Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias do sujeito na filosofia moderna em filosofia
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No período moderno, diferentes filósofos divergiram quanto ao número e à natureza das substâncias, isto é, das realidades consideradas fundamentais para explicar tudo o que existe.
Assinale a opção que identifica corretamente um filósofo dualista e sua posição.
Em uma discussão sobre liberdade e responsabilidade moral, um estudante afirma que, se as ações humanas decorrem necessariamente de causas anteriores, ninguém pode ser considerado livre nem responsável pelo que faz. Ao analisar a argumentação apresentada, o professor percebe que o aluno identifica liberdade com ausência de determinação causal. Como resposta, ele decide abordar um autor cuja posição filosófica demonstra a compatibilidade entre eles.
Assinale a opção que apresenta o autor cuja posição filosófica sustenta a compatibilidade entre liberdade e determinação causal.
Ao teorizar sobre as condições transcendentais do conhecimento, a filosofia crítica de Kant ofereceu uma resposta aos limites que havia identificado tanto na posição empirista quanto na posição racionalista.
Assinale a opção que expressa corretamente a posição crítica.
(KANT, I. Crítica da faculdade do juízo. Tradução adaptada.)
O conceito de __________, conforme pode ser inferido do excerto, refere-se a uma experiência estética que não reside nos objetos da natureza, mas na capacidade do sujeito de reconhecer em si uma dimensão que ultrapassa a sensibilidade, evidenciando a superioridade da razão.
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Leia o excerto a seguir:
"O homem nada mais é do que aquilo que faz de si mesmo. Tal é o primeiro princípio do existencialismo. É também o que se chama subjetividade, e é isso que nos acusam sob esse mesmo nome. Mas o que queremos dizer com isso senão que o homem tem uma dignidade maior do que uma pedra ou uma mesa? Pois queremos dizer que o homem começa por existir, encontra-se, surge no mundo, e só depois se define. O homem, tal como o existencialista o concebe, se não é definível, é porque, no começo, ele não é nada. Ele só será depois, e será aquilo que fizer de si mesmo."
(SARTRE, J.-P. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural. Adaptado.)
A partir do excerto e considerando o conceito de "liberdade" em Sartre, analise as afirmativas a seguir:
I.A "liberdade", em Sartre, implica que o ser humano está condenado a construir a si mesmo por meio de suas escolhas, não possuindo uma essência pré-determinada.
II.A singularidade humana decorre da estrutura do "ser-para-si", que se caracteriza pela transcendência em relação à facticidade e pela abertura às possibilidades.
III.A condição humana, em Sartre, implica responsabilidade radical, uma vez que, ao escolher a si mesmo, o indivíduo projeta uma imagem de humanidade, conferindo dimensão ética à "liberdade".
É correto o que se afirma em:
(René Descartes. Meditações sobre a Filosofia Primeira, 2004. Adaptado)
No trecho da Quarta Meditação, Descartes examina a origem do erro. Segundo seu argumento, o erro decorreria de
“Quando Galileu fez rolar no plano inclinado as esferas, com uma aceleração que ele próprio escolhera, quando Torricelli fez suportar pelo ar um peso, que antecipadamente sabia idêntico ao peso conhecido de uma coluna de água, [...] foi uma iluminação para todos os físicos. Compreenderam que a razão só entende aquilo que produz segundo os seus próprios planos”.
Fonte: (KANT, I. Crítica da Razão Pura, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 5. ed. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. p. 18. Grifos acrescentados).
O projeto epistemológico de Immanuel Kant é marcado por uma forma específica de compreender a relação entre o sujeito e o objeto do conhecimento. Como é dito no texto, o sujeito, em certos casos, é capaz de antecipar os resultados de alguns experimentos mesmo antes da sua execução. Segundo Kant, isto é possível porque
O excerto corresponde
“Na experiência estética, o sentimento imediato da beleza opera como abertura de um espaço que nos libera da submissão mecânica às regras do entendimento, do dever ético e das demandas do desejo sensível.” (ROSENFIELD, Kathin, 2006, p. 29).
Essa definição de prazer estético é atribuída a
“Minha existência como coisa que pensa está doravante garantida e vejo claramente que esta coisa pensante é mais fácil, enquanto tal, de conhecer do que o corpo, a cujo respeito até agora nada me certifica. Este Cogito, este "eu penso", modelo de pensamento claro e distinto, dá-me a garantia subjetiva de toda ideia clara e distinta no tempo em que a percebo.”
(2ª ed. São Paulo: Abril Cultural, 1979, p.14 - Coleção Os Pensadores)
De acordo com esse pensamento, a filosofia