Questões de Concurso
Sobre relação educação física escolar e esporte em educação física
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O esporte, componente tradicional no currículo escolar da Educação Física, deve receber um tratamento pedagógico adequado, com a finalidade de ser praticado por todos os alunos. Portanto é importante que o rendimento esportivo não se sobressaia à finalidade formativa do esporte para o educando. De acordo com o exposto, sobre a pedagogia do esporte e as dimensões dos conteúdos: conceitual, procedimental e atitudinal, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A dimensão conceitual versa sobre a pergunta: o que se deve ser? Ex. Conhecer as mudanças pelas quais passaram os esportes.
II. A dimensão conceitual versa sobre a pergunta: o que se deve saber? Ex. Conhecer as mudanças pelas quais passaram os esportes.
III. A dimensão procedimental versa sobre a pergunta: o que se deve saber fazer? Ex. Vivenciar e adquirir alguns fundamentos básicos dos esportes.
IV. A dimensão atitudinal versa sobre a pergunta: o como se deve ser? Ex. Respeitar os adversários, os colegas e resolver os problemas com atitudes de diálogo e não violência.
“Todos os alunos devem estar atrás de uma linha pre-determinada, sendo demarcadas outras três linhas paralelas a dois metros de distância uma da outra. Ao sinal do professor, os alunos devem correr, tocar na primeira linha e voltar para a linha de largada o mais rápido possível. Em seguida, devem correr até a segunda, tocá-la e voltar para a linha de largada, e assim sucessivamente, até tocarem em todas as linhas.”
A utilização dessa atividade estimula o desenvolvimento da
“Considerando-se que os jogos são uma forma de aproximar diferenças, raças, credo religioso e diferenças sociais; considerando-se que os jogos interclasses poderão dar vazão ao estresse do aluno acumulado durante o período letivo anual; considerando-se que, para a criança e o adolescente, o esporte é, acima de qualquer situação, saudável; a realização de jogos interclasses na unidade escolar é necessária porque promove o trabalho de equipe, bem como ajuda a desenvolver o fair-play, o que poderá contribuir decisivamente nas ações coletivas e para a realização de trabalhos na unidade escolar ou na sala de aula”.
O trecho lido refere-se à parte da redação de um projeto que recebe o nome de
Um professor de Educação Física, ao realizar uma atividade de “golzinhos” com seus alunos, atividade derivada da modalidade futebol na qual se joga com espaço e metas reduzidos e sem a utilização de goleiros, geralmente praticada nas ruas, seu principal objetivo nessa aula é
A escolha de um professor por um determinado método de ensino de esporte é de grande importância para o sucesso do praticante no processo de ensino/aprendizagem/treinamento. Uma metodologia é muito mais do que proporcionar ao aluno inúmeras técnicas. De nada adianta o indivíduo dominar técnicas se não sabe o porquê ou o para quê dessas técnicas. Portanto, o método tem não só a função de facilitar a ação pedagógica como também a de permitir ao aluno a conscientização do significado de sua aprendizagem.
Pablo Juan Greco. Iniciação esportiva universal: metodologia da iniciação esportiva
na escola e no clube. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o próximo item, a respeito dos métodos de ensino de esportes.
O jogo satisfaz necessidades das crianças, especialmente de “ação”. Para entender o avanço da criança em seu desenvolvimento, o professor deve conhecer as motivações, as tendências e os incentivos que a colocam em ação. Não sendo o jogo aspecto dominante da consciência, ele deve ser entendido como “fator de desenvolvimento” por estimular a criança no exercício do pensamento, que pode desvincular‐se das situações reais e levá‐la a agir independentemente do que ela vê.
Soares et al. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992 (com adaptações).
Assistir, praticar, jogar videogame, falar sobre os jogos, as aventuras e as lutas dos personagens de desenhos, filmes e jogos eletrônicos, brincar e fantasiar com eles e sobre eles, todas essas experiências são constituintes e constituidoras da cultura lúdica infantil e devem ser apropriadas, de modo crítico, pela educação física na escola se essa disciplina, por sua vez, quiser atualizar a sua prática pedagógica e não ficar alheia ao seu tempo.
A. Q. Costa e M. Betti. Mídia e Jogo: do virtual para uma experiência
corporal educativa. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte,
Campinas, v. 26, n.º 2, jan./2006, p. 165‐178 (com adaptações).
Tendo os textos apresentados como referência inicial, julgue o item.
O jogo eletrônico, utilizado como ferramenta
pedagógica inovadora em aulas de educação física,
propicia ludicidade, em novas formas de linguagem de
corpo, em consonância com uma educação estética
contemporânea.
O jogo satisfaz necessidades das crianças, especialmente de “ação”. Para entender o avanço da criança em seu desenvolvimento, o professor deve conhecer as motivações, as tendências e os incentivos que a colocam em ação. Não sendo o jogo aspecto dominante da consciência, ele deve ser entendido como “fator de desenvolvimento” por estimular a criança no exercício do pensamento, que pode desvincular‐se das situações reais e levá‐la a agir independentemente do que ela vê.
Soares et al. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992 (com adaptações).
Assistir, praticar, jogar videogame, falar sobre os jogos, as aventuras e as lutas dos personagens de desenhos, filmes e jogos eletrônicos, brincar e fantasiar com eles e sobre eles, todas essas experiências são constituintes e constituidoras da cultura lúdica infantil e devem ser apropriadas, de modo crítico, pela educação física na escola se essa disciplina, por sua vez, quiser atualizar a sua prática pedagógica e não ficar alheia ao seu tempo.
A. Q. Costa e M. Betti. Mídia e Jogo: do virtual para uma experiência
corporal educativa. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte,
Campinas, v. 26, n.º 2, jan./2006, p. 165‐178 (com adaptações).
Tendo os textos apresentados como referência inicial, julgue o item.
O jogo eletrônico pode mobilizar conhecimentos de
várias disciplinas escolares, aspecto que o potencializa
para projetos pedagógicos interdisciplinares.
O jogo satisfaz necessidades das crianças, especialmente de “ação”. Para entender o avanço da criança em seu desenvolvimento, o professor deve conhecer as motivações, as tendências e os incentivos que a colocam em ação. Não sendo o jogo aspecto dominante da consciência, ele deve ser entendido como “fator de desenvolvimento” por estimular a criança no exercício do pensamento, que pode desvincular‐se das situações reais e levá‐la a agir independentemente do que ela vê.
Soares et al. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992 (com adaptações).
Assistir, praticar, jogar videogame, falar sobre os jogos, as aventuras e as lutas dos personagens de desenhos, filmes e jogos eletrônicos, brincar e fantasiar com eles e sobre eles, todas essas experiências são constituintes e constituidoras da cultura lúdica infantil e devem ser apropriadas, de modo crítico, pela educação física na escola se essa disciplina, por sua vez, quiser atualizar a sua prática pedagógica e não ficar alheia ao seu tempo.
A. Q. Costa e M. Betti. Mídia e Jogo: do virtual para uma experiência
corporal educativa. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte,
Campinas, v. 26, n.º 2, jan./2006, p. 165‐178 (com adaptações).
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Ao tematizar o jogo, é necessário que o professor de
educação física considere a memória lúdica da
comunidade à qual pertencem os estudantes, de forma
que sejam vivenciados jogos de várias regiões
brasileiras.
O jogo satisfaz necessidades das crianças, especialmente de “ação”. Para entender o avanço da criança em seu desenvolvimento, o professor deve conhecer as motivações, as tendências e os incentivos que a colocam em ação. Não sendo o jogo aspecto dominante da consciência, ele deve ser entendido como “fator de desenvolvimento” por estimular a criança no exercício do pensamento, que pode desvincular‐se das situações reais e levá‐la a agir independentemente do que ela vê.
Soares et al. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992 (com adaptações).
Assistir, praticar, jogar videogame, falar sobre os jogos, as aventuras e as lutas dos personagens de desenhos, filmes e jogos eletrônicos, brincar e fantasiar com eles e sobre eles, todas essas experiências são constituintes e constituidoras da cultura lúdica infantil e devem ser apropriadas, de modo crítico, pela educação física na escola se essa disciplina, por sua vez, quiser atualizar a sua prática pedagógica e não ficar alheia ao seu tempo.
A. Q. Costa e M. Betti. Mídia e Jogo: do virtual para uma experiência
corporal educativa. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte,
Campinas, v. 26, n.º 2, jan./2006, p. 165‐178 (com adaptações).
Tendo os textos apresentados como referência inicial, julgue o item.
A ação de correr pode ser desenvolvida por meio de
diversos jogos. Tais jogos podem também estimular o
desenvolvimento social dos estudantes.
O jogo satisfaz necessidades das crianças, especialmente de “ação”. Para entender o avanço da criança em seu desenvolvimento, o professor deve conhecer as motivações, as tendências e os incentivos que a colocam em ação. Não sendo o jogo aspecto dominante da consciência, ele deve ser entendido como “fator de desenvolvimento” por estimular a criança no exercício do pensamento, que pode desvincular‐se das situações reais e levá‐la a agir independentemente do que ela vê.
Soares et al. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992 (com adaptações).
Assistir, praticar, jogar videogame, falar sobre os jogos, as aventuras e as lutas dos personagens de desenhos, filmes e jogos eletrônicos, brincar e fantasiar com eles e sobre eles, todas essas experiências são constituintes e constituidoras da cultura lúdica infantil e devem ser apropriadas, de modo crítico, pela educação física na escola se essa disciplina, por sua vez, quiser atualizar a sua prática pedagógica e não ficar alheia ao seu tempo.
A. Q. Costa e M. Betti. Mídia e Jogo: do virtual para uma experiência
corporal educativa. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte,
Campinas, v. 26, n.º 2, jan./2006, p. 165‐178 (com adaptações).
Tendo os textos apresentados como referência inicial, julgue o item.
Devido à universalização de regras, o jogo permite que o
professor controle os conflitos entre os alunos, aspecto
importante no desenvolvimento de uma cultura da paz.