Questões de Concurso
Sobre legislação em saúde em enfermagem
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I – Nesse compromisso, o Brasil contemplou os ODM até o ano 2010.
II – Os ODM constituem 8 objetivos a ser alcançados para abranger cada vez mais o desenvolvimento de capacidades, o fortalecimento e a modernização das instituições de Estados e Municípios, com uma crescente participação do setor privado e da sociedade civil nos projetos.
III – Os ODM são: 1- Redução da pobreza; 2- Atingir o ensino básico universal; 3-Desigualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres; 4- Reduzir a mortalidade na infância; 5- Melhorar a saúde materna; 6- Combater HIV/AIDS, a malária e outras doenças; 7- Garantir a sustentabilidade ambiental; 8- Estabelecer uma parceria nacional para o desenvolvimento.
IV – Pelo fato de grande parte das nações não ter alcançado os objetivos na sua plenitude, em setembro de 2010, o mundo renovou o compromisso para acelerar o progresso em direção ao cumprimento desses objetivos, postergando as metas para 2015.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
No contexto atual de gestão e humanização do SUS, funções tipicamente gestoras — definição de clientela, decisões a respeito dos modos de financiamento dos programas e ação no sistema de saúde e na sua rede de serviços — deixam de ser atribuições dos hospitais.
A tanatologia possibilita a pacientes e a profissionais de saúde que a qualidade de vida seja redimensionada, prepara para a vivência de perdas e do sentido de viver e auxilia a comunicação em momentos de crise.
O respeito à diversidade na produção de saúde e à autonomia de usuários e trabalhadores do SUS é princípio importante para a assistência ao paciente, embora não esteja explicitamente contemplado na PNH.
Corresponsabilidade e vínculos solidários são termos utilizados na PNH que apresentam equivalência semântica com o termo parceria, utilizado no Programa Paciente pela Segurança do Paciente, e que se referem ao envolvimento do paciente e de seus familiares no cuidado.
A qualificação das equipes de acolhimento é um requisito para a implantação da classificação de risco.
As Leis n.º 8.080/1990 e n.º 8.142/1990 foram promulgadas com intuito de se fortalecer a rede pública de serviços de saúde em todos os níveis de complexidade.
Com o objetivo de evitar a institucionalização da participação social, o SUS assegura à população a participação direta nas regionais de saúde.
A atenção em saúde orientada conforme os princípios de humanização é um dos objetivos da Política Nacional de Atenção às Urgências.
As unidades prestadoras de serviços têm autonomia e exclusividade para definir as necessidades e prioridades das suas representações nas instâncias gestoras municipais e regionais, assim como nos conselhos de saúde, e decidem sobre a gestão da produção ambulatorial, seus serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, a clientela e suas vagas.
É de competência da União, por intermédio do Ministério da Justiça, acompanhar a aplicação das normas sanitárias nacionais e internacionais, com o objetivo de garantir as condições de habitabilidade, higiene e humanização das ambiências prisionais.
TIPO A – Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo.
TIPO B – Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido, não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no local e/ou durante transporte até o serviço de destino.
TIPO C – Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de salvamento (terrestre, aquático e em alturas).
TIPO D – Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré- hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos. Deve contar com os equipamentos médicos necessários para esta função.
TIPO F – Embarcação de Transporte Médico: veículo motorizado aquaviário, destinado ao transporte por via marítima ou fluvial. Deve possuir os equipamentos médicos necessários ao atendimento de pacientes conforme sua gravidade.
Veículos de Intervenção Rápida – Estes veículos, também chamados de veículos leves, veículos rápidos ou veículos de ligação médica são utilizados para transporte de médicos com equipamentos que possibilitam oferecer suporte avançado de vida nas ambulâncias do Tipo A, B, C e F.
Outros Veículos – Veículos habituais adaptados para transporte de pacientes de baixo risco, sentados (por exemplo, pacientes crônicos) que não se caracterizem como veículos tipo lotação (ônibus, peruas etc.). Este transporte só pode ser realizado com anuência médica.
Na ambulância TIPO D (Suporte Avançado), qual dos itens, a seguir, NÃO será encontrado?
I) A implementação da PNH tem por objetivo reduzir as filas e o tempo de espera com ampliação do acesso e atendimento acolhedor e resolutivo baseados em critérios de risco.
II) Entende-se por Humanização a valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores.
III) A PNH existe desde 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão.
Está(ão) correta(s)
I) É importante a identificação dos pacientes corretamente, como, por exemplo, o uso de pulseiras de identificação contendo nome, número de registro, código de barras, entre outros dados.
II) Adoção de medidas para melhorar a atenção aos medicamentos potencialmente perigosos.
III) A comunicação efetiva não está relacionada com os aspectos de segurança do paciente.
IV) A realização do check list para a realização de cirurgia no paciente certo e no local correto.
Está(ão) correta(s):