Questões de Concurso Sobre fonoaudiologia hospitalar em fonoaudiologia

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Q4247414 Fonoaudiologia
Em uma UTI Neonatal, a definição do regime de assistência fonoaudiológica deve observar a obrigatoriedade de atendimento em turno assistencial. Conforme a norma aplicável, essa assistência deve ocorrer:
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Q4220159 Fonoaudiologia
Acerca da avaliação fonoaudiológica da deglutição em pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), analise as assertivas:

I. A avaliação deve considerar aspectos como estado clínico geral, nível de consciência, restrições de mobilidade e possibilidade de posicionamento do paciente durante o exame.
II. A presença de traqueostomia contraindica a realização da avaliação fonoaudiológica da deglutição, devido ao elevado risco de aspiração pulmonar.
III. Alterações no processo de deglutição podem representar risco à saúde pulmonar, especialmente quando associadas à penetração laríngea, aspiração ou comprometimento da coordenação entre respiração е deglutição.

Está(ão) INCORRETA(S):
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Q4178885 Fonoaudiologia
Na atuação fonoaudiológica em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, o principal objetivo da estimulação sensório-motora oral em recém-nascidos pré-termo clinicamente estáveis é
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Q4136394 Fonoaudiologia
O tratamento para pacientes acometidos por um Acidente Vascular Cerebral (AVC) envolve abordagens terapêuticas em conjunto com médicos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, enfermeiras, psicólogos e a sua família. Neste caso, o trabalho do fonoaudiólogo inclui
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Q4130019 Fonoaudiologia
No decorrer de uma fiscalização, em um serviço hospitalar com atendimento em unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal, pediátrica e adulta, foram observados fluxos de biossegurança, de registros assistenciais e de integração da equipe.  

Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte, considerando as Resoluções CFFa nº 655/2022 e nº 764/2024.


Quando o prontuário não registrar a conduta realizada em UTI, a fiscalização deverá considerar prejudicada a rastreabilidade da assistência.

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Q4130016 Fonoaudiologia
No decorrer de uma fiscalização, em um serviço hospitalar com atendimento em unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal, pediátrica e adulta, foram observados fluxos de biossegurança, de registros assistenciais e de integração da equipe.  

Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte, considerando as Resoluções CFFa nº 655/2022 e nº 764/2024.


Em UTI, a atuação fonoaudiológica deve observar os protocolos institucionais e as condições clínicas do paciente antes da intervenção.

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Q4098319 Fonoaudiologia
Em pacientes internados em unidade de terapia intensiva sob ventilação mecânica, a atuação fonoaudiológica envolve avaliação da deglutição e da comunicação, considerando riscos clínicos e estabilidade do paciente. Nesse contexto, a conduta mais adequada é:
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Q4094194 Fonoaudiologia

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Alberto Cowboy é socorrido às pressas no BBB 26 após engasgar e perder o ar


   Durante uma transmissão do reality show Big Brother Brasil 26, o participante Alberto Cowboy apresentou um episódio súbito de engasgo enquanto se alimentava. O participante demonstrou dificuldade para respirar e falar, levando as mãos à região do pescoço, deixando os participantes aflitos até que fosse prontamente socorrido pela equipe de produção e encaminhado para atendimento médico.


   Segundo ele, não sabia explicar por que isso aconteceu com certa recorrência, mas acreditava que tem a “glote sensível”, fazendo com que esta estrutura responsável pelo fechamento reflexo das vias aéreas durante a deglutição. Esse mecanismo tem a função de proteger o trato respiratório contra a entrada de alimentos ou líquidos.


   Eventos de engasgo podem ocorrer por falha ou descoordenação temporária no processo de deglutição, que envolve uma complexa integração entre estruturas anatômicas e reflexos neuromusculares responsáveis por conduzir o alimento da cavidade oral ao esôfago com segurança.


   O episódio gerou repercussão nas redes sociais e trouxe à tona discussões sobre segurança alimentar, fisiologia da deglutição e situações de risco associadas ao engasgo.



Fonte: O GLOBO. Alberto Cowboy engasga, passa mal e é socorrido às pressas no BBB 26; “glote sensível”. Rio de Janeiro: O Globo, 7 fev. 2026. Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/televisao/bbb/noticia/2026/02/07/alberto-cowboy-engasga-passa-mal-e-socorrido-as-pressas-no-bbb-26-glote-sensivel.ghtml. Acesso em: 7 fev. 2026.

Durante uma transmissão televisiva ao vivo da Prova do Anjo, o participante Alberto Cowboy deu um susto no elenco do BBB 26 quando apresentou episódio súbito de engasgo enquanto bebia água no intervalo da competição, demonstrando dificuldade respiratória momentânea e necessidade de intervenção imediata. Episódios dessa natureza podem ocorrer mesmo em indivíduos sem diagnóstico prévio de disfagia. Considerando os mecanismos fisiológicos da deglutição e proteção das vias aéreas, é CORRETO afirmar que:
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Q4094187 Fonoaudiologia

Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


    Juvêncio, 61 anos, foi admitido na emergência do hospital regional de referência do Sistema Único de Saúde (SUS) na cidade de João Pessoa com quadro súbito de fraqueza em hemicorpo direito, alteração da fala e dificuldade para se comunicar verbalmente. Possuía histórico de hipertensão arterial sistêmica, em uso irregular de medicação anti-hipertensiva, e escolaridade formal inferior a cinco anos.


    Após avaliação médica e exames de imagem, foi confirmado diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) do tipo isquêmico, o qual atingiu áreas corticais motoras relacionadas ao controle da fala. Durante o período de internação hospitalar, com duração aproximada de cinco dias, observou-se que o paciente apresentava fala imprecisa, paresia facial, esforço articulatório aumentado, redução da inteligibilidade e lentificação na produção verbal, embora mantivesse preservada a compreensão das ordens simples no contexto hospitalar.


    Durante a internação, o prontuário indicava dificuldades na comunicação oral; porém, não constavam solicitações formais de avaliação fonoaudiológica durante a internação, tampouco orientações específicas relacionadas à reabilitação da comunicação no momento da alta hospitalar. A equipe assistencial priorizou a estabilização clínica e o manejo das condições neurológicas e cardiovasculares associadas.


    No momento da alta, a esposa do paciente foi orientada a manter acompanhamento na rede básica de saúde, sem menção explícita à necessidade de encaminhamento para avaliação ou reabilitação fonoaudiológica, apesar das alterações comunicativas observadas ao longo da hospitalização.

Considerando a situação descrita no caso clínico do Sr. Juvêncio, especialmente o registro de alterações comunicativas durante a internação hospitalar, a ausência de avaliação fonoaudiológica no período de internação e a inexistência de encaminhamento para reabilitação após a alta, analise as afirmações abaixo sobre a atuação da fonoaudiologia hospitalar em pacientes acometidos por Acidente Vascular Cerebral (AVC).
I- A reabilitação fonoaudiológica é mais efetiva quando iniciada precocemente, mas não há evidências de que ela contribua para a diminuição do tempo de internação hospitalar.
II- A atuação precoce do fonoaudiólogo no ambiente hospitalar contribui para a recuperação das habilidades linguísticas e alimentares, além de reduzir o tempo de internação e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
III- A presença de fonoaudiólogos nas equipes multidisciplinares ainda tem sua necessidade discutida, por falta de diretrizes formais de implementação no âmbito do SUS até a consolidação da linha de cuidado do AVC.
IV- A ausência de fonoaudiólogos nas equipes hospitalares pode estar relacionada, entre outros fatores, ao desconhecimento de profissionais de saúde sobre a importância da reabilitação fonoaudiológica em pacientes com AVC .
V- Apesar dos esforços em divulgar a importância da atuação fonoaudiológica, ainda é comum que muitos pacientes internados por AVC apresentem distúrbios de comunicação oral, mas não recebam atendimento fonoaudiológico durante a internação ou encaminhamento após a alta.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4080831 Fonoaudiologia
No contexto da reabilitação da disfagia mecânica em adultos, considerando a aplicação de técnicas e manobras compensatórias e de reabilitação, todas as afirmativas a seguir estão corretas, EXCETO:
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Q4076325 Fonoaudiologia
Considerando a Fonoaudiologia aplicada à Neonatologia, analise as afirmativas:

I - O prematuro pode apresentar organização imatura dos estados comportamentais e do sono, o que interfere no manejo clínico.

II - Reflexos orais, como busca e sucção, participam do percurso inicial da alimentação e da construção sensório-motora oral.

III - A prontidão para a via oral envolve estabilidade fisiológica, estado comportamental adequado e coordenação entre sucção, deglutição, respiração e resistência ao esforço.

IV - A avaliação fonoaudiológica em neonatologia pode integrar reflexos orais, desenvolvimento sensório-motor oral e observação da mamada quando o quadro permitir.

V - Prematuridade e intercorrências clínicas podem modificar o desenvolvimento das funções estomatognáticas e exigir seguimento individualizado.


Estão corretas as afirmativas.
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Q4076323 Fonoaudiologia
Na unidade de terapia intensiva, um adulto após extubação prolongada mantém voz molhada, tosse inconsistente, secreções abundantes e oscilação clínica que dificulta transporte até a radiologia. A equipe pede ao fonoaudiólogo um exame instrumental que ajude a responder sobre segurança da via oral e manejo das secreções nesse contexto.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4059645 Fonoaudiologia
Durante auditoria, foram identificadas inconsistências relacionadas à organização do cuidado, à integração em rede e ao cumprimento de protocolos assistenciais. Considerando a Portaria GM/MS n.º 930/2012, a Resolução ANVISA RDC n.º 07/2010 e o Protocolo de Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR, 2006), assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4041614 Fonoaudiologia
Considerando-se a relação entre afasia pós-Acidente Vascular Encefálico, (AVE) e funções cognitivas não linguísticas, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4039933 Fonoaudiologia
A interrupção da informação motora que ocorre por uma lesão no nervo facial (VII par craniano) em qualquer ponto de seu trajeto caracteriza qual patologia? 
Alternativas
Q4025478 Fonoaudiologia
A avaliação clínica da deglutição à beira do leito deve identificar sinais sugestivos de penetração ou aspiração laringotraqueal para garantir a segurança alimentar. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) O teste de deglutição de água em volumes crescentes é a ferramenta diagnóstica padrão-ouro para detectar aspirações silenciosas em pacientes neurológicos graves.
(__) A tosse pós-deglutição, o pigarro e a voz molhada são sinais clínicos importantes que sugerem a presença de resíduos de alimento ou líquido no vestíbulo laríngeo.
(__) A manobra de Mendelsohn consiste em prolongar voluntariamente a elevação laríngea no pico da deglutição para aumentar a duração da abertura do esfíncter esofágico superior.
(__) A videofluoroscopia da deglutição é um exame instrumental que permite a visualização dinâmica de todas as fases da deglutição, sendo indispensável para casos inconclusivos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4025468 Fonoaudiologia
A atuação fonoaudiológica em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) exige o monitoramento constante de parâmetros vitais e a compreensão do impacto da ventilação mecânica na deglutição. Considerando o paciente crítico, analise as afirmativas a seguir.
I. A extubação orotraqueal prolongada (mais de 48 horas) está frequentemente associada a neuropatias e miositias que aumentam o risco de disfagia orofaríngea pós-extubação.
II. O fonoaudiólogo deve realizar a avaliação da deglutição em pacientes sob ventilação mecânica invasiva somente após o desmame completo do ventilador e estabilidade hemodinâmica.
III. O uso da válvula de fala em pacientes traqueostomizados auxilia na restauração da pressão subglótica, favorecendo tanto a fonação quanto a segurança da deglutição.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3999892 Fonoaudiologia
Texto III

Marcos, 72 anos, diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) esporádica há 4 anos. Início apendicular, com progressão para comprometimento bulbar nos últimos 2 anos. Atualmente acamado, com importante fraqueza global e dependência extensa para atividades diárias. Está em uso contínuo de riluzol desde o diagnóstico.

Há 6 meses, evoluiu com piora respiratória e episódios de pneumonia aspirativa, sendo submetido à traqueostomia eletiva. Utiliza ventilação mecânica de suporte noturno e oxigênio suplementar. Apresenta tosse muito fraca, acúmulo de secreções e necessidade frequente de aspiração traqueal. Tentativa de válvula de fala não foi bem-sucedida por intolerância, sem obtenção de fonação funcional.

Havia presença de disartronia severa antes da traqueostomia. Atualmente, não há comunicação oral efetiva. Registros anteriores descrevem voz fraca, soprosa, hipointensa, com redução de ressonância e velocidade de fala. Compreensão e cognição preservadas, utilizando comunicação alternativa simples (acenos e pranchas básicas).

Quanto à deglutição, apresentou piora progressiva, com episódios de engasgos e aspiração. Há 5 meses, foi instalada gastrostomia (PEG) como via principal de alimentação. Pequenas ofertas orais durante higiene bucal provocam tosse, queda transitória da saturação e presença de secreção salivar espessa, além de história de “voz úmida” registrada anteriormente à traqueostomia.

Na avaliação fonoaudiológica recente, apresentou: face com fraqueza de fechamento labial; língua com atrofia e fasciculações, com mobilidade bastante reduzida; palato com elevação limitada e assimétrica; tosse voluntária ineficaz e articulação impossibilitada funcionalmente.


Escore funcional:

- ALSFRS-R total: ALSFRS-R (Amyotrophic Lateral Sclerosis Functional Rating Scale – Revised) que avalia desempenho em comunicação, deglutição, mobilidade e respiração: 9/48

- ALSFRS-R – subescala bulbar (fala, salivação, deglutição): 1/12

- Escala de Plaitakis – domínio bulbar que avalia face, língua, palato, fala e deglutição): 2/15
Os estudos de Albuquerque, Pernambuco e Lopes (2022) sobre Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) destacam que as alterações da deglutição podem ocorrer em praticamente todos os pacientes ao longo da evolução da doença, exigindo intervenções multidisciplinares que priorizem segurança alimentar e redução do risco aspirativo.
Fonte: ALBUQUERQUE, K. M. F.; PERNAMBUCO, L.; LOPES, L. W. Impacto do tratamento medicamentoso na voz, fala e deglutição de pacientes com esclerose lateral amiotrófica: revisão sistemática.Audiology Communication Research, v.27, e2999, p. 1-9, 2022.

Considerando o caso do Senhor Marcos e a conduta fonoaudiológica para manejo da disfagia, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3999883 Fonoaudiologia
Texto II

Acidente de Herbert Vianna e implicações fonoaudiológicas

No dia 4 de fevereiro de 2001, o cantor e compositor Herbert Vianna, vocalista do Paralamas do Sucesso, sofreu um grave acidente quando o ultraleve que pilotava caiu no mar, em Mangaratiba (RJ). No impacto, sua esposa faleceu no local, e Herbert foi resgatado em estado crítico, sendo encaminhado para uma longa internação hospitalar.

Durante o período de internação, Herbert permaneceu em coma por cerca de 40 dias, evoluindo posteriormente com sequelas físicas e neurológicas significativas decorrentes do trauma cranioencefálico. Relatos médicos e boletins da época indicam que, ao retomar a consciência, ele apresentou alterações de linguagem: inicialmente, não utilizava o português, passando a se comunicar em línguas estrangeiras que já conhecia anteriormente. Segundo o neurologista responsável, esse fenômeno poderia ocorrer em quadros neurológicos pós-trauma.

Ao longo da reabilitação, Herbert enfrentou um processo gradual de reaprendizado, necessitando recuperar habilidades de fala, comunicação e também aspectos relacionados à música, como tocar instrumentos e cantar, atividades centrais à sua vida profissional.

Fonte: MIRANDA, Igor. Como aconteceu o acidente de ultraleve de Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso. Folha de São Paulo, São Paulo, 5 fev. 2021. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff052200101.htm. Acesso em: 27 mar. 2026. 
O cantor Herbert Vianna sofreu, em 4 de fevereiro de 2001, um acidente com ultraleve que provocou traumatismo cranioencefálico grave. Após longo período em coma e internação hospitalar, ele despertou com sequelas neurológicas significativas, especialmente alterações na linguagem e comunicação, sendo necessário passar por reabilitação, reaprendendo a falar e a retomar habilidades comunicativas e musicais.
Estudos de Carteri e Silva (2021) apontam que, no Brasil, a cada ano, milhares de pessoas são hospitalizadas por Traumatismo Cranioencefálico (TCE): entre 2008 e 2019, a média foi de aproximadamente 131.015 internações anuais por TCE, com uma incidência de cerca de 65,5 casos por 100 mil habitantes/ano.
Fonte: SOUZA, Thiago Ramos; REGIS, Andressa Cardoso; FONSECA, Eduardo José; MOURA, Denilson Gomes; OLIVEIRA, Cláudio Moreira de; OLIVEIRA, Tagliani. Epidemiology of traumatic brain injury in Brazil.PLoSONE, v. 16, n. 7, 2021. CARTERI, M.; SILVA, C.S. Traumatismo cranioencefálico: uma revisão de literatura. Research Gate, 2021. Disponível em: researchgate.net/publication/379974981_Traumatismo_Cranioencefalico_Uma_Revisao_de_Literatura. Acesso em: 27 mar. 2026.

Considerando esse cenário e os impactos de um TCE grave sobre a linguagem e a comunicação, evidenciados no caso clínico descrito no texto II, bem como a relevância epidemiológica da condição, na fase aguda pós-lesão, em relação à conduta do fonoaudiólogo responsável pela avaliação e intervenção, é CORRETO afirmar que compete ao profissional:
Alternativas
Q3998485 Fonoaudiologia
A atuação fonoaudiológica na UTI Neonatal foca na adequação do sistema estomatognático e na segurança da alimentação, visando o desenvolvimento global do recém-nascido (RN). A transição da alimentação por sonda para a via oral (VO) é um processo criterioso que utiliza a estimulação sensório-motora para garantir a segurança e eficácia do aleitamento. Dentre os indicadores de estresse na oferta oral, NÃO se inclui: 
Alternativas
Respostas
21: D
22: C
23: B
24: B
25: C
26: C
27: B
28: A
29: C
30: A
31: E
32: C
33: D
34: A
35: C
36: A
37: B
38: E
39: C
40: E