Questões de Concurso
Sobre linguagem e fala em fonoaudiologia
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Observe as colocações abaixo:
1 - Atraso de linguagem.
2 - Transtorno fonológico.
3 - Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem.
( ) é de origem primária, ou seja, não acompanhado por deficiência intelectual, atraso no desenvolvimento global, deficiência auditiva ou qualquer outra sensorial, disfunção motora, transtorno mental ou condição médica.
( ) se refere a qualquer combinação de dificuldade com a percepção, a produção motora, e/ou representação fonológica dos sons e segmentos da fala impactando na intelegibilidade da fala
( ) Não é um diagnóstico fonoaudiológico, mas sim uma condição transitória, geralmente por falta de estímulo familiar.
Diante da considerações, relacione o distúrbio à sua respectiva característica diagnóstica e assinale a sequência correspondente:
Paciente do sexo feminino, 61 anos, sofreu acidente vascular encefálico (AVE). O sinal clínico proeminente é a paralisia pseudobulbar. Procurou atendimento fonoaudiológico devido à dificuldade de linguagem, deglutição e labilidade emocional, com mudanças repentinas de riso e choro. Sua fala apresenta lentidão, hipernasalidade, articulação imprecisa e laboriosa. A voz é áspera com esforço, emissão tensa-estrangulada, monoaltura e imprecisão nas consoantes. A musculatura da fala está comprometida nos níveis: fonatório, ressonantal e articulatório.
Baseado na literatura, a alternativa que indica o tipo de disartria mais “provável” é:
( ) A gagueira é um distúrbio da comunicação que se caracteriza por uma ruptura involuntária no fluxo da fala. As disfluências mais comuns na gagueira são as repetições de sílabas e de sons, os prolongamentos e os bloqueios. São também comuns na gagueira os comportamentos motores associados como piscar de olhos, projeção da língua e alterações na velocidade e na intensidade da fala. ( ) A gagueira apresenta diferentes estágios de evolução, do leve ao severo, pode ser intermitente e progressiva, com níveis variados de tensão. Os comportamentos associados ao quadro variam de indivíduo para indivíduo. ( ) Muitos gagos aprendem desde cedo que o desejável é não gaguejar. A sociedade os recompensa pela fluência. Disto decorre que quando não se fala fluentemente, está se fazendo algo errado. E do erro, origina-se a culpa, por não conseguir falar como desejado e de acordo com o que os outros esperam que se fale. Entretanto, a gagueira não sofre interferência de variáveis situacionais e emocionais. ( ) O planejamento terapêutico da atuação Fonoaudiológica com pacientes gagos incluem redução da tensão por meio de exercícios cervicais e mobilidade dos órgãos fonoarticulatórios, treino da velocidade de fala, melodia e entonação, treino de suavidade da emissão, treinamento auditivo enfatizando as habilidades de detecção, discriminação, reconhecimento e memória auditiva.
( ) Crianças com DEL apresentam dificuldades persistentes na aquisição e no uso da linguagem em suas diversas modalidades devido a déficits na compreensão ou na produção, incluindo: vocabulário reduzido, estrutura limitada de frases e prejuízo no discurso. ( ) As crianças com DEL apresentam maturação de linguagem atrasada em pelo menos 12 meses em relação à idade cronológica, no entanto, não têm déficits intelectuais ou sensoriais, distúrbios invasivos do desenvolvimento, dano cerebral evidente, e, além disso, apresentam condições sociais e emocionais adequadas. ( ) Apesar do desempenho de linguagem das crianças com DEL não ser compatível com sua capacidade intelectual não-verbal, estas crianças não apresentam dificuldade no processo de aprendizagem da escrita e leitura, pois conseguem se alfabetizar na idade prevista e sem dificuldades para acompanhar as atividades em sala de aula. ( ) É um atraso, anormal no início da capacidade e desenvolvimento da fala, causada por alguns fatores, tais como: deficiência mental, distúrbios psicossomáticos, lesões cerebrais, déficit em qualquer um dos sentidos ou do motor, entre outros.
I. Sensibilidade à rima e à aliteração. II. Conhecimento silábico. III. Conhecimento intrassilábico. IV. Conhecimento segmental.
( ) Corresponde a uma etapa inicial, caracterizada pela descoberta, por parte da criança, de que determinadas palavras apresentam um mesmo conjunto de sons em seu princípio ou fim. Implica uma capacidade para detectar estruturas sonoras semelhantes em diferentes palavras. ( ) Envolve a compreensão de que as sílabas podem ser subdivididas em elementos menores do que elas mesmas e maiores do que um fonema. ( ) Corresponde a uma capacidade para segmentar e operar com as estruturas silábicas das palavras, que implica um processo de divisão da palavra em seus constituintes silábicos. ( ) As palavras são compostas por um conjunto de segmentos sequenciados denominados fonemas.
Joaquim, de 4 anos de idade, apresenta os seguintes comportamentos: nenhuma iniciativa na interação social, responde após muita insistência, sua linguagem apresenta ecolalia, não relata o seu cotidiano; ao brincar, mantém-se isolado de outras crianças e sua alimentação é seletiva, não se adequando aos horários e ficando, assim, horas sem comer.
Descreve-se o possível diagnóstico de:
I. Desvio fonético ou parafasia fonética. II. Desvio fonêmico. III. Estereotipias. IV. Agramatismo. V. Parafasia semântica.
( ) É uma alteração caracterizada por uma inadequação na seleção do fonema ou na combinação dos fonemas na cadeia da fala. Tal alteração pode se manifestar como trocas, omissões, acréscimos de fonemas ou de sílabas. ( ) É uma alteração de fala, caracterizada por uma distorção na produção dos fonemas, sendo estes mal pronunciados. ( ) É uma alteração na estrutura sintáxica. Tais alterações podem variar quanto à severidade, sendo mais comum a omissão de elementos de classe fechada, que não têm representação extralingüística, como artigos, preposições, conectivos. ( ) Repetições perseverativas e involuntárias de um determinado comportamento. ( ) É uma troca de um vocábulo por outro, estando os dois relacionados semanticamente. Por exemplo, o paciente ao tencionar dizer caneta, diz lápis.