Questões de Concurso Sobre avaliação neurológica em fisioterapia

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Q4131983 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A Classificação topográfica dessa criança com PC é bilateral com comprometimento
Alternativas
Q4131982 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação funcional, de acordo com o Gross Motor Function Classification Systems (GMFCS), é:
Alternativas
Q4131981 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação da PC, de acordo com o tônus muscular, é:
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Q4131980 Fisioterapia

A criança, sobretudo nos primeiros meses de vida, passa por diversas transformações, que devem ser consideradas na interpretação dos dados obtidos durante a avaliação fisioterapêutica, principalmente nos casos neurológicos. Uma dessas modificações, que está relacionada com o desenvolvimento motor, relaciona-se ao tônus muscular.


Assinale a alternativa que apresenta a característica do tônus muscular até os 4/5 meses de vida.

Alternativas
Q4131971 Fisioterapia
Nos casos de trauma raquimedular para determinar o nível neurológico e motor, o músculo-chave é definido como aquele com inervação intacta quando a pontuação desse músculo no teste muscular manual é, pelo menos,
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Q4131970 Fisioterapia
A capacidade funcional que o nível neurológico L1 ASIA pode atingir é
Alternativas
Q4131969 Fisioterapia
Os grupos musculares sem lesão ou preservados no nível neurológico L1, ASIA A, são:
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Q4131968 Fisioterapia

Homem, 60 anos, foi diagnosticado com doença de Parkinson há 2 anos. Desde então, está realizando fisio terapia 2 vezes por semana. Na última avaliação, realizada pelo fisioterapeuta, notou-se que à postura flexora começou a acentuar-se. O fisioterapeuta optou por utilizar os padrões de movimento de facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP). Visando à extensão do tronco para diminuir a postura flexora, a opção do fisioterapeuta foi por realizar padrões bilaterais de membro superior.


O padrão de movimento do FNP é:

Alternativas
Q4131967 Fisioterapia

Pacientes com doença de Parkinson normalmente demonstram déficits de aprendizagem motora, inclusive taxas de aprendizagem reduzidas, eficiência reduzida e maior especificidade contextual da aprendizagem.



Inicialmente, na organização da sessão de um doente com doença de Parkinson, deve-se evitar a prática

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Q4131966 Fisioterapia
Alguns indivíduos com diagnóstico de AVC apresentam a tendência de empurrarem-se para o lado ipsilateral (também conhecida como síndrome de Pusher). Esse é um comportamento motor incomum caracterizado pelo sintoma de se empurrar ativamente com os membros mais fortes em direção ao lado hemiparético com desequilíbrio postural lateral.

A área afetada, nesses casos, é
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Q4131964 Fisioterapia

Após o AVC, à medida que a recuperação progride, a sinergia se torna mais forte, relacionada à presença e severidade da espasticidade. Há dois padrões distintos de sinergia anormal para cada membro: uma sinergia flexora e uma sinergia extensora.


A sinergia extensora caracteriza-se por

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Q4131960 Fisioterapia

Após um traumatismo cranioencefálico (TCE), um dos aspectos fundamentais a ser avaliado é o equilíbrio. Nos casos de TCE, o instrumento utilizado para tal deve avaliar habilidades de equilíbrio de nível superior normalmente associadas à mobilidade na comunidade.


O instrumento utilizado especificamente nesses casos é:

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Q4110700 Fisioterapia
O terapeuta ocupacional que vai compor equipe multidisciplinar de reabilitação do paciente neurológico deve conhecer a diferença entre os estados de tônus muscular, identificando-os durante a avaliação clínica.

A partir disso, esse terapeuta deve compreender que a rigidez de descerebração se dá quando há 
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Q4110699 Fisioterapia
Entre os distúrbios extrapiramidais, o movimento atetoide é caracterizado por
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Q4110694 Fisioterapia
A Facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP) é uma abordagem multissensorial, cuja as técnicas de facilitação se sobrepõem aos padrões de movimento e posturas, por meio de contatos manuais, comandos verbais e pistas visuais do terapeuta.

Entre os padrões diagonais, é correto afirmar que
Alternativas
Q4110686 Fisioterapia
A reeducação motora de um paciente com sequela de acidente vascular encefálico pode ser fundamentada em várias técnicas.

O método de Brunnstrom fundamenta-se na premissa de que
Alternativas
Q4110645 Fisioterapia
Na prevenção da trombose venosa profunda (TVP), no paciente com AVE, qual conduta se repete para pacientes nas fases agudas, tanto conscientes quanto inconscientes?
Alternativas
Q4110644 Fisioterapia
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um dos objetivos na função musculoesquelética para pacientes na fase aguda e inconsciente do pós-acidente vascular encefálico (AVE).
Alternativas
Q4110643 Fisioterapia
A boa prática clínica sugere que o fisioterapeuta deve identificar a causa de uma limitação funcional para definir o melhor tratamento.

Com base nisso, a dor e o edema, que surgem como resultado do AVE e/ou devido a influências clínicas ou ambientais (como quedas), são exemplos de que tipo de deficiência e por quê?
Alternativas
Q4105986 Fisioterapia
A partir da posição de pré‑ponte, a ponte envolve a extensão dos quadris e a elevação da pelve da superfície de apoio, com a coluna lombar em posição neutra. A ponte é um pré‑requisito importante para que o paciente possa se mover no leito (mudanças de decúbito), vestir‑se e mover‑se para a beira do leito, preparando‑se para sentar.
Com relação à posição de ponte, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
121: C
122: D
123: B
124: D
125: C
126: A
127: D
128: B
129: C
130: A
131: D
132: C
133: C
134: A
135: A
136: B
137: C
138: D
139: B
140: D