Questões de Concurso
Sobre fisioterapia neonatal e pediátrica em fisioterapia
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Com base nas abordagens terapêuticas e seus impactos, analise as afirmativas a seguir:
I. O tratamento fisioterapêutico para crianças com TEA deve ser individualizado, com adaptações específicas de acordo com as necessidades de cada criança, visando melhorar o controle postural e a coordenação motora.
II. A fisioterapia tem eficácia limitada em crianças com TEA grave, sendo mais indicada para casos de TEA leve, pois nesses casos é possível observar um maior progresso no desenvolvimento motor.
III. Técnicas de fisioterapia, como exercícios de propriocepção e estimulação sensorial, são eficazes no fortalecimento da interação social e na redução da ansiedade, comportamentos frequentemente presentes em crianças com TEA.
IV. O uso de estratégias fisioterapêuticas no tratamento de TEA pode contribuir para aumentar a independência da criança, diminuindo a dependência de cuidadores em atividades motoras diárias.
V. A fisioterapia no TEA deve seguir um protocolo rígido, sem flexibilidade nas abordagens, pois os resultados obtidos a partir de um modelo padronizado são superiores aos tratamentos personalizados.
Assinale a alternativa CORRETA:
Para aplicação dessa técnica, posiciona-se a criança em
Em alguns bebês de alto risco, a estabilidade postural excessiva na hiperextensão do pescoço pode contribuir para uma sequência de alterações na mobilidade.
Essa hipertonia postural de alto risco aparece com um perfil postural, entre outros, caracterizado por
Os recém-nascidos a termo e pré-termo sentem mais dor que as crianças maiores e os adultos, pois não têm as vias inibitórias bem desenvolvidas.
Uma escala importante para medir a dor é a Escala de NIPS (Neonatal Infant Pain Scale).
Acerca da Escala NIPS, é correto afirmar que
I. O controle cefálico completo deve ser alcançado por volta dos 3 meses de idade.
II. O rolamento de decúbito ventral para dorsal é esperado por volta dos 4 meses, enquanto o rolamento de decúbito dorsal para ventral ocorre por volta dos 6 meses de idade.
III. Sentar-se sem apoio é um marco do desenvolvimento alcançado até os 9 meses de idade.
IV. O atraso no desenvolvimento motor pode estar associado a fatores genéticos, ambientais ou neurológicos.
Estão corretas as afirmativas:
Que atividade pode ser classificada como desenvolvimento motor fino?
Crianças com problemas neurológicos, como paralisia cerebral, têm maior suscetibilidade a infecções respiratórias e/ou retenção de secreções. Para otimizar a função respiratória dos pacientes, o fisioterapeuta desempenha funções de manejo precoce, de médio e longo prazos. As técnicas incluem mucolíticos, posicionamento, intervenções manuais no tórax, aspiração nasofaríngea e oral. Sendo assim, a respeito dos principais fatores a serem considerados pelo fisioterapeuta com relação ao manejo desses pacientes, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Crianças com imobilidade prolongada podem ter densidade óssea reduzida, se precisar de terapia manual no tórax, deve-se considerar a relação riscos versus benefícios.
( ) Crianças podem ser totalmente dependentes de outras pessoas para posicionamento, mobilidade na cama e sentar-se em uma cadeira. É particularmente importante que elas sejam reposicionadas com regularidade para facilitar a desobstrução das vias aéreas, otimizar a relação ventilação/perfusão (V/Q) e permitir suporte e desenvolvimento posturais. Uma criança pode não ser colocada em determinada posição devido a dores anteriores ou baixa tolerância. Tentar novamente essas posições pode ser importante para um tratamento eficaz e ajudar a prevenir desenvolvimento torácico assimétrico, escoliose e problemas associados.
( ) Tônus alterado e frouxidão dos tecidos moles nas vias aéreas superiores podem causar obstrução caracterizada por estridor, puxão traqueal e aumento da saturação de oxigênio. As secreções nas vias aéreas superiores também podem soar mais baixas na presença de estridor, porém a fisioterapia respiratória não é indicada. Se uma manobra de impulso da mandíbula aumentar o estridor e diminuir a saturação de oxigênio, isso confirma a obstrução das vias aéreas superiores, o que pode exigir intervenção clínica ou cirúrgica.
( ) Disfagia e fraqueza muscular na face podem causar acúmulo de secreções orais. Frequentemente, elas causam problema clínico sério, mas não precisam ser resolvidas se estiverem causando dificuldade respiratória ou aspiração. O manejo inclui sucção nasofaríngea, medicação anticolinérgica se as secreções estiverem espessas e mucolíticos se as secreções estiverem fluídas e abundantes. O manejo ineficaz da secreção de vias aéreas é um equilíbrio entre anticolinérgicos, mucolíticos e outras opções clínicas ou cirúrgicas potenciais.
( ) Tosse fraca ou sua frequência reduzida podem causar retenção de secreção nas vias aéreas superiores. Auxiliar de tosse, insuflação/exsuflação manual (MIE) ou empilhamento de ar, usando uma bolsa autoinflável podem não provocar tosse, mas aumentam os volumes pulmonares e potencialmente a mobilização de secreção.