Questões de Concurso
Sobre o sujeito moderno em filosofia
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Girotti, Marcio Tadeu. Todo virtual é real e todo real é virtual: a virtualidade do real e a complexidade do existir pensando. Revista Contemplação, v. 32, p.1-20, 2023. Disponível em: https://revista.fajopa.com/index.php/contemplacao/article/view/385/42 1. Acesso em: 2 abr. 2025.
A partir do questionamento acima, podemos compreender que:
I – A partir do Cogito cartesiano, “Penso, logo existo”, utilizar a IA, como o ChatGPT, é deixar de existir.
II – Estamos deixando de existir porque estamos deixando de pensar, quando usamos recursos da IA.
III – A tecnologia não nos leva a pensar, mas sim nos dá o conforto da informação pronta e de acesso rápido.
IV – Os recursos da IA aprimoram nossa forma de pensar e endossa o Cogito cartesiano “Penso, logo existo”.
É correto o que se afirma em:
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998.
Com base na concepção de ciência normal proposta por Thomas Kuhn, o progresso científico se dá quando
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
No excerto, Ailton Krenak articula uma crítica que pode ser compreendida, do ponto de vista filosófico, como parte do esforço de descolonização epistêmica, pois
Considerando a situação apresentada, qual objetivo educativo orienta a atividade proposta pelo docente ao relacionar a IA com a afirmação cartesiana?
Considerando a atividade já realizada pela professora, qual das seguintes estratégias de aprendizagem é a mais adequada para fomentar o pensamento crítico dos estudantes e aprofundar esse aprendizado?
Conforme a explicação de Danilo Marcondes, o avanço técnico-científico, no pensamento de Heidegger, é expressão
Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. Ouse saber! Tem coragem de fazer uso de teu próprio entendimento, tal é o lema do Esclarecimento.
(Kant, “Resposta à pergunta: O que é a ilustração?”, em Danilo Marcondes, Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Adaptado)
Segundo Kant, conforme apresentado por Danilo Marcondes, a passagem da menoridade para a maioridade representa
A distinção apresentada por Descartes, segundo Marcondes, dá origem à doutrina do
Dentre estes filósofos ingleses destaca-se Francis Bacon, que defendeu que existe um grande desejo do ser humano de conhecer a natureza e o seu funcionamento. Assinale a alternativa que apresenta corretamente, de acordo com o pensamento de Francis Bacon, como o ser humano pode conhecer a natureza e suas leis:
No contexto da "Dialética do Esclarecimento," coescrita com Max Horkheimer, Theodor Adorno explora a relação entre racionalidade e dominação na sociedade moderna.
Indique qual dos seguintes conceitos destaca a crítica adorniana à instrumentalização da razão.
"É frequente histórias da filosofia não incluírem um capítulo sobre o pensamento contemporâneo, como se considerassem que, de certa forma, a contemporaneidade não fizesse ainda parte da história. Isso é, sob muitos aspectos, compreensível, pois nos faltam ainda o distanciamento e a perspectiva temporal que nos permitem analisar os filósofos contemporâneos, avaliar aqueles cuja obra e influência serão duradouras. Encontramo-nos próximos demais deles, e, paradoxalmente, isso nos impede de vê-los melhor. Por outro lado, há algo de incompleto em uma história da filosofia que não busque ao menos relacionar os pensadores e correntes contemporâneos com a tradição, interpretá-los como parte dessa história, dessa formação e desse desenvolvimento que chegam até nós.”
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia. p. 284, Rio de Janeiro, Zahar: 2015, 13a. ed..
O pensamento moderno talvez seja mais fácil de ser compreendido por nós, pelo fato de estarmos mais próximos dele do que do antigo e do medieval, e por sermos, ainda hoje, de certo modo, herdeiros dessa tradição. Por outro lado, às vezes, é mais difícil tomarmos consciência e explicitarmos as características mais fundamentais daquilo que nos é mais familiar, exatamente porque nos acostumamos a aceitá-lo como tal.
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia. p. 151. Jorge Zahar, Rio de Janeiro: 13a. ed.