Questões de Concurso
Sobre história da geografia em geografia
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Em relação à geografia humana na contemporaneidade, julgue o item subsecutivo.
Reconhece-se um lugar pela familiaridade que se tem com uma porção do espaço, ou seja, é pela experiência e pela imaginação que o ser humano se apropria das características e qualidades físico-materiais dos espaços.
Em relação à geografia humana na contemporaneidade, julgue o item subsecutivo.
Na sociedade moderna, o homem produz inovações transformando matérias-primas da natureza em mercadorias e, com isso, na condição de trabalhador, detém o controle direto sobre seu trabalho e o fruto de seu trabalho.
Em relação à geografia humana na contemporaneidade, julgue o item subsecutivo.
Os estudos da geografia, na atualidade, compreendem a paisagem especificamente como o espaço objetivo abarcado pela visão do observador.
Considerando as concepções do pensamento geográfico, julgue o item que se segue.
A geografia teorético-quantitativa passou a dominar o pensamento geográfico a partir de 1950, pressupondo que o espaço é delimitado segundo duas vertentes de análise: planície isotrópica e representação matricial.
Considerando as concepções do pensamento geográfico, julgue o item que se segue.
Segundo Ratzel, o espaço vital corresponde a uma porção do espaço geográfico apropriado por um grupo determinado.
Considerando as concepções do pensamento geográfico, julgue o item que se segue.
Na evolução do pensamento geográfico, a geografia quantitativa compreende o conceito de espaço de forma objetiva, com a finalidade de aderir ao movimento científico emergente, a partir de métodos e normas matemáticas e estatísticas.
Considerando as concepções do pensamento geográfico, julgue o item que se segue.
O pensamento geográfico que emergiu ao final da década de 70 do século XX no Brasil apresentou novas temáticas, de matriz marxista, fenomenológica e humanística, e, nesse contexto, a geografia crítica do geógrafo francês Yves Lacoste fez profundas críticas ao ensino da geografia escolar.
Ruy Moreira. O pensamento geográfico brasileiro: as matrizes clássicas originárias. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
Acerca da categoria espaço nas diferentes matrizes e ontologias da geografia clássica, especialmente nos séculos XIX e XX, julgue (C ou E) o item a seguir.
Segundo o geógrafo Pierre George, o homem é o sujeito da sociedade de um espaço organizado pelo trabalho e pela cultura, o que denota a importância da civilização em suas diversas manifestações, pela reunião de hábitos e costumes.
Ruy Moreira. O pensamento geográfico brasileiro: as matrizes clássicas originárias. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
Acerca da categoria espaço nas diferentes matrizes e ontologias da geografia clássica, especialmente nos séculos XIX e XX, julgue (C ou E) o item a seguir.
O geógrafo francês Élisée Reclus expressou em sua obra uma visão revolucionária do mundo ao discutir os avanços tecnológicos de sua época e a constituição de uma sociedade desigual e injusta.
Ruy Moreira. O pensamento geográfico brasileiro: as matrizes clássicas originárias. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
Acerca da categoria espaço nas diferentes matrizes e ontologias da geografia clássica, especialmente nos séculos XIX e XX, julgue (C ou E) o item a seguir.
Conforme o princípio geográfico basilar do pensamento de Jean Brunhes, a superfície terrestre é a morada do homem e o trabalho é um fator responsável pelo caráter dinâmico e contraditório da construção do espaço.
Ruy Moreira. O pensamento geográfico brasileiro: as matrizes clássicas originárias. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
Acerca da categoria espaço nas diferentes matrizes e ontologias da geografia clássica, especialmente nos séculos XIX e XX, julgue (C ou E) o item a seguir.
O geógrafo francês Vidal de La Blache enfatiza em sua obra o método regional e a criação de tipologias próprias à geografia, como os gêneros de vida, para explicar a relação entre o ser humano e o meio.
“O conceito de ‘espaço vital’ representa uma proporção de equilíbrio de uma dada sociedade e os recursos que possuem disponíveis para suprir suas necessidades, definindo, portanto, suas potencialidades de progredir e suas premências territoriais.”
Esta definição que auxiliou a ciência geográfica a organizar seus objetos de estudo no final do século XIX pertence a: