Questões de Concurso Sobre história da américa latina em história

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Q3034749 História
As teorias acerca dos primeiros habitantes da América são de povos nômades que se deslocavam caçando e adaptandose às novas regiões antes da chegada dos europeus. Acerca desses primeiros habitantes, também são chamados de:
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Q3026911 História
Após a constitucionalização do país, a luta política recrudesceu. Formaram-se dois grandes movimentos políticos, um à esquerda, outro à direita. O primeiro chamou-se Aliança Nacional Libertadora (ANL) [...]. O outro foi a Ação Integralista Brasileira (AIB), de orientação fascista [...].”
Texto extraído de: CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 6ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004, p. 102.

Sobre esses dois movimentos políticos mencionados, conforme análise de José Murilo de Carvalho, é CORRETO afirmar:
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Q3026894 História
“As comparações possíveis entre os dois Impérios atlânticos das monarquias ibérica, aproximadas pelo tratado de 1750, e as reformas que sofreram ao longo do Setecentos podem constituir uma chave importante para um melhor enquadramento das marcas peculiares do caso português.
Os governos desses dois Império americanos compartilhavam muitas coisas [...] Mas aqui interessa, sobretudo, sublinhar os pontos de discrepância.”
Texto extraído de: MONTEIRO, Nuno. As reformas na monarquia pluricontinental portuguesa: de Pombal a dom Rodrigo de Sousa Coutinho. In: FRAGOSO, João; GOUVÊA, Maria de Fátima (orgs.). O Brasil Colonial, volume 3 (ca.1720-ca.1821). 1.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. (Parte I – O mundo português em transformação: o logo século XVIII e Parte II - Transformações na economia e na sociedade), p.118.

Nuno Monteiro, para construir o argumento do capítulo, realiza uma comparação entre a monarquias pluricontinentais portuguesa e espanhola. Marque a opção que trata de forma CORRETA essas diferenças – e/ou semelhanças – na concepção do autor:
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Q3025585 História

É importante perceber como a apropriação e a troca entre culturas se desenvolvem, fazendo com que não seja possível, por vezes, afirmar um lugar social estático e permanente para o tratamento de certo grupo. As experiências culturais são necessariamente intercambiantes e fenômenos culturais desse tipo são comuns nos países americanos, podendo-se citar, por exemplo, as culturas nativas do México e as tradições religiosas dos povos andinos, que conjugam a sua raiz axiológica com a tradição cristã. Assim, quando “o apropriante e o apropriado terminam por coexistir”, não caberia apelar para “uma certa pureza dos povos originários e das tradições”, uma vez que essas manifestações culturais são transformadas ao longo da história.

(CUCHE, Denys, 2009.)


No excerto anterior, as falas relativas ao “apropriante” e “apropriado” deixam patente que:

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Q3025583 História

As décadas de 60 e 70 do século XX manifestaram intensas movimentações nos países do hemisfério Sul da América: de um lado a consolidação da participação política e econômica das multinacionais e dos capitais estrangeiros, e de outro as mobilizações populares em resposta às novas dinâmicas, com petições de manutenção dos direitos trabalhistas, reforma agrária e melhor distribuição das riquezas. Em meio a esse cenário, olhando por uma perspectiva global, as duas maiores potências da época evidenciavam a geopolítica no qual o mundo estava submetido. O bloco capitalista liderado pelos Estados Unidos buscava frear a ampliação da influência política e econômica da socialista União Soviética, configurando-se um período de tensão pela disputa tecnológica e armamentista, que não resultou em um conflito direto entre eles, mas na participação dos conflitos entre os seus aliados e governos satélites do Terceiro Mundo. Diante desse contexto é que se inserem os golpes militares nos países da América Latina.

(VIZENTINI, Paulo G. F., 2000, p. 195-226.)


Os Estados Unidos já mantinham relações econômicas e diplomáticas com os países latino-americanos desde a Segunda Guerra Mundial, pelo fornecimento de armas em troca da defesa do continente e treinamentos militares dos exércitos desses países, durante o período beligerante. Em relação aos governos militares latino-americanos: 

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Q3025576 História

Há dois lados na divisão internacional do trabalho: um em que alguns países especializam-se em ganhar, e outro em que se especializaram em perder. Nossa comarca do mundo, que hoje chamamos de América Latina, foi precoce: especializou-se em perder desde os remotos tempos em que os europeus do Renascimento se abalançaram pelo mar e fincaram os dentes em sua garganta. É a América Latina, a região das veias abertas. Desde o descobrimento até nossos dias, tudo se transformou em capital europeu ou, mais tarde, norte-americano, e como tal tem-se acumulado e se acumula até hoje nos distantes centros de poder. Tudo: a terra, seus frutos e suas profundezas, ricas em minerais, os homens e sua capacidade de trabalho e de consumo, os recursos naturais e os recursos humanos.

(GALEANO, 1985, p. 1.)


Essa situação de dependência econômica, enquanto parte do sistema, fez com que a sociedade colonial formada no interior desses espaços dominados sofresse, na sua organização, influências diretas, tais como: 

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Q3025575 História

A produção histórica da América Latina começa com o desmantelamento de todo um mundo histórico, provavelmente a maior aniquilação sociocultural e demográfica da história que chegou ao nosso conhecimento [...] se trata, primeiro, da desintegração dos padrões de poder e de civilização de algumas das mais avançadas experiências históricas da espécie. Segundo, do extermínio físico, em pouco mais de três décadas, as primeiras do século XVI, de mais da metade da população dessas sociedades, cujo total imediatamente antes de sua destruição é estimado em mais de cem milhões de pessoas.

(Quijano, 2005 b, p. 16.)


Nesse contexto de conquista e colonização, as relações de poder entre colonizadores e colonizados consistiram:

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Q3016362 História
A modernização dos Estados Republicanos na América Latina foi um processo complexo e multifacetado. Avalie as seguintes afirmações:

1. A modernização dos Estados Republicanos na América Latina no século XIX incluiu reformas administrativas e econômicas voltadas para a centralização do poder e a promoção da infraestrutura.

2. A modernização foi frequentemente marcada pela adoção de modelos europeus, como o positivismo, que influenciaram a organização dos sistemas educacionais e legais nas nações latino-americanas.

3. A introdução de novas tecnologias, como o telégrafo e as ferrovias, foi fundamental para a integração territorial e o desenvolvimento econômico dos Estados republicanos na América Latina.

4. No entanto, a modernização também aprofundou as desigualdades sociais, com grandes massas de trabalhadores urbanos e rurais excluídas dos benefícios do progresso econômico.

5. A modernização nos Estados republicanos foi, em muitos casos, acompanhada por políticas repressivas contra movimentos sociais e indígenas que resistiam às mudanças impostas pelo Estado.


Alternativas:
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Q3016359 História
A globalização transformou as relações econômicas e políticas na América Latina. Com base nisso, analise as proposições abaixo:

1. A globalização econômica, iniciada no final do século XX, intensificou a inserção da América Latina nos mercados internacionais, com uma maior abertura ao capital estrangeiro e às transações comerciais.

2. O Mercosul, criado em 1991, foi uma iniciativa de sucesso que retirou a dependência da América Latina em relação às grandes potências econômicas, como os Estados Unidos e a União Europeia.

3. A globalização também exacerbou as desigualdades sociais e econômicas na América Latina, com a concentração de renda e a exclusão de amplos setores da população do desenvolvimento econômico.

4. A crise financeira global de 2008 teve impactos limitados na América Latina, já que as economias da região estavam menos integradas ao sistema financeiro internacional.

5. A globalização cultural trouxe consigo desafios para a preservação das identidades locais na América Latina, com o crescente domínio de culturas estrangeiras e a homogeneização dos hábitos de consumo.


Alternativas:
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Q3008359 História
Com o fim do primeiro regime constitucional espanhol, em 1814, e a volta de Fernando VII ao poder, irromperam vários movimentos de independência na América Hispânica. Na década de 1820, houve esforços para a ruptura da situação colonial de Cuba. Entre os motivos que derrubaram as tentativas de independência cubana nesse período estavam: 
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Q2629097 História

Sobre a colonização espanhola na América, assinale a alternativa correta.

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Q2606898 História
O Brasil e a ideia de “América Latina” em perspectiva histórica

Por parte dos escritores e intelectuais brasileiros, apesar de reconhecerem a herança ibérica e católica que o Brasil e a América Espanhola têm em comum, também estavam cientes das diferenças que os separavam. O importante é que nenhum dos políticos, intelectuais e escritores hispano-americanos que primeiro utilizaram a expressão “América Latina”, e nem seus equivalentes franceses e espanhóis, incluíam nela o Brasil. “América Latina” era simplesmente outro nome para América Española.

(José Verissimo, 1998.)

Dentre algumas diferenças entre o Brasil e os demais países da América Latina no início da organização de seus estados, podemos apontar:
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Q2606355 História
Visando assegurar o bom controle da região, os espanhóis dividiram a América de acordo com a realidade com que eles se deparavam. Nesse sentido, a América Espanhola foi dividida em duas grandes formas administrativas. Quais são elas?
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Q2606354 História
Leia o texto a seguir.

A etnografia da América indígena contém um tesouro de referências a uma teoria cosmopolítica que imagina um universo povoado por diferentes tipos de agências ou agentes subjetivos, humanos como não-humanos – os deuses, os animais, os mortos, as plantas, os fenômenos meteorológicos, muitas vezes também os objetos e os artefatos –, todos providos de um mesmo conjunto básico de disposições perceptivas, apetitivas e cognitivas, ou, em poucas palavras, de uma “alma” semelhante. Essa semelhança inclui um mesmo modo, que poderíamos chamar performativo, de apercepção: os animais e outros não-humanos dotados de alma “se veem como” pessoas, e portanto, em condições ou contextos determinados, “são” pessoas, isto é, são entidades complexas, com uma estrutura ontológica de dupla face (uma visível e outra invisível), existindo sob os modos pronominais do reflexivo e do recíproco e os modos relacionais do intencional e do coletivo. O que essas pessoas veem, entretanto – e que sorte de pessoas elas são –, constitui precisamente um dos problemas filosóficos mais sérios postos por e para o pensamento indígena.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Metafísicas canibais. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p. 43. [Adaptado].


Conforme o texto, na concepção ameríndia, a cultura tem qual forma?
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Q2581529 História

As manifestações “Diretas Já”, ocorridas na segunda metade do século XX, foram marcadas por comícios em várias cidades, com amplo apoio popular. Qual foi o principal objetivo do movimento?

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Q2581519 História

Sobre o Tratado de Madri de 1750, assinale a alternativa CORRETA.

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Q2574871 História
Governos Militares e Redemocratização na América Latina
O período de governos militares na América Latina e o subsequente processo de redemocratização marcaram profundamente a história política da região. Avalie as seguintes afirmativas sobre esse período e suas implicações.

1. Os governos militares na América Latina, instaurados entre as décadas de 1960 e 1980, justificavam suas ações como necessárias para  combater o comunismo e a instabilidade política (Stepan, 1988).
2. A Operação Condor foi uma aliança entre ditaduras sul-americanas para coordenar a repressão a opositores políticos (McSherry, 2005).
3. O processo de redemocratização na América Latina, iniciado nos anos 1980, foi caracterizado por transições pacíficas e a ausência de conflitos sociais (Hagopian, 1993).
4. No Brasil, a redemocratização culminou com a promulgação da Constituição de 1988, que estabeleceu um amplo conjunto de direitos civis e sociais (Skidmore, 1988).
5. A influência dos Estados Unidos foi determinante tanto na instauração quanto na queda dos regimes militares na América Latina (Smith, 2007).

Alternativas:
Alternativas
Q2573687 História

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Disponível em: https://www.ihu.unisinos.br/632351-intervencionismodos-estados-unidos-na-america-latina-e-preciso-desclassificar-osdocumentos. Acesso: 09 abr. 2024.


A partir da Revolução Cubana e da ascensão do governo comunista de Fidel Castro, os Estados Unidos intensificaram os seus mecanismos de vigilância à América Latina. À atuação dos seus funcionários oficiais e dos programas de voluntariado e fomento somaram-se a espionagem e apoios secretos variados, inclusive em dinheiro. Se a política nacional na América Latina era percebida como ameaça pelos EUA, a intervenção direta ou indireta agia para revertê-la.

São exemplos que ilustram a política externa estadunidense nesse período:

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Q2573686 História
A professora de História do 9º ano da escola Paulo Freire, localizada no distrito de Itaipuaçu, em Maricá, para desenvolver o tema da ditadura civil-militar de 1964-1985, passeou com a turma pelas ruas do entorno do colégio, e eles selecionaram vários nomes de personagens relevantes da História da segunda metade do século XX. Ela os desafiou a responderem à questão: Qual foi o tratamento comum que essas personagens receberam dos governos militares e por quê? Os nomes selecionados foram Paulo Freire, Darcy Ribeiro, João Goulart, Miguel Arraes. Assinale a opção que melhor caracteriza o objetivo da professora ao realizar essa atividade.
Alternativas
Q2573685 História
Nasci no ano da Revolução! Assim a pintora mexicana Frida Kahlo, mulher inspiradora e ícone pop contemporâneo sublinhava o papel da Revolução Mexicana em sua formação. Em suas escolhas políticas e artísticas, a afirmação do vínculo com a tradição cultural de seu território e a defesa intransigente de justiça social foram marcantes. Assinale a opção que melhor caracteriza o significado da Revolução de 1910-1917 para o México e a América.
Alternativas
Respostas
241: B
242: C
243: D
244: D
245: A
246: D
247: D
248: E
249: D
250: E
251: C
252: C
253: B
254: C
255: C
256: A
257: B
258: E
259: A
260: B