
A política cultural dirigida pelo governo estadonovista, no Brasil, exemplificada no texto acima, teve o propósito de
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
A partir do excerto acima, é correto afirmar que a introdução da norma apresentada foi marcada por
(www.encontro2012.rj.anpuh.org)
O texto faz referência à Revolta
(Martius. Karl Friedrich Philip von. Como se escreve a história do Brasil. In.: RIHGB, tomo VII, 1845, p. 381-403)
A obra de von Martius foi escrita no contexto
(Boris Fausto, História do Brasil)
O trecho descreve a decadência da exploração econômica após a primeira década do séc. XX. Essa decadência é explicada por
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e ensino de História do Brasil. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
A perspectiva de ensino de história apresentada no texto busca