Questões de Concurso Sobre a política em filosofia

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Q3700096 Filosofia
Assinale a alternativa que apresenta a definição simplificada de “mais-valia” na concepção de Karl Marx. 
Alternativas
Q3700093 Filosofia
Assinale a alternativa que apresenta uma das concepções de ética e política propostas por Nicolau Maquiavel. 
Alternativas
Q3679970 Filosofia
Analise as afirmativas abaixo sobre os traços da invenção da política greco-romana para romper com o poder despótico.

1. Separaram o poder privado do público e impediram a identificação do poder político com a pessoa do governante.
2. Criaram um duplo poder moderador confiado aos sumos sacerdotes e aos cidadãos reconhecidos como sábios.
3. Separaram a autoridade militar do poder civil, subordinando a primeira ao segundo.
4. Separaram a autoridade mágico-religiosa do poder temporal laico impedindo a divinização dos governantes.
5. Criaram a ideia e a prática da lei como expressão de uma vontade coletiva e pública, definidora de direitos e deveres para todos os cidadãos.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3675274 Filosofia
“Para Marx, os regimes baseados na propriedade privada dos meios sociais de produção – sobretudo o capitalismo – tendem a transformar o homem num mero meio para a produção da riqueza particular (simbolizada pelo dinheiro). Em lugar do produto ser criado livremente pelo produtor, é o produtor que fica subordinado às exigências do produto, às exigências do mercado capitalista onde o produto vai ser vendido”. Levando em consideração o trecho acima, em que Leandro Konder (1999) explica o conceito de alienação na concepção marxiana, analise as assertivas abaixo sobre a alienação do trabalho:
I. Afeta a classe trabalhadora.
II. Afeta os capitalistas.
III. Afeta o terceiro Estado.
IV. Não afeta quaisquer classes sociais.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3675273 Filosofia
Em resposta a um artigo de Bruno Bauer, Karl Marx escreve “Sobre a questão judaica”. Nesse texto, Marx reflete sobre a função social desempenhada pelas religiões. De acordo com o pensamento marxiano, é correto afirmar que a religião: 
Alternativas
Q3675270 Filosofia
No livro “Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política”, Norberto Bobbio apresenta a assim chamada tipologia dos três poderes, que é uma tripartição assentada no critério do meio, isto é, “[...] que se refere ao meio de que se serve o detentor do poder para obter os efeitos desejados”. Os três poderes sociais, na tipologia apresentada por Bobbio, são: 
Alternativas
Q3675269 Filosofia
Georg Wilhelm Friedrich Hegel introduz o conceito de sociedade civil na filosofia política. Após essa inovação conceitual, muitos pensadores deram interpretações diferentes à ideia de sociedade civil que se distanciam da concepção hegeliana. Independentemente dessas interpretações, Hegel entendia a sociedade civil como: 
Alternativas
Q3675268 Filosofia
Ao apontar os elementos constitutivos do Estado, Noberto Bobbio segue uma definição solidamente estabelecida por juristas e pensadores dedicados à filosofia política e à filosofia do direito. Esses três elementos tradicionalmente arrolados como constitutivos de um Estado são: 
Alternativas
Q3675267 Filosofia
Maquiavel inova em relação à tipologia das formas de governo utilizada pelos filósofos da Antiguidade. À tripartição aristotélica quanto à quantidade daqueles que exercem o poder na pólis (um, poucos, todos), Maquiavel contraporá uma forma bipartite de analisar os Estados, que podem ser: 
Alternativas
Q3675266 Filosofia
Para Aristóteles, ao considerarmos a forma boa e a forma ruim de governo que lhe corresponde, há degenerações de formas de governo menos graves do que outras, isto é, ainda que uma forma de governo seja ruim face à sua forma boa, pode haver outra para qual a degeneração seja mais grave. Tendo em vista essas diferenças, a forma menos grave de degeneração de uma forma de governo face à sua boa forma é: 
Alternativas
Q3675265 Filosofia
Aristóteles, assim como Platão, também apresentou uma sequência de formas de governo. Demonstrando uma concepção de história diferente daquela propalada na Modernidade, o pensamento político aristotélico aponta um grande ciclo de formas de governo, que apresenta a seguinte ordem hierárquica, da melhor forma para a pior forma: 
Alternativas
Q3675264 Filosofia
Platão olhava com admiração para a forma de organização política de Esparta, embora fosse crítico ao fato de essa cidade honrar mais os guerreiros do que os sábios. A forma de governo espartana era, para Platão, a mais próxima da república ideal e caracterizava-se por ser uma: 
Alternativas
Q3675263 Filosofia
Norberto Bobbio lembra que “[...] Platão identifica as peculiaridades morais – isto é, os vícios e as virtudes – das respectivas classes de dirigentes”. No pensamento platônico, isso é importante porque correlaciona o tipo de indivíduo à sua forma de governar, de modo que suas características pessoais afetam o ambiente social como um todo. Sobre o tema, analise o trecho abaixo:
“[...] é severo com os criados, mas não deixa de ter consciência deles, como quem recebeu uma educação perfeita; é brando para com os homens livres, submetendo-se inteiramente à autoridade; desejoso do comando, amante das honrarias, aspira a comandar não pela virtude das suas palavras, ou por outra qualidade qualquer do mesmo gênero, mas sim pela sua atividade bélica, pelo talento militar; terá igualmente a paixão da ginástica e da caça” (549a).
O tipo de governante a que o trecho se refere é o: 
Alternativas
Q3673370 Filosofia
A Pólis não é apenas a Cidade-Estado no sentido geográfico e demográfico, mas é a unidade espiritual de formação do cidadão, enquanto indivíduo moral não separado do todo, do cosmos que ela é, de modo que a vida pública é vida ética e a escolha do modo de vida é a manifestação das virtudes que orientam essa vida. A ética dos antigos gregos busca relacionar de maneira inseparável a condução da vida pública com os princípios morais que a orientam e, para tal, em relação a essa vivência integrada, na boa disposição entre as coisas necessárias e as coisas passageiras, o indivíduo moral é o mesmo que o indivíduo político e desenvolve no contexto da sua práxis a
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Q3673369 Filosofia
O pensamento político do filósofo paduano Marsílio, na sua obra O Defensor da Paz, antecipa em alguns séculos a reflexão política sobre a necessidade da centralidade do poder para configurar o governo na forma de um Estado. Para o autor, o elemento estruturante dessa configuração do poder é a constituição do Reino mediante as suas partes, sendo o governo a parts principans (a parte principal) da qual todas as outras extraem a sua natureza, inclusive o poder religioso. Só é possível a um Reino estabelecer-se em vista da sua finalidade se o poder nele exercido for unificado e centralizado em torno da sua causa final, que é a paz. Assim, o Rei governa em vista da finalidade própria e exigida pela razão para haver um governo e as partes subordinadas a esse poder, não intervindo nas relações que não competem à sua natureza, mas constituindo-se em harmonia e obediência ao governante
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Q3673367 Filosofia
O pensamento político de Maquiavel desenvolve uma filosofia do poder, do exercício do poder desvinculado do exercício ético, de modo que a sua teoria política não é sobre como deve ser o poder, mas sobre como é o poder e que isso exige do princípe a sabedoria e o trato para lidar com as suas exigências. Assim, o soberano é aquele que estabelece a dinâmica do Estado como a do poder mantido e preservado em torno de si, independente se o Principado tenha sido uma conquista recente ou por sucessão estabelecida, o principado hereditário. Para tal, o autor desenvolve os conceitos de Virtù e de Fortuna, e ambos são fundamentais para a compreensão da natureza do Estado e a sua relação com a história. Em ambos os conceitos, o tema do poder é central e também o modo como se governa. O fato que, segundo o autor, leva Reinos a surgirem ou a desaparecem, assim como os seus soberanos, é que os principados conquistados pela Virtù, em relação aos que se conquistam pela Fortuna são
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Q3673366 Filosofia
Na obra A República, Platão desenvolve a sua filosofia sobre a Cidade Ideal e a sua relação com a Justiça. Nenhuma cidade pode ser a ideal sem pensar o que é a justiça e o que constitui a sua natureza; como ela orienta as paixões e a razão, gerando a virtude e assim situando cada pessoa mediante aquilo com que ela pode contribuir na construção da cidade. Àqueles cuja virtude produz o saber das coisas práticas, cabe assumi-las e as realizar, e, assim, a Justiça se conserva na Pólis. Àqueles cuja virtude é a disciplina militar, compete-lhes a estratégia e a organização em tropas. É reservado àqueles que podem pensar a Justiça e alcançam a sua ideia o governo da Cidade e a realização da Justiça mediante o bom e correto julgamento das realidades. Sobre as realidades, Platão as distinguiu numa célebre alegoria, que está no Livro VII e que recebeu o nome de Alegoria da Caverna. Nela, uma ideia é fundamental para a compreensão da distinção que o filósofo faz dos tipos de alma que constituem o ser humano e lhe permite, mediante o seu exercício rigoroso, contemplar as coisas à luz do sol e na sua falta, satisfazer-se à projeção das chamas da fogueira; essa ideia é a de
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Q3673365 Filosofia
A presença da Filosofia como disciplina filosófica no currículo do Ensino Médio nunca esteve separada das questões políticas de Educação para o Brasil. A supressão da sua presença no período da ditadura militar, assim como a sua volta mediante a Lei de Diretrizes e Bases para a Educação, Lei 9394/96, dizem dos projetos políticos em curso no país e também da oferta de conteúdos formativos às gerações em processo de escolarização. Assim, compreende-se a implantação do chamado Novo Ensino Médio que, em nome e no desejo de melhorar o sistema educacional do Brasil, trouxe a flexibilização de cargas horárias para os currículos, mediante o interesse do público estudantil matriculado nas unidades escolares, oculta um problema que tensiona a formação de professores e professoras de filosofia diante da
Alternativas
Q3673361 Filosofia
O pensamento filosófico sobre o que é o político trata sobre as relações de poder, não um poder sobre a natureza, o cosmos e os elementos que constituem o mundo. O poder a que nos referimos no pensamento político é aquele que manifesta o que ocorre nas relações entre as pessoas. Ao longo da tradição da filosofia política, o olhar e a interpretação sobre o poder versou sobre pontos distintos, embora não excludentes entre as diversas fundamentações teóricas acerca do exercício do poder. Compete àquele que exerce o poder a sua identificação com o Estado; pelo modo como governa, são representados os interesses do Estado e a necessária estabilidade das instituições. A filosofia política, portanto, nomeou tanto as formas de governo, em quantidade e qualidade dos que governam, e sua nomenclatura, quanto aquilo que pressupôs dos instrumentos qualitativos para as suas definições e os fundamentos das suas degenerações, segundo o que percebeu da maneira como as ações humanas podem degenerar e corromper a estabilidade do governo. Assim, a filosofia formulou e legou ao pensamento político uma
Alternativas
Q3661796 Filosofia
“O primeiro que, tendo cercado um terreno, ousou dizer isto é meu e encontrou pessoas suficientemente simplórias para lhe dar crédito foi o verdadeiro fundador da sociedade civil”.
(Rousseau. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade humana. São Paulo: Martins Fontes, parte II).
“O texto do Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade, publicado em 1755, é uma resposta à questão formulada em 1753 pela Academia de Dijon, ‘qual a origem da desigualdade entre os homens; ela é resultado da lei natural?’ Tais concursos eram comuns no século XVIII, sobretudo na França e na Alemanha, e, embora o texto de Rousseau não tenha obtido o primeiro lugar, tornou-se um clássico do pensamento político”.

(Marcondes, D. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 1999, p. 95)

Avalie as seguintes afirmações:
I. Rousseau analisa as origens do mal na sociedade por uma crítica da organização social.
II. A natureza humana originalmente é má, e se caracteriza pela falta de liberdade e instinto de sobrevivência.
III. O ‘bom selvagem’ é o instrumento de Rousseau para criticar o homem civilizado.
IV. O instinto de sobrevivência e o sentimento de piedade são próprios da corrupção da natureza humana.


Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas. 
Alternativas
Respostas
161: A
162: B
163: D
164: E
165: A
166: C
167: B
168: E
169: A
170: C
171: A
172: B
173: A
174: D
175: B
176: E
177: B
178: E
179: C
180: D