Questões de Concurso
Sobre falhas em engenharia mecânica
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São modos de falhas elétricas a ruptura de ligação elétrica (causa extrínseca); colagem de contatos após a fusão dos contatos; destruição de um componente após esforços elétricos ou ionizações; rompimento de isolação por diversas causas.
Consideram-se modos de falhas mecânicos o choque; a sobrecarga; a fadiga por esforços alternados e repetitivos que levam os equipamentos à ruptura, mesmo quando estão longe do limite de elasticidade; abrasão por riscos de contato com um corpo de dureza superior; e fluência.
A diferença conceitual entre tempo médio para falhas (TMPF) e tempo médio entre falhas (TMEF) é que o primeiro tipo de cálculo é aplicado aos itens que são reparados após a ocorrência de falha, ao passo que o segundo se aplica aos itens que não são reparados após a ocorrência de falha.
Na terotecnologia, estuda-se, entre outros aspectos, a relação entre a falha de um equipamento e a probabilidade de ocorrência de algum perigo em consequência dessa falha.
Por meio da análise de árvore de falhas (AAF) - bottom-up -, é possível diagnosticar como os componentes de um equipamento podem falhar e determinar os efeitos dessas falhas, ao passo que, na análise de modos de falhas e eventos (AMFE) - top-down —, investiga-se um evento de falha qualquer, buscando-se as origens dessa falha.
A confiabilidade de um sistema formado por dois componentes em paralelo é maior que a confiabilidade desses componentes agindo isoladamente.
A alteração na capacidade de um bem de realizar a função requisitada ou a cessação dessa capacidade é denominada falha.
A falha cataléctica é repentina e completa; a falha por desgaste é progressiva e parcial; e a taxa de falha aleatória é constante.
Quando dois componentes de confiabilidades iguais a 0,9 operam em série, sem anomalias, o sistema por eles formado apresenta confiabilidade de 81%.
A análise das causas raízes de falha (RCFA), que consiste em investigar detalhadamente o sistema com foco em seus componentes, pode ser qualitativa ou quantitativa e permite que se identifiquem as maneiras pelas quais um equipamento ou sistema pode falhar bem como os efeitos decorrentes dessa falha para o ambiente e para o próprio componente.
A Análise do Modo e Efeito da Falha (FMEA) é uma ferramenta da qualidade destinada a aumentar a confiabilidade do produto. Os índices utilizados pela FMEA para calcular o risco da falha são:
A FMEA (Análise do Modo e Efeito da Falha) é uma ferramenta utilizada para
Segundo a teoria de falhas para tensões combinadas, aplicadas a componentes de uma máquina constituída de material isótropo, pode-se afirmar que:
Sobre FMEA, também conhecido como análise de modos de falhas e efeitos, é correto afirmar que
As variáveis aleatórias “dias até a falha", “horas até a falha" e “peças até a falha" são, respectivamente, 29 dias, 234 horas e 380 peças.
A identificação das possíveis causas do problema é um dos passos da RCFA, análise que pode ser considerada uma simplificação da FMEA, sendo esta entendida como um método lógico quantitativo cujo objetivo é identificar as combinações das falhas nos equipamentos ou componentes de um sistema ou nos erros humanos que possam resultar em um evento ou acidente.
A manutenibilidade, que pode ser usada como uma medida parcial do sucesso de um projeto industrial, é a probabilidade de um produto ou serviço operar adequadamente e sem falhas sob as condições de projeto, durante um tempo especificado.