Questões de Concurso
Sobre probabilidade condicional, teorema de bayes e independência em estatística
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financeiras para despesas decorrentes de processos judiciais por
reclamações trabalhistas. Considere que o total anual dessas
despesas seja igual a X, em que X segue uma distribuição normal
com média igual a R$ 30 mil e desvio padrão, R$ 10 mil.
Tendo como referência essa situação, julgue os itens a seguir,
assumindo que
(2) = 0,977, em que
(z) representa a função dedistribuição acumulada da distribuição normal padrão.
financeiras para despesas decorrentes de processos judiciais por
reclamações trabalhistas. Considere que o total anual dessas
despesas seja igual a X, em que X segue uma distribuição normal
com média igual a R$ 30 mil e desvio padrão, R$ 10 mil.
Tendo como referência essa situação, julgue os itens a seguir,
assumindo que
(2) = 0,977, em que
(z) representa a função dedistribuição acumulada da distribuição normal padrão.
50 são do turno matutino e as outras 50, do turno vespertino.
A figura abaixo representa a distribuição percentual desses
estudantes segundo o turno em que estão matriculados.

A média das idades dos estudantes matriculados no turno
vespertino é 10% superior à média das idades dos estudantes do
turno matutino. A variância das idades daqueles que estudam no
turno matutino
é igual à variância das idades dos estudantesdo turno vespertino
. Com base nessas informações, julgueos itens que se seguem.
50 são do turno matutino e as outras 50, do turno vespertino.
A figura abaixo representa a distribuição percentual desses
estudantes segundo o turno em que estão matriculados.

A média das idades dos estudantes matriculados no turno
vespertino é 10% superior à média das idades dos estudantes do
turno matutino. A variância das idades daqueles que estudam no
turno matutino
é igual à variância das idades dos estudantesdo turno vespertino
. Com base nessas informações, julgueos itens que se seguem.
, em que t1 > 0, t2 > 0, exp( ·) representa a função exponencial, λ > 0, e φ > 0 são os parâmetros da distribuição. A probabilidade conjunta P(T1 > 0, T2 > 0) é inferior a 0,5.

O quadro acima apresenta uma tábua abreviada de mortalidade para determinada população, obtida a partir de um censo demográfico realizado em 2007. As duas primeiras colunas dessa tabela definem o início e o comprimento do intervalo de tempo dos grupos etários (terceira coluna). A probabilidade Q(X, N) é a estimativa do risco de morte de um indivíduo pertencente ao grupo etário (X, X + N). Com base nas informações apresentadas no texto e considerando-se que o número de sobreviventes à idade exata X = 0 foi igual a 100.000, julgue o item subseqüente.

O quadro acima apresenta uma tábua abreviada de mortalidade para determinada população, obtida a partir de um censo demográfico realizado em 2007. As duas primeiras colunas dessa tabela definem o início e o comprimento do intervalo de tempo dos grupos etários (terceira coluna). A probabilidade Q(X, N) é a estimativa do risco de morte de um indivíduo pertencente ao grupo etário (X, X + N). Com base nas informações apresentadas no texto e considerando-se que o número de sobreviventes à idade exata X = 0 foi igual a 100.000, julgue o item subseqüente.

O quadro acima apresenta uma tábua abreviada de mortalidade para determinada população, obtida a partir de um censo demográfico realizado em 2007. As duas primeiras colunas dessa tabela definem o início e o comprimento do intervalo de tempo dos grupos etários (terceira coluna). A probabilidade Q(X, N) é a estimativa do risco de morte de um indivíduo pertencente ao grupo etário (X, X + N). Com base nas informações apresentadas no texto e considerando-se que o número de sobreviventes à idade exata X = 0 foi igual a 100.000, julgue o item subseqüente.

O quadro acima apresenta uma tábua abreviada de mortalidade para determinada população, obtida a partir de um censo demográfico realizado em 2007. As duas primeiras colunas dessa tabela definem o início e o comprimento do intervalo de tempo dos grupos etários (terceira coluna). A probabilidade Q(X, N) é a estimativa do risco de morte de um indivíduo pertencente ao grupo etário (X, X + N). Com base nas informações apresentadas no texto e considerando-se que o número de sobreviventes à idade exata X = 0 foi igual a 100.000, julgue o item subseqüente.

O quadro acima apresenta uma tábua abreviada de mortalidade para determinada população, obtida a partir de um censo demográfico realizado em 2007. As duas primeiras colunas dessa tabela definem o início e o comprimento do intervalo de tempo dos grupos etários (terceira coluna). A probabilidade Q(X, N) é a estimativa do risco de morte de um indivíduo pertencente ao grupo etário (X, X + N). Com base nas informações apresentadas no texto e considerando-se que o número de sobreviventes à idade exata X = 0 foi igual a 100.000, julgue o item subseqüente.
Considere que xt = (XA, XB) seja um vetor aleatório transposto. Nesse caso, os autovalores da matriz de covariância de x são iguais a 800 × PA × PB e 0, e os respectivos autovetores são
e
. As variáveis XA e XB são positivamente correlacionadas, e a correlação é superior a 0,5.
A variância da distribuição condicional XA
XB = b, em que 0 ≤ b ≤ 400, é superior a 1 e inferior a ( 400 - b) x PA x (1 -PA) x N - 400 + b / N - 1 . A variância da soma XA + XB é igual a 800 x PA x PB x N - 400 / N - 1 .
XA e XB são variáveis aleatórias com distribuição hipergeométrica com médias iguais a 400 × PA e 400 × PB , respectivamente.
Antes de essa empresa lançar a campanha em âmbito nacional, ela realizou um estudo-piloto em um pequeno número de indústrias, adotando o seguinte plano amostral. De um cadastro de indústrias, foram selecionadas aleatoriamente 2 indústrias e nelas aplicaram-se as campanhas propostas pela instituição, envolvendo todos os operários que lá trabalhavam na ocasião do estudo. Essas indústrias são chamadas “caso”. Também foram selecionadas aleatoriamente outras 2 indústrias, mas nelas as campanhas não foram aplicadas. Essas são chamadas “controle”. Ao longo de um ano foram registrados os números de operários que sofreram algum tipo de acidente nas quatro indústrias, segundo a tabela abaixo.

As medidas de concordância de Yule e de Goodman e Kruskal — com a hipótese de que, em razão da campanha proposta pela instituição, a probabilidade de um operário sofrer algum tipo de acidente diminui — são superiores a -0,2 e inferiores a 0,2.
Antes de essa empresa lançar a campanha em âmbito nacional, ela realizou um estudo-piloto em um pequeno número de indústrias, adotando o seguinte plano amostral. De um cadastro de indústrias, foram selecionadas aleatoriamente 2 indústrias e nelas aplicaram-se as campanhas propostas pela instituição, envolvendo todos os operários que lá trabalhavam na ocasião do estudo. Essas indústrias são chamadas “caso”. Também foram selecionadas aleatoriamente outras 2 indústrias, mas nelas as campanhas não foram aplicadas. Essas são chamadas “controle”. Ao longo de um ano foram registrados os números de operários que sofreram algum tipo de acidente nas quatro indústrias, segundo a tabela abaixo.

Considerando-se a tabela de contingência 2 × 2 que cruza o grupo (caso/controle) com o número de operários (não sofreram/sofreram algum tipo de acidentes), é possível se obter uma medida de associação chamada coeficiente kappa, cujo valor é inferior a !0,02 ou superior a 0,02.