Questões de Concurso
Sobre fonoaudiologia hospitalar em fonoaudiologia
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I. A avaliação clínica da deglutição é um procedimento de beira de leito que permite inferir, com base em sinais clínicos observáveis, o risco de penetração e aspiração laringotraqueal, sendo reconhecida como etapa essencial no rastreamento e diagnóstico da disfagia orofaríngea.
II. A ausência de tosse durante ou após a oferta de alimento é suficiente para descartar aspiração laringotraqueal, uma vez que a tosse reflexa é o principal indicador clínico de disfagia em todos os perfis de pacientes.
III. A avaliação clínica da deglutição deve contemplar aspectos como nível de consciência, controle de saliva, qualidade vocal após a deglutição e eficiência mastigatória, pois esses elementos compõem o raciocínio clínico do fonoaudiólogo na definição da via e da consistência alimentar mais segura.
IV. Quando há suspeita de aspiração silente — especialmente em pacientes neurológicos — a avaliação clínica isolada apresenta limitações reconhecidas, sendo os exames instrumentais, como a videoendoscopia da deglutição e a videofluoroscopia, indicados para confirmação diagnóstica.
Quais estão corretas?
Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte, considerando as Resoluções CFFa nº 655/2022 e nº 764/2024.
Quando o prontuário não registrar a conduta realizada em UTI, a fiscalização deverá considerar prejudicada a rastreabilidade da assistência.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte, considerando as Resoluções CFFa nº 655/2022 e nº 764/2024.
Quando há suspeita ou diagnóstico confirmado de infecção, não há necessidade de restringir o uso de equipamentos como estetoscópio e oxímetro ao leito/paciente, bastando a limpeza e desinfecção com álcool 70% antes do compartilhamento.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte, considerando as Resoluções CFFa nº 655/2022 e nº 764/2024.
A inexistência de rotina de higienização de materiais compartilhados constitui‑se como uma falha relevante para registro fiscalizatório.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte, considerando as Resoluções CFFa nº 655/2022 e nº 764/2024.
Em UTI, a atuação fonoaudiológica deve observar os protocolos institucionais e as condições clínicas do paciente antes da intervenção.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte, considerando as Resoluções CFFa nº 655/2022 e nº 764/2024.
O uso de equipamento de proteção individual (EPI) deve ser compatível com o risco do procedimento e com o ambiente de assistência.
I. A atuação do Fonoaudiólogo no aleitamento materno envolve tanto a avaliação das funções orais do recém-nascido quanto a orientação à díade mãe-bebê, incluindo aspectos como pega, posicionamento e fortaleci mento do víncu lo.
II. No Método Canguru, as intervenções fonoaudiológicas devem considerar a estabilidade clínica e os sinais de prontidão do recém-nascido, respeitando sua autorregulação durante o processo de transição alimentar.
III.A atuação fonoaudiológica em unidades neonatais consiste principalmente na introdução precoce de utensílios facilitadores de alimentação, como copos e mamadeiras, mesmo quando há possibilidade de manutenção do aleitamento materno exclusivo.
Está(ão) INCORRETA(S):
Assinale a alternativa correta.
Fonte: ALBUQUERQUE, K. M. F.; PERNAMBUCO, L.; LOPES, L. W. Impacto do tratamento medicamentoso na voz, fala e deglutição de pacientes com esclerose lateral amiotrófica: revisão sistemática.Audiology Communication Research, v.27, e2999, p. 1-9, 2022.
Considerando o caso do Senhor Marcos e a conduta fonoaudiológica para manejo da disfagia, é CORRETO afirmar que:
Estudos de Carteri e Silva (2021) apontam que, no Brasil, a cada ano, milhares de pessoas são hospitalizadas por Traumatismo Cranioencefálico (TCE): entre 2008 e 2019, a média foi de aproximadamente 131.015 internações anuais por TCE, com uma incidência de cerca de 65,5 casos por 100 mil habitantes/ano.
Fonte: SOUZA, Thiago Ramos; REGIS, Andressa Cardoso; FONSECA, Eduardo José; MOURA, Denilson Gomes; OLIVEIRA, Cláudio Moreira de; OLIVEIRA, Tagliani. Epidemiology of traumatic brain injury in Brazil.PLoSONE, v. 16, n. 7, 2021. CARTERI, M.; SILVA, C.S. Traumatismo cranioencefálico: uma revisão de literatura. Research Gate, 2021. Disponível em: researchgate.net/publication/379974981_Traumatismo_Cranioencefalico_Uma_Revisao_de_Literatura. Acesso em: 27 mar. 2026.
Considerando esse cenário e os impactos de um TCE grave sobre a linguagem e a comunicação, evidenciados no caso clínico descrito no texto II, bem como a relevância epidemiológica da condição, na fase aguda pós-lesão, em relação à conduta do fonoaudiólogo responsável pela avaliação e intervenção, é CORRETO afirmar que compete ao profissional:
Ela pode ser utilizada em pacientes internados em ambiente de UTI nos casos abaixo citados, EXCETO:
Dentre os sintomas da ELA relacionados à fonoaudiologia, temos