Questões de Concurso
Sobre aspectos da filosofia contemporânea em filosofia
Foram encontradas 212 questões
Nesse contexto, assinale a alternativa que conceitua a Escola de Frankfurt.
I. Ambos rejeitam a ideia de que a ciência começa com observações neutras e generaliza indutivamente teorias. Para Popper, a observação é sempre orientada por teorias, e, para Kuhn, os paradigmas determinam o que é observado.
II. Para Kuhn, a ciência avança por um processo de conjecturas e refutações. Teorias são propostas, testadas e, se falseadas, substituídas por melhores.
III. Para Popper, a ciência alterna períodos de “ciência normal” (solução de quebra-cabeças dentro de um paradigma) com “crises” que levam a “revoluções científicas” (substituição de paradigmas).
verifica-se que está/ão correta/s
Foucault denomina esses dois tipos de poder, respectivamente, de
É uma visão de mundo que ressalta a falta de significado ou propósito na vida, a ausência de valores morais absolutos e a crença na inexistência de verdades objetivas. Pode se manifestar em vários tipos, incluindo elementos como: existencial, moral e epistemológico. Uma de suas principais características é o afastamento de valores que pretendem ser absolutos.
O trecho refere-se ao:
A fenomenologia nasce, então, a partir da certeza de que a dimensão natural do ser humano e os fenômenos próprios a ela, no que diz respeito especialmente à consciência, enquanto campo de estudo da psicologia, ciência positivo-experimental, não contêm o verdadeiro subjetivo. O verdadeiro subjetivo serão os múltiplos modos transcendentais (formas estruturais próprias da consciência) de doação de sentido das objetividades que permeiam a experiência perceptiva do sujeito. O naturalismo, ao confundir o psíquico e o físico, reduziu o psíquico a fatos particulares, observáveis, impedindo, com isso, o alcance de aspectos específicos, próprios da região psíquica, e que clarificam as estruturas subjetivas.
O trecho apresenta a:
O princípio é conhecido: na periferia uma construção em anel; no centro, uma torre; esta é vazada de largas janelas que se abrem sobre a face interna do anel; a construção periférica é dividida em celas, cada uma atravessando toda a espessura da construção; elas têm duas janelas, uma para o interior, correspondendo às janelas da torre; outra, que dá para o exterior, permite que a luz atravesse a cela de lado a lado. Basta então colocar um vigia na torre central, e em cada cela trancar um louco, um doente, um condenado, um operário ou um escolar. Pelo efeito da contraluz, pode-se perceber da torre, recortando-se exatamente sobre a claridade, as pequenas silhuetas cativas nas celas da periferia. Tantas jaulas, tantos pequenos teatros, em que cada ator está sozinho, perfeitamente individualizado e constantemente visível. Este dispositivo organiza unidades espaciais que permitem ver sem parar e reconhecer imediatamente.
Assinale o elemento apresentado pelo trecho.
Diante do cenário descrito no excerto, Hans Jonas propõe o “princípio responsabilidade”, que consiste em
Os dois conceitos apresentados em Foucault investigam
"Quanto a Adler, fiquei muito impressionado com uma experiência pessoal. Uma vez, em 1919, relatei a ele um caso que não me parecia particularmente adleriano, mas que ele não encontrou dificuldade para analisar em termos de sua teoria do sentimento de inferioridade, sem ter nem mesmo visto a criança. Um pouco chocado, perguntei como podia ter tanta certeza. 'Por causa da minha experiência, já tive mil casos assim', respondeu ele. Depois disso, não pude deixar de dizer: 'e agora, suponho, sua experiência aumentou para mil e um casos."
(BARONE, Steven; BRUCE, MICHAEL, Bruce. (ORG). Os 100 argumentos mais importantes da filosofia ocidental. Tradução de Ana Lucia da Rocha Franco. São Paulo: Cultrix, 2013. pp 407).
A afirmativa que condiz de modo mais específico com a crítica proposta por Popper à psicologia adleriana é:
“(...) e uma consciência de si não é puramente para si, mas para um outro, isto é, como consciência essente, ou consciência na figura da coisidade. São essenciais ambos os momentos; porém como, de início, são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos são como duas figuras opostas da consciência: uma a consciência independente para a qual o ser-para-si é a essência; outra, a consciência dependente para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro”.
(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. A Fenomenologia do Espírito. Tradução de Paulo Meneses. Vozes: Petrópolis, 2014, p. 146 - 147)
Essa passagem da obra de Hegel diz respeito à dialética
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998.
Com base na concepção de ciência normal proposta por Thomas Kuhn, o progresso científico se dá quando
Conforme a explicação de Danilo Marcondes, o avanço técnico-científico, no pensamento de Heidegger, é expressão
(Nascimento, Milton Meira do. In: Weffort, 2006. Adaptado)
A crítica às ciências e às artes, contudo, não significa uma recusa do que seria a verdadeira ciência, a qual, para Rousseau, consiste