Questões de Concurso
Sobre o sujeito moderno em filosofia
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No que diz respeito à concepção de natureza que nasce do positivismo (como movimento filosófico e científico), é correto afirmar que:
(Nascimento, Milton Meira do. In: Weffort, 2006. Adaptado)
A crítica às ciências e às artes, contudo, não significa uma recusa do que seria a verdadeira ciência, a qual, para Rousseau, consiste
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins que, para Kant,
(Marcondes, 2010)
Segundo Danilo Marcondes (2010), um exemplo do poder da observação na modernidade é dado pela
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Qual é a principal crítica dirigida ao dualismo psicofísico defendido por René Descartes?
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Segundo Danilo Marcondes (2010), Thomas Morus defende
Priestley e Scheele, em pleno período em que dominava a teoria flogística, produziram um gás cujo nome eles próprios desconheciam, pois oxigênio foi uma denominação posterior. Carlos Henrique Escobar, em seu livro “Epistemologia das ciências hoje”, discute que eles tinham produzido oxigênio sem ter a menor ideia do que tinham feito, isto é, eles não possuíam ainda “o seu conceito”, pois não conseguiam sair da problemática específica da “flogística”. Sob essa perspectiva, os primeiros (Priestley e Scheele) produziram o oxigênio, mas apenas Lavoisier o descobriu e o conceituou. A partir dessa concepção de epistemologia das ciências, leia as afirmativas abaixo, considerando-as como V (Verdadeira) ou F (Falsa).
I. Uma determinada ciência pode ser desenvolvida em qualquer momento da história da humanidade, independente das condições materiais postas.
II. Oxigênio como conceito pode ser visto como ponto de início da Química como ciência, ao permitir o rompimento com a teoria do Flogisto e dos preceitos da Alquimia.
III. Flogisto, assim como Alquimia, apesar de terem sido essenciais para desenvolvendo de materiais, operações, processos e técnicas de laboratório, não contribuíram para o avanço da química como ciência.
IV. A conjuntura do período pré-capitalista colocava condições materiais e culturais propícias para desenvolvimento da química como ciência a partir dos trabalhos de Lavoisier, Priestley e Scheele.
As afirmativas I a IV são, respectivamente:
Nas Investigações Filosóficas, Wittgenstein desenvolve uma nova forma de compreender a linguagem, não como determinada pela relação entre linguagem e mundo, mas como uma atividade contextualizada em práticas estabelecidas. Quando considera o ensino ostensivo de uma palavra, o austríaco sugere que o treino é uma parte fundamental desse ensino.
Segundo ele,
Na práxis do uso da linguagem (2), um parceiro enuncia as palavras, o outro age de acordo com elas; na lição de linguagem, porém, encontrar-se-á este processo: o que aprende denomina os objetos (Investigações 7).
In: WITTGENSTEIN, L. Investigações Filosóficas. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
Podemos inferir, a partir das Investigações de Wittgenstein que:
O idealismo transcendental, indica a superação do antagonismo entre racionalistas e empiristas, pois segundo Kant, B 75,
Sem a sensibilidade, nenhum objeto nos seria dado; sem o entendimento, nenhum seria pensado. Pensamentos sem conteúdo são vazios; intuições sem conceitos são cegas.
In: KANT, I. Crítica da Razão Pura. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2001.
Dessa forma, podemos concluir que:
Marque a alternativa correta sobre os aforismos baconianos citados abaixo:
O aforismo XVIII do Novum organum resume o pensamento de Bacon em relação à situação do saber em sua época: os descobrimentos até agora feitos de tal modo são que quase só se apoiam nas noções vulgares. Para que se penetre nos estratos mais profundos e distantes da natureza, é necessário que tanto as noções quanto os axiomas sejam abstraídos das coisas por um método mais adequado e seguro, e que o trabalho do intelecto se torne melhor e mais correto.
(Bacon, 1997, p. 36)
O aforismo XIX do Novum organum descreve o perfil desse raciocínio: Só há e só pode haver duas vias para a investigação e para a descoberta da verdade. Uma, que consiste no saltar-se das sensações e das coisas particulares aos axiomas mais gerais e, a seguir, descobrirem-se os axiomas intermediários a partir desses princípios e de sua inamovível verdade. Esta é a que ora se segue. A outra, que recolhe os axiomas dos dados dos sentidos e particulares, ascendendo contínua e gradualmente até alcançar, em último lugar, os princípios de máxima generalidade. Este é o verdadeiro caminho, porém ainda não instaurado.
(Bacon, 1997, p. 36).
Pode-se afirmar que os aforismos escritos pelo filósofo Francis Bacon estão se referindo