Questões de Concurso Sobre fonoaudiologia hospitalar em fonoaudiologia

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Q4034230 Fonoaudiologia
A disfagia orofaríngea é um distúrbio da deglutição que pode ser decorrente de diversas condições de base, como doenças neurológicas, traumas cranioencefálicos e câncer de cabeça e pescoço. O fonoaudiólogo desempenha um papel central na avaliação e reabilitação desses pacientes, utilizando tanto a avaliação clínica quanto exames instrumentais para determinar a segurança e a eficiência da deglutição. A identificação precisa dos sinais clínicos de risco para a penetração e aspiração laringotraqueal é fundamental para a tomada de decisões sobre a via de alimentação e o plano terapêutico. Sobre a avaliação clínica da deglutição em um paciente adulto com suspeita de disfagia, analise as afirmativas a seguir.
I.A presença de tosse e engasgo durante ou imediatamente após a deglutição de líquidos é um sinal clínico patognomônico de aspiração traqueal, dispensando a necessidade de avaliação instrumental.
II.A ausculta cervical, realizada com um estetoscópio na região lateral da cartilagem tireóidea, é uma técnica complementar que pode auxiliar na identificação de ruídos sugestivos de estase ou penetração laríngea.
III.A observação de voz com qualidade "molhada" ou "borbulhante" após a deglutição é um forte indicador clínico de que pode haver resíduo de alimento ou saliva acumulado na região da laringe, sugerindo risco de aspiração.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3961177 Fonoaudiologia
Quando o paciente é inserido em Cuidados Paliativos:  
Alternativas
Q3961176 Fonoaudiologia
Ao discorrer sobre as orientações pré e pós-operatórias de pacientes com câncer de cabeça e pescoço, Molento (2023) sugere a utilização de um recurso cujas pesquisas têm apontado bons resultados, que é adotado para outras populações oncológicas e engloba a ação de equipe multidisciplinar. Esse “conjunto de medidas perioperatórias projetadas para alcançar a recuperação precoce de pacientes submetidos a cirurgias de grande porte, que reexamina práticas tradicionais, substituindo-as por melhores, sempre fundamentado em evidências”, é denominado: 
Alternativas
Q3886119 Fonoaudiologia
João, 82 anos, com histórico de AVC isquêmico há 6 meses, foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica por apresentar episódios frequentes de engasgos durante as refeições, tosse pósdeglutição, perda de peso e pneumonias recorrentes. Durante a avaliação clínica da deglutição, observou-se presença de resíduos alimentares em valéculas e recessos piriformes, deglutição fraca e múltiplas deglutições para esvaziamento do bolo alimentar. Com base nas informações acima e nos conhecimentos descritos por Ortiz (2010), a hipótese diagnóstica fonoaudiológica mais compatível com o quadro apresentado é 
Alternativas
Q3825175 Fonoaudiologia
Pacientes no leito hospitalar após acidente vascular encefálico apresentam sequelas na linguagem que justificam a intervenção fonoaudiológica. Segundo os comprometimentos na comunicação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3823145 Fonoaudiologia
Um paciente de 62 anos, submetido à hemilaringectomia associada à aritenoidectomia devido a carcinoma de laringe, apresenta-se em acompanhamento fonoaudiológico. Após a cirurgia, observa-se voz soprosa, fadiga vocal precoce, dificuldade para projetar a voz em ambientes ruidosos, episódios de engasgos com líquidos finos e redução da efetividade da tosse. Considerando as principais áreas funcionalmente comprometidas e as condutas prioritárias, os achados clínicos e os impactos anatômico-funcionais dessa cirurgia incluem área:
Alternativas
Q3818639 Fonoaudiologia
A válvula de fala é um dispositivo terapêutico utilizado durante o processo de reabilitação fonoaudiológica. Ela pode ser utilizada em pacientes com potencial para se comunicar ou favorecer o desenvolvimento de fala e linguagem oral em crianças. Pode ser usada também na restauração da fisiologia da deglutição. Para se adaptar a esse dispositivo, é necessário que o paciente esteja utilizando 
Alternativas
Q3818638 Fonoaudiologia
A atuação fonoaudiológica na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) deve considerar diferentes critérios para garantir segurança e eficácia durante a avaliação clínica da deglutição. Nesse contexto, qual critério é fundamental para que o paciente esteja apto a receber a intervenção fonoaudiológica?
Alternativas
Q3809220 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa correta sobre o impacto das lesões nos núcleos bulbares.
Alternativas
Q3809219 Fonoaudiologia

Um paciente com carcinoma de orofaringe foi submetido a radioterapia exclusiva, finalizada há quinze meses. Durante o tratamento, não apresentou sinais clínicos de disfagia. Atualmente apresenta perda de peso e tosse ocasional, mas sem queixa de deglutição. Durante a avaliação clínica, não há sinais evidentes de engasgo ou pigarro, porém a ausculta cervical sugere resíduos após a deglutição.

Com base nesse contexto, é correto afirmar que a disfagia é

Alternativas
Q3809218 Fonoaudiologia

Um paciente submetido à glossectomia parcial e radioterapia apresenta dificuldade em propulsão do bolo, escape oral anterior e fadiga durante refeições.

Qual estratégia terapêutica é mais indicada no início da reabilitação?

Alternativas
Q3809217 Fonoaudiologia
Na avaliação clínica da deglutição à beira do leito, uma das primeiras etapas indispensáveis para avaliação instrumental, antes do início da oferta de consistências, é
Alternativas
Q3809204 Fonoaudiologia

Paciente submetido à laringectomia quase total inicia reabilitação fonoaudiológica no 12o dia pós-operatório. Relata episódios de tosse e escape de líquidos finos pelo shunt durante deglutição, mas consegue emitir voz rouca com pitch grave.

Qual é a conduta mais adequada nesse momento?

Alternativas
Q3809201 Fonoaudiologia

Paciente oncológico com tumor de tronco encefálico apresenta aspiração silente identificada em avaliação instrumental.

Do ponto de vista fonoaudiológico, nesse contexto, a conduta adequada consiste em


Alternativas
Q3809199 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que apresenta corretamente os impactos relatados por pacientes laringectomizados totais em relação à voz e às funções associadas.
Alternativas
Q3809196 Fonoaudiologia
Em pacientes traqueostomizados que não atendem a critérios clínicos para decanulação, uma conduta que favorece a segurança da deglutição, ao reduzir o risco de aspiração e melhorar o controle aéreo e sensório- -motor da faringe e da laringe, é
Alternativas
Q3808734 Fonoaudiologia
O câncer de laringe é um dos tumores mais comuns na região da cabeça e pescoço. O principal sintoma de um tumor na região supraglótica é:
Alternativas
Q3802826 Fonoaudiologia
Mulher de 40 anos, previamente saudável, apresentou fraqueza progressiva em membros inferiores, evoluindo em poucos dias para tetraparesia flácida e disfagia súbita. Durante a avaliação fonoaudiológica, observaram-se voz soprosa, redução do reflexo de deglutição, escape nasal de ar durante a fala e incoordenação respiratória-fonatória. O exame neurológico indicou arreflexia generalizada e ausência de lesão central em neuroimagem. Considerando esses achados, o diagnóstico mais provável é:
Alternativas
Q3793644 Fonoaudiologia
Um fonoaudiólogo é chamado para avaliar um paciente de 58 anos na UTI, submetido à intubação orotraqueal (IOT) prolongada (14 dias) devido a uma pneumonia grave. Após a extubação, o paciente evoluiu com disfonia severa e permanece em risco de broncoaspiração, impossibilitado de comunicar suas necessidades básicas, como dor ou sede, o que gera grande ansiedade e dificulta o manejo clínico pela equipe de enfermagem. O paciente está lúcido e cooperativo, mas sua fala é ininteligível e a deglutição é insegura, mantendo-se em dieta zero. Acerca da intervenção fonoaudiológica para este paciente no ambiente de UTI, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)A intervenção deve focar exclusivamente na reabilitação da disfagia, utilizando exercícios de mobilidade e força de laringe e faringe, sendo a comunicação verbal suspensa até a melhora da qualidade vocal.
(__)A disfonia pós-extubação é geralmente causada por atrofia muscular por desuso e não requer avaliação otorrinolaringológica, devendo ser tratada apenas com repouso vocal absoluto.
(__)A implementação de estratégias de Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA) de baixa tecnologia, como pranchas de comunicação com figuras, letras ou palavras-chave (ex: 'dor', 'água', 'banheiro'), é crucial neste momento para garantir a expressão de necessidades básicas e reduzir a angústia do paciente.
(__)A Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA) em ambiente hospitalar é restrita a dispositivos de alta tecnologia (informatizados), não sendo permitidos recursos de baixa tecnologia na UTI devido ao risco de infecção cruzada.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3793636 Fonoaudiologia
Um paciente de 72 anos, sexo masculino, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) há 10 dias devido a um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico em território de artéria cerebral média. Após estabilização clínica, ele foi extubado e iniciou dieta enteral por sonda nasogástrica (SNG). A equipe médica solicita uma avaliação fonoaudiológica para verificar a segurança e eficácia da deglutição, visando a possível progressão da dieta para via oral. O paciente encontra-se alerta, orientado, mas com hemiparesia direita e disartria moderada. A avaliação clínica fonoaudiológica beira-leito é o primeiro passo para o manejo da disfagia orofaríngea neurogênica neste contexto. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.A avaliação clínica beira-leito, embora fundamental para identificar sinais clínicos sugestivos de penetração ou aspiração laringotraqueal, como tosse e voz molhada, possui limitações e não detecta de forma confiável a aspiração silente, sendo a videofluoroscopia da deglutição (VFSS) o exame padrão-ouro para essa confirmação.
II.Caso o paciente estivesse traqueostomizado, o teste de corante azul (Blue Dye Test) seria o método mais fidedigno para avaliar a aspiração, pois sua alta sensibilidade permite detectar volumes mínimos de aspiração, superando a videofluoroscopia em precisão diagnóstica em pacientes críticos.
III.A intervenção fonoaudiológica nesse caso deve focar não apenas na reintrodução segura da via oral, mas também em manobras facilitadoras e exercícios para melhorar a força e coordenação dos músculos orofaringolíngeos, visando a reabilitação da função da deglutição e minimizando o risco de broncoaspiração.

Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 
Alternativas
Respostas
41: A
42: D
43: B
44: C
45: C
46: D
47: B
48: C
49: C
50: A
51: A
52: C
53: E
54: A
55: E
56: B
57: E
58: C
59: C
60: D