Questões de Concurso Sobre avaliação neurológica em fisioterapia

Foram encontradas 527 questões

Q3880204 Fisioterapia
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta neurológica fundamental, desenvolvida em 1974 pelos neurocirurgiões Graham Teasdale e Bryan J. Jennett na Universidade de Glasgow , Escócia. Sua criação visou a estabelecer um método rápido, objetivo e padronizado para avaliar o nível de consciência de um paciente, o que é especialmente crucial em situações como o trauma cranioencefálico (TCE) ou outras condições que afetam o Sistema Nervoso Central (SNC). Em 2018, Sir Graham Teasdale e uma equipe de especialistas propuseram uma atualização. Devido à sua eficácia e simplicidade, a ECG se tornou um padrão global, sendo empregada por uma vasta gama de profissionais de saúde desde o ambiente pré-hospitalar até as Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Com Base na Escala de Coma de Glasgow, analise as assertivas que se seguem:

I- Escala de Coma de Glasgow tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é subtraído da pontuação total (ECG).
II- Escala de Coma Glasgow de tem como grande inovação a integração da reatividade pupilar. O resultado desta avaliação é chamado de Pontuação de Reatividade Pupilar (P), que é somado à pontuação total (ECG).
III- Escala de Coma de Glasgow  pode ser adaptada para a idade.
IV- Uma mulher de 50 anos, vítima de queda em casa, abre os olhos quando a equipe a chama em voz alta, (E=3), e quando perguntada qual o seu nome, responde de forma confusa: “o café está quente!” (V=4); por fim, não obedece a comandos, mas afasta a mão quando recebe um estímulo no dedo (M=2). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.
V- Um homem de 40 anos, vítima de acidente de carro grave. Não abre os olhos, nem ao chamado nem ao estímulo doloroso (E=1). Emite apenas gemidos baixos (V=2). Motor: Apresenta flexão anormal dos braços (decorticação) quando submetido a um estímulo doloroso (M=3). Neste caso, indica um comprometimento moderado da consciência.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3866810 Fisioterapia
Um paciente com lesão medular nível C6 completa, está sendo treinado para melhorar sua independência nas Atividades de Vida Diária (AVDs). O fisioterapeuta foca no ganho funcional da mão para atividades de escrita e alimentação. De acordo com as perspectivas funcionais para o nível C6, qual estratégia motora é apropriada para este paciente?
Alternativas
Q3866806 Fisioterapia
Um paciente com AVC agudo é atendido pelo fisioterapeuta no hospital. O fisioterapeuta planeja uma intervenção baseada em Terapia Orientada à Tarefa (TOT) para os membros superiores, considerando que o paciente possui grau de força muscular 2 em flexores de ombro. Qual estratégia de intervenção e dosagem é a mais adequada para este caso? 
Alternativas
Q3866805 Fisioterapia
Durante uma sessão de mobilização, treino de sentar na beira do leito, de um paciente após AVC hemorrágico, o fisioterapeuta monitora os sinais vitais. O paciente apresenta NIHSS inicial de 8. No meio da atividade, o paciente queixa-se de tontura súbita e o oxímetro de pulso indica SpO2 de 88%, enquanto a frequência cardíaca (FC) atinge 125 bpm. De acordo com os critérios de segurança, qual a decisão clínica correta?
Alternativas
Q3866341 Fisioterapia
A avaliação da dor e da sensibilidade é fundamental para o diagnóstico fisioterapêutico e monitoramento da evolução clínica. Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3866336 Fisioterapia
As lesões nervosas periféricas são classificadas de acordo com a gravidade do dano axonal e do tecido conjuntivo. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A neuropraxia é o grau mais leve de lesão, caracterizada por um bloqueio temporário da condução nervosa sem degeneração walleriana distal.
(__)A axonotmese envolve a interrupção do axônio, mas mantém a integridade do endoneuro, permitindo a regeneração axonal direcionada.
(__)A escala de Ashworth Modificada avalia a força muscular voluntária em pacientes com lesão medular completa acima do nível T12.
(__)A bexiga neurogênica espástica é uma consequência comum de lesões do neurônio motor inferior, resultando em retenção urinária crônica por hipotonia do detrusor.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3866330 Fisioterapia
A reabilitação neurofuncional de pacientes pós-Acidente Vascular Cerebral utiliza conceitos de neuroplasticidade e controle motor. Analise as afirmativas a seguir:
I.O treinamento de tarefa específica promove o recrutamento de áreas perilesionais através da reorganização cortical dependente do uso, conhecida como plasticidade sináptica.
II.O reflexo tônico cervical assimétrico, quando presente em adultos com lesão de neurônio motor superior, manifesta-se pela flexão do membro superior do lado para o qual a face é voltada.
III.A Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva utiliza o reflexo de estiramento e a resistência manual para promover a irradiação da atividade muscular de segmentos fortes para segmentos fracos.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3844462 Fisioterapia
Em um paciente que apresenta lesão medular, quando esse é classificado pela Escala de Deficiência da ASIA (American Spinal Injury Association) com presença de função motora preservada abaixo do nível neurológico e mais da metade dos principais músculos abaixo do nível neurológico da lesão tem pontuação inferior a 3, com contração voluntária do esfíncter anal ou sensibilidade sacral preservada, é tido como classificação: 
Alternativas
Q4134811 Fisioterapia
Em unidades de urgência e emergência, quais são as principais atribuições do fisioterapeuta no atendimento a pacientes com acidente vascular encefálico (AVE)?
Alternativas
Q4132002 Fisioterapia

A identificação da paralisia facial como de origem central ou periférica é fundamental para o diagnóstico etiológico e também no planejamento terapêutico.


A característica da paralisia facial central é

Alternativas
Q4132000 Fisioterapia

Criança, 5 anos, com quadro de paralisia cerebral espástica quadriparética, classificada no nível III pelo Gross Motor Function Classification System, apresenta falha na estabilidade dinâmica da cintura escapular.


No caso dessa criança, há fixação das escápulas em

Alternativas
Q4131994 Fisioterapia

Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.

Qual o prognóstico de marcha, de acordo com o nível neurológico apresentado?
Alternativas
Q4131993 Fisioterapia

Lucas, 18 meses, com mielomeningocele, apresenta nível neurológico L3–L4 de acordo com Bartonek e Saraste. Realiza fisioterapia motora desde que recebeu alta hospitalar, que ocorreu aos 2 meses de vida. Ele está evoluindo bem, já consegue assumir a posição sentada de forma independente e começou a engatinhar há 1 mês.

De acordo com o nível neurológico apresentado, L3–L4, assinale a alternativa que apresenta o grau de força que ele possui.

Alternativas
Q4131992 Fisioterapia

A avaliação fisioterapêutica em crianças e adolescentes baseia-se no conceito de que os padrões motores resultam da interação dinâmica entre vários fatores que facilitam ou dificultam os movimentos. Tais fatores podem ser internos, como a integridade dos sistemas nervosos central e periférico, a capacidade cognitiva, a habilidade de percepção, o peso corporal, força muscular e biomecânica, ou externos, como as condições sociais e ambientais.


Esse conceito vai ao encontro do modelo utilizado para compreender as necessidades da criança e, consequentemente, traçar um plano de tratamento adequado e personalizado.


Esse é o modelo

Alternativas
Q4131984 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

Conforme explicitado no caso, há dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação.


Isso é indicativo de déficit

Alternativas
Q4131983 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A Classificação topográfica dessa criança com PC é bilateral com comprometimento
Alternativas
Q4131982 Fisioterapia

Criança do sexo masculino, com 3 anos de idade, foi encaminhada ao ambulatório de fisioterapia com diagnóstico médico de paralisia cerebral (PC). A queixa, segundo a mãe, é de dificuldade para andar de forma independente. A avaliação fisioterapêutica indicou: (1) discreta alteração de tônus muscular de membros inferiores (varia entre 1 e 1+ na escala de Ashworth modificada para a maioria dos grupos, exceto para adutores de quadril e flexores plantares – grau 2); (2) força muscular grau 4 para a maioria dos grupos, exceto para abdutores e dorsiflexores – grau 2; (3) uso de órtese antiequino bilateral e padrão adutor de membros inferiores durante a marcha; (4) diminuição da base de apoio que compromete a estabilidade postural em bipedestação; (5) dificuldade para assumir e manter-se em posturas mais altas (ajoelhado, semiajoelhado e bipedestação), especialmente quando é desestabilizada ou procura realizar alguma atividade na postura (déficit de ajustes antecipatórios e compensatórios, respectivamente), o que não é observado em sedestação. A mãe realiza com frequência os alongamentos orientados em casa, e a criança não apresenta encurtamentos ou deformidades estabelecidas.

A classificação funcional, de acordo com o Gross Motor Function Classification Systems (GMFCS), é:
Alternativas
Q4131980 Fisioterapia

A criança, sobretudo nos primeiros meses de vida, passa por diversas transformações, que devem ser consideradas na interpretação dos dados obtidos durante a avaliação fisioterapêutica, principalmente nos casos neurológicos. Uma dessas modificações, que está relacionada com o desenvolvimento motor, relaciona-se ao tônus muscular.


Assinale a alternativa que apresenta a característica do tônus muscular até os 4/5 meses de vida.

Alternativas
Q4131971 Fisioterapia
Nos casos de trauma raquimedular para determinar o nível neurológico e motor, o músculo-chave é definido como aquele com inervação intacta quando a pontuação desse músculo no teste muscular manual é, pelo menos,
Alternativas
Q4131970 Fisioterapia
A capacidade funcional que o nível neurológico L1 ASIA pode atingir é
Alternativas
Respostas
61: C
62: B
63: A
64: A
65: B
66: D
67: A
68: C
69: C
70: C
71: E
72: D
73: C
74: C
75: A
76: C
77: D
78: D
79: C
80: A