Questões de Concurso Sobre fonoaudiologia hospitalar em fonoaudiologia

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Q3809220 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa correta sobre o impacto das lesões nos núcleos bulbares.
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Q3809219 Fonoaudiologia

Um paciente com carcinoma de orofaringe foi submetido a radioterapia exclusiva, finalizada há quinze meses. Durante o tratamento, não apresentou sinais clínicos de disfagia. Atualmente apresenta perda de peso e tosse ocasional, mas sem queixa de deglutição. Durante a avaliação clínica, não há sinais evidentes de engasgo ou pigarro, porém a ausculta cervical sugere resíduos após a deglutição.

Com base nesse contexto, é correto afirmar que a disfagia é

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Q3809218 Fonoaudiologia

Um paciente submetido à glossectomia parcial e radioterapia apresenta dificuldade em propulsão do bolo, escape oral anterior e fadiga durante refeições.

Qual estratégia terapêutica é mais indicada no início da reabilitação?

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Q3809217 Fonoaudiologia
Na avaliação clínica da deglutição à beira do leito, uma das primeiras etapas indispensáveis para avaliação instrumental, antes do início da oferta de consistências, é
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Q3809204 Fonoaudiologia

Paciente submetido à laringectomia quase total inicia reabilitação fonoaudiológica no 12o dia pós-operatório. Relata episódios de tosse e escape de líquidos finos pelo shunt durante deglutição, mas consegue emitir voz rouca com pitch grave.

Qual é a conduta mais adequada nesse momento?

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Q3809201 Fonoaudiologia

Paciente oncológico com tumor de tronco encefálico apresenta aspiração silente identificada em avaliação instrumental.

Do ponto de vista fonoaudiológico, nesse contexto, a conduta adequada consiste em


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Q3809199 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que apresenta corretamente os impactos relatados por pacientes laringectomizados totais em relação à voz e às funções associadas.
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Q3809196 Fonoaudiologia
Em pacientes traqueostomizados que não atendem a critérios clínicos para decanulação, uma conduta que favorece a segurança da deglutição, ao reduzir o risco de aspiração e melhorar o controle aéreo e sensório- -motor da faringe e da laringe, é
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Q3802826 Fonoaudiologia
Mulher de 40 anos, previamente saudável, apresentou fraqueza progressiva em membros inferiores, evoluindo em poucos dias para tetraparesia flácida e disfagia súbita. Durante a avaliação fonoaudiológica, observaram-se voz soprosa, redução do reflexo de deglutição, escape nasal de ar durante a fala e incoordenação respiratória-fonatória. O exame neurológico indicou arreflexia generalizada e ausência de lesão central em neuroimagem. Considerando esses achados, o diagnóstico mais provável é:
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Q3793644 Fonoaudiologia
Um fonoaudiólogo é chamado para avaliar um paciente de 58 anos na UTI, submetido à intubação orotraqueal (IOT) prolongada (14 dias) devido a uma pneumonia grave. Após a extubação, o paciente evoluiu com disfonia severa e permanece em risco de broncoaspiração, impossibilitado de comunicar suas necessidades básicas, como dor ou sede, o que gera grande ansiedade e dificulta o manejo clínico pela equipe de enfermagem. O paciente está lúcido e cooperativo, mas sua fala é ininteligível e a deglutição é insegura, mantendo-se em dieta zero. Acerca da intervenção fonoaudiológica para este paciente no ambiente de UTI, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)A intervenção deve focar exclusivamente na reabilitação da disfagia, utilizando exercícios de mobilidade e força de laringe e faringe, sendo a comunicação verbal suspensa até a melhora da qualidade vocal.
(__)A disfonia pós-extubação é geralmente causada por atrofia muscular por desuso e não requer avaliação otorrinolaringológica, devendo ser tratada apenas com repouso vocal absoluto.
(__)A implementação de estratégias de Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA) de baixa tecnologia, como pranchas de comunicação com figuras, letras ou palavras-chave (ex: 'dor', 'água', 'banheiro'), é crucial neste momento para garantir a expressão de necessidades básicas e reduzir a angústia do paciente.
(__)A Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA) em ambiente hospitalar é restrita a dispositivos de alta tecnologia (informatizados), não sendo permitidos recursos de baixa tecnologia na UTI devido ao risco de infecção cruzada.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
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Q3793636 Fonoaudiologia
Um paciente de 72 anos, sexo masculino, foi admitido na unidade de terapia intensiva (UTI) há 10 dias devido a um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico em território de artéria cerebral média. Após estabilização clínica, ele foi extubado e iniciou dieta enteral por sonda nasogástrica (SNG). A equipe médica solicita uma avaliação fonoaudiológica para verificar a segurança e eficácia da deglutição, visando a possível progressão da dieta para via oral. O paciente encontra-se alerta, orientado, mas com hemiparesia direita e disartria moderada. A avaliação clínica fonoaudiológica beira-leito é o primeiro passo para o manejo da disfagia orofaríngea neurogênica neste contexto. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.A avaliação clínica beira-leito, embora fundamental para identificar sinais clínicos sugestivos de penetração ou aspiração laringotraqueal, como tosse e voz molhada, possui limitações e não detecta de forma confiável a aspiração silente, sendo a videofluoroscopia da deglutição (VFSS) o exame padrão-ouro para essa confirmação.
II.Caso o paciente estivesse traqueostomizado, o teste de corante azul (Blue Dye Test) seria o método mais fidedigno para avaliar a aspiração, pois sua alta sensibilidade permite detectar volumes mínimos de aspiração, superando a videofluoroscopia em precisão diagnóstica em pacientes críticos.
III.A intervenção fonoaudiológica nesse caso deve focar não apenas na reintrodução segura da via oral, mas também em manobras facilitadoras e exercícios para melhorar a força e coordenação dos músculos orofaringolíngeos, visando a reabilitação da função da deglutição e minimizando o risco de broncoaspiração.

Assinale a alternativa que apresenta somente a(s) proposição(ões) CORRETA(S): 
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Q3793483 Fonoaudiologia
Na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), o fonoaudiólogo atua no desenvolvimento das funções orais. O principal objetivo da intervenção fonoaudiológica com recém-nascidos prematuros ou com dificuldades de alimentação é promover o desenvolvimento do padrão sução-deglutição-respiração, visando a:
Alternativas
Q3793482 Fonoaudiologia
Em pacientes sob Ventilação Mecânica (VM) com tubo orotraqueal, a comunicação funcional é severamente limitada. O recurso que o fonoaudiólogo deve priorizar para estabelecer a comunicação do paciente com a equipe e a família, permitindo que o paciente aponte ou utilize códigos visuais, é o/a:
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Q3793481 Fonoaudiologia
Em pacientes adultos ou pediátricos traqueostomizados, o papel do fonoaudiólogo é essencial para avaliar a prontidão para a decanulação (retirada da cânula). Qual avaliação é crucial para determinar se o paciente tem condições funcionais adequadas para manter a via aérea liberada após a decanulação?
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Q3770251 Fonoaudiologia
 A atuação fonoaudiológica junto a pacientes oncológicos envolve ações que abrangem desde a reabilitação funcional até os cuidados paliativos, com foco na promoção da comunicação, deglutição e qualidade de vida. A intervenção deve considerar o tipo e a extensão do câncer, os efeitos adversos dos tratamentos e o estado clínico geral do paciente. No contexto dos cuidados paliativos, o fonoaudiólogo atua de forma integrada à equipe multiprofissional, buscando preservar o conforto e a autonomia comunicativa e alimentar. Considerando os princípios e objetivos da assistência fonoaudiológica ao paciente com câncer, assinale a alternativa CORRETA.
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Q3755474 Fonoaudiologia
Na avaliação clínica da respiração, são avaliadas as capacidades pulmonar total, vital, inspiratória e residual funcional.

A medida mais comumente empregada é a capacidade respiratória vital, que se refere ao volume máximo de ar
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Q3755462 Fonoaudiologia
Com relação ao corte do frênulo lingual em neonatos e lactentes que disso necessitam, uma das técnicas usadas consiste em aplicar a anestesia tópica e realizar uma incisão com um instrumento frio (bisturi ou tesoura) no frênulo lingual.

Essa técnica é denominada de
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Q3750790 Fonoaudiologia
Durante o atendimento em um serviço de neurologia, uma fonoaudióloga avalia um paciente adulto que, após traumatismo cranioencefálico, apresenta dificuldade em nomear objetos e compreender ordens complexas, embora mantenha a articulação da fala preservada.

Esse quadro é compatível com:
Alternativas
Q3750785 Fonoaudiologia
Uma fonoaudióloga realiza avaliação miofuncional em um paciente adulto com histórico de cirurgia ortognática. Durante o exame, observa assimetria facial, mobilidade reduzida da língua e escape de alimento líquido pelo canto da boca.
Nesse caso, a principal conduta terapêutica deve priorizar: 
Alternativas
Q3746537 Fonoaudiologia
Um serviço de reabilitação recebe um paciente vítima de Traumatismo Cranioencefálico (TCE) moderado, que apresenta disfagia, lentidão na produção da fala, dificuldades de inteligibilidade, redução da força muscular orofacial, déficit de compreensão em tarefas comunicativas e histórico de episódios de broncoaspiração silenciosa. A equipe multiprofissional solicita a avaliação fonoaudiológica para definição das prioridades terapêuticas e para orientar a família quanto ao processo de recuperação. A respeito desse contexto, analise as assertivas a seguir sobre a intervenção do fonoaudiólogo em quadros pósTCE:

I. O planejamento terapêutico deve considerar não apenas as alterações motoras e linguísticas, mas também o ambiente familiar e social do paciente, adaptando a comunicação às suas possibilidades e necessidades reais de interação.
II. A intervenção fonoaudiológica deve restringir-se ao manejo da disfagia nos primeiros meses, uma vez que alterações de linguagem tendem a se resolver espontaneamente com a recuperação neurológica.
III. A orientação à família é parte fundamental da reabilitação, incluindo esclarecimentos sobre o prognóstico e instruções para favorecer práticas comunicativas adequadas no cotidiano.
IV. Estratégias preventivas de aspiração são imprescindíveis, pois mudanças na consistência alimentar e no manejo da alimentação podem reduzir riscos de complicações respiratórias graves.

Assinale a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Respostas
81: C
82: A
83: A
84: C
85: E
86: A
87: E
88: B
89: C
90: C
91: D
92: A
93: C
94: E
95: C
96: C
97: E
98: D
99: A
100: A