Questões de Concurso Sobre fonoaudiologia educacional em fonoaudiologia

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Q791713 Fonoaudiologia
Felipe, 4 anos, foi encaminhado pela escola para a clínica fonoaudiológica por apresentar uma fala incompreensível para a professora e para os colegas de sala. Após a AFC (Avaliação Fonológica da Criança) realizada pela Fonoaudióloga, observou-se as realizações descritas a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que corresponda aos processos fonológicos descritos.
Alternativas
Q791712 Fonoaudiologia
A Avaliação Fonológica da Criança (AFC) é um instrumento proposto com objetivo de elicitar a amostra mais representativa da fala da criança. Nesse material, há cinco desenhos temáticos para a estimulação de 125 itens que formam a lista de palavras da AFC. Assinale a alternativa que corresponde à forma utilizada na AFC para chegar-se à produção linguística da criança.
Alternativas
Q772075 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa correta. Em uma abordagem cognitiva, as dislexias são classificadas como periféricas e centrais. Dessa maneira, as dislexias periféricas são aquelas nas quais:
Alternativas
Q2771924 Fonoaudiologia

Trata-se de um transtorno de aprendizagem de origem neurobiológica, que se caracteriza pela dificuldade de decodificação de estímulos escritos ou símbolos gráficos e que acometem escolares, comprometendo sua capacidade de ler, escrever e compreender textos escritos.


O texto acima refere-se a:

Alternativas
Q1379748 Fonoaudiologia
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo.

    Alice tem 9 anos e foi encaminhada pela coordenadora pedagógica da escola para terapia fonoaudiológica por apresentar erros ortográficos e texto sem muito desenvolvimento. A mãe, antes de procurar o serviço de saúde, procurou informações em sites da internet e, respondendo a um conjunto de perguntas num e noutro site, entendeu que sua filha era disléxica e tinha TDAH. Apavorada com a possibilidade de Alice ter patologias neurológicas permanentes, a mãe procurou um fonoaudiólogo. 
Na avaliação com o fonoaudiólogo, Alice produziu os seguintes textos:
Imagem associada para resolução da questão
era uma noite a professora tava eisinando os alunos a soprar os tava muito vriu quanto a pareseu um mostro e ele aseideu a lareira e neum aluno vicom mais com frio. Imagem associada para resolução da questão
Um louco estava viagando para frases ele chegoudono eroporto emtrou na agencia de turismo e atacom uma moça bunitinha e ela correu mas tinha uma máquina que ele não comcegiu escapar e ele acabo podendo cer preso.
Os textos produzidos revelam que:
Alternativas
Q1379747 Fonoaudiologia
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo.

    Alice tem 9 anos e foi encaminhada pela coordenadora pedagógica da escola para terapia fonoaudiológica por apresentar erros ortográficos e texto sem muito desenvolvimento. A mãe, antes de procurar o serviço de saúde, procurou informações em sites da internet e, respondendo a um conjunto de perguntas num e noutro site, entendeu que sua filha era disléxica e tinha TDAH. Apavorada com a possibilidade de Alice ter patologias neurológicas permanentes, a mãe procurou um fonoaudiólogo. 
Ao ouvir o relato da mãe, o fonoaudiólogo deve:
Alternativas
Q1379735 Fonoaudiologia
(…) a atuação fonoaudiológica tradicional realizada em escolas, por meio de ações essencialmente individuais, da realização de programas meramente informativos e da identificação de problemas e encaminhamentos, predominantemente, para o âmbito clínico, deve ceder espaço para a utilização, por parte do fonoaudiólogo, de metodologias colaborativas, que fomentem a sua parceria com os demais profissionais da educação.
(GIROTO, C.R.M. Atuação do Fonoaudiólogo na Educação Inclusiva. Tratado de Especialidades em Fonoaudiologia, 2014, p. 50
Nessa perspectiva,
Alternativas
Q1379723 Fonoaudiologia
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo. 

    Tom tem 5 anos e 4 meses e está em início de avaliação fonoaudiológica. Em seus registros iniciais, Cristina, a fonoaudióloga, faz as seguintes considerações: 

    Tom foi encaminhado para avaliação de linguagem por apresentar atraso na aquisição da linguagem oral. Já fez terapia fonoaudiológica anteriormente por apresentar sialorreia e ausência de fala. Nesse trabalho, a terapeuta enfocou principalmente aspectos ligados às funções de sucção, mastigação, deglutição, tendo observado significativa evolução. O mesmo não ocorreu em relação à fala, daí o encaminhamento para nova avaliação. No que se refere ao sistema miofuncional, pude constatar que, quando distraído, Tom não engole a saliva, que escorre pelo canto da boca, sem que ele se incomode ou tente evitar. Também não limpa o queixo quando o líquido por ali escorre, demonstrando pouca atenção ou falta de sensibilidade nessa região. Quando solicitado a engolir a saliva acumulada antes que escorra, nem sempre o faz. Dificuldade ou não aceitação do pedido? 
    Do ponto de vista dialógico, Tom é uma criança com intenções comunicativas; não se inibe frente a uma pessoa desconhecida que se lança a conversar com ele, mas também não se mostra interessado em se fazer compreendido. Fala poucas palavras e vocaliza sem precisão articulatória. Suas vocalizações são indiferenciadas e ele não se importa se o interlocutor está de fato interpretando corretamente o que diz. É vivaz, inteligente e sorridente. Cativa por esse seu jeito, mas não evolui num diálogo.
    Nos momentos em que observei diálogo entre mãe e filho, há interpretação da mãe para qualquer pouca vocalização do filho, ainda que esta vocalização não dê pistas de tudo que a mãe demonstrou compreender. Tom tem capacidade de produzir aleatoriamente fonemas plosivos, fricativos e sibilantes, mas articula corretamente em palavras apenas os plosivos. 
Já em atendimento, a fonoaudióloga Cristina se deparou com uma demanda escolar. A professora estava preocupada porque muito possivelmente Tom não conseguiria ser alfabetizado. Em relação ao processo de aquisição da escrita,
Alternativas
Q1379721 Fonoaudiologia
Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo. 

    Tom tem 5 anos e 4 meses e está em início de avaliação fonoaudiológica. Em seus registros iniciais, Cristina, a fonoaudióloga, faz as seguintes considerações: 

    Tom foi encaminhado para avaliação de linguagem por apresentar atraso na aquisição da linguagem oral. Já fez terapia fonoaudiológica anteriormente por apresentar sialorreia e ausência de fala. Nesse trabalho, a terapeuta enfocou principalmente aspectos ligados às funções de sucção, mastigação, deglutição, tendo observado significativa evolução. O mesmo não ocorreu em relação à fala, daí o encaminhamento para nova avaliação. No que se refere ao sistema miofuncional, pude constatar que, quando distraído, Tom não engole a saliva, que escorre pelo canto da boca, sem que ele se incomode ou tente evitar. Também não limpa o queixo quando o líquido por ali escorre, demonstrando pouca atenção ou falta de sensibilidade nessa região. Quando solicitado a engolir a saliva acumulada antes que escorra, nem sempre o faz. Dificuldade ou não aceitação do pedido? 
    Do ponto de vista dialógico, Tom é uma criança com intenções comunicativas; não se inibe frente a uma pessoa desconhecida que se lança a conversar com ele, mas também não se mostra interessado em se fazer compreendido. Fala poucas palavras e vocaliza sem precisão articulatória. Suas vocalizações são indiferenciadas e ele não se importa se o interlocutor está de fato interpretando corretamente o que diz. É vivaz, inteligente e sorridente. Cativa por esse seu jeito, mas não evolui num diálogo.
    Nos momentos em que observei diálogo entre mãe e filho, há interpretação da mãe para qualquer pouca vocalização do filho, ainda que esta vocalização não dê pistas de tudo que a mãe demonstrou compreender. Tom tem capacidade de produzir aleatoriamente fonemas plosivos, fricativos e sibilantes, mas articula corretamente em palavras apenas os plosivos. 
A partir dos dados já observados, na continuidade do processo de avaliação, é esperado que a fonoaudióloga
Alternativas
Q1379718 Fonoaudiologia
O fonoaudiólogo que trabalha em instituições educacionais é
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1233942 Fonoaudiologia
Os sistemas educacionais e as escolas passam a ser organizados para acolher a diversidade do alunado. Desse modo, torna-se fundamental conceber o funcionamento e a organização da escola, bem como o ensino e a aprendizagem sob novas bases epistemológicas. Tal processo, muito diferente do que acontece na escola tradicional, altera todas as dimensões do currículo. Os objetivos, os conteúdos, a metodologia utilizada, os procedimentos de ensino e mesmo os instrumentos de avaliação precisam estar associados aos interesses e às necessidades educacionais do aluno. 
Nesse contexto, surge o Atendimento Educacional Especializado (AEE), na Educação Básica, regulamentado pelo do Decreto nº 6.571, de 18 de setembro de 2008. 
Não é considerado público-alvo para o Atendimento Educacional Especializado: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: SEAP-PR
Q1221175 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa correta que representa, respectivamente, os processos fonológicos de uma criança que fala "apelha" para abelha e "dalinha" para galinha.

 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1194141 Fonoaudiologia
“Um professor em sala de aula realizará a seguinte atividade: cada criança receberá um bloco com três desenhos por folha. Em seguida, o professor dirá uma sequência com três palavras e a criança deverá verificar se essa sequência corresponde àquela que terá no seu bloco (desenhos).” 
É correto afirmar que a atividade desenvolvida estará estimulando: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Abaetetuba - PA
Q1182446 Fonoaudiologia
Sobre os desvios fonológicos, marque a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: SES-PR Prova: IBFC - 2016 - SES-PR - Fonoaudiólogo |
Q1170834 Fonoaudiologia
Com relação à Fonoaudiologia Educacional, leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: SES-PR Prova: IBFC - 2016 - SES-PR - Fonoaudiólogo |
Q1170824 Fonoaudiologia
Um dos critérios para a realização do diagnóstico diferencial entre dislexia do desenvolvimento e distúrbio de aprendizagem é:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: SES-PR Prova: IBFC - 2016 - SES-PR - Fonoaudiólogo |
Q1170823 Fonoaudiologia
Assim como a linguagem oral, a linguagem escrita também se desenvolve em estágios, com relação à aquisição da linguagem escrita, a fase alfabética se caracteriza:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Fonoaudiólogo (HUAP-UFF) |
Q752367 Fonoaudiologia
Uma criança que escreve “carrossa” ao invés de “carroça”; “traviceiro” ao invés de “travesseiro” e “visinho” ao invés de “vizinho”, apresenta:
Alternativas
Q748004 Fonoaudiologia

“O termo dispraxia verbal ou apraxia verbal do desenvolvimento é utilizado para denominar um dos transtornos específicos de desenvolvimento da linguagem. Em geral, as crianças com dispraxia verbal são descritas com uma fala pouco inteligível nos casos graves até a idade avançada, mas seus gestos e expressões faciais indicam que querem se comunicar. Não se observam problemas estruturais nem neurológicos em seus mecanismos orais que justifiquem a ausência de inteligibilidade e parecem que são crianças que respondem muito lentamente ao tratamento fonoaudiológico.”

(Fernández e Mérida, 2005.)

Em relação às dispraxias infantis, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q747987 Fonoaudiologia
“Durante a avaliação fonoaudiológica de MAC, 6 anos de idade, observou-se que a criança apresentava respiração oral viciosa, ronco noturno, sonolência diurna e distúrbio articulatório relacionado à queixa da respiração.” De acordo com o texto anterior, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
941: E
942: C
943: A
944: D
945: B
946: D
947: B
948: D
949: A
950: B
951: A
952: B
953: B
954: D
955: C
956: D
957: B
958: A
959: E
960: A