Questões de Concurso Sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia

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Q2284308 Fisioterapia
A função básica do sistema respiratório é suprir o organismo com O2 e remover o CO2 e requer dos profissionais de saúde conhecimento da anatomia e fisiologia. Nos pulmões existe um sistema de ventilação colateral, sendo importante para desfazer atelectasias. Assinale a alternativa CORRETA:
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Q2284305 Fisioterapia
Analise os volumes pulmonares e em seguida assinale a alternativa CORRETA.
VC = 400mL; VRI = 3000mL; VRE = 1500mL e VR = 1000mL. 
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Q2283561 Fisioterapia
Um paciente de 50 anos, com diagnóstico de fibrose cística e bronquiectasias saculares difusas, procura assistência fisioterapêutica apresentando tosse produtiva e crônica, impactando na sua qualidade de vida. Na avaliação fisioterapêutica notaram-se roncos à ausculta pulmonar.
A intervenção fisioterapêutica fundamental e mais indicada para o tratamento desse caso consiste em: 
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Q2283560 Fisioterapia
Homem, 60 anos, tabagista e sedentário, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Ao exame, apresenta aumento progressivo da dispneia (MMRC 1 para 2), tosse seca e discreta diminuição da SpO2 em repouso (95% para 92%) no último semestre. Durante a ausculta pulmonar, constatou-se crepitação, restrita à base pulmonar direita. Considerando o caso, a intervenção que produziria maior benefício para o paciente seria:
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Q2283559 Fisioterapia
Criança, 6 anos, é diagnosticada com asma brônquica. Apresenta ao exame físico: tosse seca, dispneia e sibilos durante as crises. Apesar da prescrição adequada de medicamento broncodilatador, existem condutas fisioterapêuticas simples e eficazes para esse caso.
A técnica básica recomendada na fase de crise como parte do tratamento fisioterapêutico, considerando o princípio de custoefetividade, é: 
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Q2283558 Fisioterapia
Um paciente de 65 anos, tabagista há quarenta anos, é admitido no hospital com diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade. Ao exame, apresenta febre, tosse produtiva, dispneia e crepitações pulmonares à ausculta. Após estabilização clínica, mesmo permanecendo a hipertermia, foi iniciada a fisioterapia respiratória.
A conduta a ser evitada pelo fisioterapeuta na atual circunstância clínica é:
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Q2280907 Fisioterapia
A Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR) neonatal, ou doença da membrana hialina, é uma das principais causas de falência respiratória e contribui para a elevada morbimortalidade nessa faixa etária. Sobre isso, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q2280902 Fisioterapia
Sobre a ausculta pulmonar, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada tipo de som às suas características.

Coluna 1

1. Vesicular.
2. Brônquico.
3. Traqueal.
4. Sibilo.
5. Adventício crepitante.

Coluna 2

( ) Ouve-se com mais frequência durante a expiração, mas pode ser ouvido durante a inspiração, sendo resultado de constrição da via aérea.
( ) A inspiração é mais prolongada e audível do que a expiração, sem pausa.
( ) A expiração é ligeiramente mais prolongada do que a inspiração, com intensidade similar.
( ) A expiração é mais prolongada e audível do que a inspiração.
( ) Ocorre precocemente durante a inspiração com bronquite, enfisema e asma e, mais tarde, durante a inspiração com doença intersticial pulmonar e edema pulmonar.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q2280901 Fisioterapia
Sobre a bronquiectasia, analise as assertivas abaixo:

I. É definida como uma dilatação anormal e distorção irreversível dos brônquios, em decorrência da destruição dos componentes elástico e muscular de sua parede.
II. Para ser diagnosticada, há necessidade da presença de dois elementos: agressão infecciosa e deficiência na depuração das secreções brônquicas.
III. A apresentação clínica da bronquiectasia associa-se à produção persistente de grandes volumes de secreções, hemoptise recorrente e infecções.

Quais estão corretas? 
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Q2277254 Fisioterapia
Hipóxia é a diminuição do aporte de oxigênio ou baixa concentração de oxigênio nos tecidos; pode ser causada por uma série de determinantes capazes de comprometer o transporte ou mesmo a utilização do oxigênio pelas células. Os pacientes terão indicação de oxigenoterapia, dependendo da causa da hipóxia. Sobre as causas de hipóxia tissular e indicação de oxigenoterapia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Hipóxia de estase: não há diminuição no conteúdo arterial de oxigênio; não é indicada oxigenoterapia.
( ) Hipóxia anêmica: há diminuição no conteúdo arterial de oxigênio; indica-se oxigenoterapia.
( ) Hipóxia hipoxêmica: há diminuição no conteúdo artéria de oxigênio; indica-se oxigenoterapia.
( ) Hipóxia histotóxica: não há diminuição no conteúdo arterial de oxigênio; não é oxigenoterapia.

A sequência está correta em
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Q2277250 Fisioterapia
A atuação da fisioterapia ao aplicar técnicas de expansão pulmonar objetiva reverter e minimizar atelectasias, otimizando volumes e capacidades pulmonares. As terapias de expansão pulmonar se baseiam na alteração da pressão transpulmonar. Sendo assim, a associação correta entre a técnica de terapia de expansão pulmonar e a pressão transpulmonar é:
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Q2277249 Fisioterapia
A Ventilação Não-Invasiva (VNI) é nível de evidência A em pacientes com Edema Agudo de Pulmão (EAP), reduzindo a taxa de intubação traqueal em 80% dos casos. A pressão positiva evidencia vários efeitos do ponto de vista respiratório e hemodinâmico, revertendo a insuficiência respiratória aguda nestes pacientes. São considerados efeitos relacionados à VNI em pacientes com EAP, EXCETO:
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Q2277248 Fisioterapia
Considerando que a monitoração da Mecânica Ventilatória (VM) é essencial para otimizar o uso da VM e minimizar seus riscos, sendo, portanto, obrigatória em todo paciente que esteja sob VM, analise os gráficos a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Diante do exposto, é possível concluir que o
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Q2277247 Fisioterapia
O aprisionamento aéreo, com aumento das pressões pulmonares e auto-PEEP, é comum tanto em pacientes com obstrução das vias aéreas quanto em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), asma e em presença de broncoespasmo, sendo responsável pelo aumento do trabalho respiratório nesses indivíduos. A medida ventilatória a ser adotada para minimizar a auto-PEEP e o trabalho respiratório em pacientes em assistência ventilatória mecânica consiste na utilização de:
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Q2277243 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

João Paulo recebeu mais de três tentativas de TRE sem sucesso; ele voltou a ter febre e secreção purulenta. Permaneceu em ventilação invasiva com pressão de suporte de 10 cmH2O; PEEP (8 cmH2O); e, baixa FiO2. Lúcido; edemaciado; emagrecido; e, com perda de massa muscular. O ecocardiograma evidenciou disfunção diastólica e hipertensão pulmonar moderada. Considerando a categoria do desmame do paciente, assinale a afirmativa correta.
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Q2277242 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

Considere que o paciente não tolerou o TRE e retornou para a ventilação. Em razão da falha no TRE, com base nas Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica, deve-se:
Alternativas
Q2277241 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

Sabe-se que João Paulo melhorou da pneumonia, estava afebril; e, a equipe avaliou a possibilidade de desmame. As drogas sedativas foram interrompidas e no primeiro TRE foi utilizado pressão de suporte de 7 cmH2O. Considerando os parâmetros necessários para que o paciente realize o TRE, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2277240 Fisioterapia

O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


João Paulo, 75 anos, evidencia longa história de tabagismo, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e não adesão ao tratamento farmacológico; apresentou dispneia progressiva e febre há dois dias. Seus sinais vitais são pressão arterial 140 x 90 mmHg; frequência cardíaca (FC) 122 bpm; FR 32/min; e, temperatura 37,5° C. Apresentava tosse produtiva. Em uso da musculatura respiratória acessória com sibilos difusos bilaterais. Estava alerta, mas sem a capacidade de falar frases completas. A gasometria arterial apresentava: pH: 7,25; PaO2: 57mmHg; PaCO2: 62mmHg. Uma radiografia de tórax evidenciou imagem de consolidação em lobo inferior direito. Iniciou terapia broncodilatadora e esteroides venosos e oxigenoterapia com cateter nasal. Foram coletadas hemocultura e cultura de secreção traqueal e iniciada antibioticoterapia. Foi colocado em VNI e, por ter evoluído com piora do quadro (taquipneia, diminuição do sensório), sedado, intubado e colocado em ventilação invasiva.

Considerando o melhor controle de início de VM e, ainda, que o peso predito do paciente é 80 kg, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2277238 Fisioterapia
Muitos pacientes infectados com Covid-19 podem apresentar delirium. O delirium pode ser uma manifestação decorrente de invasão direta do Sistema Nervoso Central (SNC); indução de mediadores inflamatórios do SNC; efeito secundário de falha de outro sistema de órgãos; efeito de estratégias sedativas; tempo prolongado de VM; ou, fatores ambientais, incluindo isolamento social. Em pacientes que necessitam de suporte de Ventilação Mecânica (VM), o quadro poderá se agravar, dificultando o desmame e prolongando o tempo de VM. As taxas de delirium entre pacientes de UTI mecanicamente ventilados foram de 70 a 75%;sua duração tem se mostrado, também, um preditor independente de longa permanência na UTI. Nesses pacientes, é mandatório o rastreio ativo de delirium, por meio do uso de ferramentas de avaliação como a escala Confusion Assessment Method in an Intensive Care Unit (CAM-ICU). Sobre a relação entre a Covid-19 e a dificuldade no desmame da VM, analise as afirmativas a seguir.

I. Muitos pacientes infectados com Covid-19 podem apresentar despertar difícil da VM em razão do delirium.

II. O enfrentamento do delirium em pacientes com Covid-19, para melhora do desmame da VM, exige ações farmacológicas e não farmacológicas.

III. Manuseio multidisciplinar para dor e ansiedade pode apresentar benefícios para pacientes com Covid-19 em VM.

IV. Pacientes intubados e ventilados com Covid-19 e IMC menor ou igual a 30 kg/m2 apresentaram menor chance de extubação do que aqueles com IMC < 30 kg/m2 .

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2277237 Fisioterapia
As medidas ou recursos para evitar descondicionamento e atrofia da musculatura respiratória, decorrentes da ausência de ventilação espontânea e do desmame do ventilador, devem ser implementadas o mais rápido possível. O uso de protocolos bem estabelecidos e que considerem um balanço equilibrado na carga imposta aos músculos ventilatórios, alternando períodos de ventilação espontânea com períodos de Ventilação Mecânica (VM), quando possíveis, deve ser considerado sendo benéfico para prevenção da atrofia muscular ventilatória. Protocolos de desmame que titulam o nível de suporte para o esforço inspiratório a um nível semelhante ao de indivíduos saudáveis durante o repouso também podem contribuir para acelerar o desmame da VM. No entanto, a titulação do suporte necessário é individual para cada paciente e permanece um desafio, requerendo um esforço considerável. Períodos intermitentes de ventilação espontânea durante o período de desmame podem limitar os efeitos adversos da VM e a inatividade prolongada dos músculos ventilatórios. Além disso, a mobilização precoce tem se mostrado eficaz na redução do tempo da VM e do desmame. Pouca atenção tem sido dada à investigação de técnicas e tratamentos específicos para aumentar a força e a resistência da musculatura ventilatória, mas, felizmente, esse cenário vem mudando. O Treinamento de Força Muscular Inspiratória (TMI) parece ter efeitos promissores no tratamento da fraqueza dos músculos ventilatórios, principalmente em pacientes com dificuldades no desmame da VM, podendo resultar em efeitos benéficos nos desfechos clínicos e na alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O TMI tem se mostrado seguro, viável e bem tolerado em pacientes críticos. Sobre os dispositivos e os recursos para o TMI, analise as afirmativas a seguir.

I. Entre os fatores relacionados ao sucesso do treinamento muscular respiratório estão a habilidade e o conhecimento do fisioterapeuta; as condições do paciente, considerando-se a estabilidade hemodinâmica e/ou a doença de base; o estado nutricional; e, seu nível de consciência.

II. O treinamento de força muscular inspiratória pode ser realizado por meio de dispositivos de carga isométrica ou isocinética.

III. O Threshold é composto por uma válvula bidirecional que permite o ajuste de sua abertura, sendo considerado mais adequado à relação comprimento-tensão dos músculos inspiratórios.

IV. O Threshold, um dispositivo de carga pressórica linear, tem uma resistência de mola mantida por pressão negativa e que se abre quando a pressão positiva é gerada com o esforço inspiratório do paciente, permitindo a passagem de ar.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Respostas
1841: C
1842: B
1843: B
1844: E
1845: A
1846: D
1847: D
1848: A
1849: E
1850: B
1851: B
1852: D
1853: C
1854: D
1855: D
1856: B
1857: D
1858: D
1859: C
1860: E