Questões de Concurso
Sobre história da geografia em geografia
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________é o ponto de partida metodológico, o plano da percepção sensível dos objetos e seu arranjo, que serão lidos e descritos com a ajuda dos princípios.
Neste contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA:
“Cidade viva e alegre, com suas praças ajardinadas, ruas bem pavimentadas, próspero e movimentado comércio [...] presença de administrações operosas e dinâmicas, que contribuíram para a melhoria do aspecto e dos equipamentos urbanos”. (SANTOS, 1956, p. 71)
A afirmativa apresenta a ideia de que:
A afirmação está
“A História do Pensamento Geográfico consiste em um campo de discussões teóricas, filosóficas, institucionais, epistemológicas e metodológicas. Embora sua relevância seja reconhecida entre os geógrafos, existem poucos estudos dedicados aos problemas enfrentados pela geografia em sua trajetória científica, histórica e social”.
GODOY, Paulo R. de Texiera (Org.). História do pensamento geográfico e epistemologia em Geografia. – São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
Marque a alternativa correta acerca da história e dos fundamentos teóricos do pensamento geográfico.
Considere o texto a seguir.
A ordem global busca impor, a todos os lugares, uma única racionalidade. E os lugares respondem ao Mundo segundo os diversos modos de sua própria racionalidade. A ordem global serve-se de uma população esparsa de objetos regidos por essa lei única que os constitui em sistema. A ordem local é associada a uma população contígua de objetos, reunidos, pelo território e como território, regidos pela interação. A ordem global é “desterritorializadora”, no sentido que separa o centro da ação e a sede da ação. Seu “espaço”, movediço e inconstante, é formado de pontos, cuja existência formal é dependente de fatores externos. A ordem local, que “reterritorializa”, é a do espaço banal, porque reúne numa mesma lógica interna todos os seus elementos: homens, empresas, instituições, formas sociais e jurídicas e formas geográficas.
SANTOS, M. A Natureza do Espaço. São Paulo: Hucitec, 1996, p. 272. Adaptado.
O argumento do autor baseia-se na concepção integral de espaço como um conjunto indissociável de:
Considere o texto sobre a evolução do pensamento geográfico.
A obra de Ratzel serviu para reter o interesse ainda mais firmemente sobre os estudos sistemáticos, e continuou-se a dispensar pouca atenção à geografia regional. São La Blache e Hettner que farão a tentativa de retomar o tema regional. La Blache numa perspectiva uniqueísta e Hettner na perspectiva relacional. Uma distinção precisava ser evidenciada, aquela entre o olhar regional fracionário de La Blache, inspirado numa concepção isolacionista de região, um caso de singularidade, e o olhar corológico de Hettner.
MOREIRA, R. Para Onde vai o Pensamento Geográfico? São Paulo: Contexto, 2006, p. 33. Adaptado.
Na geografia de Alfred Hettner, a região era concebida na seguinte perspectiva:
Considere o texto sobre a geografia e seus conceitos.
A geografia se torna humanista ao reivindicar a agência do indivíduo na criação de seu próprio mundo. Nesse mundo construído, as relações entre a sociedade e o entorno se consideram em termos de espaço vivido, dotando alguns pontos do espaço de significados e representações, especificando-os conceitualmente. Com esses espaços vividos, os indivíduos podem estabelecer relações afetivas que Yi-Fu Tuan designou de topofilia.
PÉREZ GAÑAN, R. La Geografía en 100 Preguntas. Madri: Nowtilus, 2021, p. 236. Adaptado.
O conceito geográfico especificado no texto é:
Considere o texto sobre a evolução do pensamento geográfico.
A evolução do pensamento geográfico contém um momento de crise em que os autores propunham uma ótica prospectiva que instrumentalizasse uma geografia aplicada, contrapondo-se à ótica retrospectiva da geografia tradicional. A finalidade explícita era criar uma tecnologia geográfica, um móvel utilitário. Para substantivar a sua proposta, os autores lançaram mão de métodos matemáticos e se alinharam à teoria geral dos sistemas. A geografia tornava-se, assim, compatível com uma modelística.
MORAES, A. Geografia. Pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1991, p. 102. Adaptado.
O texto remete-se a aspectos teóricos e metodológicos que caracterizam a Geografia:
I. Seu representante definiu o objeto geográfico como o estudo da influência que as condições naturais exercem sobre a humanidade. Estas influências atuariam primeiro na fisiologia (somatismo) e na psicologia (caráter) dos indivíduos, e, através destes, na sociedade. Em segundo lugar, a natureza influenciando a própria constituição social, pela riqueza que propicia, através dos recursos do meio em que está localizada a sociedade. A natureza também atuaria na possibilidade de expansão de um povo, obstaculizando-a ou acelerando-a.
II. Seu representante definiu o objeto da geografia como a relação homem e natureza, na perspectiva da paisagem. Colocou o homem como um ser ativo, que sofre influência do meio, porém que atua sobre este, transformando-o. Observou que as necessidades humanas são condicionadas pela natureza, e que o homem busca soluções para satisfazê-las nos materiais e nas condições oferecidas pelo meio.
Os dois excertos tratam de duas escolas da geografia que são, respectivamente,
(Antônio Carlos Robert Moraes. Geografia: pequena história crítica. Editora Hucitec. São Paulo, 1996. Adaptado.)
Quais autores listados a seguir contribuíram com as primeiras colocações para a sistematização da geografia?