Questões de Concurso Sobre fisioterapia em pacientes de uti em fisioterapia

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Q2080792 Fisioterapia
A adoção de posição prona deve ser empregada nos pacientes com COVID-19, pois a principal causa de internação em unidade de terapia intensiva (UTI) de pacientes suspeitos e / ou confirmados para COVID-19 é a insuficiência respiratória aguda hipoxêmica.
Em relação à posição prona, é correto afirmar:
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Q2071809 Fisioterapia
Dentro do âmbito hospitalar todos os profissionais da área da saúde devem se empenhar para prevenir e reduzir os índices de infecção hospitalar, trabalhando em equipe e se atualizando com orientações e informes essenciais. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta uma conduta incorreta sobre esse tipo de cuidado.
Alternativas
Q2043524 Fisioterapia
Em relação à medida de força muscular periférica em pacientes críticos, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143889 Fisioterapia
O posicionamento em pronação acordada parece seguro e é uma estratégia simples que pode ser empregada, associada ou não a ventilação não invasiva/cânula nasal de alto fluxo, na maioria dos cenários clínicos. Há evidências de estudos observacionais e metaanálises relatando o uso da posição prona precocemente em pacientes acordados com insuficiência respiratória para melhorar o nível de oxigenação e o prognóstico a curto prazo em pacientes na COVID-19. No entanto, diferentes critérios devem ser analisados com cuidado para determinar a elegibilidade do paciente para a pronação ativa.
Sobre o uso da pronação com o paciente acordado com COVID-19, analise as assertivas abaixo, em seguida marque a opção CORREТА:

I - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de fração inspiratória de oxigênio (FiO2) ≥ 28% para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e suspeita de COVID-19.

II - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de suporte respiratório básico para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e confirmação de COVID-19. 

III - Frequência respiratória igual ou maior que 35 rpm é uma contraindicação relativa para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 92 e 96% sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.

IV - Desconforto respiratório com PaO2 igual ou maior que 45 mmHg é uma contraindicação absoluta para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 88 e 92% se houver risco de insuficiência respiratória hipercápnica, sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.
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Q4138213 Fisioterapia
A aspiração nasotraqueal deve ser aplicada principalmente quando o mecanismo de tosse é deficitário e após o fisioterapeuta empregar técnicas para deslocar a secreção brônquica. A execução da aspiração nasotraqueal deve seguir cuidados rigorosos devido aos efeitos colaterais da técnica, que incluem
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Q4138197 Fisioterapia
A ventilação mecânica é uma estratégia comumente utilizada na unidade de terapia intensiva pediátrica como manejo de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica para garantir as trocas gasosas. Associada à ventilação mecânica, pode ser utilizada a posição prona, que se caracteriza pelo posicionamento do lactente em decúbito ventral, a fim de manter continuamente o suporte diafragmático e estabilização da caixa torácica. Sobre a técnica de posição prona, constata-se que a técnica
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Q4115179 Fisioterapia

Após a fase aguda da Covid-19 e na presença de estabilidade cardiorrespiratória e metabólica (preferencialmente nas primeiras 72 horas da doença crítica), o fisioterapeuta deverá estabelecer o plano terapêutico para preservar o estado funcional e/ou iniciar o processo de reabilitação com foco em ganho, a depender do diagnóstico e do prognóstico fisioterapêutico existente. Para definir possíveis critérios para realizar a progressão do protocolo, bem como para contraindicar sua realização, um consenso de especialistas desenvolveu um guia prático para identificar tais critérios. Trata-se de alto risco de eventos adversos para os protocolos de exercícios fora do leito:

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Q4115178 Fisioterapia

São considerados modos automáticos que facilitam o desmame da ventilação mecânica, EXCETO:

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Q4115177 Fisioterapia

A fraqueza muscular periférica adquirida na UTI é uma complicação frequentemente observada na prática clínica e merece ser investigada. Sua prevalência varia de 25 a 100% dos doentes críticos e essa grande variação depende da população estudada e dos fatores de risco existentes. Em relação à fraqueza muscular periférica adquirida, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.



( ) Após a alta da UTI, a fraqueza acomete cerca de 65% dos pacientes ventilados mecanicamente durante 4 a 7 dias, 60% dos pacientes com SDRA e 35 a 76% dos pacientes com quadro séptico, implicando no aumento de mortalidade.


( ) Duas doenças distintas têm sido apontadas como determinantes da fraqueza generalizada em pacientes críticos – a polineuropatia e a miopatia. Como existe uma complexa combinação destas, sugere-se como mais apropriado para se referir a tal condição fraqueza adquirida na UTI ou polineuropatia do doente crítico.


( ) Fatores causais para essa condição são conhecidos dos fisioterapeutas que atuam em UTI e vão desde os BNMs aos antibióticos.


( ) O trofismo muscular pode ser mensurado pelas escalas funcionais MRC ou, ainda, pela dinamometria de preensão manual ou isocinética.



A sequência está correta em 

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Q4115176 Fisioterapia

O modo ventilatório conhecido como NAVA – Ventilação Assistida com Ajuste Neural, tem sido relacionado ao aumento da sincronia paciente-ventilador durante a aplicação de ventilação mecânica invasiva e não-invasiva; sendo assim, é correto afirmar que:

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Q4115175 Fisioterapia

A utilização da CIF no ambiente de UTI tem sido disseminada, mas, ainda, poucos estudos abordam sua aplicabilidade em ambiente hospitalar. Os pacientes internados em UTI apresentam diversas alterações estruturais e funcionais do corpo, as quais, apesar de diagnosticadas, não são avaliadas muitas vezes, com reprodutibilidade entre os profissionais de saúde. Considerando que utilizar a CIF na visão qualitativa, enquanto modelo conceitual e na perspectiva quantitativa quanto à utilização das categorias para classificação dos componentes de saúde, é imprescindível para delinear o cuidado com pacientes críticos diante da heterogeneidade de acometimentos encontrados, assinale a afirmativa INCORRETA.

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Q4115174 Fisioterapia

Pacientes com Doenças Neuromusculares (DNM) dificilmente apresentam parâmetros ventilatórios típicos para iniciar o desmame da Ventilação Mecânica (VM) e são incapazes de obter sucesso no Teste de Respiração Espontânea (TRE), sendo, consequentemente, submetidos à traqueostomia. Os pacientes neuromusculares normalmente acumulam secreção nas vias aéreas em virtude da ineficácia do mecanismo de tosse e da fraqueza dos músculos respiratórios –duas potenciais causas de falhas de desmame. Assinale, a seguir, o valor obtido pelo pico de fluxo expiratório que justifique a falha no desmame de um paciente com DNM:

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Q4115173 Fisioterapia

“Após a retirada do paciente da VM, o uso do CPAP tem sido associado à reversão de atelectasias, à melhora dos volumes pulmonares e à oxigenação, além da prevenção de pneumonias e tratamento de insuficiência respiratória hipoxêmica moderada.” Considerando o uso da Ventilação Não Invasiva (VNI) no pós-operatório de cirurgia cardíaca, analise as afirmativas a seguir.



I. O uso da VNI tem se mostrado eficaz na estabilização e na melhora da função pulmonar e na redução das taxas de reintubação traqueal, nos incrementos na oxigenação e na relação V/Q.


II. Clinicamente, o sucesso no uso da VNI, na Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA), se traduz na melhora do desconforto respiratório e das trocas gasosas na primeira hora de instituição da terapia; caso contrário, se houver piora do quadro, a intubação orotraqueal deverá ser considerada.


III. Além do CPAP, outras modalidades ventilatórias como ventilação com binível pressórico, RPPI e PSV + PEEP têm boa aplicabilidade no pós-operatório de cirurgia cardíaca; entretanto, o consenso é que quando comparada ao binível, o CPAP demonstrou menor eficácia em reverter processos hipoxêmicos e melhorar a eficácia da tosse, facilitando a eliminação de secreções brônquicas.


IV. O desenvolvimento de insuficiência respiratória no período pós-operatório tem como principais causas processos pulmonares de colapso e infiltrativos, exceto em pacientes com disfunção miocárdica prévia.



Está correto o que se afirma apenas em 

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Q4115172 Fisioterapia

Apesar de toda perspectiva histórica permeada de incertezas sobre o efeito da posição prona em relação aos desfechos clínicos, em junho de 2013, foi publicado o estudo Proseva, no qual os pacientes com PaO2/FiO2 < 150 mmHg utilizando FiO2 > 0,6 foram alocados randomicamente em dois grupos. O grupo ventilação prona 28 dias após a randomização, apresentou redução significativa da mortalidade quando comparado ao grupo controle – posição supina. Sendo assim, com base neste estudo, e outros, a posição prona possui evidências sobre sua eficácia e, a melhora significativa das trocas gasosas é atribuída a: 

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Q4115171 Fisioterapia

As taxas de Pneumonia Associadas à Ventilação Mecânica (PAVM) podem variar de acordo com a população de pacientes e os métodos diagnósticos disponíveis. Contudo, vários estudos demonstram que a incidência dessa infecção aumenta com a duração da VM e apontam taxas de ataque de, aproximadamente, 3% por dia durante os primeiros cinco dias de ventilação e depois 2% para cada dia subsequente. Entre as considerações a respeito do tema, incluindo as medidas de controle, considera-se medida específica recomendada para prevenção de pneumonia: 

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Q4115170 Fisioterapia

A imobilidade pode causar várias complicações que influenciam na recuperação de doentes críticos, incluindo atrofia e fraqueza muscular esquelética. Esse efeito pode ser amenizado com a realização de mobilização precoce. De acordo com as Diretrizes Brasileiras de Mobilização Precoce em Unidade de Terapia Intensiva (2019), são indicadores prognósticos corretos, EXCETO:

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Q4115169 Fisioterapia

Estudos atuais apontam que, aproximadamente, 75% das crianças que internam nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) necessitam de algum tipo de suporte ventilatório, independente de qual tenha sido o motivo da internação. Crianças com esforço respiratório significante podem precisar de ventilação invasiva, gerando injúria pulmonar induzida pela ventilação, necessidade de sedação prolongada e infecções respiratórias associadas à ventilação. Dessa forma, sempre que possível, deve ser priorizado o uso da terapia por Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), que, durante a última década, emergiu como um novo método para prover suporte ventilatório em pacientes com insuficiência respiratória. Sobre a Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Q4115166 Fisioterapia

O Desmame da Ventilação Mecânica (DVM) é, geralmente, bem-sucedido para a maioria dos pacientes, embora, para 20%, haja falhas na primeira tentativa. O DVM ocupa mais de 40% do tempo total da VM, e esse percentual pode, ainda, variar dependendo da etiologia da insuficiência respiratória. A VM prolongada está associada a várias complicações como pneumonia associada à VM; disfunção diafragmática induzida pela VM; polineuropatia do doente crítico; dentre outras. Em relação ao Desmame da Ventilação Mecânica (DVM), analise as afirmativas a seguir.



I. Define-se DVM como o processo de liberação do suporte ventilatório. O Teste de Respiração Espontânea (TER) é a avaliação da tolerância à respiração espontânea, entre 30 minutos e 2 horas, em Ventilação com Suporte Pressórico (VSP) de 7 cmH2O, Continuous Positive Airway Pressure (CPAP – Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas), ou em respiração espontânea não assistida através do tubo T, e, neste caso, o TRE não é necessário antes da extubação.


II. Parâmetros integrativos são aqueles que avaliam mais de uma função fisiológica relacionada à respiração, como no IWI, por exemplo.


III. Define-se como VM prolongada a necessidade de VM por mais de 21 dias e por mais de 6 h/dia.


IV. Entre os critérios clínicos imprescindíveis para o sucesso no desmame estão: motivo solucionado do início da ventilação mecânica; paciente sem secreção (definida como a necessidade de aspiração > 6 h); tosse eficaz (PFE > 200 L/min); Hemoglobina > 8-10 g/dL; adequada oxigenação (PaO2 /FiO2 > 150 mmHg ou SaO2 > 90% com FiO2 < 0,5); temperatura corporal < 38,5-39,0° C; sem dependência de sedativos; sem dependência de agentes vasopressores (como: dopamina < 5 µg; kg-1; min-1); ausência de alcalose (pH entre 7,35 e 7,45); ausência de distúrbios eletrolíticos; e, adequado balanço hídrico.


V. Os índices de DVM devem ser avaliados antes do TRE, que funciona como um teste diagnóstico para determinar a probabilidade do sucesso da extubação.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4115165 Fisioterapia

Os pacientes submetidos à cirurgia cardíaca intubados requerem cuidados especiais por toda a equipe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), dentre eles, EXCETO: 

Alternativas
Q4110719 Fisioterapia
Indivíduos com graves queimaduras demandam internação em unidades de terapia intensiva (UTI), com imobilismo e diversos riscos de complicações. Visando reduzir tais riscos, a mobilização precoce é iniciada. Pode-se considerar como efeitos previstos para tal ação:
I. Redução do risco de complicações vasculares, como tromboembolia. II. Redução nos dias em UTI e aumento no período de internação geral. III. Redução em problemas pulmonares, como pneumonias e atelectasias.
Alternativas
Respostas
301: B
302: C
303: C
304: E
305: E
306: D
307: B
308: A
309: D
310: A
311: B
312: A
313: A
314: A
315: A
316: B
317: C
318: D
319: B
320: B