Questões de Concurso Sobre a política em filosofia

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Q3205940 Filosofia
Em A República, Platão constrói a sua visão sobre a justiça após assumir os desafios levantados por Trasímaco, no Livro I, e depois por Gláucon e Adimanto, no Livro II.
Em relação à discussão sobre a justiça que Platão desenvolve nessa obra, é correto afirmar que: 
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Q3205939 Filosofia
O conceito de Capital Humano, pensado pelo grupo de estudos de Theodoro Shultz, deu origem à teoria do capital humano, que teve diversos desdobramentos na esfera educativa.
A compreensão da educação como capital humano denota uma 
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Q3205938 Filosofia
Sócrates ocupa uma posição protagonista na história da filosofia. Ele é saudado como o inaugurador da primeira grande era da filosofia, e, em certa medida, da própria filosofia. No entanto, Sócrates nunca escreveu, e o que sabemos dele foram ideias e anedotas preservadas nas obras de seus admiradores, especialmente Platão.
Entre as ideias abaixo, qual delas NÃO é atribuída a Sócrates nos diálogos de Platão? 
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Q3205937 Filosofia
Na esteira da filosofia da educação marxista, a obra Fundamentos Político-Pedagógicos dos Institutos Federais, de Eliezer Pacheco, citando o documento Educação Profissional Técnica de Nível Médio integrada ao Ensino Médio, do MEC/SETEC, de 2007, defende o trabalho como princípio educativo.

Segundo esse texto, o que significa a compreensão do trabalho como princípio educativo?
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Q3165633 Filosofia
  Imagem associada para resolução da questão
Filósofo italiano considerado o fundador do pensamento político moderno, uma vez que desenvolveu sua filosofia política em um quadro teórico completamente diferente do que se tinha até então. Trata-se de:
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEEC-RN Prova: FGV - 2025 - SEEC-RN - Professor de Filosofia |
Q3163831 Filosofia
— Se estivesses a organizar, ó Sócrates — interveio ele — uma cidade de porcos, não precisavas de outra forragem para eles.
PLATÃO. A República. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2017.

A fala acima expressa a crítica de Gláucon à primeira cidade idealizada por Sócrates no livro II d’A República. A crítica se deve ao fato de que esta cidade
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEEC-RN Prova: FGV - 2025 - SEEC-RN - Professor de Filosofia |
Q3163830 Filosofia
As massas não se unem pela consciência de um interesse comum e falta-lhes aquela específica articulação de classes que se expressa em objetivos determinados, limitados e atingíveis. Simplesmente devido ao seu número, ou à sua indiferença, ou a uma mistura de ambos, não se podem integrar numa organização.
ARENDT, H. Origens do totalitarismo. São Paulo: Cia. das Letras, 2013. (Adaptado).

Segundo Hannah Arendt, as massas são centrais na ascensão dos regimes totalitários. Com base no trecho acima, é correto afirmar que as massas são
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: SEEC-RN Prova: FGV - 2025 - SEEC-RN - Professor de Filosofia |
Q3163827 Filosofia
A ordem social é um direito sagrado que serve de base a todos os outros. Tal direito, no entanto, não se origina da natureza: funda-se, portanto, em convenções. Trata-se, pois, de saber que convenções são essas.
ROUSSEAU, J.-J. Do contrato social. São Paulo: Abril, 1973. (Adaptado.)

Rousseau é um dos autores fundamentais do pensamento político moderno. Segundo o filósofo, a ordem social se origina
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148905 Filosofia
Para elaborar uma aula de Filosofia, na turma de 3ª série do Ensino Médio, sobre a temática de democracia e das formas de participação dos indivíduos, o professor partiu do seguinte texto para realizar uma análise filosófica:

O tema do poder invisível foi até agora muito pouco explorado (inclusive porque escapa das técnicas de pesquisa adotadas habitualmente pelos sociólogos, tais como entrevistas, levantamentos de opinião, etc.). Talvez eu esteja particularmente influenciado por aquilo que acontece na Itália, onde a presença do poder invisível (máfia, camorra, lojas maçônicas anômalas, serviços secretos incontroláveis e acobertadores dos subversivos que deveriam combater) é, permitam-me o jogo de palavras, visibilíssima. A verdade porém é que o tratamento mais amplo do tema foi por mim encontrado, até agora, no livro de um estudioso americano, Alan Wolfe, Os limites da legitimidade, que dedica um bem documentado capítulo ao que denomina de ‘duplo Estado’, duplo no sentido de que ao lado de um Estado visível existiria sempre um Estado invisível.

BOBBIO, N. O futuro da democracia. São Paulo: Paz e Terra, 1986.

Nessa situação, infere-se que o objetivo de aprendizagem definido pelo professor ao utilizar o referido texto para orientar a discussão da temática é
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Filosofia |
Q4148879 Filosofia
A expressão máxima da soberania reside, em grande medida, no poder e na capacidade de ditar quem pode viver e quem deve morrer. Por isso, matar ou deixar viver constituem os limites da soberania, seus atributos fundamentais. Ser soberano é exercer controle sobre a mortalidade e definir a vida como a implantação e manifestação de poder. Se consideramos a política uma forma de guerra, devemos perguntar: que lugar é dado à vida, à morte e ao corpo humano (em especial o corpo ferido ou massacrado)? Como eles estão inscritos na ordem do poder?

MBEMBE, A. Necropolítica. Biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. Tradução de Renata Santini. São Paulo: n-1 edições, 2018 (adaptado).

Considerando-se o desafio de contextualizar o conceito de necropolítica sustentado pelo autor, um docente que pretenda analisar criticamente a temática com os estudantes poderá utilizar, como suporte didático, a
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Q3934429 Filosofia

Sobre a ética e o pensamento de Karl Marx, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Q3933359 Filosofia
Sobre a ética e o pensamento de Karl Marx, assinale a alternativa CORRETA. 
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Q3932114 Filosofia
Sobre a ética e o pensamento de Karl Marx, assinale a alternativa CORRETA. 
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Q3932113 Filosofia
Barroco (2010) analisa que a reflexão ética tem levado por caminhos de encontro com a liberdade. A autora faz uma análise histórica sobre a ética em diferentes tempos e a partir dos principais autores e filósofos.
Nesse sentido, sobre as concepções éticas, na perspectiva histórica e filosófica, dos principais pensadores e pesquisadores, que marcaram tempos diferentes da sociedade, analise as afirmativas abaixo:

I. Sócrates surge com a noção grega de autodomínio como decisão que não é submetida a uma lei externa, mas ao domínio moral interno do sujeito. Essa noção permanece viva em Aristóteles, para que a ética seja, principalmente, um saber prático, no sentido do sujeito que dá a si mesmo as normas de ação.
II. Maquiavel inaugura a teoria política moderna. Ele instaura a conhecida polêmica entre a ética e a política, rompendo com as formas tradicionais de tratamento da questão dos meios e dos fins na ação política.
III. John Locke funda a teoria liberal, segundo a qual os homens têm determinados direitos naturais, como o direito à vida, à propriedade e à liberdade.
IV. Jean-Jacques Rousseau buscou equacionar a questão da liberdade, baseado no contrato social, discordou da concepção de que os homens são egoístas por natureza e entendeu que existe uma natureza humana essencialmente boa e generosa.
V. Karl Marx fez uma crítica radical à sociedade burguesa, mostrando que a liberdade e a igualdade prometidas com as revoluções burguesas não podem se realizar de forma universal.

Está CORRETO o que se afirma em 
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Q3910335 Filosofia
Leia o texto a seguir.
A natureza fez os homens tão iguais quanto às faculdades do corpo e do espírito que, embora por vezes se encontre um homem manifestadamente mais forte de corpo, ou de espírito mais vivo do que o outro, mesmo assim quando se considera tudo isso em conjunto, a diferença entre um e outro homem não é suficiente considerável para que qualquer um possa com base nela reclamar qualquer benefício a que outro não possa também aspirar, tal como ele. Porque quanto à força corporal o mais fraco tem força suficiente para matar o mais forte, quer por secreta maquinação, quer aliando-se com outros que se encontrem ameaçados pelo mesmo perigo.
(HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Nova Cultural, 1997. p.107.)
Essa passagem, extraída do capítulo XIII da obra Leviatã, discute um importante conceito do pensamento hobbesiano. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, do que trata esse conceito. 
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Q3910334 Filosofia
Leia o texto a seguir.
O princípio que de entrada estabelecemos que devia observar-se em todas as circunstâncias, quando fundamos a cidade, esse princípio é a justiça. – Dissemos isso, efetivamente.
(Adaptado de: PLATÃO A República. 7.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1993. p.186.)
Essa passagem discute uma importante temática do pensamento ético platônico que é a justiça. Sobre essa temática, assinale a alternativa correta. 
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Q3551433 Filosofia
O filósofo Jean-Jacques Rousseau comentou certa vez que “O povo inglês é livre apenas durante as eleições dos membros do parlamento; eleitos esses membros, ele vive em escravidão, é um nada”. O texto em questão faz referência ao 
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Q3551432 Filosofia
Acerca da ética e da democracia, assinale a alternativa correta. 
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Q3550529 Filosofia
[...] pode dirigir as forças do Estado de acordo com a finalidade de sua instituição, que é o bem comum, porque, se a oposição dos interesses particulares tornou necessário o estabelecimento das sociedades, foi o acordo desses mesmos interesses que о possibilitou. O que existe de comum nesses vários interesses forma o liame social e, se não houvesse um ponto em que todos os interesses concordassem, nenhuma sociedade poderia existir. Ora, somente com base nesse interesse comum é que a sociedade deve ser governada.

(Adaptado de: ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 85)

O conceito de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) a que se refere o trecho acima é:
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Q3544763 Filosofia
Leia o fragmento:

    “Rousseau (em 1750) fez as seguintes perguntas: há alguma relação entre a ciência e a virtude? Há alguma razão de peso para substituirmos o conhecimento vulgar que temos da natureza e da vida e que partilhamos com os homens e mulheres de nossa sociedade pelo conhecimento científico produzido por poucos e inacessível à maioria? Contribuirá a ciência para diminuir o fosso crescente na nossa sociedade entre o que se é e o que se aparenta ser, o saber dizer e o saber fazer, entre a teoria e a prática? Perguntas simples a que Rousseau responde, de modo igualmente simples, com um redondo não.”

Boaventura de Sousa Santos, “Um discurso sobre as ciências na transição para uma ciência pós-moderna”, Estudos Avançados, 2(2), 1988. Adaptado. 

Sobre as perguntas feitas por Rousseau, na visão atual sobre ciência e sobre o papel das universidades públicas brasileiras, é correto afirmar: 
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Respostas
221: A
222: D
223: C
224: D
225: C
226: A
227: B
228: E
229: A
230: D
231: A
232: A
233: E
234: E
235: B
236: D
237: D
238: C
239: E
240: B