Questões de Concurso Sobre ventilação não invasiva em fisioterapia

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Q2043508 Fisioterapia
A respeito das contraindicações da ventilação mecânica não invasiva, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Contraindicação absoluta. (2) Contraindicação relativa.
(_) Rebaixamento de nível de consciência. (_) Obstrução de vias aéreas superiores. (_) Necessidade de intubação de emergência.
Alternativas
Q4188049 Fisioterapia
O paciente deve ser retirado da ventilação invasiva o mais rápido quanto clinicamente possível, para a maioria deles, o retorno para a ventilação espontânea acontece de maneira rápida e fácil, geralmente a partir de uma extubação simples, entretanto, uma porcentagem dessa população pode necessitar de um tempo maior de ventilação mecânica (VM). Assim, a atenção clínica e investigativa se concentra na redução do tempo de VM por meio da otimização de seu processo de desmame. Diante deste pressuposto, analise as afirmativas abaixo a respeito do desmame ventilatório e assinale a alternativa correta.
I. Define-se como o processo que culmina com a passagem da ventilação artificial para a ventilação espontânea nos pacientes que permaneceram em ventilação mecânica invasiva (VMI) por tempo superior a 48h, isso pode ocorrer por extubação ou, no caso de pacientes traqueostomizados, pela desconexão do ventilador mecânico. A partir da instituição da ventilação mecânica (VM), o paciente deve ser avaliado diariamente para que, assim que haja estabilidade clínica e autonomia para respirar sem via aérea artificial, ele seja desmamado do ventilador mecânico e, se houver falha do desmame, o processo precisa ser reiniciado.
II. Com base na duração do processo de desmame e na tolerância dos pacientes ao Teste de respiração espontânea (TRE), aqueles em processo de desmame ventilatório são categorizados em três grupos: desmame simples (pacientes que toleram o primeiro TRE e são extubados com sucesso), desmame difícil (pacientes que falham no primeiro TRE, mas que são desmamados com sucesso após no máximo três TRE ou no máximo 7 dias após a primeira tentativa) e desmame prolongado (pacientes que falham em três TRE ou que permanecem em ventilação mecânica (VM) por tempo superior a 7 dias após a primeira tentativa).  
III. As principais causas de falha no desmame ligadas ao paciente são o envelhecimento, as doenças cardiopulmonares, a diminuição da função do diafragma, as comorbidades, a presença de delirium, depressão, ansiedade, infecção/estados inflamatórios persistentes e a desnutrição. A remoção da ventilação mecânica (VM) é determinada pela capacidade do sistema respiratório do paciente em vencer a carga imposta, isso significa que qualquer fator que cause redução dessa capacidade ou que aumente a carga imposta ao sistema respiratório pode se tornar uma barreira ao desmame e deve ser prontamente corrigido ou minimizado.
IV. A ventilação não invasiva (VNI) pode ser usada como técnica de desmame para reduzir o tempo de ventilação mecânica invasiva (VMI). A VNI também pode ser utilizada para tornar possível uma extubação mais precoce em pacientes selecionados, por exemplo, aqueles intubados durante uma exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou com doenças neuromusculares, bem como em pacientes que concluem o Teste de Respiração Espontânea (TRE), mas apresentam risco de falha na extubação.
V. Pacientes que apresentam dificuldade em tolerar o Teste de Respiração Espontânea (TRE) consecutivos podem se beneficiar da redução gradual e progressiva da ventilação com pressão de suporte (PSV). Nesse modo de desmame, cada esforço expiratório do paciente é assistido por pressão expiratória preestabelecida no respirador. O esforço inspiratório do paciente, a pressão inspiratória do respirador e as características do sistema respiratório (complacência e resistência) não determinam o volume corrente e, consequentemente, o volume minuto.
Alternativas
Q4171143 Fisioterapia

Assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso, acerca das estratégias adotadas na ventilação mecânica do paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), segundo as Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica de 2013:



( ) O tempo inspiratório deve ser curto, para evitar o aprisionamento de ar dentro dos pulmões.


( ) A presença de auto-PEEP não altera o processo de desmame desses pacientes.


( ) A frequência respiratória inicial deve ser entre 8 e 12 por minuto e o volume minuto deve ser ajustado para normalizar o pH arterial, e não a PaCO2.


( ) Uma gasometria com hipercapnia e hipoxemia nunca pode ser permitida.


( ) A VNI, de forma facilitadora, pode ser utilizada no processo de retirada da ventilação mecânica invasiva.



A sequência correta é 

Alternativas
Q4171133 Fisioterapia

Com relação aos objetivos e os benefícios em potencial da Ventilação Não Invasiva por Pressão Positiva (VNIPP) leia as alternativas abaixo:



I. No ambiente de cuidados intensivos alguns dos objetivos principais da VNIPP são os de promover a intubação e a instalação da ventilação invasiva.


II. Em pacientes sob cuidados crônicos os objetivos principais da VNIPP são o alívio dos sintomas associados à hipoventilação e a melhora da qualidade de vida do paciente.


III. O tratamento da insuficiência respiratória hipercápnica em virtude de exacerbação de uma Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é indicação para uso da VNIPP.


IV. Na área de cuidados intensivos indicações para VNIPP incluem suporte ventilatório para pacientes pósoperatórios e que não devem ser intubados e ajuda no desmame da ventilação mecânica.


V. A aplicação profilática da VNIPP nos cuidados de pacientes obesos após a gastroplastia tem demonstrado melhorar acentuadamente a saturação do oxigênio do oxímetro de pulso (SpO2) e da capacidade vital forçada (CVF).



Estão corretas: 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143890 Fisioterapia
É comprovado cientificamente em todo mundo que a ventilação não invasiva (VNI) pode ser usada no tratamento da insuficiência respiratória de diferentes etiologias. Porém, durante a pandemia do COVID 19, muitos questionamentos surgiram diante desse novo desafio, considerando a aplicabilidade, dosagem, tempo de terapia e exposição dos profissionais de saúde envolvidos na terapia. Portanto, muitos pesquisadores no mundo todo juntaram esforços, adicionando e discutindo as melhores evidências e assim direcionaram o uso da NIV no cenário pandêmico da COVID 19.
Sobre o uso da VNI no paciente com desconforto respiratório com COVID-19, assinale a alternativa CORRETА:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143889 Fisioterapia
O posicionamento em pronação acordada parece seguro e é uma estratégia simples que pode ser empregada, associada ou não a ventilação não invasiva/cânula nasal de alto fluxo, na maioria dos cenários clínicos. Há evidências de estudos observacionais e metaanálises relatando o uso da posição prona precocemente em pacientes acordados com insuficiência respiratória para melhorar o nível de oxigenação e o prognóstico a curto prazo em pacientes na COVID-19. No entanto, diferentes critérios devem ser analisados com cuidado para determinar a elegibilidade do paciente para a pronação ativa.
Sobre o uso da pronação com o paciente acordado com COVID-19, analise as assertivas abaixo, em seguida marque a opção CORREТА:

I - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de fração inspiratória de oxigênio (FiO2) ≥ 28% para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e suspeita de COVID-19.

II - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de suporte respiratório básico para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e confirmação de COVID-19. 

III - Frequência respiratória igual ou maior que 35 rpm é uma contraindicação relativa para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 92 e 96% sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.

IV - Desconforto respiratório com PaO2 igual ou maior que 45 mmHg é uma contraindicação absoluta para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 88 e 92% se houver risco de insuficiência respiratória hipercápnica, sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.
Alternativas
Q4115173 Fisioterapia

“Após a retirada do paciente da VM, o uso do CPAP tem sido associado à reversão de atelectasias, à melhora dos volumes pulmonares e à oxigenação, além da prevenção de pneumonias e tratamento de insuficiência respiratória hipoxêmica moderada.” Considerando o uso da Ventilação Não Invasiva (VNI) no pós-operatório de cirurgia cardíaca, analise as afirmativas a seguir.



I. O uso da VNI tem se mostrado eficaz na estabilização e na melhora da função pulmonar e na redução das taxas de reintubação traqueal, nos incrementos na oxigenação e na relação V/Q.


II. Clinicamente, o sucesso no uso da VNI, na Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA), se traduz na melhora do desconforto respiratório e das trocas gasosas na primeira hora de instituição da terapia; caso contrário, se houver piora do quadro, a intubação orotraqueal deverá ser considerada.


III. Além do CPAP, outras modalidades ventilatórias como ventilação com binível pressórico, RPPI e PSV + PEEP têm boa aplicabilidade no pós-operatório de cirurgia cardíaca; entretanto, o consenso é que quando comparada ao binível, o CPAP demonstrou menor eficácia em reverter processos hipoxêmicos e melhorar a eficácia da tosse, facilitando a eliminação de secreções brônquicas.


IV. O desenvolvimento de insuficiência respiratória no período pós-operatório tem como principais causas processos pulmonares de colapso e infiltrativos, exceto em pacientes com disfunção miocárdica prévia.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4115169 Fisioterapia

Estudos atuais apontam que, aproximadamente, 75% das crianças que internam nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) necessitam de algum tipo de suporte ventilatório, independente de qual tenha sido o motivo da internação. Crianças com esforço respiratório significante podem precisar de ventilação invasiva, gerando injúria pulmonar induzida pela ventilação, necessidade de sedação prolongada e infecções respiratórias associadas à ventilação. Dessa forma, sempre que possível, deve ser priorizado o uso da terapia por Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), que, durante a última década, emergiu como um novo método para prover suporte ventilatório em pacientes com insuficiência respiratória. Sobre a Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Q4100387 Fisioterapia
A pressão positiva aplicada às vias aéreas aumenta o gradiente de pressão transpulmonar, melhora a expansão pulmonar e é usada para tratar atelectasias e mobilizar secreções, podendo ser aplicada por meio da
Alternativas
Q4022318 Fisioterapia
A ventilação mecânica substitui total ou parcialmente a ventilação espontânea e está indicada na insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada. A ventilação mecânica propicia melhora das trocas gasosas e diminuição do trabalho respiratório, podendo ser utilizada de forma não invasiva através de uma interface externa, geralmente uma máscara facial, e de forma invasiva através de um tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. Sobre os princípios e as indicações de cada tipo, enumere a coluna B pela coluna A.

Coluna A

I. Ventilação Invasiva

II. Ventilação Não Invasiva.


Coluna B

( ) Utiliza uma pressão inspiratória para ventilar o paciente através de interface naso-facial (IPAP e ou PSV) e uma pressão positiva expiratória para manter as vias aéreas e os alvéolos abertos para melhorar a oxigenação (EPAP e ou PEEP).


( ) Os principais modos ventilatórios empregados durante esse tipo de ventilação são: pressão positiva contínua nas vias áereas (CPAP); • dois níveis de pressão em vias aéreas (bilevel ou binível – Modo S/T [Bipap V60]); • suporte de pressão assegurada de volume médio (AVAPS); • ventilação de pressão proporcional (PPV).


( ) Quando o equipamento é conectado ao paciente por meio de tubo endotraqueal ou traqueostomia.


Marque a opção que indica a sequência CORRETA.
Alternativas
Q4010319 Fisioterapia
Analise as afirmativas a seguir sobre (BIPAP e CPAP) e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4005437 Fisioterapia
Um dos princípios básicos da fisioterapia respiratória é a facilitação do clearence mucociliar e as manobras de desobstrução brônquica. As secreções aumentam a resistência ao fluxo aéreo, dificultam as trocas gasosas e tornam excessivo o trabalho dos músculos respiratórios. Um exemplo de terapia de higiene brônquica não invasiva é:
Alternativas
Q2500476 Fisioterapia
A Ventilação Não Invasiva (VNI) é uma modalidade de assistência ventilatória utilizada em pacientes críticos. Está também indicada durante o processo de desmame da Ventilação Mecânica Invasiva (VMI) e pode ser classificada em três tipos distintos de estratégias. Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2500474 Fisioterapia
Em relação à administração de oxigênio através da máscara de Venturi, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2069636 Fisioterapia
Ventilação Não Invasiva (VNI) utiliza uma pressão inspiratória para ventilar o paciente através de interface naso-facial (suporte inspiratório e ou Pressão de Suporte) e uma pressão positiva expiratória para manter as vias aéreas e os alvéolos abertos para melhorar a oxigenação (pressão expiratória positiva e ou pressão expiratória final positiva). No modo Pressão constante nas vias aéreas (CPAP), é administrado ao paciente através da interface naso-facial somente uma pressão expiratória final contínua nas vias aéreas, e a ventilação do paciente é feita de forma totalmente espontânea.
Sobre isso, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2069634 Fisioterapia
Pacientes considerados em risco de falha de extubação podem se beneficiar do uso de ventilação não invasiva (VNI) imediato após extubação (uso profilático).
Qual tipo de situação NÃO se enquadra nesses critérios? 
Alternativas
Q2062936 Fisioterapia
A VNI representa um recurso terapêutico amplamente reconhecido por resultados positivos em quadros agudos. Como recurso associado ao exercício físico, apresenta efeitos significativos sobre a tolerância ao exercício. NÃO constitui benefício da VNI na Insuficiência cardíaca: 
Alternativas
Q2042111 Fisioterapia
 O uso da ventilação não invasiva com pressão positiva (VNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas. Apesar do seu uso relativamente recente, hoje não há dúvidas de que o uso da VNI em vários grupos de pacientes, como, por exemplo, na DPOC, AME, pós operatório de cirurgia cardíaca, seja responsável pela diminuição da necessidade de intubação, mortalidade e custos do tratamento, motivo pelo qual o seu uso vem se tornando cada vez mais frequente e indicado. São contra-indicações ao uso da ventilação não-invasiva:
I.Diminuição da consciência, sonolência, agitação, confusão ou recusa do paciente.
II.Instabilidade hemodinâmica com necessidade de medicamento vasopressor, choque (pressão arterial sistólica < 90 mmHg), arritmias complexas.
III.Obstrução de via aérea superior ou trauma de face.
IV.Tosse eficaz ou capacidade de deglutição preservada.
V.Distensão abdominal, náuseas ou vômitos.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q2024378 Fisioterapia
De acordo com SARMENTO, as indicações do uso da ventilação mecânica não invasiva (VNI) como modo auxiliar no desmame têm sido consideradas sob os seguintes aspectos:
I. Como uma modalidade alternativa para pacientes intolerantes ao teste inicial de desmame. Esses pacientes passam a ter indicação de VNI pós-extubação. II. Como opção de tratamento para pacientes que foram extubados, mas desenvolveram insuficiência respiratória dentro de um período de 48h. III. Como medida profilática após extubação para pacientes que apresentam alto risco de reintubação, mas que desenvolveram insuficiência respiratória.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1980572 Fisioterapia
Idosa com síndrome parkinsoniana, em acompanhamento fisioterapêutico neurofuncional, aparece para atendimento rotineiro com tosse produtiva e pouco eficaz. O fisioterapeuta conversa com colega, especialista em fisioterapia respiratória, que o orienta a iniciar realização de Ciclo Ativo da Respiração (CAR) com a paciente.
Essa técnica consiste em ciclos repetitivos compostos pelas seguintes etapas: 
Alternativas
Respostas
141: D
142: C
143: B
144: E
145: B
146: E
147: A
148: C
149: B
150: C
151: C
152: A
153: A
154: D
155: C
156: E
157: C
158: B
159: C
160: B